30 LIVROS EM 1 ANO – Como eu era antes de você (Jojo Moyes) – LIVRO 15

Só digo uma coisa sobre esse livro: não leia se estiver passando por momentos difíceis na sua vida, emocionalmente falando. Porém, se mesmo depois dessa dica, você resolver ler, não esqueça de deixar a caixa de lenços do seu lado porque, olha, eita livro triste! E eita livro bom também!

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The Blurb: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã que é mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Além disso, trabalha como garçonete num café, um emprego que ela adora e que, apesar de não pagar muito, ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou se vê obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, a ex-garçonete consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. (sinopse retirada do Skoob)

Você pode ler essa sinopse e pensar “ah, que coisa chata e melosa”, mas você se engana, amiguinho! A escrita de Jojo Moyes não tem nada de melosa e é bastante vivaz, cheia de referências (algumas bem inglesas, que talvez a gente não entenda direito) e muito identificável. Falando em referências, quase explodi de emoção quando ela citou um Dalek, inimigo número um do Doctor na série que eu sou completamente apaixonada, Doctor Who. Já ganhou um ponto (um não, mil) só aí. E os pontos só iam aumentando a medida que eu lia o livro. É uma história comumente vista por aí em livros de drama? Pode até ser. Mas o jeito que é desenvolvido faz toda a diferença.

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A personagem principal, Louisa, é tudo que algumas personagens de alguns livros ruins que li (e depois comentarei por aqui) também são, mas muito melhor descrita e escrita. Ela tem camadas, ela não é uma coisa só (só atrapalhada, ou só tímida, ou só loser). Ela sofreu um evento traumático (não vou dizer qual é, óbvio!), mas a vida dela não é guiada por isso (o que não significa que não a afeta), como acontece na vida real. Ela é uma boa pessoa, mas isso não significa que não deixa de se irritar com fatos de sua vida que não tem como não se irritar – ela não é uma Pollyanna, o que é maravilhoso! É uma personagem 100% real, que poderia estar aqui do nosso lado. E eu acho até que conheço pessoas bem parecidas com ela (eu sendo uma delas. hahahaha).

Yes, Lou, yes! Obrigada por não ser perfeita.

Yes, Lou, yes! Obrigada por não ser perfeita.

Já Will é um pouco mais caricato. Caricato nem seria a palavra correta, mas sim o que se espera de uma pessoa que era super ativa e, de repente, se vê preso a uma cadeira de rodas, sem poder fazer nada sozinho. Mas, pense bem, não tem nada muito diferente que se possa fazer com esse personagem. Se Jojo inventasse um personagem todo feliz, os leitores iam achá-lo falso, porque ninguém fica super feliz por estar tetraplégico. E para muitos (imagino que para a maioria) é bem difícil aceitar essa realidade, não importa quanto tempo se passe. Então o personagem é tudo que ele poderia ser. E com um ar de ironia que faz qualquer um se apaixonar (sim, eu adoro pessoas irônicas e sarcásticas). E caro que tem toda aquela coisa de salvadora da pátria que eu tenho que quer salvar todo mundo e me atrai pessoas que precisam ser “salvas”, mas isso vocês não precisam saber, não é mesmo?

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Os outros personagens também são muito bem trabalhados e descritos, desde o sobrinho de Lou, que é apenas uma criança, passando pelo avô dela, que nem interage direito, ao enfermeiro de Will e seus pais, e até sua irmã (de Will), Georgina, que aparece bem pouco no livro. É possível entender a motivação e os sentimentos de cada um deles, até dos bêbados que só aparecem em uma cena!

Esse livro também faz você pensar muito em diversos assuntos, inclusive em assuntos que você não gostaria de pensar. E quebra paradigmas e certezas que antes tínhamos e que depois de ler o livro começamos a nos questionar se aquilo é mesmo o certo. Aliás, faz muito pensar se existe mesmo um certo e um errado. Muito vago? Eu sei, mas não posso ser mais direta senão estragaria todo o livro pra vocês. E eu não quero fazer isso, porque foi exatamente o que mais me chocou – e tocou – no livro.

Jojo Moyes e sua cara da santinha, mas que na verdade fez um livro pra botar muito marmanjo pensando - e chorando - por aí.

Jojo Moyes e sua cara da santinha, mas que na verdade fez um livro pra botar muito marmanjo pensando – e chorando – por aí.

Como eu era antes de você é, de longe, um dos melhores livros que li nesse ano. Em questão de romance/drama, é O melhor. Porque, pra mim, livro bom é aquele que te deixa pensando por muito tempo sobre ele, e sobre as questões propostas por ele, e esse livro fez isso comigo. E como! Indico muito!!!!!!!

I know the feeling...

