Vídeo número 1!

Ontem foi o o dia nacional do livro e eu não fiz um post sequer aqui, o que é um absurdo! Mas é menos absurdo porque ontem eu fiquei o tempo todo quando voltei do trabalho gravando um vídeo! Yay! Palmas, palmas, palmas.

Resolvi entrar no mundo do Youtube e fiz um canal! Vai ser um lugar onde vou falar um pouco sobre tudo, mais ou menos como é aqui! Hahahahahaha Vou colocar um vídeo toda 4a feira e espero que vocês se divirtam por lá!

Esse primeiro vídeo é sobre mim! hahahaha Achei melhor começar com um pouco de informações sobre mim pra vocês me conhecerem um pouco melhor. Aproveitei a TMI tag que vi no canal da Giovanna Fletcher (adoro ela!) e usei as perguntas do vídeo dela e passei uns minutinhos pagando mico respondendo as respostas. Dêem uma olhadinha pra rir! Hahahaha

Entrem e curtam o canal!

Beijocas!

Star Wars novamente

Ê!

Então, ontem amigos e eu vimos o Episódio V de Star Wars: Star Wars – O Império Contra-ataca, que, sejamos francos, é um nome total sessão da tarde. E olha que esse é o nome original do filme (The Empire Strikes Back)!

Poster do filme.

Poster do filme.

*Contém spoilers!

Esse episódio tem mais ação. É basicamente a busca do Darth Vader pelo Luke, o Luke treinando para se transformar em o verdadeiro Jedi (pelo Yoda! Amei!), e os outros numa fuga implacável (me senti como uma narradora de comercial de sessão da tarde). Na verdade, é um verdadeiro fica-não fica da Leia com o Han Solo. Essa parte foi bem previsível: a Leia dizendo que não ama o Han e sim que gosta de Luke (pra quem sabe a relação de Luke e Leia, ver os dois se beijando é bem nojento), depois eles vão se aproximando, ela vê que ele tem qualidades, ele tentando provar que tem sim, mesmo em meio de brigas e discussões verbais, e depois, finalmente, a confirmação dela de que ama ele. Mas vou dizer que uma das cenas de que mais gostei foi a que ela diz “I love you” e ele diz “I know”, porque ela é uma chata! É tão na cara que ela é apaixonada por ele, e fica rebatendo ele o tempo todo. Cansa, sabe? Mas marido me disse que essa fala do Han Solo foi improvisada porque, depois de fazer a mesma cena 50 mil vezes, Harrison Ford já tava cansado e de saco cheio, e aí em vez de dizer “I love you too”, como ele deveria falar, respondeu “I know” e ficou tão tão foda que acabou ficando no filme. Mas claro que os viciados em Star Wars já deviam saber disso.

Porém, apesar de Leia ser bem chatinha, não podemos negar que ela é uma personagem muito importante para a história do feminismo, já que não é mais uma mulher que precisa do homem pra tudo e só consegue fazer algo quando o homem aparece. Ela não precisa ser salva por homem nenhum porque ela tem atitude, é líder, chega lá e faz. Não precisa de ninguém. Na verdade, talvez seja até por isso que relute tanto em aceitar que gosta de Han Solo, um cara totalmente narcisista e egoísta, e que vive enchendo o saco dela e sacaneando. Talvez ela ache que, se admitir que gosta dele, ela vai estar mostrando que precisa de alguém, e ela é muito independente pra isso. Mas enfim, chega de análises por hoje.

Princesa Leia e Han Solo.

Princesa Leia e Han Solo em uma de suas inúmeras cenas de discussão.

