Buenos Aires – Parte IV

Hello everybody!

A pedidos, vou falar um pouquinho sobre hospedagem (e otras cositas) hoje.

Todas as vezes que eu fui, fiquei no Centro. Sim, no centro não há uma vida noturna intensa, mas como eu também não sou muito fã de vida noturna, não foi um problema. O bom do centro é que ele tem transporte para todo lugar. E tem um metrô a cada esquina, e, pra mim, o metrô é o melhor transporte da cidade. Ônibus também funciona bem e é bem barato (mas tenha sempre moedas para pagar o ônibus, porque as maquininhas onde você paga a passagem – lá não se paga diretamente ao motorista e não há trocador – só aceitam moedas), mas eu achei o metrô mais fácil de entender. Apesar de haver várias linhas (pessoal de São Paulo não terá dificuldade nenhuma, já os que moram no Rio vão demorar um pouco pra se entender com todas as linhas que se cruzam), é mais claro entender em que estação saltar e ver o que tem por perto da estação do que saber todos os pontos de ônibus (e todos os números de ônibus) existentes na cidade. Andar de táxi também não é tão caro quanto aqui no Rio, por exemplo, mas é preciso ficar sempre de olho, pois os taxistas de lá, além de não serem muito educados, estão sempre tentando passar a perna nos passageiros e muitas vezes até dão nota falsa, algo muito recorrente por Buenos Aires (já recebi nota falsa até de casa da câmbio!).

Tirando a segunda vez que visitei Buenos Aires, que fiquei em casa de estudantes (fui estudar espanhol), todas as outras vezes que fui me hospedei em albergue. Não sei se hoje ainda tem gente que tem preconceito com albergues, mas garanto que é um ótimo lugar para ficar em suas viagens. Claro que deve haver uma pesquisa prévia, como para qualquer lugar que você for ficar. Mas a maioria dos albergues hoje em dia tem quartos privativos e, mesmo os quartos compartilhados são bem organizados e limpinhos – mas claro que a permanência dessas características vai dos hóspedes do quarto.

Fachada do albergue El Firulete.
Fachada do albergue El Firulete Downtown.

Na minha primeira viagem para a capital portenha, fiquei no El Firulete Downtown em um quarto duplo com minha amiga. O quarto era bem simples, com duas camas e um aquecedor, cabideiros para pendurar bolsas e casacos e, pelo que eu me lembre, tinha um armário para colocarmos as coisas (não achei as fotos por aqui e faz muito tempo, então não lembro todos os detalhes). O El Fireluete é um albergue perfeito pra quem quer se esbaldar na rua Florida, a rua mais turística e cheia de lojinhas de souvenirs da cidade. Pra ter uma ideia, é mais comum ouvir português na rua Florida do que o castellano (não ouse falar para um argentino que ele fala espanhol, senão pode ser que ele te mate! Ensinamentos da minha professora de castellano por lá).

Um dos quartos do El Firulete.
Um dos quartos do El Firulete.

Ele é perto da Plaza San Martín também, uma praça linda cheia de monumentos históricos, como a Torre Monumental. Eu queria muito ter fotos minhas pra colocar aqui pra vocês, mas como as minhas fotos da primeira viagem estão na casa dos meus pais, vou ter que colocar uma de google mesmo. Sorry!

Plaza San Martín e a Torre Monumental ao fundo.
Plaza San Martín e a Torre Monumental ao fundo.

Na verdade, qualquer lugar que você ficar no Centro vai ser perto de vários lugares que dão pra ir a pé. Seus pés, aliás, serão seus melhores aliados na viagem, portanto, cuide bem deles. Esqueça o que eu falei sobre o metrô ser o melhor meio de transporte. Na verdade, o melhor meio de se conhecer a cidade é a pé! Os principais pontos turísticos, poe exemplo, dá pra se conhecer andando de um para o outro. Eu sei que da vez que fui pra lá com o marido nós andamos até não poder mais! É um ótimo modo de poupar dinheiro também, e gastá-lo com coisas mais divertidas, como sorvetes (vou fazer um post só pra falar das sorveterias de Buenos Aires, pode deixar)!

Falando em dinheiro, uma vantagem de ficar hospedado em um albergue é o preço. Eu não sei como estão os preços lá agora, até porque já fazem dois anos desde a minha última ida à cidade e, com a economia indo de mal a pior por lá, os preços que paguei já devem ter mudado bastante. Mas quando fui com marido, em 2012, pagamos 60 pesos por dia pelo quarto (30 por pessoa). Bem mais barato do que um hotel, não acham? Mas aí não era mais o El Firulete, então vamos manter o foco e voltar para o primeiro albergue em que fiquei.

Área comum do albergue.
Área comum do albergue.
A parte das mesinhas e da sinuca, onde a galera fica à noite.
A parte das mesinhas e da sinuca, onde a galera fica à noite.

A área externa (fora dos quartos) do El Firulete era bem variada. Tinha a sala de jogos, onde tinha a mesa de sinuca, onde tinham as mesinhas e a galera ficava até altas horas da manhã (mas o som não invadia os quartos, pode ficar tranquilo), e também a salinha com tv e uns sofázinhos fofos, que era onde eu a antissocial ficava lendo meus livros e escrevendo enquanto esperava minha amiga se arrumar. Lá também tem computadores para os hóspedes usarem e um bar, que não foi utilizado por mim. E na época que eu fiquei lá também tinha um recepcionista gatíssimo (que era a cara do Diego Luna), mas provavelmente ele não deve mais trabalhar lá. Mas se alguém for se hospedar lá e encontrar um recepcionista chamado Jorge parecido com Diego, diga que mandei um olá! hehehehe Falando em recepcionistas, todos lá eram muto simpáticos e solícitos, não se importavam em explicar 5 mil vezes a mesma coisa até entendermos e até arriscavam um pouco de português. Eu achei esse albergue mais de “aventureiros” do que o que fiquei com o marido, e as pessoas eram mas abertas e maluquinhas.

A área da TV, também conhecida como "área que a Livia escrevia e lia por um tempão".
A área da TV, também conhecida como “área que a Livia escrevia e lia por um tempão”.

O hostel em que fiquei quando viajei com o marido, o Portal Del Sur, era mais organizado, limpo e de melhor localização que o El Firulete. Ele foi uma indicação das irmãs do Raphael, que haviam se hospedado lá no ano anterior. Gostei muito de lá desde o princípio. Tinha elevador para subir com as malas, o local era uma gracinha e o quarto super arrumadinho, com banheiro privativo, só nosso (no El Firulete era compartilhado). O Portal del Sur também fica no centro da cidade, mas como ele fica quase na esquina com uma das maioria avenidas de lá, é um pouco mais seguro e tem mais movimento à noite. Ficamos em um quarto de casal que tinha uma cama, um armário, uma tv (yay!) e o banheiro era super gracinha também.

Meu quartinho.
Meu quartinho e nossas bagunças.

Pra quem gosta de beber e bares, eles fazem um bar crawl, que consiste em ir de bar em bar bebendo, comendo e fazendo o que quer que as pessoas fazem em bares. As irmãs do Raphael fizeram e adoraram. A gente só aproveitou as áreas externas do albergue mesmo, que são super fofas e bem espaçosas, e a sabedoria de restaurantes bons dos recepcionistas. Eles, assim como os do El Firulete, eram muito simpáticos, solícitos, e tinham várias dicas sobre a cidade. Agora, uma coisa que achei muito legal lá é que eles tem aulas de castellano lá. Tem uns dias certos que um professor da língua vai lá e quem quiser aprender um pouco mais do idioma pode se inscrever. Só não sei se as aulas eram pagas ou não, mas achei ótima a ideia!