I know the feeling…

Aaaaaaaaaaaaaah! E foi gravada a versão cinematográfica do livro, com Emilia Clarke (a Khalisi, de Game of Thrones) no papel principal, o delícia Sam Claflin (Finnick Odair, de Jogos Vorazes) como Will Traynor, e ainda Neville Longbottom Matthew Lewis como o chatérrimo namorado de Lou, Patrick. Se eu gostei da escalação? Em se tratando de Sam Claflin, hell yeah! Não importa o que ele faça, contanto que apareça na tela, eu já fico feliz. Já Lou, não sei se Emilia foi a escolha certa porque imaginava a personagem como alguém um pouco mais desengonçada, e Emilia é muito bonita para o papel. Mas vamos esperar pra ver, né? Vai que ela surpreende? O filme está marcado para estrear somente em 2016, então teremos que esperar bastante ainda pra chorar litros no cinema.

Emilia com Sam (à esquerda) e com um Matt todo malhadinho à direita. Pra mim, sempre será estranho ver Matthew Lewis crescido e com corpinho bonitinho desse jeito.

Emilia com Sam (à esquerda) e com um Matt todo malhadinho à direita. Pra mim, sempre será estranho ver Matthew Lewis crescido e com corpinho bonitinho desse jeito.

E vocês? Leram o livro? O que acharam? Estão ansiosos pra ver o livro no cinema? Me contem tudo!!!!!!! Os comentários estão aí pra isso, pra eu saber a opinião de vocês. Adoro saber o que pensam. 🙂

E até outro dia!

Muah!

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Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

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Espalhando livros, espalhando amor

Tem dois projetos relacionados a livros rolando aqui no Rio de Janeiro e ambos são muito legais. Eles são o Ninho de Livros e o Livros Livres.

O Ninho de Livros é um projeto que acontece em praças e comunidades do Rio de Janeiro. Se trata de casas de passarinhos – muitos lindas, por sinal -, onde você pode encontrar vários livros dentro para serem pegos. A intenção é haver uma troca de livros, ou seja, você pega um e deixa outro. Segundo a criadora do projeto, Renata Tasca, a ideia é promover a literatura e a cultura colaborativa, “transformar o que poderia virar lixo em algo útil”. Eu encontrei uma casinha dessas na praça Saens Peña , na Tijuca, e tinha uma senhorinha muito fofa pegando um livrinho e lendo ali mesmo. Adorei. Sem contar que dá um ar todo especial pra praça. As casas da pássaros podem ser encontrados em várias praças do Rio, como a Sarah Kubitschek, em Copacabana, o Parque Guinle, em Laranjeiras, e também no Morro do Cantagalo e no Vidigal.

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A ideia do Livros Livres é bem parecida. Você leva um livro pra deixar no lugar de outro que você pegar. A diferença é que há também um espaço pra você sentar e ler seu livrinho – um espaço muito agradável, por sinal. Achei esse projeto no shopping Boulevard Rio (antigo Iguatemi), em Vila Isabel, mas não sei se tem em outros lugares também (procurei pela internet e não encontrei essa informação). As poltronas coloridas são muito convidativas e parecem bastante confortáveis, dá vontade de ficar uma tarde inteira lá lendo várias histórias. Uma iniciativa parecida foi feita pelo café Café & Pauta, também no mesmo shopping, onde há uma estante cheia de livros pra você pegar – e deixar outro no lugar.

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Foto retirada da página do Facebook do Café e Pauta.

Foto retirada da página do Facebook do Café e Pauta.

Espero que cada vez mais inventem novas iniciativas para incentivo a leitura pelo país – e pelo mundo, na verdade. Sei que há alguns projetos pelo Brasil, como o que soube um tempo atrás de livros deixados (propositalmente, vale dizer) em vagões de metrô para serem pegos e lidos. Acho isso o máximo e vou torcer pra esses projetos continuarem sendo inventados! Se você conhecer outros projetos como esse, por favor, me conte aqui!

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Como você escreve?

Olá pessoas!

Lembra que eu falei que esse mês eu ia falar um pouco mais sobre literatura? Então, hoje é um desses dias.

Se você sempre se perguntou como escritores escrevem, o que os faz escrever, como eles escrevem, como eles tem que estar se sentindo pra escrever, agora você descobrirá! Conversei um pouco com dois amigos meus, Daniel e Marina, que, assim como eu, escrevem (e eles escrevem muito bem) sobre escrita e nossos jeitos de escrever. Só dar play no vídeo aí abaixo pra descobrir. Esse é o só o primeiro de uma série de vídeos assim porque, obviamente, falamos demais e não coube tudo num só vídeo. hehehe E, por favor, se você também escreve, me diga nos comentários como vocês precisam estar pra escrever e tudo que envolve a sua escrita.

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Quero pedir desculpas por estar meio sumida e escrevendo pouco, mas tô enlouquecida aqui com uns projetos paralelos e sem tempo de passar por aqui. 😦 Mas em breve estarei de volta!

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Escolhi o Rock in Rio – mas bora falar de Emmy!