Achei o início longo demais, mas Raphael disse que eles tinham que explicar as cicatrizes do Luke de algum, porque o ator sofreu um acidente e ficou com marcas, por isso inventaram uma cena dele levando uma patada de uma espécie de Pé Grande ou Homem das Neves, o que justificava as marcas (que, pra falar a verdade, eu nem reparei que estavam lá). Mas depois que o filme engrenou, quando Han, Chewbacca, Leia e C3-PO fugiram na Millenium Falcon, e Luke e R2-D2 foram em busca de Yoda, foi bem legal. Adorei o Yoda engraçadinho, e ele é um fofo, né? Tão sábio, tão eu falando tudo ao contrário! Amo! Pena que apareceu pouco, apesar de ter um papel super importante. Espero que ele apareça mais no próximo filme (que era pra ser visto hoje, mas, pelo visto, não será. buááááááá!).

Luke Skywalker (ou Luke Andarilho dos Céus, como disse a Natasha) e Yoda.

Luke Skywalker (ou Luke Andarilho dos Céus, como disse a Natasha) e Yoda.

Dessa vez, os efeitos toscos ficaram mais aparentes. Tinha um animal chamado Tonton que dava pra perceber claramente que era um boneco, apesar de Yoda também ser e não ficar tão aparente assim. Os efeitos de corte de uma cena para a outra também são muito engraçados, parecem efeitos de PowerPoint, mas esses também estavam presentes no primeiro filme (Episódio IV). Mas sempre temos que lembrar que é um filme antigo (esse é de 1980) e que eles não tinham recursos. Mas, ainda assim, não dá pra conter os risos em algumas cenas.

Enfim, quero muuuuuuito ver o episódio VI, mas como só o Alexandre tem os filmes, sabe-se lá quando isso ocorrerá. Mas podem ter certeza de que virei aqui falar sobre ele depois.

Ah! Pra saber o que a galera que tava aqui em casa achou do filme, clique aqui. E eu sei que todos eles vão me matar por isso. Talvez não o Arry. 🙂

Beijos!

Galera de ontem: Raphael, eu, Alê e Natasha.

Galera de ontem: Raphael, eu, Alê e Natasha.

Star Wars, finalmente!

Anos, muitos anos que estou pra ver os primeiros episódios (ou filmes, como você preferir chamar) de Star Wars. Depois de muito dizer que eu nunca gostaria dos filmes, decidi ver os novos (Episódios I, II e III). Tive que bater na minha própria boca porque eu gostei de todos eles. Desde então quero ver os antigos (Episódios IV, V e VI), mas nunca conseguia (pra quem não sabe, sou meio burra quando se trata de tecnologia, do tipo que não sabe nem baixar um filme – e, hoje em dia, nem música!). Aí, comecei a namorar o Raphael, que, graças a Deus, é um nerd adorador de coisas desse tipo, assim como seus amigos (o que faz deles super cool), e um deles, o Alexandre, tem a coleção completa de Star Wars! Uhu!, pensei, agora vou, finalmente, ver todos os filmes! Alexandre falou isso também: “Agora a gente faz uma maratona e você vê todos os filmes”. Ficamos todos super animados, outros do grupo quiseram participar também, mas se passaram 4 anos e nada de maratona Star Wars. Hashtag chatiada.

Porém, quando achei que tudo estava perdido, que nunca veria a trilogia inicial, eis que surge uma maratona Star Wars NO CINEMA! Quer coisa mais legal do que ver esse filme pela primeira vez na tela enorme? Ficamos todos animados e fomos tentar comprar para todos os dias, já que cada dia seria um diferente. Decepção: estava tudo esgotado. But fear not! Resolvemos, então, fazer a tal maratona em casa, finalmente ( e coloca finalmente nisso). Ajudou o fato de agora Raphael e eu estarmos casados e termos uma casa só nossa, com uma televisão grandona e um sofá delicioso e podermos fazermos a bagunça que quisermos até a hora que quisermos sem atrapalhar ninguém. Então ontem, 6a feira, dia 24 de outubro de 2014, nós vimos o Episodio IV de Star Wars (ou Star Wars – A New Hope). E aqui estão as minhas nem um pouco profissionais impressões.

Poster do filme

Poster super engraçado do filme.