Nós dois na "commom room" do hostel. Sei que não dá pra ver nada, mas era fofo.
Nós dois na “commom room” do hostel. Sei que não dá pra ver nada, mas era fofo.
Teto da commom room e uma parte da escada que levava para alguns quartos.
Teto da commom room e uma parte da escada que levava para alguns quartos.

Perto desse albergue tinha uns restaurantes muito bons, como o Manduca al paso, um café que já falei sobre aqui no blog, a El Tablón, uma pizzaria muito legal com tema de futebol e uma pizza deliciosa, e uma das várias filiais do Café Havanna. Ou seja, ótima localização mesmo.

Mas se você quer um local mais agitado, perto das boates e restaurantes “da moda”, recomendo ficar em Palermo ou Recoleta. Uma amiga minha, a Clarissa, do blog Uma Garota Carioca, ficou em Recoleta e você pode entrar no blog dela pra saber um pouquinho mais sobre o local.

Acho que é isso por hoje. Já estou há três horas escrevendo esse post e daqui a pouco receberei amigos em casa, então acho que é hora de ir! Beijinhos e até outro dia!

A piza do El Tablón, pra vocês terem uma ideia da delícia que era!
A piza do El Tablón, pra vocês terem uma ideia da delícia que era!
A decoração da pizzaria, com várias bandeirolas de times brasileiros.
A decoração da pizzaria, com várias bandeirolas de times brasileiros.

Endereços:

El Firulete Downtown:  Maipu, 208.

Portal del Sur: Hipólito Yrigoyen, 855.

El Tablón: 9 de julio esquina com Av. de Mayo, 1417.

Buenos Aires – Parte III

Olá pessoas! Tudo certinho?

Hoje é sábado, então vou falar mais um pouquinho sobre Buenos Aires! Dessa vez vou falar sobre comprinhas, mais especificamente, onde comprar sapatos lindos!

Quem me conhece sabe que não ligo nem um pouco para moda ou marcas, não conheço nada sobre isso e quando vou pra um lugar novo a última coisa que procuro é loja off de marcas famosas (como Puma, Adidas, essas coisas). Na verdade, faço questão de passar longe, porque sei que mesmo em promoção estarão caras e as lojas sempre estarão lotadas! Mas eu gosto de procurar produtos legais (se for por preços em conta então, melhor ainda), e acho muito legal encontrar lojas locais e ver como as pessoas daquele lugar se vestem e o que usam. E foi assim que encontrei a Viamo na primeira vez que viajei para Buenos Aires – e nunca mais parei de ir!

A Viamos é uma marca argentina de sapatos e bolsas, e seus produtos tem muito estilo, são muito diferentes, e são super a minha cara! Tudo bem colorido e cheio de detalhes que fazem toda a diferença! Da primeira vez que fui levei um sapato que fiquei tão apaixonada que ele praticamente viveu grudado no meu pé por meses, e hoje em dia, apesar de estar todo arrebentado, eu não consigo jogar fora!

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Tá ferradinha, mas continua linda!
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Como me desapegar dela? Nunca conseguirei!

Depois de conhecer a Viamo, toda vez que voltei em Buenos Aires fui em uma de suas filiais (há várias pela cidade, só escolher!). Até quando meus pais passaram por Buenos Aires pedi pra eles trazerem algo de lá pra mim. Verdadeiro vício!

Um dos sapatos que meus pais trouxeram pra mim de lá.
Um dos sapatos que meus pais trouxeram pra mim de lá.

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Os produtos de lá tem a qualidade muito boa. Claro que um dos motivos é por usarem couro verdadeiro (o que me deixa muito triste, na verdade, porque sou mega contra usar materiais tirados de animais, mas eu não consigo resistir aos sapatos da Viamo. Bad Livia!). Mas até os de camurça, como a minha bota verde de Peter Pan, duram bastante. Uma coisa que é preciso prestar atenção é o tamanho. Assim como os Estados Unidos, a numeração utilizada nos calçados argentinos é diferente da nossa. Mas geralmente calçamos lá um número a mais do que calçamos no Brasil. Por exemplo, aqui eu calço 36, lá calço 37. Mas os lojistas já estão super acostumados a atender compradores brasileiros e sabem disso, foi uma moça de uma Viamo que me deu essa informação.

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Detalhe fofo interno, cheio de florezinhas. E não tirei foto porque não dá pra ver direito mais, mas na sola tem o desenho de um teclado de computador!
Detalhe fofo interno, cheio de florezinhas. E não tirei foto porque não dá pra ver direito mais, mas na sola tem o desenho de um teclado de computador!

Só não espere que os lojistas de lá sejam tão simpáticos quanto os daqui (eles são mais parecidos com os mau educados que encontramos por aqui). Na Viamo até que sempre fui muito bem tratada e os lojistas são atenciosos, mas na maioria das lojas de Buenos Aires as pessoas parecem sempre estar de mau humor, e quando você pede algo parece que estão fazendo um mega favor, e não que aquele é o trabalho delas.

Outra coisa que me assustei um pouco entrando no site da Viamo agora foram os preços. Da última vez que fui lá já estava mais caro do que das primeiras, mas agora os preços estão beeeeeeem altos! Não há nada mais barato que 500 pesos (tirando os produtos em promoção, que dá pra encontrar por 200, 300 pesos). Lembrando que o peso está mais ou menos um pouco abaixo da metade do real, mas ainda assim é bem carinho. Mas sugiro dar um pulinho lá e dar uma olhada nas coisas, e depois decidir se vai comprar ou não. Olhar não custa nada, certo?

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Buenos Aires – Parte II

Olá pessoas!

Como hoje tá parecendo sábado pra mim (é feriado aqui no Rio de Janeiro, então tô o dia todinho em casa), e sábado passado não teve post sobre Buenos Aires, hoje resolvi falar mais um pouquinho sobre essa cidade que é tão maravilhosa pra mim. E como feriado (e sábados) combina com muita comilança, vou hoje falar de gordices gostosas da capital Argentina.

Quem convive com a minha pessoa sabe o quanto sou viciada em café. E não tem programa melhor pra mim do que ir numa cafeteria (seguido de um cineminha). Então, obviamente, eu fui em vários cafés por Buenos Aires. Na verdade, até quando eu não queria ir em um café e meu estômago estava urrando por uma comida “de verdade”, eu tinha que ir em um café porque era o único estabelecimento alimentício aberto na hora em que parava para comer. É que lá em Buenos Aires funciona assim: os restaurantes abrem para o almoço por volta das 11h, 12h, mas fecham por volta das 14h, só abrindo novamente lá pelas 18h, 19h pro jantar. Como eu e marido não parávamos o que estávamos fazendo para poder almoçar, sempre que tínhamos um tempo livre e nossas barrigas finalmente sentiam fome já tinha passado das 14h, então tínhamos que comer medialunas e beber capuccinos mesmo (tirando um dia que comemos uma carne maravilhosa em uma mega botecão, mas isso é outra história). Portanto, se vocês não quiserem passar seus dias por lá a base de pão e café, se programem direitinho para o almoço!

Enfim, vamos aos cafés!

1. Abuela Goye

O Abuela Goye não é só uma cafeteria, é também o lugar com o melhor alfajor de Buenos Aires! Eles vendem vários chocolates e, em algumas lojas (como a do Galerías Pacífico) também tem sorvete. E é um dos lugares com doces mais gostosos que já fui. Lembro que uma vez comi um waffle que estava maravilhoso. Como a Abuela Goye é uma franquia bem grande e conhecida, tem lojas em vários pontos da cidade. Eu visitei as da Galerías Pacífico e uma que fica em Puerto Madero que, aliás, foi minha salvação no dia, porque eu já estava quase desmaiando de tanta fome!

