A quase-morte da viva & Nina (episódio 2)

Eu não morri, mas foi quase! Meu Deus, que semana difícil essa que se passou! Fiquei doente de 4a a 6a feira, e depois no sábado fiquei com dor de velha no ciático que eu não conseguia ficar sentada nem deitada. Horrível! Ontem já tava melhorzinha, mas tava até com medo de sair de casa e ser atingida por um meteoro, dada as circunstâncias! Hoje continuo em casa, só por via das dúvidas, mas amanhã já coloco a cara pra fora de casa porque acho que o perigo já passou e mais nada pode me atingir – ou assim espero.

Mas esse post não veio ao mundo só pra eu ficar chorando pepinos (é essa a expressão?). Ele também veio pra Nina poder dar oi novamente pra vocês! Pra quem perdeu, toda 5a feira tô colocando aqui no blog uma história minha, inédita, especial pra quem lê o blog. E a personagem dessa história é Nina, que é… Ah! Vou deixar ela contar pra vocês. “Mas Livia, hoje não é 5a”. Eu sei! Mas é que como 5a passada eu estava doente, achei justo Nina dar um pulo aqui duas vezes essa semana. E o Projeto 52 em 5 faço amanhã ou na 3a, ok? Então, menos falação e mais história! Beijos!

-*-

Nina

Querida Vida,

Você deve estar se perguntando quem sou eu. Na verdade, você já deve saber, vide que você é minha. Mas pode ser que eu tenha me desviado do meu caminho, o caminho que você tinha traçado para que eu seguisse, e você se encontra confusa com a pessoa que sou agora. Afinal, não sou mais aquela que faz as coisas por serem as certas e as mais seguras. Não sou mais aquela que diz “sim” para um emprego qualquer, um que sei de antemão que não gostarei, só pra ter a tão sonhada – e também tão superestimada – estabilidade. Hoje, eu prefiro viver aos trancos e barrancos, me deprimindo tantas vezes, me desesperando algumas outras, mas sabendo que estou em busca de algo verdadeiro, algo que me emocione, me estimule, do que viver confortável fazendo o que não me satisfaz e, muitas vezes, vai contra o que sou. Ou, se for pra fazer algo assim, que, pelo menos, eu ganhe milhões!

Eu até continuo igual em alguns aspectos. Continuo chorando feito boba em cenas sentimentais de seriados, continuo amando animais mais do que gente, continuo 8 ou 80, continuo tendo emoções intensas e apaixonada por um bom livro, uma boa música, um bom filme, uma boa viagem. Mas hoje, Vida, hoje eu me respeito mais. Hoje eu sei que a culpa nem sempre é minha. Hoje eu sei que sou diferente de muitos, e que muitos não me entenderão, mas que também há outros tantos por aí que gostarão de mim do jeito que sou – e mais, exatamente por eu ser do jeito que sou. E são esses últimos que eu tenho que dar valor, e não continuar numa corrida desenfreada em busca da aceitação de quem não gosta do meu jeito de ser, por mais legal que eu os ache. Porque hoje eu sei que ser sozinha não é a mesma coisa que ser solitária e que a minha companhia é uma maravilha e, como diz o provérbio, “antes só do que mal acompanhada”.

Obviamente, isso tudo não quer dizer que eu não erre. Eu erro. E muito. E fico puta com meus erros. Mas, Vida, hoje eu tento aprender com esses erros, e não mais só ficar reclamando e chorando pelos cantos – por mais difícil que isso seja. Eu tento ver que caminhos posso trilhar a partir dos erros. Porque não tem como eles serem desfeitos, então que sejam reaproveitados. Porque hoje eu sei que você, Vida, foi feita pra se errar, e se xingar, e pra se jogar, e pra não querer, e pra falar palavrão, e pra pedir desculpa, e pra insistir, e pra ficar sem fazer nada sem culpa, e pra fazer tudo ao mesmo tempo, e pra aprender, e pra aceitar, e pra não aceitar também, e pra amar, e pra odiar, e pra ter raiva (porque os sentimentos negativos também ensinam), e pra jogar tudo pro alto, e pra desistir, e pra recomeçar. E, o mais importante, pra comer coisas gostosas!

Além disso, eu sou Nina, tenho quase 30 anos (mas não vamos falar sobre isso), moro sozinha, escrevo nas horas vagas (que é quase sempre, já que estou desempregada no momento), canto alto pela janela quando sinto que preciso berrar, tenho três ex-namorados e duas ex-amigas, e estou numa constante busca da minha felicidade. Quer saber mais alguma coisa?

Da sua,

Nina.

Projeto 5 em 52

Eu amo listas. Tudo começou quando assisti ao filme Alta Fidelidade, baseado no livro Nick Hornby, e fiquei viciada em fazer Top 5 de tudo, como o personagem principal. De Top 5 música favorita pra dormir a Top 5 coisas que eu mais quero ver mudar no mundo. Eu fazia Top 5 de tudo. Tudo! O que me lembra que, logo logo, haverá alo por aqui relativo a isso. Aguardem… (Oh, o suspense!)

