O dia em que conheci Louis Garrel + Maratona Louis Garrel

Pessoas, é verdade o que diz no título! Eu conheci o Louis *salve-salve* Garrel, ator francês mais charmoso do momento, segundo vários meios de comunicação e euzinha própria.

Mas antes de contar como foi isso, falarei um pouquinho de como isso aconteceu.

Tem um lugar aqui no Rio chamado Maison de France (que, segundo o site, abriga os serviços diplomáticos e consulares do governo francês no Rio de Janeiro e contribui para a difusão da cultura francesa no Brasil), e dentro dela há o Cinemaison, onde filmes que falam a língua francesa são passados. Esses filmes são gratuitos e para que você possa assisti-los, basta ter a carteirinha de lá, que você consegue fazendo o cadastro no site deles e levando o e-mail de confirmação até lá. Toda segunda-feira tem filmes diferentes, e na segunda-feira passada, dia 30 de novembro, teve a Mostra Louis Garrel, com 4 filmes que essa coisinha delícia o ator participa. Os filmes eram Casamento a três (que eu vi),  A fronteira da alvorada (que eu já tinha visto e odiado, portanto não vi de novo), A bela Junie (que eu já tinha visto, mas vi mais uma vez) e Um castelo na Itália (meu preferido entre todos, vi também). Eu queria que Em Paris, meu filme favorito do Louis, estivesse na mostra mas, bem, não se pode ganhar todas, né?

Então, let’s talk a little bit (mas só a little bit mesmo) de cada um dos filmes.

Casamento a três (Le mariage à trois)

Meu menos preferido entre todos. Confesso que cheguei a dar umas leves cochiladas. Achei o filme bem parado e muito maluco demais, e olha que estou acostumadas a filmes fora do comum e gosto de alguns que muitas pessoas acham totalmente incompreensíveis. Mas esse achei chato mesmo. Obviamente, tem partes interessantes. Tem diálogos incríveis, monólogos dignos de se anotar num caderninho. Mas a história em si, não me cativou. Talvez seja muito filosófico demais para a minha cabecinha que ama coisas filosóficas, mas que esse filme em especial não captou muito bem a ideia. Mas pra resumir, é a história de um roteirista de teatro que escreve uma peça que terá como atores a mulher que ele ama (porém, não está mais junto) e seu atual namorado. Ainda tem um produtor que mal aparece e uma garota novinha (que também está no elenco de A bela Junie) que inicialmente é só alguém que lê as correspondências do tal autor excêntrico (e, pelo visto, preguiçoso demais para ler uma carta), mas que acaba virando mais uma peça nesse jogo maluco de paixões mal resolvidas.

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Ó todo mundo na foto!

A bela Junie (La belle personne)

Eu adorei esse filme da primeira vez que vi e adorei novamente dessa vez. Conta a história de Junie, menina linda (linda mesmo, fiquei encantada pela expressão de seus olhos e pelo contraste do cabelo preto na pele branquinha) que muda de cidade e de escola por causa da morte recente de sua mãe. Vai morar com a tia e passa a estudar na escola (e turma) de seu primo (que é um fofo). Parece um filme bobo de adolescente (e se fosse feito nos Estados Unidos certamente viraria um), mas não é, é super reflexivo. Junie se aproxima do grupo de amigos de seu primo, cada um com uma história muito sua e que apesar de não ter muito tempo de tela, cada história é desenvolvida muito bem e tem importância para a trama principal, de Junie, que acaba despertando a paixão de seu professor de italiano (aliás, que escola fantástica que tem aula de italiano, inglês, alemão), interpretado por Louis. O filme mostra essa rede de relacionamentos e como cada ação pode influenciar drasticamente na vida de outra pessoa. Mas tudo passado de uma maneira delicada, sensível, calma (e não bruta, como parecem sempre ser os filmes americanos), algo muito característico do cinema francês de agora.

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Descobri que Junie é a Léa Seydoux, então ela só é linda nesse filme mesmo.

