Filmes franceses: uma obsessão

I have a thing for french movies. Na verdade, não é só a thing, eu sou totalmente apaixonada por filmes franceses. Não me pergunte nome de diretores, atores, isso eu não sei (só de alguns poucos). Mas acontece algo comigo quando vejo um filme francês que não sei explicar – e olha que eu nem sou fã da França, é um país que nunca tive vontade de visitar (a não ser pelos cafés). É tiro e queda e não tenho dúvida: coloco na sessão de filmes estrangeiros no Netflix (geralmente é onde busco os filmes pra assistir) e eu sempre acabo escolhendo um filme francês, mesmo sem saber que é francês – foi o que aconteceu hoje. Tem alguma coisa no jeito de contar uma história, e até no tipo de história que é contada, que me chama, que grita meu nome, e quando percebo, já tô com mais um francês na tela. Então, nada mais adequado do que indicar 5 filmes (e mais 1 extra) para assistir no Netflix. Não são meus filmes franceses favoritos de todos os tempos (esses eu deixarei para outro dia), mas são filmes que assisti recentemente (e outros há um tempinho já) e que gostei muito. Espero que vocês se interessem e gostem também.

1. Os nomes do amor

Esse foi o filme que assisti hoje e que eu não tinha ideia de que era francês quando li a sinopse no Netflix. Aliás, a sinopse lá tá bem tosca e não representa o filme em nada! Na verdade, Le nom des gens (no original) conta a história de um homem (Arthur Martin), o mais francês dos franceses, que conhece uma mulher (Bahia  Benmahmoud), que tem descendência argelina (pois é, esse Bahia do nome dela não tem nada a ver com o Brasil) e é radicalmente contra tudo que vem da direita política, tão contra que dorme com homens de direita com o intuito de transformá-los em esquerdistas. Sensacional, né? Quem é a pessoa que tem a ideia de fazer um filme com uma personagem assim? Achei fantástico! Arthur, apesar de não ser de direita, é o oposto de Bahia, que é super extrovertida e nada conservadora. Lembrei muito da briga PT x PSDB que tá enchendo o saco acontecendo aqui no Brasil e em como ficar com essa briga interminável é uma tremenda besteira. Perfeito para se assistir nos dias atuais.

Sara Forestier como Bahia (achei ela linda!) e Jacques Gamblin como Athur, em cena do filme.

Sara Forestier como Bahia (achei ela linda!) e Jacques Gamblin como Athur, em cena do filme.

2. Les Adoptés

Cena do filme Les Adoptés.

Mélanie Laurent e Marie Denarnaud, as irmãs de Les Adoptés.

Esse filme é pra ser visto com uma caixa imensa de lenço de papel do lado. Dirigido (e roteirizado e atuado) pela belíssima Mélanie Laurent (as francesas são lindas! os homens, charmosos), foca na história de duas irmãs, Marine e Lisa que, apesar de irmãs adotivas (Marine foi adotada pela família de Lisa quando criança), são como uma pessoa só. Vivem juntas, se ajudam (Lisa é mãe solteira de um filho pequeno que Marine ajuda a criar) e se falam todos os dias, mesmo tendo personalidades completamente diferentes (mas nada de irmã boa e irmã má, como Ruth e Raquel). Porém, Marine se apaixona por Alex, modificando a dinâmica entre as duas. E depois algo mais acontece (claaaaaaro que não vou contar o que) pra modificar ainda mais. É um filme sensível, diferente, bonito, delicado, simples, leve, e muito, muito triste. E um dos melhores, se não o melhor, dos que já vi no Netflix.

3. Até a eternidade

Personagens verdadeiros e reconhecíveis (e totalmente críveis), é o que você vai encontrar em Le petit mouchoirs (no original). E olha, são muuuuuuuuitos personagens, todos amigos de muitos anos que costumam fazer uma viagem anual para uma cidade de praia, para a casa de um deles. Porém, nesse ano, um deles sofreu um acidente e está internado em estado grave em um hospital em Paris, e sua ausência altera a dinâmica e a relação entre os amigos restantes.

Os personagens amigos de Até a eternidade.

Os personagens amigos de Até a eternidade.

O filme é longo, mas é muito bom e vale a pena ver todas as suas duas horas e trinta minutos. A forma como cada relação é retratada e vai sendo dissecada ao longo do filme é emocionante, e te faz pensar muito em tudo que não está sendo dito entre seu grupo de amigos. E pra completar, tem a Marion Cotillard, que é uma puta atriz!

4. Piaf

Marion Cotillard, irreconhecível como Édith Piaf.

Marion Cotillard, irreconhecível como Édith Piaf.

Falando em Marion Cotillard, lá vem o filme que fez a atriz ganhar o Oscar de melhor atriz em 2008, e olha que atriz não-americana ganhar Oscar é algo muito raro de acontecer. Francesa então! É porque ela arrasou muito, muito mesmo! Marion ficou incrivelmente, assustadoramente, parecida com a famosa e sofrida cantora francesa (louros para a equipe de maquiagem) e arrasou na performance. É um filme imperdível, tanto para se conhecer a vida de Édith Piaf (conhecida, principalmente, pelas músicas La vie en rose e Non, je ne regrette rien), que era fenomenal, quanto para ver a tremenda atuação de Marion, e também porque o filme é fantástico e ponto final.

5. Qual é o nome do bebê?

A premissa de Le prénom (no original) é uma das mais diferentes que já vi: o caos se instala numa família quando o nome do primeiro filho de um deles é revelado. Sério, alguém já viu um filme com uma ideia inicial tão diferente? Claro que tudo vai além de somente o nome da criança. Claro que existe um motivo real para acontecer uma confusão tão grande somente por causa do nome de uma criança, e logo no início se entende o motivo. Mas como qualquer reunião em família, esse fato é só o estopim inicial para uma jogação sem fim de merda no ventilador. É hilário, é metafórico, é super francês. E super bom.

Cartaz do filme.

Cartaz do filme.