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Lista principal do filme Alta Fidelidade.

Antes disso, eu já era a louca do caderno de perguntas, como já disse aqui uma vez, e acabei tendo cadernos de perguntas até uma idade que não era muito mais aceitável fazer esse tipo de coisa. Eu também sou daquelas que quer responder todos os questionários possíveis, até aqueles “avalie nosso estabelecimento”. Sim, adoro responder perguntas (que não valham notas, claro), me julguem! Por isso, quando vi o Projeto 5 em 52 no blog da Alessandra Rocha, logo quis participar também.

“Mas Livia, o que é esse projeto?” Fique tranquila, pequena gafanhoto, explicarei.

Nesse projeto, cada semana do ano ganha um tema diferente, e você tem que responder 5 coisas relativas ao tema. “E por que 52?” Simples, padawan! Porque o ano tem 52 semanas. Porém, como não comecei no início do ano, não terminarei no final de 2015, e sim em março de 2016. Só espero ter força de vontade – e tempo – pra manter o projeto até o fim!

Bem, enough chitchat, vamos ao primeiro tema!

Semana 1: Coisas que me fazem feliz.

1. Animais

Meus bebês.

Meus bebês.

É fato: eu gosto mais de animais do que de gente. Sou completamente apaixonada por animais. Do tipo que para na rua pra falar com um cachorro ou um gato, para na frente de uma petshop quando tem um bichinho sendo tosado ou simplesmente abre um sorriso quando vê QUALQUER animal. Meu marido vive me zoando porque eu vejo um cachorro parado, fazendo nada, só sendo ele, e falo “Olha o cachorro!” e ele responde “Nossa, olha o cachorro parado.” Mas ele já se acostumou e sabe que vamos demorar vários minutos a mais em qualquer caminho porque vou parar toda vez que eu avistar qualquer animal. Eu posso estar no dia mais merda da minha vida, mas vou abrir um sorriso quando um animal passar por mim. E claro, os meus gatos e meu rato são os animais que mais me fazem feliz na vida!

2. Música

Ontem mesmo eu me vi sorrindo bobamente na frente da tela do computador só porque tava vendo um vídeo de uma galera fantástica que tem um canal no Youtube e faz versões geniais de músicas conhecidas (o nome deles é Walk of the Earth, se alguém ficar curioso pra conhecer). E eu sinto isso o tempo todo com música. Pode parecer brega, mas acho que a música tem um poder transformador enorme! Desde pequena, sinto uma conexão imensa com música, sou completamente apaixonada. Hoje em dia até que não é tanto assim, mas sempre tive músicas específicas pra cada momento. A música anima de um jeito que mais nada consegue me animar. É incrível. Acho que a música consegue tocar lá no fundo da alma, sabe? Claro que não são todas pra mim. Tem estilos específicos, vozes específicas, porque, obviamente, cada um tem um jeito diferente. Mas quando gosto muito da música e a ouço, eu até ajo diferente. Ando pelas ruas ouvindo música e meio que dançando, sabe? É isso que a música faz comigo, ela me eleva!

3. Filmes

Eu sou apaixonada por filmes. Um filme bom me deixa tão animada quanto ouvir uma música sensacional. Eu fico pensando quão genial aquele diretor foi pra usar tal movimento de câmera que ninguém usa, ou fico impressionada com um diálogo fantástico que o roteirista escreveu, ou abismada com a trilha sonora sensacional que transforma o filme. Como estudo filmes ha um tempinho, consigo enxergar os filmes de outro jeito, e quando vejo algo inovador, nossa!, isso me deixa muito feliz e animada! Muito!

4. Dança

Era mais fácil eu ter escrito “arte” ou “cultura”, né? Mas aí a lista ia acabar muito rápido! E também não são todas as artes que me deixa feliz. Por exemplo, amo livros, mas um livro não me deixa feliz como um filme ou uma música ou ver uma apresentação de dança ou mesmo uma coreografia bonita. Eu consigo ver coreografias até onde supostamente não existe, tipo uma cena de luta no filme Matrix 2. Mas, se você prestar bem atenção, vai ver que aquilo foi super bem coreografado e que é lindo demais! E uma dança bonita, um movimento lindo do corpo, ah, pode me deixar muito, muito feliz mesmo! Mas, assim como a música, não é qualquer dança que me anima, claro. Não gosto de ballet ou dança contemporânea, por exemplo. Mas me coloca um sapateado, uma coreografia de hip hop (sem muita sensualidade, senão acho vulgar), ou até um simples flashmob que meu sorriso vai de orelha a orelha! Aliás, participar de flashmob é um dos meus maiores sonhos!

5. Marido e Família

Sim, eles também sabem ser irritantes. Mas quando estou me sentindo super pra baixo, com vontade de desaparecer, não tem nada melhor do que um colo de mãe ou de marido pra fazer tudo melhor. Eu, felizmente, tenho uma família maravilhosa (e isso se estende aos tios e primos) que sempre me coloca pra cima e me faz me sentir bem, E tenho o melhor marido do mundo, que pressente quando não tô bem e me dá colo, beijos, abraços, me enche de elogios e palavras animadoras – sério, ele é o melhor! Então, sim, minha família é uma das coisas que mais me deixa feliz na vida!

