30 Livros em 1 Ano – Billy & Me/ You’re the One that I Want (Giovanna Fletcher) – Livros 12 e 13

Hoje falarei de dois livros da mesma autora, a Giovanna Fletcher (sim, esposa do Tom Fletcher, do McFly). O nome dela de solteira era Giovanna Falcone e eu achava tão bonito, bem mais do que o atual. Não entendo pessoas que trocam seus nomes quando se casam. Mas enfim, não é sobre isso que vim falar, né, e sim dos livros. E por que vou falar dos dois livros no mesmo dia? Porque achei eles bem parecidos e ambos meio meh. Explico.

Giovanna com o livro Billy and me, que foi lançado aqui no Brasil como Billy e eu.
Giovanna com o livro Billy and me, que foi lançado aqui no Brasil como Billy e eu.

Billy & Me foi o primeiro livro que ela lançou e também o primeiro que comecei. Comecei, porém não o primeiro que acabei de ler. E por que isso?, vocês me perguntam. Porque achei o livro muito chato. Assim que saiu, eu quis lê-lo, porque gosto muito da Giovanna (tanto que a sigo no Twitter, no instagram, assisto os vídeos dela no youtube). Então comprei no Kindle do marido (que na época nem era marido ainda), um pouco depois do lançamento lá na Inglaterra (que foi em junho de 2013). Mas nossa, era impossível de ler. Achei o ritmo arrastado, a personagem principal chata, as situações bem clichés e sem nada de especial. Como o livro é sobre uma menina de cidade pequena que começa a namorar um ator super famoso, achei que fosse ser mais dinâmico. Porém, do início até mais ou menos a metade, é um tédio só. Tanto que parei de ler e fiquei um bom tempo ser ler. Tanto tempo que Giovanna lançou seu segundo livro, eu li esse segundo livro inteiro, e só depois tive coragem de voltar para Billy & Me.  Mas deixa eu colocar a sinopse aqui pra vocês se situarem melhor na história.

The Blurb: Quando Sophie e Billy se conheceram e se apaixonaram, ela pensou que estava vivendo em um conto de fadas. Afinal de contas, Billy é um ator, um galã adorado por adolescentes em todo o mundo – e ele ama Sophie. Ela é a única garota para ele. Mas estar nos braços de Billy tem um preço. Este relacionamento tem deixado Sophie no centro dos holofotes, após anos mantendo-se afastada de atenção. Será que ela poderá lidar com todo o assédio resultante de estar com Billy? Mas acima de tudo, estaria ela preparada para que sua mágoa seja descoberta por toda a nação? (sinopse retirada do Skoob)

A fofa da Izzy Judd (outra que mudou o sobrenome. Por que???), esposa do Harry Judd, do Mcfly, com o livro.
A fofa da Izzy Judd (outra que mudou o sobrenome. Por que???), esposa do Harry Judd, do Mcfly, com o livro.

Agora que vocês já sabem a história do livro, digo mais minhas impressões sobre ele.

Quando finalmente consegui voltar ao livro, fiquei aliviada por Sophie e Billy chegarem à Londres (podem ficar tranquilos, isso não faz diferença nenhuma na história, não é um spoiler, já fica claro que isso vai acontecer). Porque aí a história começou a ficar um pouco interessante. Acho que Giovanna prolongou demais a parte em que os dois se conhecem e ficam de romancinho na cidade natal de Sophie, que é totalmente entediante. Mas essa é uma característica dela como autora, porque ela fez exatamente a mesma coisa em You’re the one that I want. Chegando em Londres, é interessante descobrir como funciona um set de filmagem (que Giovanna tem conhecimento por ter participado de um filme), como é feita toda a escolha das roupas dos atores e de seus acompanhantes para eventos de premiação (outra coisa que é bem familiar à Giovanna, dado que Tom já compareceu à inúmeras premiações), e como é a relação (muitas vezes interesseira) entre os ricos e famosos. Essa parte é legal e eu até gostei. Mas a história em si é sem graça, previsível e os personagens não tem nada de especial, somente Molly, a única personagem que pensei “ah, essa é legal!”. Sophie e Billy são totalmente insossos. E eu tive que me esforçar pra ler o livro até o final, apesar de o final ser mais fácil de digerir.

You’re the one that I want segue o mesmo caminho, passa pelos mesmos problemas e melhora do meio para o final, exatamente como Billy & Me. Mas dessa vez vou colocar a sinopse antes de dar qualquer outra opinião.

The Blurb: O livro conta a história de três melhores amigos desde a infância, Maddie, Rob e Ben. Maddie está na porta da igreja prestes a se casar com Rob, mas será que ela fez a escolha certa, ou seria melhor casar com Ben?