Alexandre disse que esse é o episódio, dos filmes antigos, que é mais difícil de ser gostado. Pois eu gostei muito, exatamente pelo motivo que ele acha ser mais difícil gostar: tem história. Eu sou uma pessoa que gosta de muita história e pouca ação, pelo menos essa ação que se consiste de explosões, bombas, corridas, ou seja, essas coisas muito físicas que geralmente é relacionada aos homens (o que acho totalmente errôneo, já que muita mulher gosta disso). Gosto muito mais de conhecer a história dos personagens, entender suas emoções, o que os leva a agir de tal maneira, a personalidade, seus problemas etc. Por isso gostei do filme, porque é nele que você conhece a maioria dos personagens (não digo todos porque não tem o Yoda, cara! Eu queria muito que aparecesse o Yoda, me identifico tanto com ele – menos a parte dele ser sábio e mais na parte de falar tudo trocado) e conhece suas motivações (pelo menos as motivações do Luke, Han Solo, R2-D2 e Obi-Wan Kenobi). E onde você já repara, totalmente, que Star Wars é a Jornada do Herói, do Campbell, ao pé da letra! Um amigo meu, viciado em Star Wars, já tinha me falado isso, mas vendo você percebe claramente. Para quem não conhece, a Jornada do Herói, in a nutshel, é um conceito criado por Joseph Campbell, que mostra o passo a passo do percurso de transformação do homem comum em herói, com todas as provações que surgem no meio do caminho. E está tudo lá, do homem comum (Luke) ao mentor do homem comum (Obi-Wan), ao momento que o herói sofre a perda do mentor (sempre há a perda do mentor) e tem que provar que pode fazer sozinho (quando Obi-Wan “morre”, porque, pra mim, ele não tá morto, e Luke fica triste, mas tem que lutar anyway e vai lá e pensa nos ensinamentos) e muito mais coisa. Depois falo mais sobre a Jornada do Herói aqui, é muito interessante e dá pra se encontrar na maioria dos filmes e livros.

Han Solo, ou Harrison Ford.

Han Solo, ou Harrison Ford.

Não gostei da luta do final (ou corrida, sei lá, a do Luke, e não a do Obi-Wan com o Vader) porque achei muito longa, e tiros e corridas demais me cansam. Mas fiquei abismada com os efeitos e a grandiosidade de um filme que foi feito em 1977, época em que os recursos eram muito escassos. É realmente incrível.

De personagens, não achei a Leia legal, nem o Han Solo, mas já tô adorando o R2-D2 e o C3PO. Falando em han Solo, apesar de eu saber que o Harrison Ford interpretava ele, eu levei tempo pra reconhecer. Porque ele era bonito! Hoje em dia tá tão feinho… Assim como o ator que interpreta o Luke, que era lindo!

Mark Hamill, que interppreta o Luke Skywalker. Lindo, né?

Mark Hamill, que interppreta o Luke Skywalker. Lindo, né?

Enfim, não tenho muito mais o que dizer. Mas agora vou ver o Episódio V e depois venho aqui falar das minhas impressões sobre ele.

Beijos!

Galera Star Wars de ontem: Alexandre, Raphael, eu, Raquel e Fabrício.

Galera Star Wars de ontem: Alexandre, Raphael, eu, Raquel e Fabrício.

Um lugar para sonhar – Croassonho (péssimo trocadilho!)

Depois de muito ouvir falar bem e de passar na frente várias vezes (de ônibus) e ficar aguando só pelo nome, domingo finalmente eu fui no Croassonho! E como eu gostei!

Não estava com muita fome porque tinha passado a tarde toda me empanturrando comendo carne no churrasco de aniversário da minha cunhada, então fui com o intuito de comer somente uma sobremesa. Porém, todavia, contudo, chegando lá não aguentei e comi um croissant também. Ainda bem que minha amiga Marina queria guardar espaço no estômago pro croissant doce também não estava com muita fome e dividiu um croissant salgado comigo.