Filme Extra

Eu não podia falar de filme francês, sem falar de:

O Fabuloso Destino de Amélia Poulain!

O Fabuloso Destino de Amélíe Poulaín!

Um dos filmes mais citados, mais referenciados, mais amado por culturetes e não culturetes do mundo inteiro – bem, pelo menos do Brasil. E com razão, porque ele é incrível. É um filme que mostrou uma história e um estilo de filmagem diferente do que existia no momento (o antigo ano de 2002) e impulsionou o cinema francês pelo mundo afora. Admito que não gostei da primeira vez que vi, mas eu era uma pessoa que não entendia de cinema e muito do contra, ou seja, não gostava do que todo mundo gostava e gostava do que ninguém gostava – ou pelo menos falava isso. Mas quando revi o filme, percebi, enfim, o motivo de ser tão adorado: é porque é muito bom. As cores, a delicadeza, a narrativa, as atuações, é tudo na medida certa e sensacional. Não podia de jeito nenhum ficar de fora dessa lista deliciosa! E tá lá, no Netflix, prontinho pra ser visto!

"São tempos difíceis para os sonhadores."

“São tempos difíceis para os sonhadores.”

E vocês? Costumam ver filmes franceses? Se sim, quais seus filmes favoritos? Se não, gostam de filmes de qual país? Contem-me! E até o próximo post!

Muah! (isso foi um beijo)

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Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

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30 Livros em 1 Ano – Billy & Me/ You’re the One that I Want (Giovanna Fletcher) – Livros 12 e 13

Hoje falarei de dois livros da mesma autora, a Giovanna Fletcher (sim, esposa do Tom Fletcher, do McFly). O nome dela de solteira era Giovanna Falcone e eu achava tão bonito, bem mais do que o atual. Não entendo pessoas que trocam seus nomes quando se casam. Mas enfim, não é sobre isso que vim falar, né, e sim dos livros. E por que vou falar dos dois livros no mesmo dia? Porque achei eles bem parecidos e ambos meio meh. Explico.

Giovanna com o livro Billy and me, que foi lançado aqui no Brasil como Billy e eu.

Giovanna com o livro Billy and me, que foi lançado aqui no Brasil como Billy e eu.

Billy & Me foi o primeiro livro que ela lançou e também o primeiro que comecei. Comecei, porém não o primeiro que acabei de ler. E por que isso?, vocês me perguntam. Porque achei o livro muito chato. Assim que saiu, eu quis lê-lo, porque gosto muito da Giovanna (tanto que a sigo no Twitter, no instagram, assisto os vídeos dela no youtube). Então comprei no Kindle do marido (que na época nem era marido ainda), um pouco depois do lançamento lá na Inglaterra (que foi em junho de 2013). Mas nossa, era impossível de ler. Achei o ritmo arrastado, a personagem principal chata, as situações bem clichés e sem nada de especial. Como o livro é sobre uma menina de cidade pequena que começa a namorar um ator super famoso, achei que fosse ser mais dinâmico. Porém, do início até mais ou menos a metade, é um tédio só. Tanto que parei de ler e fiquei um bom tempo ser ler. Tanto tempo que Giovanna lançou seu segundo livro, eu li esse segundo livro inteiro, e só depois tive coragem de voltar para Billy & Me.  Mas deixa eu colocar a sinopse aqui pra vocês se situarem melhor na história.

The Blurb: Quando Sophie e Billy se conheceram e se apaixonaram, ela pensou que estava vivendo em um conto de fadas. Afinal de contas, Billy é um ator, um galã adorado por adolescentes em todo o mundo – e ele ama Sophie. Ela é a única garota para ele. Mas estar nos braços de Billy tem um preço. Este relacionamento tem deixado Sophie no centro dos holofotes, após anos mantendo-se afastada de atenção. Será que ela poderá lidar com todo o assédio resultante de estar com Billy? Mas acima de tudo, estaria ela preparada para que sua mágoa seja descoberta por toda a nação? (sinopse retirada do Skoob)

A fofa da Izzy Judd (outra que mudou o sobrenome. Por que???), esposa do Harry Judd, do Mcfly, com o livro.

A fofa da Izzy Judd (outra que mudou o sobrenome. Por que???), esposa do Harry Judd, do Mcfly, com o livro.

Agora que vocês já sabem a história do livro, digo mais minhas impressões sobre ele.

Quando finalmente consegui voltar ao livro, fiquei aliviada por Sophie e Billy chegarem à Londres (podem ficar tranquilos, isso não faz diferença nenhuma na história, não é um spoiler, já fica claro que isso vai acontecer). Porque aí a história começou a ficar um pouco interessante. Acho que Giovanna prolongou demais a parte em que os dois se conhecem e ficam de romancinho na cidade natal de Sophie, que é totalmente entediante. Mas essa é uma característica dela como autora, porque ela fez exatamente a mesma coisa em You’re the one that I want. Chegando em Londres, é interessante descobrir como funciona um set de filmagem (que Giovanna tem conhecimento por ter participado de um filme), como é feita toda a escolha das roupas dos atores e de seus acompanhantes para eventos de premiação (outra coisa que é bem familiar à Giovanna, dado que Tom já compareceu à inúmeras premiações), e como é a relação (muitas vezes interesseira) entre os ricos e famosos. Essa parte é legal e eu até gostei. Mas a história em si é sem graça, previsível e os personagens não tem nada de especial, somente Molly, a única personagem que pensei “ah, essa é legal!”. Sophie e Billy são totalmente insossos. E eu tive que me esforçar pra ler o livro até o final, apesar de o final ser mais fácil de digerir.

You’re the one that I want segue o mesmo caminho, passa pelos mesmos problemas e melhora do meio para o final, exatamente como Billy & Me. Mas dessa vez vou colocar a sinopse antes de dar qualquer outra opinião.

The Blurb: O livro conta a história de três melhores amigos desde a infância, Maddie, Rob e Ben. Maddie está na porta da igreja prestes a se casar com Rob, mas será que ela fez a escolha certa, ou seria melhor casar com Ben?