O atendimento, tanto em uma loja quanto na outra, foi muito bom. Por mais que você ache que não, eles sempre sabem quando você não é argentino e fazem um esforço maior pra te entender. Por isso que nunca entendi essa fama do argentino de ser esnobe e antipático porque todas as vezes que fui pra lá fui super bem atendida (menos nas lojas) e todos pareceram gostar muito do Brasil e querer saber mais sobre nosso país. E é por esse motivo que odeio esteriótipos.

Capuccino delícia no Abuela Goye
Capuccino delícia no Abuela Goye

O clima do Abuela é uma delícia, parece mesmo uma casinha de vovó, talvez pelos móveis de madeira e a decoração das lojas. Dá pra passar a tarde inteira por lá e, se bater uma fome maior, eles também servem pratos de comida (talvez não o dia inteiro e nem em todas as filiais), como saladas e sopas.

O Abuela de Puerto Madero fica na rua Alicia Moreau de Justo, 540, e a Galerías Pacífico fica na rua Florida, a rua mais conhecida e mais turística de Buenos Aires, no Centro.

2. Balcarce

O Balcarce foi um café que fomos bem rapidinho, num desses dias de fome desesperada, mas já estava fechando, então nem pudemos aproveitar muito dele, sentir o clima do lugar e tal. Mas deu pra saber que eles tem uma das medialunas mais gostosas que comemos por lá. Pedimos sanduíche de presunto e queijo (ou jamón y queso) na medialuna, que foi basicamente a nossa refeição por lá, e ele estava delicioso. A medialuna não era tão doce quanto a da maioria dos lugares em que comemos (a medialuna, diferente do croissant, é mais adocicada), então a mistura de sabores ficou melhor. De bebida, eu tomei um capuccino simples, que veio todo bonito, numa taça (acho que taças dão um toque todo especial). Mas o que mais gostei na minha bebida escolhida foi o acompanhamento dela. Ou melhor, os acompanhamentos. Além de vir não um, mas dois biscoitinhos amanteigados, veio também um mini alfajor. UM MINI ALFAJOR! Sabe, aquilo que todo mundo fica louco pra comprar quando vai à Argentina? EU GANHEI DE GRAÇA! Acho que esses agradinhos fazem toda a diferença na hora de você querer voltar a um lugar. Isso e o atendimento, claro.

Nossos sanduíches na medialuna.
Nossos sanduíches na medialuna.

Falando em atendimento, gostei muito. Como eu disse, o café estava prestes a fechar e, mesmo assim, fomos muito bem tratados e nem nos atenderam como se quisessem que comêssemos logo para eles poderem ir pra casa. Apesar de parecer absurdo, isso acontece, e muito (infelizmente). Acho que vou fazer isso agora para medir o bom atendimento de um lugar, ir sempre na hora de fechar. Se me tratarem bem é porque os atendentes são realmente bons! Hahaha Que maldade!

Como a Abuela Goye, eles também estão em várias localizações, mas a que fui fica na rua Maipu, 2408, no Centro.

3. Havanna Café

O Havanna Café é super conhecido e acho que até quem nunca foi pra Buenos Aires conhece, até porque eles abriram algumas filiais no Brasil (parece que vai abrir uma em breve no Rio, se já não tiver aberto). Apesar de ser mais conhecido por seus alfajores (não há quem viaje para BsAs e não volte com, pelo menos, uma caixa deles), eles também servem cafés de todo tipo e comidinhas típicas de cafés. Eu fui algumas vezes no café do Havanna nessa última viagem porque era bem pertinho do meu hotel, até tomei café da manhã lá um dia em que perdemos o do albergue.

Eu comi, como não podia ser diferente, medialunas com jamón y queso e marido comeu somente medialunas puras, que vieram desse fantástico pote de medialunas da foto abaixo. Ambos estavam bem gostosos e lindos.

Pote imenso de medialunas! Eu quero!
Pote imenso de medialunas! Eu quero!

Já no quesito bebida, pedimos a mesma coisa. Agora não me lembro exatamente o nome, mas era absurdamente deliciosa e tinham uns pedacinhos de chocolate por cima do chantilly (que era delicioso, by the way, bem do jeito que eu gosto, bem industrial, nada natural) que eram divinos! O café em si (que eu acho que era um capuccino especial) tava bem gostoso também. No cardápio, tem diversos tipos de cafés e bebidas quentes e diversos tipos de doces e salgados. Você pedir um dos famosos alfajores pra comer junto com seu café, por exemplo. Tem muita diversidade mesmo.

Outra bebida que tomei lá foi o Submarino, que minha prima tinha dito que era delicioso, e a melhor bebida do mundo, e coisa e tal. No meu ultimo dia de Buenos Aires pedi um, e ele se consiste de uma taçona de leite com uma barra de chocolate mergulhada nele. Não posso dizer que não gostei, mas esperava muito mais. Era gostoso e o melhor submarino que bebi lá, mas com certeza não era divinamente extraordinário. Mas ainda assim, recomendo que tomem.

O famoso Submarino.
O famoso Submarino.

O atendimento variava de acordo com a loja. Nas mais cheias, o atendimento era mais lento e não tão cuidadoso. Nas mais vazias a comida chegava mais rápido e as pessoas eram mais atenciosas. Então, se quiser uma experiência 100% legal, vá a um Havanna que fique em uma rua mais tranquila ou que você perceba que tem mais pessoas locais e menos turistas. Tem tantos pontos do Havanna por lá, que nem preciso passar um endereço pra vocês, vocês vão dar de cara com a cada esquina, como o Mc Donald’s é por aqui.

4. Manduca al Paso

O Manduca al Paso foi um dos melhores cafés que já fui em Buenos Aires, quiçá na vida. Foi uma pena só ter descoberto no meu última dia na cidade, apesar de ficar bem ao lado do albergue que fiquei hospedada! O lugar é uma gracinha de fofo, com uma decoração toda delicada e colorida. Cheio de detalhes, como um ganchinho no balcão pra pendurar bolsas que era em forma de bonequinha, e os temperos todos de salada em prateleiras e em vidros super coloridos. E os espelhos em moldura colorida e o grande quadro de giz com as refeições e promoções especiais, ou seja, tudo muito bem pensado pra ser um lugar especial. E é bem pequenininho, talvez por isso passe uma sensação super aconchegante.

O quadro de avisos do café.
O quadro de avisos do café, que alegrava o lugar.

Tinha todo tipo de comida lá, e não só cafés, mas como fomos pela manha, pedimos medialunas (claro) e sanduíches. E apesar das medialunas do Balcarce ser uma das melhores da cidade, a do Manduca é A melhor. A primeira medialuna salgada de verdade que comi nessa viagem, e era super cremosinha, parecia que tinha queijo derretido por dentro. Maravilha! Os sanduíches também estavam uma delícia, e você podia montar o seu próprio, com os frios e o pão de sua preferência, totalmente exclusivo. Só os cafés que eram um pouco sem graça porque eram de máquina, tipo Nespresso. Mas com tanta coisa boa e bonita por lá, esse detalhe nem importou!

Sanduíche de salame com queijo na ciabatta que marido pediu.
Sanduíche de salame com queijo na ciabatta que marido pediu.

O atendimento também foi bom, as atendentes (que eu acho que eram as donas) eram bem simpáticas. Por isso tudo o Manduca al Paso é lugar imperdível em uma viagem para Buenos Aires. O endereço de lá é  Hipolito Irigoyen, perto do número 855 (855 é o endereço do albergue  que fiquei, não consegui achar o endereço do café), no Centro.