Croissants salgados da galera.

Croissants salgados da galera: de peperoni (em cima), frango com cream cheese e bacon (esquerda) e pizza sem presunto (direita).

Lá no croassonho você pode escolher entre 3 tamanhos: pequeno, médio e grande. Pedimos o médio, e como não queríamos comer muito mesmo, foi mais que o suficiente. Se você for dividir com alguém e ambos estiverem com fome, porém, sugiro pedir um grande. Outra amiga minha, a Raquel, pediu um grande pra dividir com o namorado, e ainda sobrou. Mas ela come pouquinho, e eles ainda pediram um doce pra comer depois. Lá também tem croissant salgado e doce. Os croissants já vem montados, com sabores específicos (o meu, por exemplo, era de frango com cream cheese e bacon – uma delícia!), mas você pode pedir para tirar ingredientes. Meu amigo Alexandre, por exemplo, não come queijo, e pediu o dele, de peperoni com queijo, sem queijo. Já adicionar ingredientes vimos que não rola, porque pediram pra adicionar pedaços de chocolate em um dos croissants doces e o atendente disse que não podia.

Croissants doces que o pessoal pediu: tudo com M&M's!

Croissants doces que o pessoal pediu: tudo com M&M’s!

Falando em atendente, achei o atendimento razoável. O atendente era até simpático, sorria toda hora e lembrou tudo que pedimos sem anotar – e olha que éramos muitos e falamos desordenadamente. Mas ele parecia estar com um sorriso falso, mas talvez fosse porque estava tentando não rir daquele bando de malucos ou porque estava muito cansado, já que fomos num domingo à noite e estava beeeeeeeem cheio. Mas não fomos destratados nem nada disso. E não fomos importunados um segundo sequer que estávamos lá.

Marina e Alexandre, muito felizes com o croissant de chocolates branco e preto - com M&M's - que dividiram!

Marina e Alexandre, muito felizes com o croissant de chocolates branco e preto – com M&M’s – que dividiram! Olha a cara do Alexandre!

Mas, apesar de comer o croissant, não desisti da minha sobremesa! Não queria croissant (tô me incomodando por escrever tanto essa palavra, já tá começando a soar esquisito) doce porque não gosto muito da mistura salgado/doce (não gosto, por exemplo, de pizza e crepe doces), então fui escolher uma sobremesa. Não tem lá tanta coisa, só umas sete opções (sendo uma delas brownie. nham nham). Mas saí de casa com vontade de tomar sorvete, então escolhi um sundae com calda de chocolate. O sundae vinha com duas bolas de sorvete – escolhi as duas de creme, porque achei que chocolate ficaria enjoativo e não gosto de sorvete de morango -, calda de chocolate quente e um morango para enfeitar (frutas são ótimas peças decorativas, apesar de não tão gostosas). A calda quente não foi uma boa ideia porque ficou muito dura em contato com o frio, e eu só consegui cortar com os dentes mesmo. Preferia calda fria. Mas tava gostoso de qualquer jeito.

Meu sundae bonito.

Meu sundae bonito.

No quesito bebidas, é bastante variado. Tem cafés diferentes (que, um dia, ainda volto pra tomar), sucos, chás, misturas diferentes (como uma soda com picolé de limão que me pareceu bem interessante), e milkshakes, além das normais como refrigerantes. A Raquel e o Fabricio pediram um suco de frutas vermelhas que estava bem gostosinho, mesmo sem açúcar. Mas acho que o chamativo de lá, para quem gosta (não é o meu caso), é o milkshake de Nutella. Era bem bonito e a Natasha disse estar muito gostoso. Ou seja, super vale a pena ir no Croassonho porque, além das coisas serem gostosas, não é muito caro (nossa conta deu R$114 e éramos 7 pessoas que comem muito). Eu e marido (sim, casei! hehehe), por exemplo, pagamos, juntos, 56 reais. Tranquilo, né?