Giovanna com o You're the one that I want.
Giovanna com o You’re the one that I want.

You’re the one that I want é narrada por Maddie e Ben, e tem alguns poucos capítulos narrados por Rob. O livro começa com o dia do casamento de Maddie e Rob, mas volta para a infância dos três, quando se conheceram, e vai nos levando até chegar novamente ao dia do casamento. Achei a ideia interessante, mas, mais uma vez, o início, principalmente, é muito arrastado. Não sei vocês, mas eu não tenho muito interesse na vida de uma criança e de alguém muito novo – a não ser que essa pessoa seja Harry Potter. Ou que, pelo menos, a história tenha acontecimentos interessantes que tem façam querer ler mais. Não foi o que aconteceu no livro em questão. Entendo que Giovanna quis mostrar como a amizade entre os três personagens principais foi acontecendo, mas já deu pra entender a intensidade da relação e a personalidade de cada um nas primeiras páginas. As que vieram em seguida foram totalmente desnecessárias. O livro só foi começar a ficar interessante quando Ben (de longe, o melhor personagem), Maddie e Rob foram para a faculdade. Até porque é uma realidade muito diferente da vivida por aqui, com as pessoas saindo de suas cidades natais para estudarem fora e morarem sozinhos pela primeira vez, o que estamos acostumados de ver em filmes americanos, mas a vida dos ingleses é diferente, né.

A versão que eu li, no meu lindo Kindle (falo tanto de kindle por aqui que a amazon devia me patrocinar. hahahaha).
A versão que eu li, no meu lindo Kindle (falo tanto de kindle por aqui que a amazon devia me patrocinar. hahahaha).

Os fatos que vão acontecendo a partir da faculdade e como cada personagem vive cada situação deixa o livro um pouco mais legal. Achei You’re the one that I want mais fácil de ler que Billy & Me, mais gostosinho. Mas não posso falar que é um livro super legal e não indicaria para as amigas. Não que a Giovanna não tenha achado seu estilo de escrever, longe disso, ela achou sim. Mas é um estilo sem graça, previsível, e com personagens desinteressantes – apesar de Maddie e Ben serem bem mais interessantes que Sophie e Billy. Rob não, Rob é chato. Mas, na verdade, como Ben e Maddie são os narradores, só o conhecemos através dos olhos dos outros dois, então é mais difícil se identificar e sentir uma certa proximidade a ele. Maddie também não é a mais cativantes das personagens, mas entre ela e Sophie, ela ganha disparado. Já Ben, esse sim ganhou meu coração. Um ponto pra Giovanna, pelo menos!

Ah! Preciso dizer que achei ambos os livros, principalmente Billy & Me, bem anti-feminista. Então se você se irrita com submissão (como eu me irrito), passe bem longe deles! E também que li ambos os livros em sua versão original em inglês (o segundo, que foi lançado lá na Inglaterra em 2014, ainda não tem versão em português), então não posso opinar sobre a tradução.

Fico bem triste de falar mal dos livros da Gi (olha a intimidade!), mas se não gostei, não posso mentir, né? Queria saber opinião de pessoas que já leram eles e se gostaram, por que gostaram? Tell me!

Beijocas!

Billy e eu – Editora Phorte – R$39 (em média)

You’re the one that I want – Penguin – R$35 (na Amazon)

30 Livros em 1 Ano – Dark Places (Gillian Flynn) – Livro 11

Gente, eu esqueço tanto de escrever de escrever sobre os livros que tô lendo esse ano por aqui, que daqui a pouco 2015 acaba e eu ainda não falei sobre nem metade dos livros! Mas também, vou ver se faço uma semana inteira só falando de livros pra ver se não me perco nesse meu projeto! hahahaha

Enfim, o livro de hoje é de uma autora que descobri esse ano ser espetacular e já falei sobre um livro dela por aqui. E sim, sei que ela tá famosinha por causa de Gone Girl, mas eu não ligo se falarem que eu gosto dela só por ser modinha, porque sei que não é! Eu nem li Garota Exemplar! Mas como fiquei absolutamente fascinada quando li Objetos Cortantes, saí correndo em busca de um próximo livro dela, ela sendo a Gillian Flynn, e encontrei Dark Places – sim, em inglês porque ainda não tinha sido lançado aqui no Brasil, então li na língua original mesmo que, como eu já disse aqui antes, acho bem melhor.

