Netflix me representa – OITNB

Ok, nem todas as séries que vou falar aqui hoje são originais do Netflix. Mas eu comecei a assistir porque achei lá, então ele é o responsável pelo meu vício. Porque eu sou daquelas pessoas velhas que não sabem baixar série e, quando tenta, infesta o computador de vírus. Pra vocês terem ideia, fui baixar o Popcorn Time no meu computador e agora meu computador abre pop-up de 5 em 5 segundos (o que está me fazendo levar o dobro do tempo escrevendo esse post, porque de tempos em tempos tenho que fechar uma série de abas)! Por isso, pra mim, Netflix é salvação, senão ficaria dependendo do marido pra tudo! E foi lá que achei as 3 séries que estou viciada no momento: Sense8, Orphan Black e Orange is the new black, que falarei ao longo dessa semana porque o post acabou ficando muito grande e se eu fosse falar sobre as três hoje vocês iam desistir de ler rapidinho! 😉

Orange is the new black

Já começo falando que eu só vi TRÊS episódios da terceira temporada então, pelo amor, NÃO COMENTEM SOBRE O RESTANTE DOS EPISÓDIOS!!!!!!!!!!! Obrigada, de nada.

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Acho que, a essa altura, todo mundo já sabe sobre o que é o seriado, né? Mulher de elite e prestes a se casar é condenada a prisão por causa de um esquema de drogas que participou há anos atrás com uma ex-namorada e tem que aprender a lidar com essa nova vida, com pessoas e situações que não está acostumada a conviver – e totalmente trancafiada, o que é muito pior. Não sei é se todos sabem que a série é baseada no livro de Piper Kerman, que por sua vez é baseado em sua própria vida! É, senhoras e senhores, Piper Chapman é real – e Alex Vause também (mas, no caso, se chama Catherine Wolters e não é, nem de longe, tão bonita quanto a Laura Prepon).

Taylor Schilling, a intérprete de Piper Chapman, e a Piper real (acima), e Laura Prepon no papel de Alex Vause, e a Alex da vida real.

Taylor Schilling, a intérprete de Piper Chapman, e a Piper real (acima), e Laura Prepon no papel de Alex Vause, e a Alex da vida real.

OITNB (geralmente, odeio siglas para séries, mas é que essa tem o nome tãããããããão grande!) é mais uma série que não me disse nada quando comecei a assistir. Como o buzz tava imenso, fui procurar e vi 3 ou 4 episódios da primeira temporada (na época, acho que só tinha a primeira mesmo). Não achei nada demais e não continuei. Não que eu não tenha gostado, achei legal, mas não me prendeu, sabe? Mas aí saí do meu emprego, passei a ficar muito tempo em casa, todas as séries que eu via acabaram as temporadas (Once upon a time, Modern family), Game of Thrones eu só tinha como ver aos domingos, portanto me encontrei em busca de uma série para assistir pra passar o tempo ocioso. Então pensei: “É, acho que vou dar uma segunda chance pra Piper e cia.” E não sei se foi porque eu não tinha mais nada pra ver ou se a série realmente é muito boa, mas eu me viciei. Vi, em uma semana (ok, uma semana e meia), TODOS os episódios restantes da primeira temporada E a segunda temporada inteira (que, a essa altura, já tinha sido lançada e tava até velha para os espectadores assíduos da série). E comecei a contagem dos dias para a terceira temporada, que foi lançada agorinha, dia 12 de junho – e eu só assisti TRÊS EPISÓDIOS, lembrando, então NADA DE SPOILERS!

E eu vou dizer o motivo principal de eu ter gostado da série: Alex Vause. E um segundo motivo: Poussey Washington (interpretada pela atriz Samira Wiley). Pra mim, são as melhores personagens. A Alex é muito melhor desenvolvida (como personagem) do que a Poussey, mas todos sabemos o motivo disso – e se você não sabe é porque ainda não viu o seriado, então não vou te spoilar. Mas a Poussey é o máximo e tem uma voz tremenda! Adoro ela e o jeito inocente e ao mesmo tempo defensor e cheia das manhas que ela tem.