Minha família no dia do meu casamento.

Minha família no dia do meu casamento. Estão faltando duas primas e dois tios na foto!

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Novidade! Nina (episódio 1)

Oi pessoas bonitas e queridas!

Como alguns sabem e outros não, eu sou escritora (autora dos livros Queria Tanto e Coisas Não Ditas, tem nas livrarias, gente!). Isso significa que esse espaço singelo que chamo de meu blog também é para divulgar meus escritos e meus devaneios de escritas. Mas eu achava que estava faltando um pouco disso por aqui.

Por isso, resolvi criar uma história e postar aqui!

O que isso significa? Que toda 5a feira vocês acompanharão a vida de Nina. E espero que vocês acabem gostando dela como gostam dos amigos de vocês! Pra vocês saberem que é Nina quem está escrevendo, e não eu, sempre colocarei “Nina” ou “História” no título e nas tags, pra ninguém se confundir (nem eu, porque às vezes a gente se confunde com nossos personagens),

Bem, sem mais delongas, vamos ao primeiro (e curto) capítulo!

Beijos!

Das Coisas Simples da Vida

Querida Vida,

Por algum motivo, você resolveu ser boa comigo hoje. Não me deu chateações, não me fez ficar angustiada ou triste de repente, nem chuva você me deu, pra inundar minhas alegrias. Não, o dia foi agradável e eu até senti um certo calorzinho – que você sabe muito bem que me deixa bem feliz, frio e chuva nunca foram a minha praia.

Hoje eu vi amigos, uma eu não via há muito tempo e me deu uma sensação de tranquilidade ao vê-la, como se sente numa viagem de ônibus pela serra e fica vendo os morros e os animais passarem por você. É uma tranquilidade serena, e não entediante, sabe? Incrível como algumas pessoas podem te trazer sentimentos que há muito você não lembrava ter. E isso é realmente bom. Vi outros amigos que vejo mais constantemente, mas o encontro foi tão gostoso quanto. Bom lembrar ter amigos quando você se encontra numa época em que não lembra que tem amigos.

Hoje ganhei presentes, e todos relacionados a gostos meus. Gostos intensos, gostos que me definem. Gostos nos definem, certo? É aquilo que você gosta – e também o que você não gosta – que mostra para os outros quem você é. Uma pessoa que gosta de gatos é totalmente diferente de uma pessoa que idolatra cachorros. E uma pessoa que ama ouvir Mozart não pode ser igual a outra que passa o dia ouvindo Lady Gaga. Então sim, gostos nos definem, eles dizem quem somos. Bem, pelo menos uma parte de nós.

Hoje eu pude ser eu do jeitinho que sou, sem enganações ou fingimentos, e foi ok eu ser assim. Nem sempre é. Hoje foi. Por isso, Vida, digo que você foi boa hoje. Realmente boa. Diria até que caridosa. Parecia estar me fazendo agrados ao longo das horas, com cada situação sendo posta propositalmente no meu caminho, dos cachorros sorridentes no meio da rua ao fato de eu andar por quilômetros e quilômetros sem suar ou feder. Bem, talvez um pouco de suor tenha aparecido, mas nenhum cheirinho ruim foi sentido. Uhu! Ponto pra você, Vida. Ou ponto pra mim, você decide (tendo a escolher você).

É Vida, hoje foi calma, sossegada, mansa, zen. Hoje você foi legal. Vamos ver quanto tempo vai durar essa sua placidez.

Da sua,

Nina.

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Pra ir: Café & Pauta

Eu sou viciada em café. O que significa que eu sou viciada em cafeterias. Estou numa busca pessoal de conhecer todas as cafeterias do Rio de Janeiro (e do mundo!), inclusive. Amo mesmo! Amo o cheiro das cafeterias. Amo o conforto de cafeterias. Amo o clima de cafeterias, que é tranquilo e nada barulhento (ao contrário de bares, que não sou muito fã, mas isso é outra história). E em cafeterias temos as melhores coisas do mundo juntas: café e pão. E melhor ainda: café e pão de queijo! E melhor: café, pão de queijo e um bolinho gostoso!

Mas, enfim, estou divagando…

Claro que não são todas as cafeterias que são assim. As que não são assim eu costumo não gostar. Não é o caso do Café & Pauta, um quiosque no Shopping Iguatemi Boulevard Rio Shopping, em Vila Isabel.

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Já fui algumas vezes no Café & Pauta e todas as vezes tive uma experiência agradável. Agradável não, porque “agradável” soa só “bonzinho”, e foi ótimo. A maioria das vezes em que fui comer/beber um café lá o dono (ou gerente, não sei) estava por lá e foi super simpático comigo. E mesmo quando ele não estava lá, todos os atendentes foram simpáticos, prestativos e fizeram um atendimento muito bom. Pior coisa do mundo é um atendimento porco, e isso eu nunca tive nessa cafeteria.