Os sucos da Kel e do Fabricio.

Os sucos da Kel e do Fabricio.

O amado milkshake de Nutella.

O amado milkshake de Nutella.

Uma coisa que achei mega fofa lá – mas que a Marina achou bizarro. hahahaha – foram os quadrinhos decorando os banheiros. Eram pequenos croissants “vestidos” de menino e menina. Ok que eles pareciam mini lagartinhos (por isso o “bizarro”), mas achei tão fofinho… E uma ótima ideia, dado o tema do café.

Ah! Além de croissants, vi que lá também tem saladas, mas quem vai querer comer salada no mundo mágico do croissant???

Um ps. Meu blog de cafés continua ativo pra que vocês consigam ver todos os cafés que já postei lá, mas, a partir de agora, irei comentar sobre as cafeteiras que eu visitar aqui, ok? A vida tá muito corrida para atualizar dois blogs, mas continuarei falando dos cafés com o mesmo cuidado, detalhe e amor! Talvez eu faça um blog para falar de viagens, ou talvez eu fale das viagens aqui mesmo. O que vocês preferem? Por favor, deixe sua opinião sobre isso nos comentários!
Beijos!

Os quadrinhos (fofos/bizarros) nas portas dos banheiros.

Os quadrinhos (fofos/bizarros) nas portas dos banheiros.

Croassonho

Endereço: Av. Barata Ribeiro, 560, loja F – Copacabana (fomos nesse, mas também tem nos shoppings Downtown, Nova América e Norte Shopping)

Horário de atendimento:
Domingo à Quinta das 11h às 22h30min.
Sexta, Sábado e Feriados das 11h às 23h.

Cartões: Todos (até TR!).

Galerinha feliz, que foi quem fez a noite lá ser realmente incrível!

Galerinha feliz, que foi quem fez a noite lá ser realmente incrível!

Vida de escritor, aka, minha vida

Não é muito fácil ser escritora quando você quer ser reconhecida, e não só escrever pra você. Não é tão fácil assim mostrar seu trabalho. Explico.

Alguém que desenha, é só colocar sua ilustração ali, seja em redes sociais ou pra mandar portfólio, e pronto, as pessoas não tem muito o que fazer, a ilustração tá ali, na cara de todo mundo, você não queria ver e já viu (como esses vídeos que começam sozinhos agora no Facebook). Um fotógrafo é a mesma coisa. A foto tá ali, não tem como você não ver, a não ser que seja cego. Uma coreografia também é algo muito visível, a pessoa pode parar no meio da rua e dançar, todo vão ver. E uma pessoa que escreve?

Você pode colocar seu texto em vários lugares, mas a pessoa não enxerga o texto assim que coloca o olho nele, não sabe imediatamente o que aquelas palavras estão dizendo. Ela tem que escolher ler aquele texto e, vamos falar a verdade, hoje em dia, as pessoas tem escolhido ler o mínimo possível, ainda mais se o texto estiver em uma rede social e for um texto longo. Se estiver em blog então, e a miniatura do blog aparecer na timeline de alguém é muito raro a pessoa clicar porque quer facilidade, quer o que está ali no momento. Eu sei porque até eu faço isso. Vejo uma reportagem que me parece interessante, mas me dá preguiça de ler — até porque na maioria das vezes eu estou no celular, e meu celular é leeeeeeeeerdo! E quando você encontra alguém e quer mostrar seu talento, não tem como você dizer “peraí que eu vou escrever um pouquinho aqui e já te mostro”. Até você acabar, a pessoa já desistiu de esperar e foi embora. Sem contar que é muito difícil escrever uma coisa qualquer do nada, sem embasamento, Diferente de uma ilustração, uma foto, uma dança, alguém que canta ou toca um instrumento. Como provar que você realmente sabe fazer aquilo — e ouvir uns elogios porque, fala sério, todo mundo gosta?