Giovanna com o You're the one that I want.

Giovanna com o You’re the one that I want.

You’re the one that I want é narrada por Maddie e Ben, e tem alguns poucos capítulos narrados por Rob. O livro começa com o dia do casamento de Maddie e Rob, mas volta para a infância dos três, quando se conheceram, e vai nos levando até chegar novamente ao dia do casamento. Achei a ideia interessante, mas, mais uma vez, o início, principalmente, é muito arrastado. Não sei vocês, mas eu não tenho muito interesse na vida de uma criança e de alguém muito novo – a não ser que essa pessoa seja Harry Potter. Ou que, pelo menos, a história tenha acontecimentos interessantes que tem façam querer ler mais. Não foi o que aconteceu no livro em questão. Entendo que Giovanna quis mostrar como a amizade entre os três personagens principais foi acontecendo, mas já deu pra entender a intensidade da relação e a personalidade de cada um nas primeiras páginas. As que vieram em seguida foram totalmente desnecessárias. O livro só foi começar a ficar interessante quando Ben (de longe, o melhor personagem), Maddie e Rob foram para a faculdade. Até porque é uma realidade muito diferente da vivida por aqui, com as pessoas saindo de suas cidades natais para estudarem fora e morarem sozinhos pela primeira vez, o que estamos acostumados de ver em filmes americanos, mas a vida dos ingleses é diferente, né.

A versão que eu li, no meu lindo Kindle (falo tanto de kindle por aqui que a amazon devia me patrocinar. hahahaha).

A versão que eu li, no meu lindo Kindle (falo tanto de kindle por aqui que a amazon devia me patrocinar. hahahaha).

Os fatos que vão acontecendo a partir da faculdade e como cada personagem vive cada situação deixa o livro um pouco mais legal. Achei You’re the one that I want mais fácil de ler que Billy & Me, mais gostosinho. Mas não posso falar que é um livro super legal e não indicaria para as amigas. Não que a Giovanna não tenha achado seu estilo de escrever, longe disso, ela achou sim. Mas é um estilo sem graça, previsível, e com personagens desinteressantes – apesar de Maddie e Ben serem bem mais interessantes que Sophie e Billy. Rob não, Rob é chato. Mas, na verdade, como Ben e Maddie são os narradores, só o conhecemos através dos olhos dos outros dois, então é mais difícil se identificar e sentir uma certa proximidade a ele. Maddie também não é a mais cativantes das personagens, mas entre ela e Sophie, ela ganha disparado. Já Ben, esse sim ganhou meu coração. Um ponto pra Giovanna, pelo menos!

Ah! Preciso dizer que achei ambos os livros, principalmente Billy & Me, bem anti-feminista. Então se você se irrita com submissão (como eu me irrito), passe bem longe deles! E também que li ambos os livros em sua versão original em inglês (o segundo, que foi lançado lá na Inglaterra em 2014, ainda não tem versão em português), então não posso opinar sobre a tradução.

Fico bem triste de falar mal dos livros da Gi (olha a intimidade!), mas se não gostei, não posso mentir, né? Queria saber opinião de pessoas que já leram eles e se gostaram, por que gostaram? Tell me!

Beijocas!

Billy e eu – Editora Phorte – R$39 (em média)

You’re the one that I want – Penguin – R$35 (na Amazon)

2 em 1: Loja e Café “Zuper Cool”

Hoje vou falar de algo que, geralmente, não falo por aqui: roupa (o post sobre fantasias não conta, vai). Tudo porque estava dando uma volta por Botafogo, um bairro aqui do Rio, e dei de cara com uma loja que eu não conhecia e adorei! Não, eu não levei nada. Não, eu não experimentei. Não, as fotos não estão sensacionais (sorry). Mas achei muito digno falar da loja aqui pra vocês porque tem muita coisa legal – e diferente, e é exatamente isso que me chama a atenção.

Fachada da loja em Botafogo.

Fachada da loja em Botafogo.

A Raury Beury (que, pelo que encontrei ao pesquisar, é o nome da dona da loja e estilista – Beury) tem dois tipos de roupas: um alternativo (e meio nerd) e outro não. Claro que entrei e fui direto para o lado alternativo. Afinal, já do lado de fora tinha visto as camisas do Bob (do Fantástico Mundo de Bob, que eu AMAVA quando era criança) e do Mestre dos Magos (de Caverna do Dragão, outro desenho que eu era viciada) e queria procurar mais blusas com esse tipo de estampa. E encontrei: tinha Luluzinha, Mafalda, além de estampas fofas como corujinhas, gatos e a minha preferida: a de sorvetes.

A blusinha linda que fiquei apaixonada. Olha o detalhe da manga!

A blusinha linda que fiquei apaixonada. Olha o detalhe da manga!

Se eu não estivesse totalmente sem poder gastar, teria comprado fácil pelo menos três blusinhas. E isso porque nem olhei o outro lado, que parecia ter roupas bem bonitas também.

Lado A, lado B: camisetas estampadas alternativas de um lado, vestidinhos e blusinhas mais tradicionais, e ainda assim lindos, do outro.

Lado A, lado B: camisetas estampadas alternativas de um lado, vestidinhos e blusinhas mais tradicionais, e ainda assim lindos, do outro.

Os valores não eram muito baixos, mas também não muito caros. As blusas estampadas custavam R$49,90 que, apesar de eu achar caro, infelizmente não encontramos preços muito diferentes nas lojas por aí. Não fui para o outro lado da loja para checar os valores, mas imagino que não deve ser lá muito mais caro. Temos que lembrar que lojas de estilistas independentes sempre terão um valor um pouco mais alto porque é bem difícil manter todos os custos (material, aluguel da loja, funcionários, etc etc etc), mas não achei assim tão caro para ter uma roupa mais diferentezinha. Eu, pelo menos, adoro coisas assim.

Algumas das blusinhas que encontrei por lá.

Algumas das blusinhas que encontrei por lá.