Outro item importante é o aconchego, e o do Café & Pauta é número 10! Mesmo sendo um quiosque e não um lugar fechado, achei bem tranquilo e gostoso de ficar. Já escrevi por lá, já li um livro, e em momento algum me senti irritada ou incomodada com barulhos. Tudo bem que nunca fui pra lá em um final de semana, que pode ser que tudo mude. Mas acredito que por ser no segundo piso do shopping, e não no terceiro (que é onde tem os cinemas e a praça de alimentação), não fique muito barulhento por lá nos finais de semana também não. E a decoração é a coisa mais fofa! Não consegui tirar foto, mas, como o tema é jornal e tal (por causa do pauta no nome), tem uma miniatura de máquina de escrever no caixa que é a coisa mais linda! O cardápio também é lindo, imitando um jornal, e o tecido de todas as cadeiras também tem estampa de jornal. Confortável e bonito.

Decoração e o menu lindo!

Decoração e o menu lindo!

Agora a parte que todos estavam esperando: a comida! Já comi pão de queijo e muffim de parmesão com tomate seco e bebi capuccino, espresso e, na minha última visita, café chocolate. Café chocolate! Misturaram as duas melhores coisas do mundo e colocaram em um xícara! Claro que o resultado é divino!!!!!!! Só de olhar a xícara, quando ela chega, já dá vontade de mergulhar dentro dela (ok, talvez não mergulhar, senão você se queimaria). Quer ver?

O belíssimo café chocolate.

O belíssimo café chocolate.

Na verdade, dá vontade de nem mexer, de tão bonito! Mas eu mexi, e eu tomei, e tava uma delícia! Assim como esse chocolatinho que vem junto, que eu esqueci de perguntar de que marca era porque foi o chocolate mais gostoso que já comi na vida! Ele derrete na boca! E ele é meio amargo! Ou seja, ele é perfeito! Os outros cafés que tomei lá (capuccino e espresso) também estavam diliça, e eu adorei que veio um copinho de água com gás junto do espresso. Por alguma razão que não sei explicar (talvez por eu achar chique), ADORO quando o espresso vem acompanhado de água com gás. E olha que nem gosto tanto de água com gás! hahahaha Mas é tão bonito…

Meu presso acompanhado de água com gás. Elegante!

Meu presso acompanhado de água com gás. Elegante!

O pão de queijo tem duas versões: pequena, que você pode pedir uma porção (não sei exatamente quantos vem na porção), e grande, que é grande mesmo e serve como um lanche da tarde sem problema. E é delicinha! Foi o que pedi uma das vezes em que fui lá e gostei muito, com um gosto suave e bem “queijado”. Já o muffim de parmesão é igualmente gostoso, porém achei um pouco salgado. Minha mãe, que tem hipertensão, não poderia comer, por exemplo. Bem, acredito que uma vez não teria problema, mas ela teria que ficar em um só mesmo. Porque, acredite, dá vontade de comer mais de um, mesmo sendo salgadinho. Dá pra sentir bem o parmesão (ponto pra eles, já que amo parmesão!), mas o tomate seco não consegui sentir não. Acontece que a essência do muffim é o queijo, os outros ingredientes são só pra dar um toque especial e não deixar o muffim com gosto de queijo tão forte – o que é uma pena. hahahaha

O muffim de parmesão.

O muffim de parmesão.

Além de pão de queijo e muffim, tem várias outras gulodices com caras ótimas lá pra você pedir. Sério, dando uma olhada na vitrine de salgados e doces dá vontade de pedir tuuuuuuuuuuuudo! Mas como não dá, acho que o caso é voltar lá várias vezes pra testar de tudo! E todos os cafés também, porque tem várias bebidas diferentes, quentes e geladas, com café e sem café. Lá tem, por exemplo, soda italiana, que eu adooooooooro! Não consigo pedir soda italiana nunca porque sempre acabo preferindo um café, mas algum dia eu consigo passar por cima desse vício cafeínico e pedir uma soda geladinha! E os preços são super em conta. Bem, de quase todo. O muffim, por exemplo, foi R$7 e pouco, e achei um pouco caro pro tamanho dele. Mas temos que lembrar dos ingredientes utilizados, como tomate seco, que são um pouco caros. Mas o pão de queijo grande custa R$3,40 e é uma valor super em conta. Tem muito lugar por aí que cobra o mesmo valor por um pão de queijo menor e menos gostosa que o do Café & Pauta. E os cafés também estão na média, com o capuccino custando R$4,90 e o café chocolate R$5,50. Eu acho valores baixos? Não. Mas, infelizmente, é a média que se encontra por aí.

Salgados e doces nas vitrines que são quase impossíveis de resistir!

Salgados e doces nas vitrines que são quase impossíveis de resistir!

Eu não vejo a hora de voltar lá, comer mais coisas gostosas, ser tratada bem e ler livrinhos enquanto como. Ô coisa boa! E se você for lá, depois me conta o que achou!

Endereço: Rua Barão de São Francisco, 236, 2o piso – Vila Isabel.

Cartão: Todos.