Se você, como eu, nem sabia que tinha Emmy ontem esqueceu de ver o Emmy Awards ontem por causa do Rock in Rio (aliás, o que foi dia 18? Melhor dia! Ontem também foi muito bom com Elton John querido!), fear not! Comentarei agora sobre os vencedores das principais categorias – e, obviamente, não posso deixar de falar quem eu gostaria que tivesse ganhado em cada uma.

(nas fotos, na esquerda sempre será quem ganhou e na direita quem eu queria que tivesse ganhado)

Melhor atriz convidada em série cômica

A vencedora foi a Joan Cusack que, apesar de eu adorá-la (somente por sr irmã do John Cusack, admito), não concordo com o resultado pelo simples fato de que não faço ideia de que série é essa pela qual ela ganhou (Sheila Jackson). Eu gostaria mesmo que a Christine Baranski tivesse ganhado porque ela é fantástica em Big Bang Theory toda vez em que participa (ela é a mãe do Leonard, pra quem não está ligando o nome à pessoa).

atriz convidadad serie comica

Melhor ator convidado em série cômica

Como não vi nenhuma outra série que estava indicada nessa categoria, eu voto em Jon Hamm, intérprete do criador da seita maluca de Unbreakable Kimmy Schmmit. Ele estava realmente ótimo, e mostrou sua versatilidade na série. Série que é original do Netflix, que só mostra a força que o Netflix tem e como o mundo do entretenimento está mudando, considerando séries que não são somente da televisão. Isso é o máximo!

Jon Hamm na série (esq.) e ganhando o prêmio (dir.)

Jon Hamm na série (esq.) e ganhando o prêmio (dir.)

Melhor atriz coadjuvante em série cômica

A vencedora dessa categoria foi a Allison Jenney, a mãe da personagem principal na série Mom. Eu acho ela boa atriz? Acho. Mas a Julie Bowen estava concorrendo, e não há melhor personagem e melhor atuação que a da Claire de Modern Family. Aliás, Modern Family, né gente? Não há série melhor no momento. Então, pra mim, acho que Julie deveria ter ganhado. E eu nem acho Mom muito boa, e ach bem difícil torcer por alguém de uma série que não acho legal.

coadjuvante serie comica

Melhor ator coadjuvante em série cômica

Outra categoria em que quem deveria ter ganhado era um ator de Modern Family. E ainda foi o ator (Ty Burrell) que interpreta o melhor personagem que foi indicado (já preferi Mitchell, mas Phill é Phill e não há mais cômico que ele). Porém, não fiquei tão devastada quanto na categoria anterior porque Tony Hale, o vencedor, também é muito bom. Seu personagem (Gary) é um dos melhores em Veep, que é uma série sensacional (porém, pouco conhecida por aqui). Então não foi uma escolha tão ruim assim, deu até pra não ficar triste.

ator coadjuvante serie comica

Melhor atriz em série cômica

Quem ganhou essa categoria foi a Julia Louis-Dreyfus e eu concordo plenamente que deveria ser ela! Eu tenho um pedaço do meu coraçãozinho reservado pra Julia porque ela fez Seinfeld, e a Elaine era uma personagem fantástica, obviamente que por causa dela. Depois assisti The new adventures of old Christine que, admito, não era a melhor coisa do mundo, mas ela fazia bem (e eu só assistia por causa dela). Quando achei Veep no Now da Net (HBO), e vi que Julia era a atriz principal da série, não hesitei em assistir. E assisti. É uma série fenomenal, crítica, irônica e com um humor diferente e certeiro, e a série não daria certo não fosse o timing para comédia de Julia, já que ela é a protagonista. Portanto, sim, o prêmio foi pras mãos de quem merecia ganhar!

Linda no Emmy, ridícula em Veep.

Linda no Emmy, ridícula em Veep.

Melhor ator em série cômica

Não vi nenhuma série dessa categoria além de House of Lies e acho que Don Cheadle, indicado por ela, está realmente muito bom no papel (apesar de eu não ter gostado tanto assim da série). Porém, em uma categoria que tem Matt Le Blanc como indicado (por Episodes), não consigo escolher outra pessoa se não ele. Mas quem ganhou foi Jeffrey Tambor, por Transparent. Nunca nem ouvi falar dessa série, mas lembro dele em Arrested Development e ele era muito bom, então não deve fazer feio em Transparent.

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Melhor série de comédia

Só vou concordar com o vencedor dessa categoria porque Veep é realmente muito boa (como já falei anteriormente) e porque Modern Family já ganhou muitas vezes esse mesmo prêmio. Então vamos deixar outras pessoas vencerem também, né?

A vencedora da categoria, a série Veep.

A vencedora da categoria, a série Veep.

Atriz convidada em série de drama

Incrivelmente difícil escolher uma pessoa só que eu queria que tivesse ganhado nessa categoria, mas a Margo Martindale, que venceu por The Americans, não é uma delas pelo simples motivo de que nunca assisti essa série. Porém, fico na dúvida entre Diana Rigg, a Lady Ollena Tyrell, de Game of Thrones, e Rachel Brosnahan, a Rachel de House of Cards. Ambas fizeram trabalhos sensacionais no papel em que foram indicadas e suas personagens são muito importantes nas séries. Lady Tyrell é uma personagem que te deixa de queixo caído, mas a Rachel é uma personagem muito difícil de se fazer, a atriz tem que ser muito boa para interpretar na medida certa. Então não escolherei somente uma, mas deixarei as duas como minha escolha de vencedora.