Um castelo na Itália (Un château en Italie)

Esse filme é muito maluco. E eu adorei exatamente por causa disso. Nenhum personagem é muito normal, é todo mundo meio desajustado. Adoro personagens assim, que não são certinhos. Como disse o próprio Louis lá no dia, é uma homenagem da diretora e atriz Valeria Bruni Tedeschi às culturas francesa e italiana, que permeiam sua vida por ela ser filha de pais italianos, mas ter morado na França sua vida inteira. E é um retrato muito engraçado dessas culturas, principalmente da italiana que, meu Deus, como é parecida com a nossa (pessoal fala alto, os pais tem zelo excessivo em relação aos filhos, ninguém bate muito bem). É bem daquele tipo de filme que mostra que de perto ninguém é normal, sabe? Perfeito para dias que tudo que você quer é rir.

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Louis e Valeria, casal no filme (e até ha pouco tempo atrás, também na vida real).

Bem, aproveitando que Louis estaria aqui no Brasil para a estreia do seu primeiro filme como diretor, Os dois amigos, a Cinemaison convidou o ator para comparecer nessa mostra de filmes dele. E ele foi. E foi assim que o conheci. Ele não me conheceu, mas eu o conheci. Estive ha poucos metros deles e respirei o mesmo ar que Louis Garrel! hahahaha É costume do Cinemaison levar atores e diretores para essas sessões de cinema, mas, segundo minha prima (que costuma ir sempre ver os filmes), eles sempre ficam bastante tempo, respondem perguntas e tiram fotos com as pessoas que lá estão. Louis, porém, não fez isso. Falou por muito pouco tempo no palco (se você quiser ver ele falando, vou colocar abaixo o vídeo que coloquei no meu canal do Youtube, onde coloquei um pedacinho dele falando) e depois foi embora. FOI EMBORA! Eu e algumas outras meninas (ok, tinham uns dois meninos) até chegamos a ir atrás dele (em total estilo groupie mesmo), mas ele só conversou com algumas pessoas lá da Maison de France e se foi. Foi embora sem olhar pra trás and not a care in the world. O que me decepcionou um pouco, admito. Ainda mais porque minhas fotos dele ficaram bem capengas.

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Mas o que importa é que, pelo menos, o vi bem na minha frente (e percebi que ele não é tão alto quanto parece nos filmes), ouvi sua voz falando francês do meu lado (e bem baixinho) e já posso riscar um item na minha bucket list.

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Mon Roi| Festival do Rio

Raiva. Foi isso que senti durante todo o tempo em que eu assistia Mon Roi (quer dizer, a maior parte do tempo). E eu pensava em como Tony, a personagem principal (Marie-Antoinette, na verdade, apelido Tony), é burra. Burra, idiota, imbecil, cega, auto destrutiva. Principalmente isso: auto destrutiva. E o filme mostra isso claramente: quando uma pessoa quer se auto destruir, não importa o que falem para ela ou o que aconteça com ela, ela nunca vai parar. E Tony é prova viva (ou pelo menos ficcional) disso.

Tony e seu roi, ou rei, Georgio.

Tony e seu roi, ou rei, Georgio.

Desde o princípio, Tony sabe que está se envolvendo com um cafajeste. Georgio deixa bem claro que é um cafajeste, ele até se autointitula “o rei dos cafajestes” (por isso o nome do filme). Mas ainda assim ela insiste porque, vocês sabem, às vezes a gente tem mania de pensar que vamos mudar o outro, que vai ser diferente com a gente. E Georgio até parece realmente amá-la. Mas depois dos primeiros sinais de que nada vai ser diferente, gente, é hora de sair correndo. Mas não, Tony fica, por motivos absurdamente idiotas e impostos pela sociedade, ah, a sociedade imbecil sempre nos fazendo cometer atos estúpidos. Mas dá pra perceber que é um padrão de Tony, já que ela diz, logo no princípio do filme, que tem um ex-marido que era bem horrível com ela (isso antes de Georgio). Ou seja, é um padrão. É um padrão da personagem procurar pessoas que a tratarão mal. Por que? Porque por algum motivo ela é autodestrutiva, ela se sabota (e psicólogos podem assistir ao filme e me contar qual é esse motivo, porque não ficou claro para mim). E nossa, como dá raiva e dá vontade de sacudi-la e gritar na cara dela: vai embora, mulher!!!!!!!!!!!

Louis Garrel e Vincent Cassel com a diretora Maïwenn.

Louis Garrel e Vincent Cassel com a diretora Maïwenn.