Falando em comida, tem vídeo novo no meu canal do YouTube sobre a Feira Planetária de Gastronomia Foodtruck, muitas delícias juntas! Já conhece meu canal? Não? Então dá um pulinho lá, segue o vídeo e curte o canal, porque tem muita coisa legal!

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Seja até o fim

Ela se foi.  Eu bem que tentei. Eu me esforcei ao máximo e entreguei todas as máscaras que achava possuir. Me expurguei de todos os traumas e ressentimentos e me mostrei por completo. E dei por completo. E fiz por completo,  achando que,  assim, pelo menos dessa vez,  conseguiria. Mas parece que ainda não foi o sificiente.

Não importa o quanto eu tente destruir o medo, agir com os ossos tremendo,  achando que vai dar errado mas, ainda assim, continuando. Tentando esquecer erros do passado,  meus e das outras. Principalmente das outras.

Eu lutava a cada dia para satisfazê-la, pra não fugir, pra não fracassar, pra não desistir. Fui além das minhas forças. Pra que? Pra perder mais uma vez. Pra não ter explicação. Pra ouvir “não é você,  sou eu”. Depois de todo esse tempo… Eu merecia desculpa menos desprezível.

Mas ela se foi, evento inalterável. Me deixando discos,  sofá vazio e memórias doloridas. E possibilitando que o medo tome, mais uma vez, o seu rumo certo: o seu lugar.

Texto inspirado na música Seja até o fim, do Moptop.

https://m.youtube.com/watch?v=sO7IBBLHI9M

Know Your Blogger

Olá queridas pessoas!

Em dezembro, a Clarissa me indicou pra fazer a tag Know your blogger, e sei que demorei, mas finalmente vim aqui responder. Nessa tag, eu digo 11 fatos sobre mim, depois respondo as 11 perguntas que a pessoa que me indicou criou, e por último invento 11 perguntas para as pessoas que quiserem responder a tag. Achei super super legal porque eu era aquela maníaca por cadernos de perguntas e sempre era a que levava os cadernos pra turma inteira responder. Inclusive, pode ser que eu tenha feito cadernos de perguntas até uma idade que não era muito aceitável, mas pode ser que não também. (mas eu fiz sim) Dessa vez, é super aceitável porque fui taggeada para responder e criar perguntas, então ninguém pode me julgar! #RisadaMaléficaQueNãoEraPraSerMaléfica Enfim, vamos lá!

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11 Fatos Sobre Mim

1. Estudei minha vida toda no Colégio de Aplicação da U.F.R.J. (o melhor colégio do mundo!) e fiz faculdade (de produção cultural) na UFF. Queria ter feito cinema e até pensei em trocar de graduação durante a faculdade, mas fui até o fim com produção cultural pra provar pra mim mesma que eu era capaz de terminar algo sem desistir no meio. Foi uma péssima decisão.

2. Sou formada em inglês pelo CCAA e em espanhol pela Casa de España, mas sou muito mais fluente em inglês do que em espanhol. Também sei um puco de francês, porque tive aulas na escola.

3. Odeio meus dentes e meu sorriso, por isso evito sorrir em fotos e, geralmente, faço caretas.

4. Não me importo se alguém falar que eu sou feia (porque não me acho bonita mesmo), mas se alguém me chamar de burra… Ah! Essa é uma ofensa que não admito e até paro de falar com a pessoa!

5. Eu era até bem segura e mais ou menos extrovertida até uns 10 anos. Me sentia super bem de sempre terminar as tarefas de colégio antes dos amiguinhos e os professores me pedirem para ajudar os outros (mas sempre fui péssima em qualquer esporte). Mas aí me mudei para outro prédio onde as crianças eram muito diferentes de mim e me xingavam de vários nomes (tipo “rata de óculos”) e aí, puff!, lá se foi minha segurança. Por isso que digo que temos que ter cuidado com o que falamos pros outros porque pode ter um impacto muito grande na vida deles.

6. Ainda escrevo em cadernos e meu lugar preferido pra escrever e ter ideias é em cafeterias.

7. Não gosto de criança, portanto não quero ter filhos.

8. Como meu primeiro namorado foi aos 25 anos, passei toda minha adolescência tendo amores platônicos – por pessoas reais E por artistas. E alguns desses artistas eu tinha certeza de que um dia encontraria e eles se apaixonariam por mim. Certeza!

9. Como fui apaixonada por vários Rafaéis durante minha vida (porque nem é um nome comum, imagina!), eu disse, um tempão atrás, que ia acabar casando com um. Não é que minha profecia se realizou?!

10. Eu podia ver e falar com espíritos até uns 6, 7 anos. Até hoje lembro de uma menina (espírito) com quem conversava. E pensar que hoje em dia eu morro de medo de espíritos! Ainda bem que perdi essa capacidade!