5. Martinez

O Martinez, como a maioria dos cafés que fui, tem várias filiais, mas ele tem clima de café pequeno, é todo bonitinho e aconchegante mas, a sensação de café pequeno se dá, principalmente, por causa do atendimento. O rapaz (me sinto meio velha falando “rapaz”) que nos atendeu era mega simpático! Percebeu que não éramos argentinos e depois que falamos que éramos brasileiros, ficou conversando um pouco com a gente. Muito simpático e divertido. Quando ele trouxe nossos pedidos, ficou fazendo brincadeirinhas, fez que não ia me dar meu café, muito legal mesmo. Não tive dúvida nenhuma quanto a dar os 10% pra ele (lá, os 10% não são cobrados na conta, você paga se quiser mesmo).

Primeiros sanduíches de jamón y queso que comi na viagem.
Primeiros sanduíches de jamón y queso que comi na viagem.

Agora, a comida. Comi medialuna con jamón y queso e achei um pouco estranho pelo simples fato de ter sido o primeiro café que fui e ainda não estar acostumada com essa mistura de salgado e doce. Mas, provavelmentem se eu fosse novamente ia adorar! Já o café estava delicioso. Os cafés de lá eram um pouco carinhos, mas eram enormes e super diferentes. Pedi um capuccino de chocolate que, além de a aparência ser linda, estava muito gostoso. Namorado pediu um capuccino de cookie (não disse que os cafés eram diferentes?) que também estava bom, e o sanduíche que ele pediu, que agora esqueci do que era, estava com uma cara linda. Veio com uma saladinha e com um gratinado por cima que dava muita vontade de comer. E ele disse que tava bem gostoso.

O sanduíche gratinado com saladinha do Raphael.
O sanduíche gratinado com saladinha do Raphael.

Lá no Martinez ocorreu um fato divertido. Quando eu e marido estávamos saindo do café, uma outra garçonete viu o livrinho que o Raphael levava pra todo canto, Guia de Conversação para Viagens, e pediu pra ver, achou super legal e ainda quis conversar com Raphael. Outra garçonete super simpática. E é isso que faz toda diferença. Se você quiser ir na mesma filial que fui pra ver se ainda é atendido por um desses garçons simpáticos, o endereço é  Av. Corrientes 927 (perto da 9 de Julio), no Centro.

Capuccino maluco que Raphael tomou.
Capuccino maluco que Raphael tomou.

E aí, gostaram das dicas? Sábado que vem (dessa vez, o sábado de verdade) conto mais coisas sobre Buenos Aires. Vocês também podem fazer sugestões sobre o que eu gostaria que eu falasse sobre a cidade nos comentários abaixo, e se quiserem, dizer o que estão achando do blog também!

Ah! E dêem um pulinho no meu canal do YouTube, hoje tem vídeo novo!

Beijocas!

Comprinhas – O Mercado

Há umas semanas fui numa feirinha que há tempos eu queria ir, algumas amigas minhas (e um amigo) já tinham dito que era muito boa. Então finalmente consegui ir na O Mercado, feirinha de estilistas independentes que fica lá no Clube Fluminense, em Laranjeiras. E eu enlouqueci!

Subi as escadas e dei de cara com um imenso salão lotaaaaaaaaaaaaaado de tendinhas. E pra cada lado que eu olhava via algo fantástico. Fiquei desesperada. Ok que, talvez, só talvez, eu não devesse ter ido a uma feirinha em um período de seca de grana. Não foi muito esperto da minha parte. Mas eu queria ir há tanto tempo e, poxa, tá perto do Natal, eu queria ver se achava algo barato pra dar de presente de Natal. Mas não achei. Só achei coisas fantásticas que eu queria pra mim, e só pra mim!

Surtei logo que dei de cara com o La Película, lojinha online de blusas com estampas de filmes que eu amo desde que conheci. Mas pensei “Não, ainda tem muito pra ver, não vou levar agora”, e continuei minha saga pela feira. E realmente encontrei muita coisa legal, muita mesmo. Como é uma feira de estilistas independentes, tem muita coisa diferente e única, que você, obviamente, não vê por aí. E a maioria das coisas tinha bem a minha cara, e foi aí que percebi que tenho que guardar meu dinheiro sempre para feiras e parar de comprar em lojas grandes porque roupas de feirinhas tem muito mais a ver comigo! O Naipe Moda, por exemplo, era cheio de vestidinhos com estampas fofas, do jeitinho que eu gosto. Não aguentei e comprei um vestido lindo de estampa de porco espinho colorido, que vou usar no Reveillon. Não era baratinho, foi 80 reais, mas é um vestido único e muito bem feito.

Vestidinho fofo do Naipe Modas.
Vestidinho fofo do Naipe Moda.

Lá também comi um cupcake que tava bem delicinha. Agora não lembro o nome da loja, mas tinha de vários sabores interessantes e diferentes, como Oreo. Eu comi um de brigadeiro que, além de gostoso, era bem bonito.

O cupcake de brigadeiro. Não liguem pra minha cara de "eu quero comprar tudo mas não tenho dinheiro".
O cupcake “diliça” de brigadeiro. Não liguem pra minha cara de “eu quero comprar tudo mas não tenho dinheiro”.

Além de roupas e acessórios lindos, tinha também muito objetos diferentes e, desculpem a repetição, lindos. Logo que entrei, achei uma loja – que, aliás, parecia muito com a lojinha do Estação Ipanema, que eu sempre fico maluca quando eu vou – cheia de objetos com tema de cinema (já deu pra perceber que sou meio monotemática e sempre sou levada para as coisas de cinema, né?), como almofadas, relógios, porta-copos (que eu faço coleção), cadernos, e muitas outras coisas. Mais uma vez, pensei: “Não, não vou levar agora porque ainda tem a feira inteira pra ver”. Aí, quando eu estava me indo embora orgulhosa por não ter comprado nada (além do vestido), bem na frente da escada aparece (porque parece ter surgido do nada, brotou do chão!) um quiosque com um porta-lápis do David Tennant!!!!!!!!! DAVID TENNANT, que é só o meu Doctor favorito! Como é muito difícil achar qualquer coisa de Doctor Who aqui no Brasil, eu tive que voltar e ver tudo. Fiquei alucinada! Não só tinha esse porta-lápis, como várias outras coisas de Doctor Who! Não me contive e comprei um porta-lápis com todos os Doctors novos, que custou R$18. Queria ter levado muito mais coisa, mas tive que me segurar. Mas fato que, mais pra frente, entrarei no site do Pop Nerd pra buscar mais objetos do Doctor Who. E Game of Thrones. E Harry Potter. E…

O porta-lápis (ou canetas, no meu caso) da Pop Nerd, com David Tennant, Matt Smith...
O porta-lápis (ou canetas, no meu caso) da Pop Nerd, com David Tennant, Matt Smith…
... Christopher Eccleston e Peter Capaldi! Ah, Doctor Who memorabilias...
… Christopher Eccleston e Peter Capaldi! Ah, Doctor Who memorabilias…

Em resumo, as coisas que vocês encontrarão lá não são baratinhas, mas super valem a pena por serem peças únicas e exclusivas! A próxima edição será nos dias 13 e 14 de dezembro, a tempo de comprar presentinhos pro Natal. Dessa vez, tentarei aproveitar mais!

Site do O Mercado: http://www.estilistasindependentes.com/

Feira Planetária – Gastronomia/Foodtruck””

Sei que hoje era pra eu falar sobre viagens, mas é que tá rolando uma feira de foodtruck aqui no Rio e não podia deixar passar, porque é uma bela dica de evento pra se ir nesse final de semana. A feira começou hoje e acaba amanhã, o que significa que vocês tem o dia inteeeeeeeeeeeeeeiro pra aproveitar essa feira maravilhosa no domingo.