Índice

Às vezes, dá vontade de gritar isso pro mundo. Rs

Se você pensar bem, é bem difícil arranjar emprego no mundo da escrita — a não ser que você seja um jornalista, aí o caso é outro. Se você escreve livros, a menos que tenha dinheiro para se autopublicar, você precisa mandar seu original pra uma editora e rezar para ser lido. Se você já for conhecidinho em algum lugar — no mundo virtual, por exemplo —, fica até um pouco mais fácil, depois da editora fazer uma pesquisa e decidir que aquilo pode vender e dar dinheiro pra eles. E depois que você é publicado também porque, se já era conhecido antes, mais fácil pedir para as pessoas comprarem seu livro. Mas, e quando você não é? É rezar pra alguém achar a capa bonita, ou a sinopse legal, e levar seu livro, que você fez com tanto amor, tanta dedicação, e fica lá jogado na prateleira, pra sempre. A não ser que você seja super extrovertido e faça várias ações públicas em relação ao seu livro. O que não acontece comigo. Eu sou daquelas que deseja que todos os escritores ainda fossem como antigamente, que odeiam dar entrevistas e todo mundo entende. Hoje em dia, escritor assim é escritor pé no saco.

Roteiro então, eu acho mais difícil ainda. Talvez porque eu não tenha feito faculdade de cinema, não sei. Mas, além de não terem muitas vagas para roteiristas, é bem mais difícil você mandar um roteiro seu e alguém ler do que um editor ou um técnico de áudio mandar seu trabalho e ser chamado, até porque sempre estão precisando de editores e técnicos de áudio.

Sei lá, posso estar falando besteira. Pode ser eu que não faço por onde. Pode ser que eu tivesse que ser mais extrovertida ou sociável ou cara de pau. Mas acho muito difícil ser escritora/roteirista. Queria que fosse mais fácil provar meu talento (se eu realmente tiver).

But that’s life. And we do what we can to get by.

Desculpa pela negatividade!

Coisas não ditas – Parte “não faço ideia”

Pensei em várias coisas pra escrever aqui hoje: café (não lembrei do nome do último que fui), filme (foi meu último – bem, últimos – tema), política (blé!), e lembrei que prometi uma coisa há um tempão e esqueci de fazer. Falar mais sobre o Coisas não ditas. Não que vocês se importem, ou queiram, mas vou falar mesmo assim. Tem quem diga “Livia, você não pode falar assim, você tem que falar como se todos se importassem com seu livro, você é uma autora, blá blá blá”. Mas eu tava sendo tão não-eu aqui, fingindo que eu acreditava que as pessoas queriam MUITO saber de tudo sobre meu livro. Não é verdade. E não vou mais mentir ficar mentindo, vou ser eu e falar o que penso, afinal, é meu blog. Mas vou falar de Coisas não ditas anyway.

Das últimas vezes falei dos garotos e da Lucie, e de quem era a inspiração para cada um desses personagens. Hoje vou falar da Graziela, da Luciana, da Vitória e do Dr. Roberto (os outros personagens foram criados na minha cabeça sem inspiração de ninguém mesmo). Let’s start at the very beginning! (a very good place to start… Enfim, mania minha. Sou uma Noviça Rebelde nerd)

Graziela

Giovanna/Graziela

Giovanna/Graziela

 

Como ela é namorada do Dudu, que é o Tom, obviamente (para quem é fã do McFly, ou me ouve falando deles desde 2009) é a Giovanna Falcone (sim, eu sei que ela virou Giovanna Fletcher depois que se casou com Tom, mas o nome de solteira dela era tão mais bonito que me recuso mudar).