Mas, falando sério, todas as personagens são muito bem desenvolvidas. Fica muito claro quem é cada uma, e por causa dos flashbacks, você entende de onde cada uma vem e o motivo de serem como são. Nenhuma ação é inconsistente, nenhuma personalidade é mal feita, daquele jeito que você pensa “essa personagem nunca faria isso”. E as histórias são muito boas, o jeito que eles (eles sendo os roteiristas, que na verdade acho que são mulheres, em sua maioria, então seria “elas”, e não “eles”) conseguem ligar o passado com o presente e até as histórias paralelas é muito fantástico. Super bem feito. E só de conseguirem fazer com que quem está assistindo se relacione com os dramas e situações de pessoas que estão presas, ou seja, pessoas que os espectadores achavam que nunca iriam se relacionar é sensacional. É ótimo para as pessoas perceberem que por trás de “bandidos” também há vidas, há motivos, e, muitas vezes, você percebe que faria o mesmo se estivesse na mesma situação.

E uma coisa que não posso deixar de mencionar: puta que pariu, como a Laura Prepon é bonita! Eu já achava a atriz bonita em That 70’s Show (não sei se todo mundo que vai ler conhece essa série porque ela passou por aqui no final dos anos 90, início dos anos 2000, e sei que tem uma galera bem novinha por aqui, mas a série era sensacionalmente engraçada! procurem-na! a série foi, inclusive, o primeiro trabalho de Mila Kunis e Ashton Kutcher), quando ela era ruiva e tinha 18 anos (!!!!!!!!), mas ela parecia tão imensa ao lado do Topher Grace (que fazia seu par romântico, Eric) que acho que isso me fez não perceber o tanto de beleza que ela tem. Mas agora tô achando ela linda – e acho que o cabelo preto caiu muito bem nela! Não tem um episódio que eu veja que eu não repita pra mim mesma, “Nossa, ela é muito linda”, a mesma coisa que acontece toda vez que assisto Orphan Black e vejo a Tatiana Maslany (ou seja, a série inteira). Mas com a Tatiana eu sempre penso: “Eu queria ser igual a ela”, porque ela é menorzinha, mais mignon, como eu, e eu nunca na minha vida quis ser mais alta (talvez só durante shows, quando não consigo enxergar o palco direito). Mas a Tatiana e Orphan Black são assuntos para o próximo post!

Ah! Eu fiz lá no canal uma homenagem, pra não dizer que paguei mico, muito engraçada a Orange is the new black. Olha só! E aproveita e se inscreve no canal porque coloco muita coisa legal por lá e não é sempre que divulgo o vídeo por aqui. 😉

Beijocas!

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4 comentários sobre “Netflix me representa – OITNB

  1. Eu estou mega viciada em Ophan Black, estou no quarto eps. da segunda temporada 🙂 É minha série do busão hahaha vou e volto do trabalho vendo e o tempo voaa. O que é a Helena? genteee puro babado. Ainda vou dar uma chance para OITNB, todo mundo fala tão bem, vai ser a minha próxima série do busão 😀 Olha fiquei chateada com a Alex na vida real hahaha prefiro tanto ela no seriado, que moça da voz grossa mais bonita *-*

    Um mega beijão!!

    • Orphan Black vai ser a série que vou falar hoje mais tarde no blog. 🙂 E eu tb tô no quarto epi da segunda temporada! Que coincidência! Mas como vejo com marido, tenho que esperar ele pra ver, então provavelmente vou ficar pra trás. Hahahaha Beijo!

      • Então podemos fofocarr. Je-sus o que é aquilo da ceita do capiroto roubando o óvulo da Helena? vai nascer um mini-louquinho :/ nem imagino a doidera que vai dar.
        Cada eps. fica mais surpresa com as coisas que acontecem.

      • Ih menina, nem fala! Muita loucura, muita coisa inesperada! Mas o ruim é que já sei mais ou menos o que vai acontecer porque antes de começar a assistir, eu vi um episódio da temporada atual. 😦

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