Vários furgões fofos.
Vários furgões fofos.

A Feira Planetária está difundindo um conceito muito famoso lá fora, mas que ainda está começando por aqui, que é a comida em furgões, ou foodtruck. Pessoas saem em seus furgões ou vans ou combes e vendem dali seus quitutes. Mas são comidas bem diferentes dos podrões que vemos por aí, são delícias gourmets e “de luxo”, coisas diferenciadas. Nessa feira, por exemplo, há trucks de vários restaurantes famosos do Rio de Janeiro, como o Meza Bar (na foto acima) e o Boteco Doc. Há outros também que eu nunca tinha ouvido falar, mas que são uma imensa delícia, como o Tapí Tapioca e o Brauni.

O furgão do Tapí Tapioca e minha tapioca diliça!
O furgão do Tapí Tapioca e minha tapioca diliça!

O esquema da feira é o seguinte: você compra uma quantidade “X” de dinheiro em fichas e vai dando essas fichas nos trucks, como a gente costuma fazer nas festas juninas. As coisas não são baratinhas não, mas com uns 50 reais você come bem e bastante. Eu não gastei nem 40 reais (sem bebida), mas se você come muito, 50 tá ok (foi o que Raphael gastou). O legal é chegar cedo e comer várias coisinhas.

Os brownies e cafés do Brauni.
Os brownies e cafés do Brauni.

Lá tem vários lugares para sentar, inclusive umas esteiras estendidas no gramado pras pessoas ficarem, então dá pra comer, descansar o estômago, comer mais um pouquinho, descansar o estômago mais um pouquinho, comer um doce, e por aí vai. Eu, Raphael e Cinthia comemos tudo de uma vez mesmo, mas é porque estávamos com muita fome e não queríamos gastar muita grana. Mas que dava vontade de ficar lá pra sempre, ah, isso dava!

A galera comendo, comendo, e comendo.
A galera comendo, comendo, e comendo.

Tem alguns lugares que tem uma fila maior, e você espera um bom tempo pra comer o que quer, então não é uma boa escolha caso você esteja morrendo de fome. É o caso do Delfina, onde Raphael comeu um cachorro quente dinamarquês. Eu comi uma empanada e uma tapioca, a Cinthia terminou o risoto dela, e Raphael ainda estava esperando na fila. Mas, disse ele, a espera valeu a pena.

A looooooooonga fila do Delfina e o cachorro quente boladão do Raphael.
A looooooooonga fila do Delfina e o cachorro quente boladão do Raphael.

Ele e Cinthia também comeram uns hambúrgueres maravilhosos do Comuna (eu provei, claro). Quando fui no Comuna (o lugar físico deles), eu já amei a comida de lá, hoje eles não decepcionaram. O sanduíche da Cinthia era com molho sweet chilli e o do Raphael com maionese de wasabi. Gostei mais do que o Raphael comeu (porque eu AMO wasabi!), mas o da Cinthia era bem gostoso também.

O truck fofo dos Los Mendozitos, Raphael com um stick de Nutella, a água com sabor do Boteco Doc. e o hambúrguer com maionese de wasabi.
O truck fofo dos Los Mendozitos, Raphael com um stick de Nutella, a água com sabor do Boteco Doc. e o hambúrguer com maionese de wasabi do Comuna.

Uma das coisas que mais gostei hoje foi o sorvete do Bene. Eu já sou viciada em sorvete, sorvete italiano cremoso então, eu me derreto! Tinha vários sabores deliciosos, e eu escolhi o Stracciatella, que é a versão deles do flocos, meu sabor preferido de sorvete! E estava realmente uma delícia! Fechamos a tarde de comilanças com um cafézinho no Brauni (a foto dele tá lá em cima no post), que tinha uma decoração incrível, cheia de caixotes de feira (que eu sou fã!) e coisinhas fofas e cafés e brownies e blusas e cafeteirinhas, ou seja, super a minha cara! A decoração dos furgões, aliás, eram um espetáculo a parte, muito legal ver como cada um decorava seu espaço de formas totalmente diferente e única, dando a sua cara ao seu lugar.

Delícias de sabores no Bene. E o carrinho era uma gracinha!
Delícias de sabores no Bene. E o carrinho era uma gracinha!

Além de comidas, tinham vários “quiosques” de bebidas, de drinks a vinho e cervejas diferentes que eu não bebi (já que não bebo), mas um amigo meu que foi na edição anterior da Feira tomou e disse que eram maravilhosas. Gostei muito também do Atelier Clementina, que tinha vários produtos fofos relacionados a cozinha, como aventais, pratinhos, xícaras, e outras que não tem muito a ver com comida, mas que eram tão fofas quanto as outras coisas, como almofadas e eco bags. Era tudo bem caro, então eu só fiquei babando por tudo.

Atelier Clementina.
Atelier Clementina.

A Feira amanhã começa ao meio-dia e vai até 21h. É bem provável que tenha outra edição, já que mês passado teve e, como foi um sucesso, eles repetiram a dose. Como hoje estava bem cheio também, acho difícil que não queiram fazer novamente, porém com outros restaurantes (dessa vez, tinham vários que não estavam lá na edição passada e muitos da edição de outubro não participaram nesse mês). Ah! Vai rolar a feira em Niterói também, nos dias 22, 23, 29 e 30 de novembro, no Teatro Oscar Niemeyer, então será mais uma oportunidade para aproveitar essas opões maravilhosas de comida! A entrada na feira é franca e eles aceitam cartões de débito e, obviamente, dinheiro (na compra das comidas). O endereço do Planetário (onde ocorre a feira) é R. Vice Governador Rubens Berardo, número 100, na Gávea.

Depois me digam o que acharam de lá!

O carrinho da Bel Trufas, o mais fofo de lá. Aliás, a decoração dos furgões era um espetáculo a parte.
O carrinho da Bel Trufas, o mais fofo de lá.

Billy & me em português!

Acho que todo mundo agora já sabe quem é a Giovanna Fletcher, esposa doo Tom Fletcher, um dos integrantes do McFly. O que talvez alguns não saibam é que ela também, assim como eu, é escritora e já lançou 3 livros na Inglaterra. Pois bem, agora teremos o prazer de ler o primeiro livro dela também em português! Sim!!!!!!!!! Billy e eu será lançado pela Editora Phorte que, pelo que eu li, até hoje publicava mais livros ligados a saúde, como livros de educação física e medicina, mas agora resolveu investir em romances. Espertinha!

Capa original do livro.
Capa original do livro.

A sinopse do livro, que você pode encontrar no próprio site da editora, é a seguinte: Quando você tem o namorado dos sonhos tudo deve estar perfeito, certo? Então, por que não está? Questiona Sophie May. Quando Sophie e Billy se conheceram e se apaixonaram, ela pensou que estava vivendo em um conto de fadas. Afinal de contas, Billy é um ator, um galã adorado por adolescentes em todo o mundo – e ele ama Sophie. Ela é a única garota para ele. Mas estar nos braços de Billy tem um preço. Este relacionamento tem deixado Sophie no centro dos holofotes, após anos mantendo-se afastada de atenção. Será que ela poderá lidar com todo o assédio resultante de estar com Billy? Mas acima de tudo, estaria ela preparada para que sua mágoa seja descoberta por toda a nação? Charmoso, emocionante e super-romântico, Billy e Eu irá capturar completamente o seu coração.

Giovanna Fletcher com seu livro.
Giovanna Fletcher com seu livro.