Eu gosto muito da Giovanna desde que comecei a virar fã de Mcfly e a buscar coisas sobre ele. Aí comecei a segui-la no Twitter e vi que ela é uma fofa. Hoje em dia, sou mais fã dela que do Mcfly, ainda mais agora que ela escreve e já lançou dois livros. O primeiro, Billy and me, achei bem chatinho, mas o segundo, You’re the one that I want, tô gostando bastante. Pena que não tem aqui no Brasil ainda, mas tem (em inglês) na Amazon pra quem quiser ler. A minha Grazi é como imagino que a Giovanna seja, super fofa, goofy, preocupada com os amigos, boazinha. O par perfeito pra Lucie, por serem tão diferentes. Não que a Lucie não seja fofa (NOT!), goofy e preocupada com os amigos! Já boazinha…

Luciana

Frankie Sandford/Luciana Vieira

Frankie Sandford/Luciana Vieira

 

Na época em que escrevi o livro, o Dougie Poynter (ou Noah) estava namorando a Frankie do grupo The Saturdays (e pareciam muito felizes, mal sabíamos que aquilo acabaria tão mal), portanto a Luciana é a Frankie, com esse cabelo aí do lado (é porque ela é meio camaleoa em relação a cabelo, quer dizer, usa curtinho e usa longão. Ok, não ttão camaleoa assim…) Fofa, né, gente? Bem, eu não tenho muito o que falar dela. Eu não seguia tanto ela quanto seguia a Giovanna na época (por Twitter), então só o que eu achava era que ela era uma menina legal por quem o Dougie era totalmente apaixonado, e foi isso que fiz no livro, o Noah é totalmente louco pela Lu. E o motivo dela estar sempre viajando em turnê é porque ela faz parte do The Saturdays, um grupo feminino da Inglaterra (que existe até hoje). Um clipe das Sábadas aqui. E eu realmente gosto dessa música! Mas a Frankie tá com cabelo grande (e linda) nesse clipe.

Vitória

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Vitória Lima/Vicky Jones

 

A irmã do Rafael Lima é a irmã do Danny Jones na vida real! E é tão maluquinha e boa cantora e totalmente fã de festas como sua inspiração. Então, Vitória Lima é Vicky Jones – mas acho que ninguém tinha dúvidas quanto a isso. E aqui está um vídeo da Vicky cantando pra vocês verem como ela é boa.

Dr. Roberto

Ah, doutor Roberto… Quem não queria um médico como o doutor Roberto? Eu com certeza queria! Mas não porque ele é prestativo, atencioso, realmente se preocupa com seus pacientes (principalmente pela Lucie, por quem tem um carinho especial), e sim porque ele é assim, ó:

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Não achou ele bonito não? E que tal essa?

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Ainda não te convenceu? Jura? Então, que tal agora?

Sexy Dr. Roberto!

Sexy Dr. Roberto!

Quando pensei em um médico pra Lucie, não tinha como não pensar no Jesse Spencer, quer dizer, no dr. Robert Chase, personagem de House que eu amava! Lá, nos primórdios da série, ele era meu personagem favorito – e não só porque era o mais gato. Tá, talvez por ser o mais gato, mas, anyway, eu amava o personagem e queria que ele fosse o médico da Lucie. Talvez, por ser mencionado que o dr. Roberto trata da Lucie faz tempo, as pessoas podem ter pensado que ele era mais velho, mas eu imaginei que ele estava no início de sua carreira quando começou a tratar dela, e ela já havia sido tratada por outros médicos até chegar nele, então também não era tão novinha. Então explica a idade dele, uns 30 e poucos, quase 40. E gato! Gato toda vida.  Gato! Ai, dr. Roberto, como eu queria que você fosse real…

 

Pronto, é isso. Se alguém tiver alguma dúvida em especial, pode perguntar nos comentários. Se não tiver, invente! Eu gosto de responder coisas. hehe

Beijocas!

Histórias de Amor (Liberal Arts)

Liberal Arts (no original) é o tipo de filme que eu gostaria de ter escrito. Totalmente meu tipo de filme. Sabe aqueles filmes que te deixam com um sorriso durante toda a sua duração – e no final o sorriso continua?