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Percebam como meu kindle está sujinho. Isso significa muito uso! 😉

Antes de qualquer opinião da minha parte, vamos ao blurb do livro, tirada do SkoobLibby tinha sete anos quando a mãe e as duas irmãs foram assassinadas pelo irmão mais velho, Ben. Passados vinte e cinco anos, Ben encontra-se na prisão e Libby vive com o pouco dinheiro de um fundo criado por pessoas caridosas que há muito se esqueceram dela. Localizada pelo Kill Club, uma sociedade secreta obcecada por crimes extraordinários, o grupo tenta sacar os pormenores do crime (provas que esperam vir a libertar Ben), e Libby engendra um plano para lucrar com a sua história trágica. Por uma determinada quantia, estabelecerá contato com os envolvidos naquela noite e contará as suas descobertas ao clube… e talvez venha a admitir que afinal o seu testemunho não era assim tão sólido.

Algumas capas do livro Dark Places, inclusive a da versão espanhola.
Algumas capas do livro Dark Places, inclusive a da versão espanhola.

Dark Places foi lançado nos Estados Unidos no dia 05 de maio de 2009 (no dia do meu aniversário!), mas aqui a editora Intrínseca só o publicou esse ano, talvez pelo sucesso que Garota exemplar fez e pelo filme já lançado, com Charlize Theron interpretando a personagem principal Libby. E olha, esse é um filme que vou ter que assistir com alguém do meu lado porque eu tenho certeza absoluta que vou morrer de medo! Sério, eu me cagava (desculpe a palavra) lendo o livro. Não tive problema nenhum lendo Objetos cortantes, mas enquanto eu lia esse livro, e muitas vezes eu lia com marido dormindo ao meu lado porque eu simplesmente não conseguia parar de ler, eu tive que deixar pelo menos a televisão ligada quando finalmente decidia largar o livro de lado e dormir porque eu ficava com muuuuuuuuuuuito medo!

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O livro conta a história de uma chacina, o que já te faz ficar pensando que aquilo podia acontecer com você – uma pessoa entrar na sua casa e te matar com um machado. E eu, que sou uma pessoa muito impressionável, e já fico achando que tudo que vejo e leio pode acontecer comigo, imagina ler sobre um assassinato tão brutal como é o do livro? Foram noites e noites sem conseguir dormir direito! Mas sabe por que isso aconteceu? Porque o livro é muito bem escrito! Se não fosse, não daria pra pensar que tudo aquilo é real e que pode mesmo acontecer. E é totalmente intrigante, você fica querendo saber o que vai acontecer, qual será  novo mistério que será desvendado – e que vai levar pra várias outras perguntas e criação de novos mistérios.

Nicholas Hault, que interpreta Lyle, o líder do grupo do Kill Club que
Nicholas Hault, que interpreta Lyle, o líder do grupo do Kill Club que “estuda” o caso da chacina da família de Libby, e Charlize Theron, a Libby.

Dark Places se diferencia de Objetos Cortantes por ter algumas características de terror também, enquanto Objetos cortantes é muito mais mistério com muita ênfase na personalidade e relacionamento entre as pessoas. Apesar de Lugares escuros (como ficou traduzido por aqui) também mostrar a personalidade forte e introvertida (e, muitas vezes, super egoísta) de Libby, o foco se deu mais mesmo em desvendar o mistério que circundava o assassinato, principalmente em saber se Ben é ou não o verdadeiro culpado (o que, obviamente, não falarei pra vocês e deixarei vocês descobrirem lendo o livro).

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Uma coisa que gostei muito do livro é o fato de ter três narradores: Libby, Ben e Patty, a mãe de Libby (e de Ben, e das outras duas meninas assassinadas). Cada um tem seu estilo próprio de contar a história e a junção de todas elas é o que vai fazer o leitor conhecer a verdade sobre aquele fato chocante que aconteceu 25 anos atrás. É bem interessante, mas isso também deixa você em duvida o tempo todo de quem é o verdadeiro culpado. É bem estressante – não leia se tiver o coração fraco.

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Mas o estilo de escrita de Gillian Flynn já me cativou, não tem jeito, principalmente por sempre criar personagens fora do lugar comum e problemáticos, com sua carga de bagagem emocional ferrada e psicologicamente mexidos. Adoro! Amo! E já quero ler o próximo livro de personagem com probleminhas na cabeça dela! Me identifico tanto! hahahahaha (agora vocês estão todos com medo de mim) Mas admito que com a Libby não me identifiquei muito, não. Já com o Ben… (risada de psicopata)

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Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, baseado numa fanfic que escrevi de Mcfly, publicado em 2013)

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30 LIVROS EM 1 ANO – QUEM É VOCÊ, ALASCA? (JOHN GREEN) – LIVRO 10

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Vou para procurar um grande “talvez” (em tradução livre).