Margo à esquerda, e à direita Rachel (cima) e Diana (baixo).

Margo à esquerda, e à direita Rachel (cima) e Diana (baixo).

Ator convidado em série de drama

Yes, yes, yes! 100% yes pro vencedor dessa categoria! Freddy, o personagem de Reg. E. Cathey em House of Cards é um personagem mega importante e Reg. o interpreta com maestria! Vibrei quando vi que ele havia sido o ganhador do prêmio! E mais uma categoria que o Netflix abocannha, já que House of Cards também é série exclusiva deles.

Reg. em House of Cards e com o Emmy ontem.

Reg. em House of Cards e com o Emmy ontem.

Melhor atriz coadjuvante em série de drama

Uzo Aduba. Tem outra escolha pra essa categoria? Não. Então tá, é isso. Sem comentários.

Uzo na Emmy e em Orange is the new black.

Uzo na Emmy e em Orange is the new black.

Melhor ator coadjuvante em série de drama

Outra categoria que não tem nem o que comentar. ÓBVIO que Peter Dinklage deveria ganhar. Óbvio! Acho ele ótimo ator desde quando o conheci, na série Nip/Tuck, e ele só vem melhorando. E ele é, de longe, o melhor personagem de Game of Thrones (apesar da história de Tyrion na última temporada ter sido bem chatinha, mas a temporada toda foi chata!), e tudo por causa de sua atuação incrível. Então não tem nem o que discutir, argumentar, nada. Não havia pessoa melhor pra levar essa estatueta pra casa.

ator coadjuvante drama

Melhor atriz em série de drama

Quero nem falar dessa categoria. Essa categoria é um tormento porque eu tenho certeza que quem deveria ganhar, e já deveria ter ganhado há alguns anos, nunca ganhará porque não é dos Estados Unidos. “Ah Livia, mas Game of Thrones também não é dos Estados Unidos e ganha.” Sim, mas Game of Thrones é um fenômeno mundial, é diferente. Agora, Orphan Black é uma série canadense, por isso tenho certeza de que Tatiana Maslany nunca ganhará um Emmy e, nossa, como ela devia ganhar! A mulher interpreta não uma, mas CINCO personagens diferentes, e não parece a mesma atriz atuando de tão fantástica que ela é! Então essa estatueta devia estar na casa dela! Mas não, eles entregaram pra Viola Davis (da série chatinha How to get away with murder), que sim, é boa atriz, mas né, ela não interpreta cinco personagens diferentes na mesma série e de maneiras totalmente diferentes. #Revoltada

Também tô chocada que você ganhou, Viola.

Também tô chocada que você ganhou, Viola.

Melhor ator em série de drama

Ai gente, chega de Mad Men, né? Primeiro porque não vejo graça nessa série. Segundo porque né, já passou do tempo dela. Agora estamos no momento de House of Cards, e Kevin Spacey deveria ter ganhado esse prêmio simplesmente porque interpreta com excelência o papel do odioso Frank Underwood, com tanta excelência que não tem como não odiá-lo. Pra mim, o Emmy vai pra ele, e não pra Jon Hamm (que já ganhou ator convidado em comédia, pra que outra estatuazinha?).

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Melhor série dramática

Game of Thrones ganhou. E, na verdade, não tem pra ninguém, né? Porque apesar da última temporada ter sido chata (e de terem matado a única personagem que ainda estava com uma história interessante), continua sendo uma mega produção super bem feita e com atuações primorosas. Então realmente não tinha como escolher outra série. Thumbs up pra eles.

A galera toda - ok, não toda, mas uma parte - no palco.

A galera toda – ok, não toda, mas uma parte – no palco pra receber o prêmio.

Outras categorias não serão comentadas por mim aqui, senão ficaria um post imenso (não que já não esteja). Mas essas são as principais e as que posso dar minha opinião, porque assisti a maioria das séries. E vocês, concordam com os vencedores? Concordam comigo sobre quem deveria ter ganhado? Contem para mim nos comentários! E me digam também se foram no Rock in Rio pra eu morrer de inveja, principalmente se estavam lá no dia do Queen! 😉

Beijos e até a próxima!

Muah!!!

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Do que você precisa?

Acabei de ver um filme do Woody Allen chamado A outra (ou Another woman, no original) e uma frase me pegou de jeito. Tão de jeito que não consegui parar de pensar nela desde o momento que a ouvi.

“I do need something. Only I don’t know what it is exactly.” (“Eu preciso de alguma coisa sim. Só que não sei do que exatamente”, em tradução livre)

Não sei vocês, mas é exatamente assim que me sinto! EXATAMENTE!