Eu com certeza quero voltar lá com amigas que tenho certeza que amarão a loja, mas só quando a situação ($$) estiver melhor. Espero que até lá essa promoção de 50% e de “leve 3 blusas e pague menos” que tava rolando continue!

Bob e Mestre dos Magos: muito amor!

Bob e Mestre dos Magos: muito amor!

Agora, mudando um pouco de assunto, dando mais uma andada por Botafogo, no mesmo dia, visitei um café que marido há muito tinha recomendado. E se tratando de café, sempre quero conhecer mais e mais. Da última vez que dei uma passada no bairro, não tinha achado, visto que marido não lembrava o nome nem a localização certa, o que deixava tudo mais difícil. Mas dessa vez fui determinada e achei – e ele é uma gracinha, por fora e por dentro!

Exterior do Café e Prosa Bistrô.

Exterior do Café e Prosa Bistrô.

Ok, só tomei um cappuccino porque tinha acabado de almoçar, então não deu pra avaliar as comidinhas do local, mas uma coisa eu amei: o atendimento. Desde o momento em que entrei até o momento que saí fui bem atendida. Como o Café e Prosa Bistrô é pequenininho (único ponto negativo), não tem muitos funcionários. Pelo que percebi, tem alguém na cozinha (não sei quantas pessoas, não dava pra ver), um atendente de balcão, que é quem faz os cafés, uma pessoa no caixa (que acho que era a dona ou gerente) e um garçom, este último foi o único com quem interagi de verdade. E ele era muito simpático e engraçado. Como pedi cappuccino sem canela (como sempre), ficou repetindo sem parar isso pro menino que fez o café e depois brincou comigo sobre esse fato também. Ri muito. Adoro pessoas divertidas. Pena que não soube o nome dele (fico com vergonha de perguntar) nem tirei nenhuma foto dele para vocês pedirem para serem atendidos por ele. hehehehe

Já que não tem foto do atendente simpático, tem do mocinho do que fez meu café. E da parte interna (e fofa) do café/bistrô.

Já que não tem foto do atendente simpático, tem do mocinho do que fez meu café. E da parte interna (e fofa) do café/bistrô.

Meu cappuccino, aliás, estava muito gostoso. Nenhum açúcar foi adicionado a ele e, ainda assim, estava delicinha. Bem delicinha. Valeu totalmente os R$7 que paguei por ele (muito mais do que os R$8 que paguei outro dia no Otto Café, onde eles me trouxeram cappuccino com cappucino com canela uma vez, apesar de eu ter dito desde o começo que queria sem canela, e depois que pedi para trocarem, me trouxeram com canela de novo!).

Meu cappuccino. E um livro muito bom.

Meu cappuccino. E um livro muito bom.

E se tem uma coisa que adoro são os detalhes e quando as pessoas prestam atenção e cuidam deles. Lá eles fazem exatamente isso. Primeiro: toda vez que alguém chegava, o atendente simpático levava um livro para a pessoa ler enquanto esperava. Quase ninguém aceitava, mas só de ter essa opção já é fantástico. O porta-guardanapo também era uma gracinha e deixa o ambiente com uma cara mais bonitinha, assim como os quadros pendurados na parede, lindos, e todos do Jasmim Manga, que eu já conhecia, porém, só os cadernos que eu sempre quis comprar. E só de ser um café que divulga arte já ganhou meu coração! Então aconselho imensamente a todos que deem uma passadinha por lá, nem que seja pra tomar só um cafézinho, como fiz. E ainda bem que fiz. Foi uma tarde muito proveitosa!

Os quadros do Jasmim Manga (acima), o regador porta-guardanapo fofo e os livros que são oferecidos aos clientes. Detalhes que fazem a diferença.

Os quadros do Jasmim Manga (acima), o regador porta-guardanapo fofo e os livros que são oferecidos aos clientes. Detalhes que fazem a diferença.

Endereços:

Raury Beury: Rua Camuirano , 142 Loja A (esquina com Voluntários da Pátria).

Café e Prosa Bistrô: R. Voluntários da Pátria, 340.

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Festa à fantasia – Ideias

Volta e meia alguém decide fazer uma festa a fantasia. É inevitável, alguma hora na sua vida você será convidado para uma. Tem muita gente que se desespera e pensa que é absolutamente difícil criar uma fantasia, mas não é! É só colocar a criatividade em ação. E olha, não precisa nem gastar muito. Duvida? Exemplificarei.

Semana passada, minha amiga Marina realizou seu sonho de infância comemorou seu aniversário com uma festa à fantasia e eu e marido não gastamos nada pra fazer nossas fantasias. Eu fui de anos 50 (“ai Livia, que falta de criatividade!” eu amo o tipo de roupa daquela época e não tô podendo gastar, então me deixa! hehehe) e marido foi de chinês. Ok, ok, confesso que foi uma mega sorte minhas primas terem acabado de voltar da China e terem trazido um chapéu de chinês camponês, que foi o ponto de partida pra pensarmos na fantasia dele. Mas provavelmente é possível achar um chapéu desses na Uruguaiana, ou na 25 de março, ou em qualquer rua cheia de camelôs que você tenha na sua cidade. Mas, tirando isso, o resto da fantasia foi todo catando peças de familiares. Ele pegou uma bata branca emprestada com meu pai e uma calça com meu primo e ficou um perfeito chinês de chinelo (que era dele), tirando a falta dos olhos puxados (e um excesso de pelos faciais, talvez). Eu só precisei vestir um vestido que tinha ganhado de aniversário da própria Marina (que foi ajustado pela minha tia), peguei um sapato emprestado (também com a Marina) e fiz meu cabelo a la anos 50, e pronto! Estava pronta. Ah! Claro que a maquiagem feita pela minha prima Marina (não é a aniversariante) também ajudou.

Eu de anos 50 e Raphael de chinês.

Eu de anos 50 e Raphael de chinês.