Primeira vez que ouvi falar de John Green, autor do livro Looking for Alaska (no original), foi no canal do Adam, um garoto lindo divertido que falava sobre assuntos que me interessavam pra cacete no You Tube. Nem sei se o canal dele ainda existe, mas sempre terei ele a agradecer por me apresentar ao John Green, um dos escritores mais fofos da humanidade – e que mais me identifico. Adam falava exatamente do livro Looking for Alaska, e insistia que era um dos melhores livros que já havia lido, e me apresentou ao lema dos nerdfighters (como os fãs de John e Hank Green são chamados): Don’t forget to be awesome (não se esqueça de ser espetacular, numa tradução livre da minha parte). Esse lema nunca saiu da minha cabeça, o que significa que eu sempre tive vontade de ler John Green. Mas, na época, não tínhamos os livros dele por aqui. Eu sei, eu procurei. A lot! Até que, anos depois, consegui com uma amiga a versão original de Paper Towns. Me apaixonei e entendi totalmente o que Mister Adam estava falando. Depois li A culpa é das estrelas, que também adorei (não tanto quanto Paper Towns). E então, finalmente, consegui um exemplar de Quem é você, Alasca?

A versão da capa que eu li.
A versão da capa que eu li.

Acho que estava esperando muito do livro, porque da primeira vez que comecei a ler, não gostei. Não que eu tenha achado ruim, mas não me instigou. Mas o que fiz eu? Deixei de lado por um tempo e esperei. Esperei o momento certo. Porque, com livros, muitas vezes acontece isso: às vezes, você não está no momento certo para lê-lo. Então aguardei. E passado um ano (ou mais, ou menos), senti que era hora de voltar a ele. Não voltei a lê-lo do início, afinal, eu já tinha começado e ainda me lembrava quase tudo que tinha lido. Mas, ainda assim, li rápido, para os meus parâmetros (não sou uma pessoa que consegue ler livros muito rápido porque perco o foco e minha atenção desvia loucamente, não consigo ficar parada por muito tempo). E sabe o que isso quer dizer? Que eu gostei do livro! Viu como tudo tem a ver com o seu momento?

Diversas capas que o livro já teve lá fora.
Diversas capas que o livro já teve lá fora. A segunda é meio brega, né?

Enquanto eu lia o livro, eu pensava: com certeza esse livro também vai virar filme (visto que outros dois livros de John Green, exatamente os outros dois que li, já viraram). E bingo! O filme de Quem é você, Alasca? está em fase de pré-produção. *aguardando ansiosamente para saber o elenco do filme* E por que todos os livros do John Green estão virando filmes?, você me pergunta. Porque os personagens dele são altamente identificáveis e interessantes. E não, não são somente para adolescentes, como muita gente pode pensar. Qualquer um, de qualquer idade, consegue se identificar com os dilemas de Miles e Alasca, Hazel e Augustus (A culpa é das estrelas), Margo e Quentin (Paper Towns). Até porque eles são adolescentes muito maduros, com questões que vão muito além das comuns de sua idade (e eu me identifico taaaaaaaaaaaaaaaanto, porque era super assim na época! fui desamadurecendo com o tempo. hahahahahahaha). Miles, por exemplo, o protagonista de Quem é você, Alasca?, coleciona últimas palavras de pessoas famosas. Como assim, Livia? Explico: ele tem uma paixão inexplicável por últimas palavras de pessoas, e sabe todas elas de cor. Me diz se isso não é uma característica incrível pra um personagem ter? E não sei como John Green consegue fazer todos os personagens terem algo interessante, diferente. Eu, como escritora, sei como é difícil encontrar em equilíbrio entre todos os personagens em relação a serem interessantes. Mas todos eles são, principalmente em Quem é você, Alasca? O amigo dele então, que divide o quarto com ele, é fantástico!

Quote de um dos amigos de Miles que já não me lembro mais de quem é. Minha memória é péssima, gente desculpa eu!
Quote de um dos amigos de Miles que já não me lembro mais de quem é. Minha memória é péssima, gente desculpa eu! (“Por que você está usando um gorro de raposa?” “Porque ninguém consegue pegar uma motherfucking raposa”)

Como visto na imagem acima, além do protagonista do livro ser fascinado por últimas palavras, o livro também é cheio de quotes sensacionais. Mas todos os livros do John Green são, isso não é novidade, né?

Algumas frases tiradas do livro.
Algumas frases tiradas do livro.

Enfim, falei, falei, e não disse ainda a sinopse do livro (sabia que, na Inglaterra, eles chamam sinopse de livro de “blurb”? adorei essa palavra!). Então lá vai a blurb, tirada do Skoob: Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande Talvez”.