11. Descobri, fazendo essa lista, que consigo escrever andando na rua sem problema!

11 Perguntas da Clarissa

1. Em que ano se tornou blogueira?
Eu escrevo blogs desde o início da minha adolescência, vários blogs, blogs que começaram e foram desistidos (por mim). Mas esse blog específico comecei ano passado, em 2014, como uma forma de divulgar meu trabalho de escritora.
2. Exerce alguma outra atividade/profissão além do blog? Qual?
Oh yeah, baby. Além de escritora, sou revisora e copidesque freelancer. E até ano passado trabalhava como assistente editorial em uma editora de livros de não-ficção.
3. Qual sua rede social favorita?
Facebook e Instagram. São duas redes com propostas totalmente diferentes, por isso me permiti escolher as duas. Hehe Mas já fui completamente viciada em Twitter, tão viciada que decidi não entrar nunca mais pra curar do vício. Agora tô tentando voltar aos poucos, mas sempre esqueço de entrar, o que significa que minha detox funcionou!
4. Qual sua gordice favorita?
Sorvete!!!!!!!! E frapuccinos da Starbucks!
5. Qual seu filme ou animação favorito da vida?
Putz, pergunta muito difícil pra uma cinéfila! Mas vou dizer Mary Poppins porque foi meu filme da infância e toda vez que vejo sinto uma emoção tremenda. É maravilhoso!
6. Se você pudesse ser uma personagem da Disney, qual escolheria?
Eu não sou muito fã de Disney assim, mas acho que eu seria o Aladdin porque, além de ser meu filme favorito, eu sempre quis poder fazer pedidos pra um gênio! Tudo bem que agora o gênio é livre, mas posso ser o Aladdin antes de ele libertar o gênio, né?
7. Se tivesse que ser outra blogueira, quem seria?
Falando sério? Nenhuma. Muito estranho pensar em ser outra pessoa assim, da “vida real”. Se a pergunta fosse “se pudesse ser uma atriz”, aí seria totalmente diferente. (Emma Stone ou Jennifer Lawrence!) A única coisa que posso responder em relação a isso é que eu gostaria de ser uma blogueira que ganha dinheiro com meu blog. Hahahahaha Pô, fala sério, fazer uma coisa super divertida e ainda ser paga por isso? Seria ótimo!
8. Qual o lugar mais incrível que você já visitou?
Buenos Aires é e sempre será minha cidade favorita do mundo. Até eu conhecer Londres, claro.
9. Prefere posts com fotos ou vídeos?
Fotos, porque prefiro ver os vídeos no Youtube. Mas com uma quantidade razoável de fotos. Quando vejo um post com muuuuuuuuuuitas fotos, só vejo as primeiras, porque cansa!
10. Cite músicas que te definam quando: (1) está triste (2) está animada e (3) está apaixonada.
Gente, que difícil pensar isso! Eu tinha essas coisas quando era adolescente, hoje em dia não tenho músicas específicas pra nada. Mas três músicas que tenho ouvido muito quando animada são Shake it off, da Taylor Swift, Uptown funk, do Bruno Mars, e All about that bass, da Meghan Trainor.
11. Me indique um blog bacana e diferente! 😉
Não conheço muitos blogs, só os mesmos que você conhece. Mas posso indicar um Tumblr que é o máximo! É o A boa notícia do dia. Acho eles incríveis porque, em meio a tantas desgraças que vemos na tv e em jornais, eles vão atrás de coisas boas que acontecem no mundo. Restaura um pouquinho sua fé no mundo que, hoje em dia, tá bem difícil de se manter.
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11 Perguntas Pra Quem Quiser Responder
(eu deveria indicar pessoas para responder essa tag, mas não conheço blogueiras, então deixo aberto pra quem tiver vontade de fazer!)
1. Qual seu maior medo de todos os tempos?
2. Se sua vida fosse um musical, que música gostaria de cantar?
3. Que título daria pra sua biografia?
4. Se pudesse ter outro nome, qual seria?
5. Qual foi a coisa que fez que mais se orgulha?
6. Se pudesse voltar no tempo e mudar algum arrependimento seu, qual seria?
7. Seriado favorito de todos os tempo. Só 1!!!!!!
8. Qual seu super herói favorito?
9. Se tivesse que escrever/falar somente sobre um assunto em seu blog/vlog, qual seria?
10. Qual pior livro/filme que já leu/viu?
11. E a pergunta mais comum de cadernos de perguntas: o que e quem levaria para uma ilha deserta? Ok, facilitarei. Diga um livro, um filme, uma música pra tocar non-stop e mais um objeto qualquer. E não esquece da pessoa!
E é isso. Quem quiser saber mais coisas sobre mim, também fiz um vídeo no meu canal do YouTube respondendo a tag 50 Fatos Sobre Mim. Dá uma olhadinha!
E segue eu na rede!
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Pra ver: Girls