Eu comecei a ler o livro em inglês, mas não acabei porque está no kindle do marido (que, na época em que comecei a ler, era só namorado, portanto o kindle não morava comigo). É bem gostosinho, uma leitura leve. Se eu fosse você, comprava pra dar de presente pras amigas e namoradas nesse Natal! Eu, com certeza, vou querer a versão em português do livro! Mesmo tendo tido um pensamento fixo de eu mesma traduzir o livro. Agora perdi minha chance de traduzir e vender pra alguma editora! hahahahaha Mas fico feliz que a Phorte tenha percebido o quanto o livro seria bem aceito por aqui e decidido traduzi-lo! #TodasFelizes

Olha a fofa da Gi falando sobre a tradução de Billy and me para português: http://instagram.com/p/vHT0Y9DYu9/?modal=true

Yay! Fiquei muito feliz por ela, que já tem o livro traduzido para 3 línguas! Sim, sou dessas que fica emocionada pela alegria das pessoas que gosta, mesmo se essa pessoa não tiver a mínima ideia de que existo! hahahahaha

Deixe seu comentário para dizer o que achou da novidade. E até amanhã, com mais dicas sobre Buenos Aires!

Uma Aventura Congelante

Eu finalmente vi Frozen! Yay! Fogos estourando, pessoas batendo palmas, gritos de “uhu!”. Eu estou há não sei quanto tempo morrendo de vontade de ver Frozen. Queria ver no cinema, não vi. Queria ver quando saiu no Now da Net, não vi. Na verdade, vi por exatos 11 minutos na casa dos meus pais, porque eles tinham comprado no dia anterior, mas aí acabou o limite de tempo da compra, e o filme parou no meio, para a minha imensa frustração. “Por que você não baixou então, Livia?”, você pode me perguntar. Porque eu sou uma velha ignorante que não sabe baixar filmes. Pois é. Por isso, fiquei esperando loucamente o filme aparecer no Netflix ou ficar disponível de novo no Now. E foi o que aconteceu! E eu vi! E eu não poderia estar mais feliz!

Olaf e Sven, meus personagens favoritos do filme.
Olaf e Sven, meus personagens favoritos do filme.

Antes de começar, já aviso que contém spoilers, então se você ainda não viu o filme e pretende ver, pare de ler aqui! Ok, aviso dado, vamos continuar.

O filme é um pouco diferente do que imaginei. Por exemplo, pensei que a Elsa fosse quem aparecesse mais, mas, na verdade, a personagem principal de verdade é a Anna. Ainda bem, porque ela é muito mais legal! Toda desengonçada, maluquinha e coloca a família a frente de tudo, parece com alguém que conheço (eu! eu!). A cena da primeira música dela quando “grande”, em que ela está feliz porque os portões vão abrir, é uma das melhores do filme. Achei genial ela interagir com os quadros do salão, além de divertido e bonito, isso também mostra que ela realmente era uma pessoa sozinha, que só tinha os quadros pra falar. Gostei de Disney fazer uma personagem principal não-perfeita, nem um pouco graciosa e de movimentos perfeitos, e totalmente impulsiva. Gosto de ver a Disney desmistificando seus próprios filmes e premissas (palavras de uma amiga minha que é psicóloga), acho que perceberam que a época de personagens perfeitos já passou. Agora o que tem graça são os imperfeitos, mais reais, pessoas com quem o público consegue se identificar, mesmo em desenhos. Acredito que isso também aconteça porque, como nós sabemos, eles não fazem as animações só para crianças, e para os adultos quererem levar as crianças para as salas de cinema, eles tem que gostar do filme também e ver que está passando uma mensagem que ele quer passar para sua criança. Eu nunca levaria minha filha para ver um filme onde a princesa só fica feliz e só consegue fazer algo quando encontra um homem, por exemplo (como eram as princesas de antigamente). É bom saber que a Disney está entendendo a nossa geração e modificando sua fórmula.

Princesa Anna, completamente real. Nada de já acordar linda e graciosa.
Princesa Anna, completamente real. Nada de já acordar linda e graciosa.

Além da desmistificação, eu notei algumas referências no filme. Não sei se é maluquice da minha cabeça, mas a cena onde o Olaf canta sobre o verão (tadinho!) e ele dança com uns pássaros é igual a cena de Mary Poppins que o Bert dança com os pinguins. A coreografia é a mesma (um pedaço dela, porque a cena da dança de Mary Poppins é bem maior), as roupas são as mesmas, inclusive as cores, o chapéu e a bengala! Teve uma outra cena também que, enquanto eu estava vendo, achei igual a uma de A Noviça Rebelde. Quando acabou o filme eu já não lembrava mais qual era, porque minha memória é uma porcaria muito boa, mas aí, outra referência. E somente a dois filmes que são os meus favoritos! Amei! Se alguém tiver achado outras referências, escreva nos comentários! Isso de colocar referências de filmes tem sido uma constante em filmes de animação, o que é muito interessante e mostra, mais uma vez, que as animações não são feitas somente para crianças (aí uma desculpa para dar quando alguém pergunta “com essa idade e vendo desenho?”).

Kristoff, o príncipe não-príncipe.
Kristoff, o príncipe não-príncipe.

Outra coisa muito legal é o fato do “príncipe encantado” não ser um príncipe de verdade, mas isso até que tem acontecido bastante (vide Enrolados). E ele também não é um cara perfeito, o que é ÓTIMO! Mas, falando em príncipes, fiquei chocadérrima quando descobri que Hans era mau! Passei o filme todo pensando “poxa, como ela vai escolher entre o Kristoff e o Hans se os dois são tão legais e bonzinhos?”, aí me vem o Hans e mostra que é um tremendo babaca! Ok que foi bem melhor porque ninguém ficou sofrendo na parada, mas eu não estava esperando mesmo por esse desfecho dele. Palmas para Disney que não foi previsível!

Elsa sendo sexy.
Elsa sendo sexy.

A Elsa foi uma personagem que achei que poderia ter sido melhor explorada. Ela foi a personagem que achei mais cliché e mais chatinha. Ok que ela não tinha os pais pra ensinarem a conviver com seus poderes (se bem que teve, né, quando eles morreram ela já estava mais velha), mas anos se passaram e ela não sabe lidar com eles? E depois fica toda sem saber o que fazer quando vão buscá-la  e fala que “o sofrimento não tem fim”? Ai, queria bater na cara dela e falar “supera, querida!”. Mas ok, ela não apareceu tanto e, como eu já disse antes, ainda bem. Mas achei muito engraçado como ela se transformou de uma pessoa super recatada para super sexy. Repararam como ela começou a andar de um jeito sensual depois que mudou a roupa e o cabelo? Talvez a transformação tenha realmente feito bem pra ela e ela ficou se sentindo “toda-toda”. Pois é, eu não gostei mesmo do jeito que a personagem foi explorada pelos escritores, mas ainda bem que teve todo o resto do filme e todos os outros personagens, né?

Olaf amando o verão (tadinho!).
Olaf amando o verão (tadinho!).

E ainda bem mais ainda que tinha o Olaf e o Sven, os MELHORES personagens do filme inteiro! Eu sempre gosto dos “sidekicks”, não tem jeito. Em Aladdin, amo o Abu. Mesmo não tendo gostado de Enrolados, adorei o camaleãozinho da Rapunzel. O que era o Olaf apaixonado pelo verão? Um boneco de neve apaixonado pelo verão? Melhor ideia (sim, caiu o acento de “ideia”) ever! Mas fiquei morrendo de medo de, no final, ele derreter. Um dos melhores personagens ia morrer! Ainda bem que a Elsa fez algo de bom no filme e deu pra ele uma nevasca particular! Amei amei amei! E o Svan? Eu queria aquela rena pra mim, gente! Será que pode ter rena de estimação? Que coisa fofucha que ele era!