E Alasca e Miles o farão pensar em diversas coisas sobre a vida, você vai se ver filosofando mesmo e pensando no que realmente importa pra você. É fantástico, leia! E leia também Paper Towns (Cidades de papel) que, pra mim, é o melhor livro de John Green. Falando em Paper Towns, o John Green esteve recentemente no Brasil pra divulgar o filme do livro, que estreou dia 09 de julho por aqui (e eu tô louca pra ver!). E a Iris Figueiredo, que também é escritora e tem um blog literário, fez uma entrevista gracinha com ele, umas das melhores perguntas que já vi perguntarem pra um autor: claro que faz toda a diferença quando a entrevistadora conhece realmente o trabalho do entrevistado – e é fã dele. Olha que lindo que o John é!

Mas agora me digam, vocês já leram algo do John Green? Ou já viram os filmes? Ou foram sortudos de encontrá-lo quando ele estava no Brasil? Me contem suas experiências, vou adorar ler! Escreve pra mim nos comentários! E até depois!

Beijocas!

Pra pensar. Eu falei que o livro faria você filosofar!
Pra pensar. Eu falei que o livro faria você filosofar!

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30 Livros em 1 Ano – Se só me restasse uma hora de vida (Roger-Pol Droit) – Livro 9

Hey people!

Sabe quanto tempo faz que escrevi sobre um livro por aqui? Eu também não, mas faz muito tempo! Muito! Por isso tô aqui pra falar do nono livro que eu li, que foi um pequeno soquinho no estômago porque te faz pensar bastante, a lot, very very much. Durante e depois. Pero é muito bom livros que te fazem pensar, não é? Sobre a vida, sobre o universo, sobre tudo!

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Se só me restasse uma hora de vida é é escrito pelo filósofo francês Roger-Pol Droit e nele o autor discorre sobre várias possibilidades de o que faria se só restasse a ele uma hora de vida. Porém, é mais do que isso, porque ele acaba discorrendo sobre vários aspectos da vida, que nos servem mesmo quando não estamos a um passo da morte. São vários assuntos interessantes para pensarmos durante nossa vida, e na verdade é melhor pensarmos sobre esses assuntos ao longo da vida mesmo, para, no leito de morte, não termos arrependimentos.

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Eu realmente acho que não tem muito que posso falar sobre o livro porque um livro cheio de pensamentos, filosofias e maneiras de ver a vida não foi feito para e ficar aqui falando sozinha, e sim para ser discutidos com pessoas. Por isso peço para que todos leiam, para que eu não fique maluca sozinha aqui falando sobre ele, e sim para que possamos conversar e opinar sobre os aspectos que constituem uma vida plena, e o que cada um acha disso. E é por isso que deixarei mais fotos com fragmentos do livro aqui do que palavras minhas, porque são as frases do livro que realmente importam. E não sei vocês, mas eu adoro algo que nos faz parar e pensar.

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Tem mais algo muito legal nesse livro: sua estética. Como dá pra ver pelas fotos, ele não é escrito de maneira normal, suas frases não começam em letra maiúscula, não há ponto final no término de cada frase (e, ainda assim, entende-se sem dificuldade onde termina e onde começa uma ideia).  Essa maneira de se expôr as palavras no papel parece muito com o fluxo de pensamento, como se o autor estivesse pensando tudo isso nessa hora que tem antes de morrer, e isso, para mim, é muito interessante. Gosto quando os autores brincam com a formalidade do texto, com seu padrão, e quando fogem do que tem que ser, mas com um motivo. Quando fazem por fazer, só para mostrar que são diferentes, aí não tem graça e fica até ridículo. Mas aqui tem significado, aqui você entende a rapidez do pensamento de uma pessoa que está prestes a morrer, então não tem tempo de ficar escrevendo direitinho ou bonitinho, ele só quer dizer o que acha, só quer dar sua opinião, não importa como. E o pensamento flui assim, não é mesmo, solto, sem ponto final ou letra maiúscula.

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Mais outra coisa que achei legal nesse livro: o fato de Roger-Pol (olha minha intimidade!), apesar de filósofo, contradizer e duvidar de filósofos. Quer mais filósofo que isso? Porque, segundo o dicionário, o filósofo é aquele “que ou quem investiga os princípios, fundamentos ou essências da realidade circundante, seja numa perspectiva imanente, seja propugnando causas e explicações transcendentes, transcendentais ou metafísicas.” E quer maior investigação do que a não aceitação simples e clara do que a própria classe diz? Não não não, você tem que pensar por si próprio, investigar a fundo o que aquele pensamento quer dizer para, só então, aceitar ou não aquilo. E não é sempre que ele aceta. Ou seja, fantástico. Filósofo. Ou não-filósofo, já que ele contaria filósofos. Too much? (desculpem, a minha natureza é essa, de pensar sem parar e ir contra os pensamentos ditos padrões e comuns e normais)

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Anyway, já falei demais sobre esse livro que já havia mencionado ser impossível falar sobre porque é preciso lê-lo. Então tá esperando o que? E depois não esquece de vir aqui me falar o que achou pra gente poder discutir sobre esses assuntos da vida, universo e tudo mais (não em canso de fazer essa referência, apesar de nunca ter lido O Guia do Mochileiro das Galáxias). Ah! O livro foi lançado por aqui pela Bertrand (selo da Record) e custa uma média de R$17.