E a festa da Marina foi o exemplo perfeito de que para se fantasiar só é necessário ter um pouco de imaginação e vontade – porque se você não estiver a fim de se fantasiar, nem uma pessoa jogando uma fantasia inteira em cima de você vai te convencer que é fácil.

E seguindo a onda de pouco gasto, mas, ainda assim, uma fantasia incrível, temos senhorita Garota Carioca, vulgo Clarissa, que foi vestida da mágica mais fofa que já vi. Eu fiquei simplesmente apaixonada pela fantasia dela – e pela maquiagem, e olha que nem sou uma pessoa que repara muito em make. Ela usou roupas dela e comprou a cartolinha e outros acessórios no Saara (três ruas onde você encontra muita coisa barata aqui no Rio).

Clarissa fofa de mágica.

Clarissa fofa de mágica.

Baleira de cinema antigo!

Baleira de cinema antigo! Olha o detalhe da balinha no arco! Lindeza!

Nossa amiga Cinthia fez a fantasia mais interessante da noite: baleira de cinema antigo. Nem sei se todos vocês conhecem esse profissional tão comum antigamente, porém há tempos extinta. A namorada de um amigo meu não conhecia porque está há pouco tempo no Rio e na cidade dela não devia ter, mas esses baleiros entravam nas salas de cinema mesmo e vendiam suas balinhas e docinhos. A Cinthia gastou super pouco na fantasia dela e foi bem simples de fazer. A única coisa que deu mais trabalho foi encapar a bandeja de preto, além de fazer essas balinhas que são todas falsas! Sim! Parecem de verdade, né? Uma criança de 4 anos até pediu uma bala e quando descobriu que não eram de verdade, ficou super triste. Tadinho!

Mais algumas fantasias fáceis de fazer e baratas pra vocês se inspirarem!

Os irmãos rastafari (ou

Os irmãos rastafari (ou “maconheiro” e “Naomi Campbell”).

O namorado da aniversariante foi de House: único trabalho que teve foi colocar gel nas laterais do cabelo pra fazer o grisalho do médico mais amado do mundo!

O namorado da aniversariante foi de House: único trabalho que teve foi colocar gel nas laterais do cabelo pra fazer o grisalho do médico mais amado do mundo!

Essa foi uma das minhas fantasias favoritas da festa: Woody Allen! E ainda era 2 em 1: ele também virou o cantor Zeca Baleiro! E a namorada dele era uma marinheira que de mais

Essa foi uma das minhas fantasias favoritas da festa: Woody Allen! E ainda era 2 em 1: ele também virou o cantor Zeca Baleiro! E a namorada dele era uma marinheira que de mais “complicado” só o chapéu.

Claro que você também pode comprar ou alugar uma fantasia: aí fica mais fácil ainda! Na festa da Marina teve Jedis, Princesa Leia, árabes, Marios (do jogo Super Mario Bros), e mais um bando de fantasias – teve até um garoto que foi vestido de barata! Galera realmente se esforçou nas fantasias e ninguém reclamou, foi muito legal!

Guilherme, namorado da Clarissa, de árabe.

Guilherme, namorado da Clarissa, de árabe.

Tiroleses, alemães, holandeses - esses tiveram várias denominações!

Tiroleses, alemães, holandeses – esses tiveram várias denominações!

A aniversariante de Ariel e Thais de policial.

A aniversariante de Ariel e Thais de policial.

Raquelzinha de gatinha e o namorado dela de Mário. Só os acessórios foram comprados, ainda é baratinha!

Raquelzinha de gatinha e o namorado dela de Mário. Só os acessórios foram comprados, ainda é baratinha!

Os Jedis, que ganharam o concurso de fantasia, Princesa Leia e a aniversariante com um sabre de luz meio estranho...

Os Jedis, que ganharam o concurso de fantasia, Princesa Leia e a aniversariante com um sabre de luz meio estranho…

Pronto, várias ideias para uma festa à fantasia. Quando forem convidados para uma, vocês não podem dizer que não estão preparados! Mas, além dessas que mostrei, tem várias outras inspirações no Buzzfeed, no Pinterest e em vários outros lugares, é só procurar. Porque é sempre tão divertido ver a reação das pessoas diante das fantasias que super vale a pena se esforçar pra fazer/comprar/alugar uma legal!

Wally!

Wally!

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Em homenagem ao aniversário da Marina, que ama a Pequena Sereia (não a toa foi vestida de Ariel), fiz um vídeo tocando a música tema do filme. E, se você ainda não é inscrito, aproveita e se inscreve no canal, porque eu só divulgo alguns vídeos por aqui e, se você se inscrever, vai ficar sabendo sempre quando tiver vídeo novo! 🙂

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Coisas não ditas (segundo livro, baseado numa fanfic que escrevi de Mcfly, publicado em 2013)

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Boa notícia!

Não, eu não tenho uma boa notícia pra dar. Quer dizer, até tenho, mas não relacionada a mim, e sim ao mundo. E não é só uma boa notícia, são várias! E pra nossa sorte, estão todas reunidas num Tumblr maravilhoso chamado a boa notícia do dia. (sim, assim mesmo, tudo em minúsculo, e com pontinho final no fim)

A logo do tumblr.

A logo do tumblr.

Eu tenho a mania de, assim que eu acordo, pegar meu celular e entrar no Facebook. Mania horrível, eu sei, mas manias são manias e geralmente são ruins. Enfim, entrei no Facebook e a primeira coisa que vi foi uma postagem de uma amiga que dizia: “A internet nos tirou a ilusão que tínhamos da humanidade.” Não foi a primeira vez que vi alguém falar algo parecido e até eu já cheguei a dizer algo desse tipo. Mas se você parar pra pensar, isso é só uma questão de escolha. Porque sim, com a internet, todo mundo se sente mais livre para dizer sua opinião, e com isso muita gente que pensa atrocidades ou algo diferente do que nós pensamos ou do que consideramos ser o certo também tem essa mesma liberdade de se expressar. E ler opiniões que discordamos imensamente nos deixa tristes e infelizes com o mundo. Mas será que não é só uma questão de estarmos olhando para o lugar errado? Porque do mesmo jeito que essas pessoas tem liberdade, as pessoas que pensam como a gente e fazem coisas que achamos legais e que são super exemplo de vida também tem um espaço maior para se expressar e mostrar o trabalho legal que fazem. Vide as inúmeras ongs de proteção aos animais que descobrimos existir via redes sociais. Ou outras que só puderam existir por causa delas. É óbvio que a mídia vai preferir divulgar notícias que choquem e que nos deixem mal. Resta a nós escolher se queremos fazer isso também. E se queremos só ler notícias desse tipo. Porque a internet nos dá esse poder de escolha, de buscar o que queremos ler. E não me vem dizer que não tem notícia boa por aí porque isso é mentira deslavada!