Eu sempre achei que fosse ser aquela pessoa que faria muito sucesso quando “crescesse”. Sabe, você cresce sendo filha única, todo mundo te diz que você tem inúmeros talentos, que tem muito potencial, que com certeza você terá um futuro brilhante. Só que a realidade acontece, você chega aos 30 anos e não é nada daquilo que você previu. Confesso, muito disso foi culpa minha. Eu sempre achei que, por ser muito talentosa, as oportunidades apareceriam na minha frente como mágica e em pouco tempo eu seria super bem sucedida porque não é isso que acontece com pessoas talentosas? Elas simplesmente acontecem? Voam? Brilham? Não, queridinhos, não é bem assim, e ha uns cinco anos atrás, mais ou menos, percebi isso. E comecei a me movimentar. Mas as coisas nunca parecem sair muito do lugar. Eu tenho dois livros publicados? Tenho. Isso é algo raro? É. Fico super feliz com isso? Fico. Mas quem leu mesmo os meus livros além da minha família? (porque nem amigos posso contar que tenham lido) Conheço poucos. E eu esperava mais. E eu queria mais pra mim. Ainda quero, porque sei que posso. E continuo tentando.

“Mas Livia, o que isso tem a ver com a frase do filme?” Tem a ver que talvez o motivo por eu não ter chegado “lá” ainda seja porque eu não sei bem o que quero. Eu tenho uma ideia. Sei do que não gosto, o que já é meio caminho andado pra escolher algo. E sei do que gosto que, infelizmente, são muitas coisas, o que me faz não me focar muito em nada. Ultimamente, tenho focado na minha escrita, apesar de no Brasil ser difícil viver de livros. E no blog. E no meu canal. E tenho colocado em prática projetos paralelos também, como minha lojinha de cadernos e outras ideias que ainda não estão tão concretizadas para falar por aqui. Ou seja, eu tenho me movimentado, tenho me mexido, apesar de muitas pessoas acharem que não (e eu sei que muitas pessoas acham que não). E por muitas pessoas acharem que não, me sinto péssima. Se fossem pessoas aleatórias, eu não teria problema nenhum com o que pensam sobre mim (mentira, mas vamos fingir que é verdade), mas são amigos próximos. E isso me entristece. E me faz pensar se não tá na hora de esquecer os sonhos e as coisas que gosto pra fazer, trabalhar em qualquer coisa que me sustente. E aí entra esse filme maravilhoso de novo.

Marion: E então disseram que eu ficaria traumatizada ao chegar aos 50, e eles estavam certos. Vou falar a verdade, acho que nunca me recuperei desde que fiz 50 anos. Hope: Ah, mas poxa, 50 não é tão velha assim. Marion: Não, eu sei, mas é que... De repente, você olha e vê como sua vida está. Hope: Sua vida é boa, não é? Marion: Bem, eu achava que sim. Mas aí tem as chances que passaram e você não pode mais recuperá-las.

Marion: E então disseram que eu ficaria traumatizada ao chegar aos 50, e eles estavam certos. Vou falar a verdade, acho que nunca me recuperei desde que fiz 50 anos.
Hope: Ah, mas poxa, 50 não é tão velha assim.
Marion: Não, eu sei, mas é que… De repente, você olha e vê como sua vida está.
Hope: Sua vida é boa, não é?
Marion: Bem, eu achava que sim. Mas aí tem as chances que passaram e você não pode mais recuperá-las.

O filme é sobre uma mulher de 50 anos que se vê desanimada com sua própria vida e repensando tudo que fez pra chegar até ali e se o rumo que está tomando é mesmo o que ela quer tomar ou se somente um resultado de situações que a levaram sem querer – e sem ela escolher muito – até ali. Marion, a mulher em questão, acabou fazendo escolhas que eram “certas” na visão da sociedade e até na visão equivocada que ela tinha do mundo, mas que não a satisfaziam. E isso me fez pensar muito na minha situação atual. Será que é preciso desistir dos meus sonhos? Será que é mais importante ganhar dinheiro do que ser feliz? Fazer qualquer coisa pra conseguir pagar contas de casa e, lá no fundo, me sentir angustiada e infeliz é realmente viver? Ou só sobreviver? Eu quero viver ou sobreviver? Estou vivendo ou sobrevivendo? (uma pergunta que me faço constantemente) E o que é viver pra mim? E como viver de verdade? São tantas perguntas que seguem sem respostas, mas essa, que Marion se pergunta e eu também, “é melhor ganhar dinheiro e viver infeliz ou se ferrar e ser feliz”, tem uma resposta muito clara na minha cabeça. Na verdade, no meu coração, porque minha cabeça continua me dizendo que é precisa pagar contas.