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30 Livros em 1 Ano – A garota das laranjas (Jostein Gaarder) – Livro 8

Hoje é domingo, dia de que? De fazer nada. Ou de que? Ficar deitada na cama embaixo de um edredom bem quentinho (porque aqui no Rio tá bem frio, pelo menos pra nós, cariocas) lendo um livrinho. Então achei que era o dia perfeito pra falar de mais um livro que li no meu projeto de 30 livros em 1 ano – que estou com sério medo de não conseguir cumprir, mas não vamos pensar nisso agora, não é? (Negação forevah!) Esse foi um livro que li em um dia só (fazia tempo que não lia um livro inteiro num dia só) numa situação muito parecida com a de um domingo – embaixo de um edredom, deitada na cama. Mas a situação foi completamente diferente: eu estava doente. E já estava deitada fazia três dias, não aguentava mais! Como já tinha melhorado um pouco e já conseguia me concentrar em algo, catei um livro da biblioteca dos meus pais pra ler. Escolhi A garota das laranjas, do Jostein Gaarder, autor norueguês muito adorado pela minha prima Clarissa e pela minha amiga Priscila, e foi por isso que escolhi esse livro – ter boas referências sempre é bom, né? Por isso que dou indicações de livros aqui pra vocês!

Perdoem a qualidade ruim da foto, mas eu estava doente!
Perdoem a qualidade ruim da foto, mas eu estava doente!

O livro lançado em 2005 conta a história de uma carta escrita há muito tempo pelo pai do adolescente Georg Roed, que morreu há 11 anos (o pai, e o não Georg). A carta conta uma história muito interessante e romântica sobre uma garota que carregava laranjas e o pai dele se apaixonou perdidamente – mesmo sem saber como encontrá-la ou quem ela era. Além de conter essa história, a carta também é uma despedida do pai ao menino, que era bem pequeno quando o pai morreu. E é muito bonito, emocionante e sensível – ou seja, preparem os lencinhos.

Jostein escreve daquele jeito característico dele, que não é muito fácil de se ler. Se você não está acostumado, pode achar um pouco cansativo, porque suas descrições são longas, e há muitos trechos em que o personagem da carta filosofa sobre o mundo e afins, o que eu acho muito legal, mas tem gente que pode não gostar. Como eu já havia lido O dia do curinga (sensacional, leiam!), eu já estava acostumada com o estilo do autor – o que não impediu que eu me cansasse um pouco quando ele falava sobre planetas e satélites, mas isso é porque é um assunto que eu não me interesso muito. Mas depois que você se acostuma com o jeitinho particular de escrita de Jostein, que é, na verdade. até meio genial, a leitura flui muito bem. Até porque você fica muito curioso para saber o que vai acontecer na história da carta, isso porque, como bom escritor que é, Jostein deixa o leitor envolto em mistério todo tempo porque alterna durante todo o livro a história da carta e a vida em tempo real do menino que lê a carta. Então quando você tá lá, querendo saber qual vai ser o próximo passo do personagem da carta, vem Georg te contar o que tá achando daquilo tudo. Esperto esse Jostein…

Mas, pra resumir, é um livro que mexe muito com suas emoções, que te faz pensar na vida (como todos os livros do autor), e que você fecha, depois de ler a última frase, com um sorriso no rosto – e muitas lágrimas enxugadas em lencinhos.

O autor norueguês Jostein Garrder.
O autor norueguês Jostein Garrder.

Para quem não sabe, Jostein é o autor do famoso livro O mundo de Sofia. Ele dava aula de filosofia antes de se dedicar exclusivamente à leitura, por isso seus livros tem esse teor filosófico tão forte. A garota das laranjas foi lançado por aqui pela editora Companhia das Letras, e custa no site da editora, R$35 (R$24, se você preferir a versão em e-book).

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30 Livros em 1 Ano – And so we were (Kelly Castle) – Livro 7

Cês sabiam que a amazon tem tipo uma editora? Ok, não é uma editora, mas você pode publicar seus livros pela amazon, o que é o máximo porque leva pouquíssimo tempo para o livro aparecer na loja (ou pelo menos é o que eles dizem aqui), seu livro aparece na loja mundial da amazon (o que significa que é muito mais interessante escrever em inglês, se você for fluente na língua) e você ainda ganha um dimdim pelo seu trabalho (segundo a própria amazon, você recebe até 70% por direitos autorais, enquanto em editoras comuns a média é somente 10%). Uma desvantagem é que você tem que escolher sua capa entre um catálogo de capas que estão disponíveis para o autor que vai publicar com a amazon publicar, o que é o único ponto negativo desse livro, porque a capa não tem nada a ver com o tema do livro. E essa é uma grande desvantagem porque, se o livro já não tivesse sido indicado para mim por amigos, eu provavelmente não compraria por causa da capa, porque pensaria que se trata de um livro sobre mulheres que adoram roupas e sapatos – e não poderia ser mais longe disso!