Senhorinha que salvou 100 cães na China.

Senhorinha que salvou 100 cães na China.

Mas se você ainda acha que só existe notícia ruim por aí, te dou uma boa: existe um lugar que foi criado somente para a divulgação de notícias que vão deixar seu coração mais quentinho. Que vai te fazer ter esperança na humanidade. São notícias como “Idosa se alfabetiza aos 67 anos, e, aos 79, se forma em universidade do Rio“, ou “Noiva surpreende avó com convite para ser madrinha de casamento“, ou “Artista inventa ferramenta que permite que crianças com deficiência consigam pintar“, ou “Aposentada gasta fortuna para salvar 100 cães de festival da China” (foto acima), ou “Flagra de funcionária dando sorvete a deficiente físico comove redes sociais“, e só notícias boas desse estilo. As autoras do tumblr disseram que criaram o site em 2012 para mostrar as coisas boas que aconteceram naquele ano, mas o site ganhou vida própria, muita gente gostou (quem não gostaria?), então elas não pararam mais. Hoje, continuam alegrando nossos dias com notícias boas e felizes todos os dias. E uma notícia melhor ainda: você também pode mandar notícias boas para o site e ser alguém que coloca um sorriso no rosto de outra pessoa.

A avó que foi convidada pela neta pra ser madrinha do casamento. Vê se uma foto dessa não te deixa mais feliz?

A avó que foi convidada pela neta pra ser madrinha do casamento. Vê se uma foto dessa não te deixa mais feliz?

Por isso acho que é tudo uma questão de escolha. A gente pode escolher que tipo de notícia quer ler e escolher se queremos nos revoltar, ficar irritados, achar que o mundo é uma droga, ou perceber que existe sim esperança porque ainda há muita gente boa no mundo. Basta procurar. E o melhor mesmo é ser uma dessas pessoas.

Tumblr: http://aboanoticiadodia.tumblr.com/

Página do facebook: https://www.facebook.com/aboanoticiadodia?fref=ts

Moradores de rua de Cabo Frio (RJ) vão ao cinema pela primeira vez.

Moradores de rua de Cabo Frio (RJ) vão ao cinema pela primeira vez.

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Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, baseado numa fanfic que escrevi de Mcfly, publicado em 2013)

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30 Livros em 1 Ano – Dark Places (Gillian Flynn) – Livro 11

Gente, eu esqueço tanto de escrever de escrever sobre os livros que tô lendo esse ano por aqui, que daqui a pouco 2015 acaba e eu ainda não falei sobre nem metade dos livros! Mas também, vou ver se faço uma semana inteira só falando de livros pra ver se não me perco nesse meu projeto! hahahaha

Enfim, o livro de hoje é de uma autora que descobri esse ano ser espetacular e já falei sobre um livro dela por aqui. E sim, sei que ela tá famosinha por causa de Gone Girl, mas eu não ligo se falarem que eu gosto dela só por ser modinha, porque sei que não é! Eu nem li Garota Exemplar! Mas como fiquei absolutamente fascinada quando li Objetos Cortantes, saí correndo em busca de um próximo livro dela, ela sendo a Gillian Flynn, e encontrei Dark Places – sim, em inglês porque ainda não tinha sido lançado aqui no Brasil, então li na língua original mesmo que, como eu já disse aqui antes, acho bem melhor.

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Percebam como meu kindle está sujinho. Isso significa muito uso! 😉

Antes de qualquer opinião da minha parte, vamos ao blurb do livro, tirada do SkoobLibby tinha sete anos quando a mãe e as duas irmãs foram assassinadas pelo irmão mais velho, Ben. Passados vinte e cinco anos, Ben encontra-se na prisão e Libby vive com o pouco dinheiro de um fundo criado por pessoas caridosas que há muito se esqueceram dela. Localizada pelo Kill Club, uma sociedade secreta obcecada por crimes extraordinários, o grupo tenta sacar os pormenores do crime (provas que esperam vir a libertar Ben), e Libby engendra um plano para lucrar com a sua história trágica. Por uma determinada quantia, estabelecerá contato com os envolvidos naquela noite e contará as suas descobertas ao clube… e talvez venha a admitir que afinal o seu testemunho não era assim tão sólido.

Algumas capas do livro Dark Places, inclusive a da versão espanhola.

Algumas capas do livro Dark Places, inclusive a da versão espanhola.

Dark Places foi lançado nos Estados Unidos no dia 05 de maio de 2009 (no dia do meu aniversário!), mas aqui a editora Intrínseca só o publicou esse ano, talvez pelo sucesso que Garota exemplar fez e pelo filme já lançado, com Charlize Theron interpretando a personagem principal Libby. E olha, esse é um filme que vou ter que assistir com alguém do meu lado porque eu tenho certeza absoluta que vou morrer de medo! Sério, eu me cagava (desculpe a palavra) lendo o livro. Não tive problema nenhum lendo Objetos cortantes, mas enquanto eu lia esse livro, e muitas vezes eu lia com marido dormindo ao meu lado porque eu simplesmente não conseguia parar de ler, eu tive que deixar pelo menos a televisão ligada quando finalmente decidia largar o livro de lado e dormir porque eu ficava com muuuuuuuuuuuito medo!