Como falei sobre o livro da Lena Dunham, Não sou uma dessas, no meu blog literário (pra ler o post, clique aqui), achei que nada mais justo e propício do que falar de Girls por aqui. girls-for-real- Eu demorei pra assistir Girls pela primeira vez e, quando finalmente assisti, demorei para engrenar. Mas uma gloriosa noite de insônia me fez ver praticamente uma temporada inteira de uma vez só e viciei. E uma vez viciada, impossível largar o vício! E pelo mesmo motivo que amei o livro da Lena, também adorei Girls: me identifiquei totalmente com a personagem “mais principal”, a Hannah, interpretada pela própria Lena. Obviamente, como todos que tem uma certa intimidade com o trabalho de Lena Dunham sabem, Hannah tem muito da própria atriz, já que ela tem o costume de jogar sua vida pessoal nas telas (e páginas de livro). Por isso seus personagens acabam sendo um pouco parecidos, pois tem muito dela, e uma vez que você se identifica com um, se identifica com todos. Os que ela interpreta, pelo menos. Mas isso não é algo negativo porque, ainda assim, o resultado é muito bom. Pra mim, é muito difícil falar de algo que gostei muito, porque fico achando que tudo que eu escrever não vai ser bom o suficiente e não vai demonstrar o quanto aquilo é bom. E quando eu gosto de uma coisa, eu quero que todos vejam/leiam/ouçam também porque quero que todos experienciem a mesma sensação boa que eu tive ao ver/ler/ouvir. Mas vou tentar. E, por favor, mesmo que esse post saia uma merda bela porcaria, por favor, me jurem que vão assistir Girls!!!!!!!!!!

Só tá faltando a Marnie na foto pra completar as 4 principais da série. Mas tudo bem, ela é a mais chata mesmo.

Só tá faltando a Marnie na foto pra completar as 4 principais da série. Mas tudo bem, ela é a mais chata mesmo.

Bem, a série, que é original da HBO (ou seja, pode esperar bastante sexo, mas todos tem um motivo, não são dispensáveis), é escrita e dirigida (alguns episódios, nem todos) pela Lena Dunham e foca na vida de 4 jovens mulheres: Hannah (Lena Dunham), Marnie (Allison Wiliams), Jessa (Jemina Kirke) e Shoshana (Zosia Mamet). Há pouquíssimo tempo, percebi que as quatro tem seus sobrenomes iniciados com a mesma letra de seus nomes, portanto seus nomes completos são Hannah Horvat, Marnie Michaels, Jessa Johansson e Shoshana Shapiro. Informação inútil? Sim. Mas eu adoro essas curiosidades e detalhes e achei legal compartilhar com vocês. Tudo começa quando Hannah, uma aspirante a escritora, é informada pelos pais de que terá o dinheiro que recebe deles cortado, como forma de estímulo para que comece de verdade sua vida e veja que precisa andar com os próprios pés para chegar a algum lugar. Não dá muito certo, mas não posso falar muito mais, caso alguém aqui ainda não tenha visto. Eu ficaria desesperada no lugar de Hannah (assim como fiquei quando saí de casa). Hannah divide o apartamento com Marnie, uma garota chata pra cacete cheia de problemas, apesar de linda, e que trabalha em uma galeria de arte. Além disso também temos Jessa, mulher livre e rebelde que não segue ordens ou regras e que está voando pela vida e sua prima Shoshana, o oposto de Jessa, super inocente e não vivida – e virgem. Isso tudo, claro, no início da série. Depois, tudo muda. Ou quase tudo. Algumas coisas permanecem iguais porque não dá pra se mudar a essência de uma pessoa, né? Tem também os meninos. No começo da série, Adam (Adam Driver), Charlie (Christopher Abbots) e Ray (Alex Karpovsky). Agora, na quarta (e atual) temporada, já não temos mais Charlie (ainda bem, porque ele era tão sem sal quanto a namorada, Marnie), mas temos Desi, interpretado pelo gato ator Ebon Moss-Bachrach (outro chato. adivinha com quem ele faz par?). Tem também o Elijah (Andrew Rannells), melhor amigo e ex-namorado (porém, agora descoberto gay) de Hannah, totalmente pirado. E alguns outros personagens que aparecem vez ou outra, mas igualmente interessantes.

Os homens:  Ray, Adam e Charlie na foto de cima; Elijah do lado esquerdo e Desi do lado direito.

Os homens: Ray, Adam e Charlie na foto de cima; Elijah do lado esquerdo e Desi do lado direito.

Contada a sinopse, acho que é hora de dizer o motivo de eu gostar tanto de Girls, né? Eu gosto porque é real. Eu gosto porque nada soa falso. Eu gosto porque todas as situações são completamente relacionáveis. Eu gosto porque eles tem problemas. Eu gosto porque tocam em assuntos, muitas vezes problemáticos, como parte do cotidiano, e não como algo de outro mundo. Eu estava lendo uma crítica de Girls e me deparei com esse fato e concordei totalmente. Em outros seriados, assuntos mais sérios, como aborto ou TOC, seriam tratados em um episódio que se falaria somente disso, o foco todo seria nesse aspecto e provavelmente todos as outras situações da série levariam e teria alguma relação com esse ponto específico. Viraria um circo. (claro que aqui estamos falando de dramas, já que o estilo principal de Girls é drama, apesar de ser engraçado também) Em Girls, isso não acontece, o que torna tudo mais real e relacionável. A vida não é assim. Todos a sua volta não param para tratar de certo ponto especial. Não, você tem que se virar e aprender a lidar com esse problema, senão sua vida vira um inferno e você não anda. E isso fica muito claro em Girls: o mundo não gira ao seu redor (apesar das personagens quererem que sim, sim elas são extremamente egocêntricas, mas quem não é?). Girls é muito mais relacionável do que Sex and the city, por exemplo. Eu, particularmente, não gosto da série da cara de cavalo Sarah Jessica Parker porque é uma realidade muito diferente da minha. Mulheres ricas, que adoram roupas, e que moram em um lado da cidade de NY que eu acho que me sentiria desconfortável só de colocar o pé. Já em Girls, é todo mundo real, todo mundo ferrado de grana, todo mundo cheio de problemas, todo mundo tentando viver a vida dia a dia do melhor jeito que dá.