Enfim, no final, eu gostei muitíssimo do filme, achei uma fofura, uma das melhores animações de princesa que vi nos últimos tempos, e agora quero ver legendado pra ouvir a Kristen Bell sendo a Anna e ver como é a voz do Olaf (Fábio Porchat fez um ótimo trabalho na versão dublada!) e todas as músicas em inglês! E se antes eu já ficava cantando Let it go o tempo todo em casa (e no trabalho, para alegria dos amiguinhos), imagina agora!

Sven fofo toda vida!
Sven fofo toda vida!

Buenos Aires – Parte I

Olá pessoas! Como estão todos?

Vou começar uma nova “sessão” aqui do blog, que é sobre viagens! Todo sábado, vou falar um pouco sobre algum lugar que fui pra dar dica pras pessoas que vão ou querer conhecer esses lugares. Tá certo que eu não viajei pra muitos lugares, mas se tem um lugar que posso falar bastante sobre é Buenos Aires, na Argentina, uma das minhas cidades preferidas do mundo e que eu já fui 3 vezes! A primeira vez que fui era verão, e as outras duas foram no inverno, então sei, pelo menos, como são essas duas estações por lá! Se tive algo específico que queiram saber sobre Buenos, escrevam nos comentários, ok?

O verão de Buenos Aires é muito parecido com o do Rio de Janeiro, ou seja, é quente pra caramba! Eu, particularmente, adoro! Acho bom demais você viajar e pode usar roupas leves porque andar cheia de casacos é muito desconfortável. Então, se você for pra lá por agora, não esqueça de levar shorts, blusas frescas (mas leve casaquinhos para a noite, que mesmo no verão são mais fresquinhas), vestidinhos, óculos escuros e chapéus (se você for que nem eu e adorar chapéus), protetor solar e muitos prendedores de cabelo! E se você for homem, nem pense em calça comprida, leve somente bermudas, porque lá é queeeeeeeeeeeeeeeeeente!

Um passeio ótimo para se fazer no calor de Buenos Aires é dar uma passeada pelo Jardín Japonés, meu lugar favorito na cidade. Como diz o nome, o Jardín Japonés é um jardim de características japonesas, com arquitetura típica do Japão, assim como os animais e plantas. É um dos maiores jardins japoneses que não ficam no Japão.

Vista de cima do Jardín Japonés.
Vista de cima do Jardín Japonés.

O Jardín Japonés é um lugar para você passar uma tarde relaxando, seja sozinho ou acompanhado (é um lugar super romântico também). Sozinho, você pode levar um livro e sentar em um dos banquinhos para ler um pouco, ou ouvir uma música admirando a beleza local. Um dia ainda quero fazer isso (nunca fui lá sozinha). Eles tem algumas estátuas e esculturas homenageando símbolos e personagens japoneses, ou seja, você ainda conhece um pouco da cultura oriental que, eu acho, pelo menos, é muito interessante.

Ponte típica da arquitetura japonesa.
Ponte típica da arquitetura japonesa.

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Lá também tem um salão que sempre tem uma exposição diferente sobre a cultura japonesa. Uma vez, havia uma exposição de quimonos, cada um mais lindo que o outro. Da outra vez que fui, tinha uma exposição de origamis e até havia papéis disponíveis para você fazer o seu. Sempre vai ter algo interessante, até porque as vestimentas, costumes, hábitos, ou seja, a cultura japonesa é tão diferente da nossa que qualquer coisa que eles estiverem exibindo vai ser um festival pros nossos olhos e nossos cérebros, afinal, conhecimento é vida! #NerdSpeaking

Marido e a escultura que simboliza o suor do imigrante japonês.
Marido e a escultura que simboliza o suor do imigrante japonês.
Muitas carpas no laguinho.
Muitas carpas no laguinho.

Para os amantes de comida japonesa como eu, lá também tem um restaurante. Mas tem que ficar ligados nos dias e horários de funcionamento, porque eu nunca consegui encontrar o restaurante aberto, e olha que já fui lá 3 vezes! Os horários de funcionamento são de 10:00 às 18:00 e das 19:30 à meia-noite. Acredito que o preço não seja muito baixo, mas vale a pena gastar um pouquinho a mais e ter uma experiência japonesa completa, né?

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Cheia de roupa porque era inverno. No verão, não estaria nem com a metade disso!
Cheia de roupa porque era inverno. No verão, não estaria nem com a metade disso!

Uma característica do Jardim que eu achei muito legal desde a primeira vez que fui lá foi a proximidade da natureza com o “mundo urbano”, o que deixa uma paisagem (e as fotos tiradas lá) muito interessantes. Você ver a beleza da natureza em contraste com os prédios altos da cidade acabam por deixar aquele local ainda mais bonito. E, por mais perto que esteja da cidade (é só atravessar a rua e você dá de frente com vários edifícios imensos), lá dentro é muito calmo e silencioso. Quando você entra pela porta do Jardín Japonés, parece que passou por um portal mágico que te levou para um mundo muito mais tranquilo e bonito. É incrível! Por isso que gosto tanto de lá.

O contraste da natureza com o urbano.
O contraste da natureza com o urbano.

Como deve ter dado para reparar nas fotos, o parque fica um pouco cheio, e às vezes fica difícil tirar foto nos “pontos turísticos” dele (ponte, estátuas, esculturas etc), mas é só esperar um pouquinho, ser simpático com o amiguinho do lado (que, na maioria das vezes, é brasileiro!), que você pode até conseguir uma pessoa pra tirar foto pra você (a gente conseguiu, fizemos várias amizades lá!).

Essa foto foi tirada por uns amigos que fizemos lá.
Essa foto foi tirada por uns amigos que fizemos lá.

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Outro ponto negativo de lá é que não é tão fácil para chegar. Todas as vezes que fui, andei bastante! Não tem metrô perto, mas tem algumas linhas de ônibus que te deixam próximo ao parque (toda vez que fui pra lá, eu estava em outro lugar antes, talvez por isso eu tenha andado bastante para chegar). No próprio site tem os ônibus que você deve pegar. Pra facilitar, aqui estão os números: 10, 15, 37, 59, 60, 67, 93, 95, 102, 108, 118, 128, 130, 141, 160 y 188. As marcadas em negrito são as que deixam em frente de uma das entradas (Figueroa Alcorta ou Libertador). Para quem quiser saber mais informações, aqui está o site: http://www.jardinjapones.org.ar/ Não deixem de ir, é um lugar realmente gostoso!

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Na próxima semana, falarei um pouco mais sobre Buenos Aires e sobre as melhores coisas para se fazer no verão. Como eu disse no começo, se quiserem saber coisas específicas, fale para mim nos comentários! E diga pra mim se gostou do post lá nos comentários também! Críticas construtivas são sempre bem-vindas!

Até a próxima!

Jardín Japonés

Av. Figueroa Alcorta, esquina com Casares e Casares, esquina com Av. del Libertador.

Entrada: 32 pesos.

A diversão de ter um rato

Pra quem não sabe, eu tenho um rato. Eu também tenho 3 gatos, mas quando eu casei, não pude trazê-los comigo para minha casinha nova porque o marido tem alergia (eu sei, muito triste!). E marido não quis não queríamos ter um cachorro logo porque tínhamos que nos acostumar com nossa nova rotina e essas coisas chatas práticas. Mas depois de 12 anos tendo animal me fazendo cia em casa, era muito difícil ficar sem animalzinho nenhum. Eis que minha amiga, que também é veterinária além de minha amiga, me sugere um rato. Eu sabia que ela já tinha tido um (Alfredo, lindo!), e ela falava tão bem dele (e ele era tão lindo, já disse isso?) que resolvi aceitar sua sugestão. E, um tempo depois, um amigo dela trouxe um ratinho pra mim. Quer dizer, inicialmente nos disseram que era fêmea, por isso a nomeamos de Arya. Mas depois descobrimos que era macho (devido as imensas bolas que ele tem!) e mudamos o nome pra Arry. E tem sido um processo de apaixonamento desde então.