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O livro conta a história de uma chacina, o que já te faz ficar pensando que aquilo podia acontecer com você – uma pessoa entrar na sua casa e te matar com um machado. E eu, que sou uma pessoa muito impressionável, e já fico achando que tudo que vejo e leio pode acontecer comigo, imagina ler sobre um assassinato tão brutal como é o do livro? Foram noites e noites sem conseguir dormir direito! Mas sabe por que isso aconteceu? Porque o livro é muito bem escrito! Se não fosse, não daria pra pensar que tudo aquilo é real e que pode mesmo acontecer. E é totalmente intrigante, você fica querendo saber o que vai acontecer, qual será  novo mistério que será desvendado – e que vai levar pra várias outras perguntas e criação de novos mistérios.

Nicholas Hault, que interpreta Lyle, o líder do grupo do Kill Club que

Nicholas Hault, que interpreta Lyle, o líder do grupo do Kill Club que “estuda” o caso da chacina da família de Libby, e Charlize Theron, a Libby.

Dark Places se diferencia de Objetos Cortantes por ter algumas características de terror também, enquanto Objetos cortantes é muito mais mistério com muita ênfase na personalidade e relacionamento entre as pessoas. Apesar de Lugares escuros (como ficou traduzido por aqui) também mostrar a personalidade forte e introvertida (e, muitas vezes, super egoísta) de Libby, o foco se deu mais mesmo em desvendar o mistério que circundava o assassinato, principalmente em saber se Ben é ou não o verdadeiro culpado (o que, obviamente, não falarei pra vocês e deixarei vocês descobrirem lendo o livro).

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Uma coisa que gostei muito do livro é o fato de ter três narradores: Libby, Ben e Patty, a mãe de Libby (e de Ben, e das outras duas meninas assassinadas). Cada um tem seu estilo próprio de contar a história e a junção de todas elas é o que vai fazer o leitor conhecer a verdade sobre aquele fato chocante que aconteceu 25 anos atrás. É bem interessante, mas isso também deixa você em duvida o tempo todo de quem é o verdadeiro culpado. É bem estressante – não leia se tiver o coração fraco.

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Mas o estilo de escrita de Gillian Flynn já me cativou, não tem jeito, principalmente por sempre criar personagens fora do lugar comum e problemáticos, com sua carga de bagagem emocional ferrada e psicologicamente mexidos. Adoro! Amo! E já quero ler o próximo livro de personagem com probleminhas na cabeça dela! Me identifico tanto! hahahahaha (agora vocês estão todos com medo de mim) Mas admito que com a Libby não me identifiquei muito, não. Já com o Ben… (risada de psicopata)

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Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

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Por que acabou?????? – Seriados com uma temporada

Olá pessoas bonitas do meu coração. Como vocês estão?

Estava eu aqui, pensando sobre o que poderia escrever hoje, e como toda pessoa normal (espero eu), comecei a entrar em vários sites diferentes como forma de adiar o inevitável (eu sou a rainha do “deixa pra depois”). Mas, de repente, me vi procurando seriados que eu adorava, mas que eu não sabia como tinham acabado porque por aqui só tinha passado uma temporada e eu imaginava que era porque essas séries não tinham feito sucesso aqui no Brasil. Porém, todavia, contudo, pesquisando mais a fundo hoje, descobri que elas só tiveram uma temporada mesmo! O que só me frustrou mais porque não vou ter closure mesmo! Não é horrível quando você assiste uma série, você adora a série, você vicia na série, e ela acaba do nada, sem um final decente, que tenha um desfecho de verdade? Pois é, também acho isso péssimo! E hoje vou dizer pra vocês algumas dessas séries que me deixaram completamente frustrada.

*Os seriados não estão em nenhuma ordem específica.

1. Grosse Pointe

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Essa série era uma comédia daquelas bem bobas, mas eu adorava! Girava em torno do relacionamento entre um grupo de atores que fazia uma série de high school americano chamada Grosse Pointe. Era, na verdade, uma sátira aos seriados americanos para adolescentes que fizeram ou faziam sucesso na época (o seriado foi ao ar em 2000), principalmente Barrados no Baile (Beverlly Hills 90210), criado pelo mesmo produtor de Grosse Pointe. Esses aí da foto eram os personagens principais, e eram bem esteriótipos mesmo: a atriz patricinha e malvada, uma paródia da Shannen Doherty (a Brenda de Barrados no Baile), o ator bonitão, que fazia referência ao Jason Priestley, a menina boazinha (que era minha personagem favorita), referência à imagem que Tori Spelling (a Donna de Barrads no Baile) tinha na época, o cara bonzinho que era apaixonado pela menina boazinha, mas que ela só via como amigo (preciso nem pesquisar pra saber que era uma referência ao Brian Austin Green e seu personagem David Silver, meu personagem favorito em Barrados no Baile), e outros personagens caricatos do tipo.

Pra falar a verdade, eu nem lembro muito mais da série. Só sei que eu gostava, ria, mas o que me interessava mesmo era o relacionamento da Marcy (a menina boazinha) com o Dave (o que estava na friendzone). Como boa romântica e adoradora de personagens losers que sou, ficava lá, esperando o momento que ela finalmente veria que o Dave era o homem da vida dela e que era ele que realmente a amava e não o namorado babaca (e todo bonitão segundo os padrões da sociedade, porque eu era muito mais o Dave, interpretado pelo Kyle Howard, que eu ADORO) dela. E quando esse momento estava chegando, quando eles estavam prestes a ficar juntos, a série acabou. Bem, a temporada acabou e eu fiquei esperando a próxima pra ver o que ia acontecer entre os dois, mas esse momento nunca chegou. Que raiva que me deu.

Melhor foto que ache do Dave e da Marcy juntos. Desculpem-me.

Melhor foto que ache do Dave e da Marcy juntos. Desculpem-me.

PS. Agora acabei de ficar em dúvida se era ele que amava ela e ela não percebia, ou se era ela que gostava dele e ele não percebia. Mas, de qualquer jeito, eu queria que eles ficassem juntos e eles estava, prestes a ficar quando a série foi cancelada.