Ray, Hannah e Adam no café que Ray trabalha e Hannah trabalhou por um tempo.

Ray, Hannah e Adam no café que Ray trabalha e Hannah trabalhou por um tempo.

Lena toca em várias questões interessantes na série também, o feminismo sendo o principal. A atriz é uma feminista de carteirinha, todos sabem disso, e em vários episódios deixa bem claro os direitos das mulheres e sua indignação por pensamentos machistas. E também por pensamentos não-liberais, sendo abertamente democrata. Outro fato que eu sempre gostei em Girls era de Lena sempre aparecer nua em cena. Ela não tem o corpo que é considerado padrão, e pra mim ela fazia questão de ter cenas em que seu corpo aparecia exatamente para quebrar essas padrões estéticos na televisão, o que eu achava o máximo. Porém, lendo o livro dela (que eu citei na primeira frase no post), percebi que não é beeeeeeem isso. Ela diz que há sexo na série porque essa é a realidade dos jovens e não poderia fazer uma série sobre jovens sem sexo porque os jovens fazem muito sexo. E como consequência disso, ela aparece sem roupa. Tem até uma frase do livro que marquei que mostra bem o que Lena pensa sobre essa questão: “A questão subtendida, nesses casos, é definitivamente como tenho coragem suficiente para expor meu corpo imperfeito, pois duvido que a mesma pergunta fosse feita a Blake Lively.” Ainda assim, é bom vermos outros padrões estéticos na tela da tv para não acharmos que o certo é sermos mega magras, até porque essa é uma porcentagem muito pequena das mulheres, ainda mais aqui no Brasil, onde o biotipo é todo curvilíneo.

Vamos todas cair na piscina sem medo!

Vamos todas cair na piscina sem medo! Foda-se os padrões!

Girls também tem um aspecto legal que eu, particularmente, não ligo, mas sei que muitas gostam, que são as roupas. Muitas delas são da boutique da mãe da Jemina Kirke (intérprete da Jessa), que também emprestava suas roupas para a série Sex and the city. Então são super bonitas e estilosas. Falando em estilo, cada personagem tem um, então dá pra se deleitar com diversas roupas e penteados de cabelo diferentes. Eu gosto muito das roupas usadas pela Hannah, mesmo tendo algumas que eu nunca colocaria na vida! Hahahahahaha E falando em cabelo, eu fiquei completamente apaixonada pelo corte de cabelo da Zosia Mamet (que faz a Shoshana) nessa quarta temporada. Pra vocês terem ideia, eu achava a atriz bem feinha até ela aparecer com esse novo corte. Agora a acho linda! E a Shoshana é, sem duvida, minha personagem favorita das meninas. Dos meninos, fico entre o Adam e o Ray, mas o Ray é tão problemático que acho que escolherei ele! Já a personagem que menos gosto acho que nem preciso falar, né? (mas é a Marnie, Ô garota sem sal!!!!!!!!!! e chata!!!!!!!!)

O cabelo novo da Zosia/Shoshana, que eu tô apaixonada!

O cabelo novo da Zosia/Shoshana, que eu tô apaixonada!

A trilha sonora também é bem legal. Claro que não vou lembrar de nenhuma música em particular agora, mas sei que volta e meia eu penso “putz, que música boa!”. Do mais, preciso falar que Girls já foi confirmada para mais uma temporada (yay!), ou seja, ano que vem tem mais Girls por aí! Mas por enquanto vamos todos desfrutar da quarta temporada, que está passando ainda na HBO, aos domingos, meia-noite (de domingo para segunda). Ou então, se você tem NET, pode esperar e ver no Now, como eu faço. O episódio novo sempre no meio da semana, na 3a ou 4a feira. Ou então baixar, né? Com certeza tem disponível por aí. E depois, por favor, venham aqui me dizer o que acharam porque eu quero que todo mundo ame tanto quanto eu!!!!!!!

Essa foto é só porque eu percebi que desgosto tanto da Marnie que não tinha colocado nenhuma foto em que ela aparece antes. Só a de biquíni, mas não dá pra ver seu rosto.

Essa foto é só porque eu percebi que desgosto tanto da Marnie que não tinha colocado nenhuma foto em que ela aparece antes. Só a de biquíni, mas não dá pra ver seu rosto. Ela é a que tá sentada na cadeira da mesinha.