Mas eu sei que não quero olhar pra trás, vinte anos pra frente, e pensar que só tenho arrependimentos. Que eu devia ter escolhido o caminho pra minha felicidade, e não me contentado com qualquer empreguinho ou qualquer outra coisa furreca só pra me enquadrar nos padrões sociais ou no que os outros esperam de mim. Então vou tentando construir minha felicidade como dá, mesmo aos poucos, mesmo devagar, mas com muita convicção e dedicação. E tentando me descobrir cada vez mais.

*desculpem-me pelo teor de desabafo do texto, mas ele precisava sair, senão eu ia pirar.

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Que bonita a sua roupa

Tem um assunto que eu nunca falo por aqui, que é moda. E muito menos coloco look do dia, como várias blogueiras por aí, mas não porque tenho preconceito ou coisas do tipo, mas porque não ligo mesmo pra essas coisas – e porque, falemos a verdade, não sou bonita o suficiente pra ficar colocando fotos tipo modelo por aqui. Mas eu gostei taaaaaaaaaanto dessa roupa que saí um dia desses, que me deu até vontade de mostrá-la aqui pra vocês. Então resolvi ousar e postar as fotos nesse meu humilde blog. Me digam se vocês gostam!

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Eu queria muito lembrar onde comprei cada peça pra contar pra vocês. Sei que esse short de cintura alta é de C&A e a blusa tenho quase certeza que também é. Mas eu não consigo puxar da memória de jeito nenhum onde comprei essa bota (que eu amo e acho maravilhosa) e nem esse “cachecol” (é tão fininho que nem dá pra ser chamado de cachecol, né?), que é o meu preferido entre todos os que tenho.

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Falando em short de cintura alta, eu tenho muita dificuldade em usar essa minha única peça no armário inteiro que tem essa característica pelo simples motivo de que, sempre que visto, me sinto uma anã. Não sei se é só porque sou muito baixinha (tenho 1,57m), mas acho que os shorts de cintura alta cortam a silhueta no meio e te fazem parecer menor do que você realmente é. E não é só um feito dos shorts, as calças também deixam estranhas as pessoas que as usam. Por isso, acabo usando as blusas por cima do short, e não por dentro. E por isso também precisei fotografar uma das únicas vezes que achei que não fiquei parecendo absolutamente bizarra ao usar a blusa pra dentro do short. Se bem que, olhando a foto agora, estou começando a mudar de opinião. hahahaha

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Esse casaco é meu casaco preferido entre todos os que possuo. E talvez seja uma das minhas peças de roupa favoritas entre todas as que tenho! Ok, o fato de ter sido comprado em Buenos Aires (na loja Buka Vu) pode ter algo a ver com isso, porque sempre que o uso, me lembro da minha cidade linda que sou apaixonada. Mas também acho que ele dá uma certa elegância ao visual. E ele é vermelho e colore qualquer look, o que acho o máximo! Adoro looks coloridos!

E vocês, o que acharam das minhas roupitchas? Espero que tenham gostado desse post totalmente avesso aos que eu geralmente posto. Mas de vez em quando é bom mudar, não é mesmo?

Muah!

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XVII Bienal do Livro – eu fui!

*peço desculpas antecipadamente pela qualidade péssima das fotos desse post, mas só levei meu celular, que está bem ferradinho, coitado, e com a lente da câmera ruim.

Olá honey babies! Como vocês estão?

Acabou que fui à Bienal do livro aqui do Rio (que ainda está rolando e vai até dia 13 de setembro, ou seja, até domingo), apesar de dizer que não ia. Mas é que consegui carona e nunca se dispensa uma carona, né? Pra quem não sabe, a Bienal acontece, de dois em dois anos, no Riocentro, que é um centro de convenções muito afastado de praticamente toda a cidade e é muito ruim de se chegar. Por isso, se eu não tivesse conseguido ir de carro, eu não teria visitado a Bienal esse ano porque é um perrengue enorme chegar até lá (você tem que pegar, pelo menos, dois ônibus). Mas como tenho amigos maravilhosos que me oferecem carna, eu fui e vou contar um pouquinho pra vocês sobre como foi – e dar algumas dicas.

(também mostrei um pouco do evento num vídeo que coloquei no meu canal e você pode ver abaixo)

A primeira dica que quero dar é algo que me salvou de ficar horas e horas numa fila imensa: compre seu ingresso adiantado. E pra complementar essa dica: chegue o mais cedo possível (principalmente se você for no último dia de feira). Digo isso porque cheguei lá às dez da manhã em ponto e já tinha uma fila enorme para compra de ingresso que eu não faço ideia de quando acabou – e nem se acabou. Tinha uma fila grande também para quem já tinha comprado ingresso, mas como era só entregar o papelzinho e entrar, ela andou bem rápido. Já a fila para compra de ingresso estava demorando bastante (aliás, o ingresso está R$16, R$8 para quem paga meia). E sobre chegar cedo, bem, se você não se importar em ficar em lugares lotados, não tem problema. Mas se você é como eu e é um pouco claustrofóbico em lugares atolados de gente, quanto mais cedo, menos gente e menos gente esbarrando em você e te empurrando (principalmente dentro dos estandes das editoras), porque a maior parte da galera vai à tarde, a partir de meio-dia, uma hora. Nós fomos embora às três horas da tarde e já tava ficando insuportável para uma pessoa nervosa e neurótica como eu.