Primeira foto do Arry quando ainda pensávamos que era Arya.
Primeira foto do Arry quando ainda pensávamos que era Arya.

O começo não foi fácil. Ele tinha muito medo e se escondia da gente, tremia muito quando a gente pegava ele no colo. Ratos são animais que são sempre presas, então o instinto deles é sempre fugir. Foram semanas e semanas que eu chegava no trabalho reclamando que “meu filho não gosta de mim!”, um drama! Mas imagina, você tem um animalzinho que tem medo de chegar perto de você.. Era horrível! Mas, com muita paciência, esperei ele se acostumar com a gente e cada vez ele saía mais. Lembro a primeira vez que ele subiu em mim sozinho. Foi uma festa!

Nossa primeira foto de família! Mas, nessa época, ele ainda não vinha no nosso colo, não.
Nossa primeira foto de família! Mas, nessa época, ele ainda não vinha no nosso colo, não.

Com o tempo, além de ele crescer muito (tá um balofinho lindo!), ele se acostumou com a gente e hoje em dia, se vê eu ou Raphael, se gruda todo na grade da gaiola. Se colocamos o dedo perto dele, ele lambe. Se seguramos ele perto da gente, ele lambe. Ele é super carinhoso! Isso é algo que só quem tem um rato sabe como é, porque nem quando a Camila falava eu acreditava totalmente! (desculpa, Camila!) Claro que ele não é como cachorro que vem quando você chama (mas, sendo sincera, gatos também não). Apesar da Camila dizer que o Alfredo aparecia quando chamava ele. Mas não conseguimos ensinar esse truque por Arry. Mas tem um barulho que faço com os dedos batendo no chão que ele vem rapidinho!

Arry nem um pouco feliz depois do primeiro banho.
Arry nem um pouco feliz depois do primeiro banho (por isso a foto borrada).

Agora, ele tá andando pela casa toda. Tínhamos muito medo de deixar ele andando e perdermos ele pelo caminho, até porque tem um buraco atrás de um mural que ele sempre cismava em ir exatamente na direção. Mas agora que ele achou o sofá não quer outra coisa que não ir lá pra baixo. Hoje deve ter ficado mais de meia hora lá. Tá até levando as comidas e objetos que ele encontra pelo caminho (como um guardanapo e um saco plástico) pra lá. É que os ratos gostam de fazer ninhos, e pegam coisas que encontram pelo caminho para montá-los. Por isso, é recomendado que se coloque dentro da gaiola uns pedaços de papel pra ele montar seu ninho. Nós colocamos um rolo de papel, que ele utiliza pra outro propósito totalmente diferente! Antes, quando ele cabia, ele entrava dentro do rolo. Agora, ele só ataca o rolo mesmo! É muito divertido! Mas, geralmente, ele faz isso quando não deixamos ele sair da gaiola (ele agora só quer ficar do lado de fora, a gaiola tá muito pequena pra ele!).

Arry hoje, embaixo do sofá!
Arry hoje, embaixo do sofá! Ele só não deve ter gostado muito do flash!

Mas sério, se você não tiver muito tempo ou espaço, pegue um ratinho (Arry é rato mesmo, desses de laboratório). Eles vivem um pouco mais que hamsters e são muito mais legais e simpáticos. Claro que tem que ter alguns cuidados. A gente (ok, eu, mas marido limpa a gaiola) dá banho nele todo domingo, sem falta, porque como ele anda onde ele faz as necessidades, ele fica fedendo um tico (mas não muito). E é bom pra higiene dele também, né? Além da nossa. Ele não é muito fã, mas hoje em dia ele até toma banho sem fazer cocô! (antes ele fazia cocô de nervoso) Tem que tomar cuidado só com os olhos e as orelhas. Eu não molho a cabeça dele, por exemplo. Tenho um vídeo dele tomando banho, outro dia eu posto.

Limpinho depois de um banho - e no colo da mãe!
Limpinho depois de um banho – e no colo da mãe!

Outro cuidado é a alimentação, que tem que ser bem estudada, principalmente porque não crescemos ouvindo as coisas que ratos podem ou não comer, como acontece com cães e gatos (e, anda assim, as pessoas dão Whiskas pros seus gatos!). Eu tive sorte porque tenho uma amiga veterinária que, ainda por cima, é especialista em animais exóticos (ratos são tidos como exóticos), então ela me disse os nomes das rações que são boas e os alimentos que ele pode comer (cenoura, uva etc). Mas, se você não tiver, é só procurar um especialista ou perguntar pra mim! hahahaha E claro, ter cuidado com seu rato andando pela casa e nos buracos que ele não pode se meter! Prestar muita atenção e amar muito ele, como qualquer outro bicho. Te juro que é tão divertido e gostoso quanto qualquer outro bichinho! Depois falo mais sobre ele (podem fazer perguntas específicas, se quiserem), mas acho que já deu pra perceber que super vale a pena ter um ratinho fofo que te ama e te faz carinho, né?

Boa noite do Arry pra vocês!
Boa noite do Arry pra vocês!

 

Disney no Instagram

Boa tarde!!!

Antes de tudo, preciso dizer que hoje faço 1 mês de casada! Yay! Parabéns pra mim! E obrigada ao Raphael pelo mês mais gostoso do mundo (porque os meses anteriores ao casamento, que já estávamos morando juntos, mas não casados, foram bem complicados. Depois falarei mais disso em um vídeo no meu canal do YouTube).

Bem, agora quero falar de uma coisa que encontrei ontem fuçando a internet, e achei o máximo!

Eu não sou muito fã da Disney por achar que todos os personagens são muito perfeitos demais e por ser um universo um pouco machista (já perceberam como a maioria das mulheres só conseguem ser felizes depois de encontrar um homem, que chegam pra salvar a vida delas?). Mas gostei das ilustrações da Simona Bonafini exatamente por mostrar os personagens da Disney mais reais. Vários ilustradores já desenharam personagens da Disney transportados para a vida real, mas a Simona inseriu eles no mundo virtual, mais especificamente, no Instagram.

Peter Pan e Wendy (e os irmãos dela)!
Peter Pan e Wendy (e os irmãos dela)!

Além das fotos que os personagens supostamente postaram na rede social, ela também inventa os comentários que as pessoas fizeram, e eles são muito divertidos! É muita criatividade!

Alice, minha personagem favorita! E o Mad Hatter! Esse foi o que mais gostei.
Alice, minha personagem favorita! E o Mad Hatter! Esse foi o que mais gostei.

É muito legal porque ela inventou cada detalhe. O nome de usuário, a legenda da foto, as hashtags, os nomes de usuário das pessoas que comentaram, os comentários… E o que achei muito interessante é que ela colocou características reais, e nem sempre positivas, em cada um. O Hércules, por exemplo, é mega narcisista, e a Ariel se acha o máximo, como dá pra ver nas imagens abaixo.

Hércules narcisista.
Hércules narcisista.
Ariel se achando a gostosa.
Ariel se achando a gostosa.

A Simona também tem outras ilustrações muito legais de personagens de outros shows, como Game of Thrones. Tá tudo lá no Facebook dela: https://www.facebook.com/simonabonafiniartwork

E aí, também acharam o máximo?

Rainha Má sendo photobombed pela Branca de Neve.
Rainha Má sendo photobombed pela Branca de Neve.