Primeira coisa que me chamou a atenção foi o poster. Ele tava ali, pequenininho, na tela do Now da Net, mas tinha um elemento que parecia berrar pra mim. Um livro.

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Poster do filme.

Livros. Páginas. Sempre que tem um filme tem relação com livros, com escrita ou qualquer coisa assim eu quero ver. E o fato de ter a Elizabeth Olsen no elenco também foi um dos motivos de eu querer ver, porque tô há décadas querendo ver um filme com ela, que virou a nova queridinhas dos filmes independentes. Queria MUITO ver como a atuação dela difere das irmãs, Mary Kate e Ashley, que super fizeram parte da minha infância (sim, eu amava os filmes das gêmeas Olsen! Era super fã delas). E ela realmente atua de um jeito bem diferente das irmãs, mas também, o estilo do filme é totalmente diferente dos filmes que as irmãs faziam.

Quando apertei “play” e a primeira cena que me apareceu foi do Josh Radnor (pra quem não tá ligando nome à pessoa, ele é o Ted de How I Met Your Mother), aí fiquei mais feliz ainda! E a medida que o filme transcorria eu ficava mais feliz.

Além de leve, tranquilo e com imagens claras, que acho que contribuíram muito pra deixar o filme leve, ele também te faz pensar. Pelo menos, ME fez pensar.

Ele é, basicamente, uma história sobre o amadurecimento. Todos os personagens, e não só o principal, estão em alguma fase desse processo. Eu sempre fico com medo de escrever demais e acabar dando spoiler, mas tem personagem muito maduro para a idade, tem outro que é bem mais velho e se sente como um adolescente, tem os “normais”, que se sentem – e agem – com a idade que tem, mas que, às vezes, não estão muito feliz com o rumo que suas vidas tomaram, e por aí vai.

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Eizabeth Olsen e Josh Radnor.

O legal é que dá pra se identificar muito com o filme e pelo menos algum personagem. Eu super me identifiquei com o personagem principal, Jesse, aquela pessoa que meio que vai levando a vida pelos caminhos que a vida o levou (e não por uma escolha), e que está entre se agarrar nos seus sonhos e desistir deles e ser adulto. Mas que não consegue esquecer a melhor época que passou. No caso dele, a faculdade, para onde ele volta para participar de uma festa de despedida de seu professor favorito. Então ele conhece Zibby (amei esse apelido, quero colocar o nome da minha futura filha de Elizabeth só pra chamar de Zibby. Ou então nomear meu cachorro assim), estudante atual da faculdade, que tem 19 anos, com quem começa uma amizade. E essa é a premissa principal.

É um filme muito real, e as atuações estão super naturais. Às vezes, os atores são bons, mas a atuação parece forçada. Em Liberal Arts (desculpe, mas não dá pra chamar pelo nome brega que colocaram aqui no Brasil) isso não acontece. Ponto pro Josh Radnor, que também dirigiu o filme. E tudo flui de uma forma tão natural que não cansa, quando você vê, já acabou, é um filme muito gostoso mesmo. Mas não vão por mim, assistam o fime pra ter a confirmação. 😉

Ah! Outra coisa que gostei muito foi do personagem do Zac Efron. Ele tá crescendo muito como ator, e interpretando personagens dos mais diversos. E o Nat é bem diferente mesmo. Ele aparece bem pouquinho, umas duas ou três vezes, mas a interação que tem com Jesse é super importante. É como se fosse uma consciência – uma consciência meio hippie, mas ainda assim, uma consciência. Deixo vocês então com uma foto de Zac Efron no filme e a fala que mais gostei (e até copiei e coloquei na minha parede).

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Histórias de Amor (Liberal Arts)

Direção e roteiro: Josh Radnor

Com: Josh Radnor, Elizabeth Olsen, Zac Efron, Ricjard Jenkins, Allison Janney, Elizabeth Reaser, John Magro.