Capa de And so we were.
Capa de And so we were.

Iris é uma garota bem tomboy, na verdade. Não liga para estética e essas coisas (chatas) de mulher, como cabelo, roupas, sapatos, ou seja, ela prefere roupas confortáveis a se vestir com roupas e sapatos que apertam só pra ficar bonita “para os caras”. E ela também adora livros. E escrever. E um certo cara chamado Dean. Que é um babaca, mas the heart wants what the heart wants. E eu não conseguia entender porque o heart da Iris não podia querer o Jordan, melhor amigo do irmão mais velho da Iris, que sempre a viu como a irmã mais nova de seu melhor amigo, mas agora… Enfim, eough said porque senão darei spoilers!

Esse é o primeiro livro de Kelly Castle e, man, como ela escreve bem! Fiquei abismada! Eu, sendo também escritora, sei como é difícil tornar histórias em coisas que você não consegue mais parar de ler, e And so we were é assim, no momento que você começa a ler, você não quer mais parar. E isso tudo se dá pelo jeito fantástico e diferente da Kelly escrever. Sério, eu queria ser amiga dela e perguntar pra ela como ela consegue escrever desse jeito! Ainda mais nas cenas de sexo. Quem já escreveu cenas de sexo sabe o quanto você tem que se conter para não acabar virando um 50 tons de cinza da vida. Porque você quer dizer o que aconteceu, mas de um jeito natural, sem ficar vulgar demais, mas também sem adocicar muito e acabar virando trash (nada de “ela pegou seu instrumento”). E ela consegue! Já aviso, para as que adoram um romance sexual, que as partes sexuais são bem poucas, então não se empolguem tanto! hahahaha Mas se você decidir ler esse livro, vai passar horas bem tensa com toda a história. Porque, vou te falar, tinha horas que eu queria dar uns tapas na Iris, sacudir ela e gritar “minha filha, pelo amor de Deus!!!!!!!!!!!!”. Sério, de longe, um dos melhores romances que li nos últimos tempos.

Eu queria ter escrito sobre o livro aqui assim que acabei de ler, porque assim teria coisas mais substanciais para escrever. Porque esse livro merece todas as críticas positivas da vida. Mas como já faz um tempinho que li, ele não tá mais tão fresh na memória, mas a sensação que tive ao ler o livro está, e é “meu deus, que livro bom. e como essa autora escreve bem!”. Aliás, não achei foto dela, o que é uma pena. Mas posso garantir que é um livro muito bom, até meio angustiante, mesmo sendo um romance, e um bom exemplo como coisas do nosso cotidiano podem modificar aos nossos olhos só por causa de um momento ou pequenos acontecimentos. Ah! E todo o desenvolvimento é muito bem feito, nenhum personagem ou situação parece de forma forçada, tudo parece ocorrer naturalmente – o que não acontece em um outro livro que falarei aqui mais pra frente.

And so we were está à venda na amazon (mas acho que só na versão ebook) por 7 reais, baratinho! Corre lá agora pra comprar! Mas lembre-se de que o livro é em inglês! Depois que você ler, me diz o que achou!

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30 Livros em 1 Ano – The good luck of right now (Matthew Quick) – Livro 6

Mais do Matthew Quick, com a diferença que esse eu li na língua original (inglês), enquanto O lado bom da vida li a tradução. Assim como filmes dublados, eu sempre acho que livros traduzidos perdem um pouco da sua magia, não importa quão boa seja a tradução (quando a tradução é ruim então, nem se fala!). Quando se lê na língua que o autor escreveu, você fica sabendo quais foram suas escolhas de palavras, as coisas parecem fazer mais sentido. Claro que nem sempre isso é possível porque nem sempre entendemos o idioma original do livro. Eu, por exemplo, nunca poderei ler Dostoievski em russo! Mas quando é em inglês, sempre prefiro, apesar de nem sempre lembrar de comprar o livro nessa língua. Mas enfim… Vamos ao livro! (que por sinal, não tem versão traduzida, só em inglês mesmo

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Capa do livro.