A fila imensa de pessoas com ingresso - mas que andou bem rapidinho.

A fila imensa – mas que andou bem rapidinho – das pessoas com ingresso.

Quando você entra, você cai logo no pavilhão laranja, que não tem nada muito interessante se você não tiver crianças e não se interessar por livros de animais – e não estiver mais precisando de livros acadêmicos. Nesse pavilhão, tem muitos estandes com promoções de livros a 5 reais, mas a maioria é livro pra criança. Passamos meio que direto pelo pavilhão laranja e fomos logo para o azul, que é onde tem a maioria das editoras e grandes e conhecidas (como Rocco, Intrínseca, Record, Aleph, Casa da Palavra, Martins Fontes, Zahar, Ediouro, etc etc etc). Logo na entrada do pavilhão azul, demos de cara com o Grupo Editorial Record, que era um dos estandes que marido queria entrar. Estava uma fila pequena (e isso porque era 10 e pouco da manhã e o evento começou às dez!), então logo conseguimos entrar. Só que, pra decepção dele, os livros que ele queria estavam com o mesmo valor que estão nas livrarias por aí, e isso não só na Record. Em toda editora que entrávamos, marido pesquisava na internet os livros que queríamos comprar e nenhum tinha um pequeno desconto lá na Bienal (como costumava acontecer alguns anos atrás). Então não valia a pena entrar nas filas quilométricas dos caixas pra comprar os livros. Único livro que comprei lá que valeu a pena porque estava com um bom desconto foi o Toda Mafalda, com a coleção completa da minha querida Mafalda. Comprei por R$65 na editora Martins Fontes (também no pavilhão azul), quando, procurando na internet, o valor mais barato que achamos foi R$81. Ponto pra Martins Fontes!

Eu toda feliz com minha Mafalda linda na Bienal, e a Mafalda na minha casa, sendo lida pelo meu ratinho Arry.

Eu toda feliz com minha Mafalda linda na Bienal, e a Mafalda na minha casa, sendo lida pelo meu ratinho Arry.

Momento mágico: ver Mauricio de Sousa!

Momento mágico: ver Mauricio de Sousa!

E bem ali pertinho da Record, quem estava assinando livros/gibis e tirando fotos? O mais que amado Mauricio de Sousa, figura certa de toda Bienal, mas que, apesar de eu sempre vê-lo por lá, eu nunca consigo chegar muito perto devido a imensa fila que sempre tem esperando para falar com ele. Bem, mas só de conseguir tirar uma foto (na verdade, foi meu amigo que tirou, porque ele é beeeeeeem mais alto que eu e conseguiu enxergar por cima de todas aquelas cabecinhas) e vê-lo de longe já me deixou bem feliz! Porque as revistas da Turma da Mônica foram presença constante e diária da minha infância (e acredito que de todo mundo).

Intrínseca é só amor!

Intrínseca é só amor!

Depois de ficar que nem uma boba vendo ver o Mauricio, fui pra Intrínseca, minha editora do coração (e onde eu secretamente sonho em trabalhar um dia), que estava muuuuuito lotada. Mas só de ver os livros do John Green, do Matthew Quick e da Gillian Flynn ali nas estantes já me deixou com um baita sorriso no rosto – apesar de não ter comprado nada porque estava tudo no mesmo valor que nas livrarias, como eu já disse (realmente não valia a pena comprar livros na Bienal, o que é uma pena). Também achei um livro da Keri Smith, rainha dos livros criativos que eu, particularmente, tô meio de saco cheio. Mas, porém, todavia, contudo, achei O mundo imaginário de… (assim mesmo, com três pontinhos, porque você completa com seu nome) bem interessante. Com partes como “escreva aqui seus personagens” e “crie o invisível” e coisas do tipo, enquanto eu passava as páginas sentia como se quem fosse preencher aquelas páginas em branco estivesse criando um filme só seu, e como maníaca por filmes achei aquilo incrível. Me deu vontade de comprar (porém, não o fiz por questões de sem nenhum desconto).

Estantes com livros maravilhosos e eu feliz dentro da Intrínseca.

Estantes com livros maravilhosos e eu feliz dentro da Intrínseca.

O livro mega interessante da Keri Smith.

O livro mega interessante da Keri Smith.

Depois da Intrínseca, eu não fiz questão de entrar em mais nenhuma editora. Marido quis ir na Leya, porque tem vários livros de fantasia que ele gosta (inclusive, os livros do Martin são de lá e o trono de ferro das Crônicas de gelo e fogo estava lá para as pessoas tirarem foto nele – com uma fila de espera imensa, lógico), e também entrou em alguns estandes de jogos, mas não levou nada. Só comprou um quadrinho na Editora Draco e eu comprei um livro de receitas que minha mãe pediu para levar pra ela (na Senac SP).