2. Opposite Sex

Olha essas roupas!

Olha essas roupas!

Mais uma série com Kyle Howard, mas Opposite Sex é focada, na verdade, em Jed, interpretado pelo meu digníssimo Milo Ventimiglia (amo, amo, amo, amo, amo, já disse que amo?). A série conta a história de um garoto que se muda de cidade e vai estudar em um colégio que está só agora abrindo as portas para os meninos, o que faz com que ele seja uma das únicas três pessoas do sexo masculino a estudar lá: os outros dois são Kyle Howard e… Chris Evans! Sim, senhoras e senhores, o garoto magrelo e estranho do lado direito da foto é o Capitão América que todas vocês amam (ou a maioria, I know I don’t).

Porém, a série não fez sucesso lá fora e foi cancelada depois de somente oito episódios. E eu querendo saber como continuava. Mas de todas as séries que falarei aqui hoje, essa foi a que o final menos me perturbou. Até porque eu via a série mais por causa do Milo, e depois ele começou a fazer tanta coisa que nem deu tempo de sentir falta! (mas agora eu sinto, porque ele anda bem sumido. 😦  )

*Atualização: Milo está no elenco da série The Whispers, que estreou semana passada aqui no Brasil no canal AXN (e é bem boa, gostei bastante do primeiro episódio).

3. Pasadena

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Essa série eu adorava! Passou em 2001 e tinha alguns atores que eu gostava (Alan Simpson, Balthazar Getty, e o Chris Marquette, que eu só fui gostar mesmo em Joan of Arcadia – sim, sempre fui viciada em seriados), além de uma trama muito boa. Foi uma das primeiras séries de suspense que vi, antes eu só assistia drama (Dawson’s Creek, Party of Five) e comédia. A trama girava em torno de uma família rica de Pasadena (por isso o nome da série), região abastada da Califórnia, que, como toda família rica e poderosa, era cheia de problemas, mas todos disfarçados pelo dinheiro e fama. Só que acontece uma assassinato na mansão da família, e a filha do casal rico e poderoso começa a investigar por conta própria o que aconteceu. E, a partir daí, começa a descobrir vários segredos que a família escondia. Pode parecer até algo cliché agora, mas na época não tinha existido nenhuma série desse tipo ainda.

E, adivinha?! Claro que a série acabou antes da Lilly (a filha curiosa) descobrir o tal segredo mais importante da família. Why???????????????

4. Reunion

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Seguindo a linha de Pasadena, Reunion também gira em torno de um segredo. Eram seis personagens, alguns insuportáveis e outros adoráveis (foi aí que começou meu amor por Dave Annable, que continuou quando ele interpretou o Justin de Brothers and sisters, até hoje um dos meus personagens de série favoritos), que se conheceram no colégio. Cada episódio mostra flashbacks de um ano da vida dos personagens desde a formatura do colégio até os dias de hoje, enquanto vemos também a investigação da morte de um desses seis personagens, que aconteceu na festa em comemoração aos 20 anos de formatura do colégio. Obviamente, os outros cinco personagens são os suspeitos. E obviamente também, a série acabou antes de desvendarem que era o culpado (ou culpada). E esse mistério me atormenta até hoje!!!

5. Popular

Foto mais conhecida da série, não tinha como eu escolher outra.

Foto mais conhecida da série, não tinha como eu escolher outra.

Ok, ok, essa série não teve só uma temporada, então não tinha nada que estar aqui nessa lista. Mas é que o final foi tão tosco e tão aberto que merecia um lugar e uma menção por aqui.

Popular era a típica série passada em high school americana que mostrava os populares de um lado e os losers de outro, aquela coisa que já estamos bem acostumados a ver. Mas como houve uma junção forçada das “líderes” de cada grupo com o casamento do pai da líder das populares com a mãe de uma das meninas que não fazia sucesso nenhum na escola e era vista como esquisita (apesar de inteligente e muito mais interessante que a outra), esses paradigmas e limites vão sendo quebrados dentro e fora da escola. Apesar de ter bastante coisa bem cliché e comum, também fugiu um pouco do lugar comum e fez pensar – e rir, claro.

Mas isso não importa (importa sim, mas não pro tema do post), o que importa é que a série terminou na segunda temporada da maneira mais escrota (desculpem a palavra) que podia ter terminado. Estava lá Brooke, a popular, em um jantar com Harrison, que era do grupo dos nerds (e eu amava, claro, já que era o bonzinho incompreendido), por quem ela estava finalmente apaixonada, depois de anos de Harrison babar por ela. Porém, agora, Harrison estava em dúvida se queria ficar com ela ou com Sam, a step-sister de Brooke e também inteligente (a que eu citei lá no começo). Não me lembro muito bem o que aconteceu, só sei que Brooke saiu do restaurante com raiva, sem Harrison escolher com quem queria ficar, e foi atropelada. Brooke foi atropelada! E acabou a série!!!!!!!!!!!! Sim, a série terminou sem sabermos:

a) O que de fato aconteceu com Brooke. Ela morreu? Ela perdeu a memória? Ela ficou paralítica? O que aconteceu??????

b) Lily e Josh (dois personagens bem importantes de série) vão conseguir viver bem casados?

E o mais importante:

c) Harrison escolheu Brooke ou Sam??????????

A série ia ter mais uma temporada, por isso o final tão aberto. Mas foi cancelada antes da terceira temporada sequer ser gravada. Deixando centenas de fãs desesperados pra saber o que aconteceu!!!!!

Sam e Brooke, a

Sam e Brooke, a “nerd” e a popular. Dá pra perceber que Brooke ficou tão chocada quanto eu com esse final tosco.

E vocês? tem algum seriado que vocês ficaram muito pê da vida de ter tido só uma temporada? Ou então que teve um final tão ridículo, como o de Popular, que você teve vontade de se matar? Diz pra mim!!!!!!

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