The good luck of right now conta uma história super original, talvez a mais original (pelo menos uma das) que já li até hoje. O livro é sobre um homem (Bartholomew Neil) de 39 anos que perde a mãe inesperadamente e se vê totalmente perdido na vida, já que, até então, seu único trabalho era cuidar dessa mãe e ir à igreja com ela. Ele não tem amigos, não tem emprego, e não faz ideia do que será seu futuro. É até visto por muitos como um retardado – o que, infelizmente, às vezes ele acredita ser verdade (ai que ódio dos bullies dessa vida). Mas ele encontra uma carta de Richard Gere para sua mãe (daquelas escritas no computador e enviadas em milhares para as pessoas) e decide que Richard é sua resposta para tudo. Então, começa a escrever cartas para ele, como se o ator fosse seu confidente e melhor amigo que trará todas as respostas de que Bartholomew procura. E ainda tem na história um padre irlandês que bebe sem parar, uma estudante de psicologia que está ajudando Bartholomew a passar por toda essa situação e mais algumas pessoas que aparecem mais adiante e não quero contar pra não dar spoiler (sim, essa sempre será minha maior preocupação, não gosto de estragar as coisas para as pessoas).

Confesso que demorei pra engatar na história. Não sei se por estar sem ler um livro em inglês há muito tempo, ou pelo fato de todo capítulo ser uma nova carta (Matthew Quick super roubou minha ideia, porque eu pensei em fazer um livro todo de cartas ha pelo menos uns dez anos), ou pelo personagem principal ser totalmente diferente de qualquer outro personagem principal de qualquer livro que já li, o que levou a uma certa “acostumação” a ele. Só sei que no início, apesar de estar achando o livro em sua essência muito interessante (como eu já disse, muito original), eu não consegui entrar logo na história. Mas com o passar do tempo a história vai te pegando e você fica realmente interessado e curioso pra saber qual vai ser o próximo passo de Bart (meu apelido carinhoso para o personagem, apesar de em momento nenhum chamarem-no assim) na busca pelo seu caminho na vida. Não sei se por estar numa situação parecida com a dele, de descobrir quem eu sou e o que quero de verdade (algo que não acontece só na adolescência, como eu achava quando mais nova), mas me identifiquei muito com Bart e consegui entender de onde vinha toda a  sua motivação para praticamente tudo que ele fazia. Não sei se essa identificação vai acontecer com todos os leitores do livro (provavelmente não, já que é impossível um único personagem ser identificável a todas as pessoas) porque Bartholomew é um personagem bem diferente. Bem diferente mesmo. Mas temos que enxergar por trás da “estranheza” (por falta de melhor palavra) e buscar a essência dele. Acho que, fazendo isso, fica mais fácil entendê-lo. Sem contar que é um dos personagens mais puros que “conheci” ultimamente.

“Eu admiro sua disposição para ser gentil quase indiscriminadamente. Mas, infelizmente, é preciso muito mais que gentileza para sobreviver nesse mundo.
“Eu admiro sua disposição para ser gentil quase indiscriminadamente. Mas, infelizmente, é preciso muito mais que gentileza para sobreviver nesse mundo.” Eu entendi o que ela quis dizer, mas também entendia que a filosofia da mamãe era uma arma poderosa.” – trecho do livro em tradução livre. (foto tirada do site animals-pics.com)

Todos os outros personagens também são bem construídos, apesar de alguns sumirem meio sem explicação, o que achei um ponto negativo do livro. Mas é uma história muito legal do que é considerado normal e anormal, e como vendo as situações de outro ponto de vista, e conhecendo melhor as pessoas, conseguimos nos identificar com todo mundo e perceber que ninguém é estranho, ou errado, ou anormal, é só uma questão de conhecer a verdade da pessoa e de onde ela vem.

Gostei muito da abordagem de Matthew Quick, e o jeito que ele escreve é muito interessante, muito claro, normal, é uma escrita do cotidiano, sem muta formalidade. O fato de serem cartas é um dos motivos do estilo de escrita. E mais uma vez, assim como em O lado bom da vida, Matthew Quick fala sobre uma pessoa tentando se encontrar, e em uma personalidade que foge do que é considerado normal para a sociedade. Acho que sua preferência em escrever sobre os “outcasts” da sociedade é uma escolha muito acertada, pelo menos pra mim, que me considero totalmente outcast e prefiro mil vezes ler sobre personagens cheios de defeitos e incompreendidos do que personagens certinhos que todos amam. Gostei muito do livro.

Matthew Quick, livros e uma xícara de café. Escolhi essa foto totalmente pela xícara de café.
Matthew Quick, livros e uma xícara de café. Escolhi essa foto totalmente pela xícara de café.

Ah! Eu encontrei o livro na Saraiva, e por lá essa versão em inglês está numa base de R$35. O livro é em paperback (adoro!), tem duas capas diferentes e é da Editora Harper (EUA).

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