Os livros do Chuck Palahniuk no estande da Leya, alguns livros que achei interessante, e o Trono de Ferro.

Os livros do Chuck Palahniuk no estande da Leya, alguns livros que achei interessante, e o Trono de Ferro.

Como começou a ficar mais cheio e eu estava com pessoas um pouco sem paciência (hehe), não parei muito para ver outras coisas interessantes que tinham lá, como uma exposição da Turma da Mônica e a exposição sobre a Argentina. Mas tirei foto de tudo que achei legal e inusitado, como os robôs dançantes e as armaduras antigas que não faço ideia do motivo de estarem lá (Raphael me explicou que tinha ligação com algum livro, mas já esqueci, vide que não tenho memória).

Exposição da Mônica.

Exposição da Mônica. E não, eu não conheço essa menina da foto.

Exposição Argentina. Consegue me ver ali na foto da direita, de cima?

Exposição Argentina. Consegue me ver ali na foto da direita, de cima?

 

 

Em sentido horário, começando de cima à esquerda: cavaleiro medieval, estratégia de marketing fantástica (só faltou uma pizza real ali), vascaínos (hahahaha) e os robozinhos fofos que dançavam ao som de Gangnam Style.

Em sentido horário, começando de cima à esquerda: cavaleiro medieval, estratégia de marketing fantástica (só faltou uma pizza real ali), vascaínos (hahahaha) e os robozinhos fofos que dançavam ao som de Gangnam Style.

Acabei conhecendo, no estande da Leitura Rio (pavilhão azul também), a autora Iris Figueiredo, que eu conhecia e falava pelas redes sociais, mas nunca tinha visto ao vivo. Ela é uma fofa, super simpática, e nem ligou que eu não pude comprar o livro dela lá na hora (mas comprei no dia seguinte!). Pelo que tenho visto, ela tem ido todo dia lá na Bienal e esse sábado, dia 12, às 12:30, ela estará por lá pra autografar o livro novo dela, Confissões on-line 2. Eu comecei a ler o 1 e estou adorando! No dia 12, também terá bate-papo no estande da editora Planeta com as autoras Fernanda França (livro O pulo da gata) e Carolina Estrella (Entre dois amores), às 11h, o famosérrimo Raphael Dracon estará na editora Leya com a também escritora (e sua esposa) Carolina Munhóz das 11h às 13h dando autógrafos e tirando fotos com os leitores, às 16h tem bate-papo com a Paula Pimenta no auditório Madureira (senhas a partir das 13h) e às 17h tem bate-papo com Pedro Gabriel, do maravilhoso Eu me chamo Antônio (pavilhão verde). Também terá lançamentos de livros de vários autores nacionais, como o do livro Surpreendente, de Maurício Gomide (às 12h, na Intrínseca), Onde o amor se esconde, de Veridiana Maenaka (estande da Record, às 13h), Por onde andam as pessoas interessantes, de Daniel Bovolento (às 14h no estande da Planeta), a nova edição de #Partiu vida nova, de Leila Rego (às 14h, no estande da Gutemberg), Rotina e rabisco, da Bruna Vettori (às 17h na Ediouro), e Um amor no caminho, de Paula Pilar (no estande da Qualis, às 19h).

Eu e Iris Figueiredo no estande da Leitura Rio.

Eu e Iris Figueiredo no estande da Leitura Rio.

Dia 13, último dia de Bienal, também contará com a presença de vários autores nacionais, e eu sempre acho que devemos dar mega apoio aos nossos autores brasileiros, porque além de serem daqui e terem realidades parecidas com a nossa, todo mundo sabe quão difícil é ser escritor aqui no Brasil, né?

10h: Anna e a trilha secreta, Ana Lúcia Merege (editora Draco)

11h: O mundo das vozes silenciadas, Carolina Munhóz e Sophia Abrãao (auditório Madureira)

12h: Bate-papo com Clarice Freire (do fofíssimo Pó de lua), Bianca Mól (do blog Garota Desdobrável) e o ilustrador Rui de Oliveira (Café Literário, no pavilhão azul)

13h: O pulo da gata, Fernanda França (editora Planeta)

15h: Bate-papo com Babi Dewet, Bruna Vieira, Paula Pimenta e Thalita Rebouças, que estão lançando o livro Um ano inesquecível (auditório Madureira) – distribuição de senhas às 10h

16h: Vilarejo, Raphael Montes (Companhia das Letras)

17h: Bate-papo com André Gordirro (Os portões do inferno) e Raphael Draccon (auditório Madureira)

Vendo essa programação, dá até vontade de voltar lá esse final de semana, mas como não terei carona e vai estar lotado, já que o último fim de semana é sempre o mais cheio, provavelmente não irei. Mas, se você for, me conte depois como foi!

A coleção completa do Guia do mochileiro das galáxias no estande da editora Arqueiro.

A coleção completa do Guia do mochileiro das galáxias no estande da editora Arqueiro.

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Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

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