E com certeza essa também era a vontade do personagem de (amorzinho) Louis Garrel, irmão da personagem e também psicólogo, que é quem cata os pedaços da Tony quando ela se desespera por causa de Georgio. Todos os atores estão maravilhosos em seus papéis (principalmente Vincent Cassel no papel de Georgio), mas fiquei impressionada com Louis porque nunca havia visto nenhum filme com ele onde ele não era o principal ou o galã, e olha, o bichinho manda bem em qualquer situação. A bondade e preocupação em seu olhar eram de emocionar. Mas claro que não posso deixar de elogiar a atuação de Emmanuelle Bercot, a intérprete da personagem principal, porque não é um papel fácil, é um papel de cheio de camadas, e ela conseguiu chegar a todos os extremos que o papel exigia com muita naturalidade. Incrível.

Tony toda ferrada tomando banho na clínica.

Tony toda ferrada tomando banho na clínica.

Mon Roi é contado todo por meio de flashbacks. Logo no início, Tony chega a uma clínica de reabilitação para cuidar de seu joelho, machucado em uma queda enquanto ela esquiava. Durante todo o período em que está lá, pensa sobre a relação – além de sofrer horrores com a recuperação de sua lesão. E sinceramente, ainda bem que tem esses períodos passados na clínica, porque não sei se eu aguentaria assistir todo o terror psicológico que Georgio faz em Tony sem esses intervalos leves – sim, eu disse que ver uma pessoa recuperando um lesão grave no joelho é algo leve, para você ver como é conturbada a relação dos dois.

Tony em um momento de descontração na clínica.

Tony em um momento de descontração na clínica.

O filme também trata de outros temas além do principal, como preconceito, vício, o culto à beleza, e você não sente que esses temas estão ali só pra “cumprir um papel” ou que poderiam ser mais explorados. Não sente porque eles são tocados de uma maneira bem natural, como acontece na vida. Ando com uma tendência a gostar mais de filmes que agem em torno de um assunto como agimos com eles na vida, dando importância e sabendo que são temas importantes de serem tratados, mas não fazendo de tudo um bicho de sete cabeças e tratando de um jeito irreal. Ando cada vez mais realista. hahahaha E claro que o fato de a diretora ser mulher mostra uma visão bem diferente de todos os assuntos, principalmente do relacionamento do casal principal, porque geralmente vimos tudo pelos olhos dos homens, mesmo quando a personagem principal é uma mulher. Mas quando a história é contada por uma mulher é totalmente diferente porque ela sabe verdadeiramente como é aquilo porque ela passa por aquilo, não é mesmo? Mas de jeito nenhum estou falando que um homem não consegue tocar nesses assuntos com qualidade também, ok?

Bem, resumindo, assistam Mon Roi, é ótimo! Mas vão preparados para sentir muita raiva!

Próximas sessões:

11/10 – 16:30 – Cinépolis Lagoon 6

13/10 – 13:15 – Estação NET Ipanema 2

13/10 – 21:40 – Estação NET Ipanema 2

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Hoje não tem foto da minha roupa de festival (esqueci de tirar), mas tem vídeo sobre o Festival, com dicas de coisas para se levar quando for assistir um filme. E se você ainda não é inscrito no canal, se inscreve lá, faça uma amiguinha feliz! E assim você também é avisado sempre que tiver um vídeo novo!

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Filmes franceses: uma obsessão

I have a thing for french movies. Na verdade, não é só a thing, eu sou totalmente apaixonada por filmes franceses. Não me pergunte nome de diretores, atores, isso eu não sei (só de alguns poucos). Mas acontece algo comigo quando vejo um filme francês que não sei explicar – e olha que eu nem sou fã da França, é um país que nunca tive vontade de visitar (a não ser pelos cafés). É tiro e queda e não tenho dúvida: coloco na sessão de filmes estrangeiros no Netflix (geralmente é onde busco os filmes pra assistir) e eu sempre acabo escolhendo um filme francês, mesmo sem saber que é francês – foi o que aconteceu hoje. Tem alguma coisa no jeito de contar uma história, e até no tipo de história que é contada, que me chama, que grita meu nome, e quando percebo, já tô com mais um francês na tela. Então, nada mais adequado do que indicar 5 filmes (e mais 1 extra) para assistir no Netflix. Não são meus filmes franceses favoritos de todos os tempos (esses eu deixarei para outro dia), mas são filmes que assisti recentemente (e outros há um tempinho já) e que gostei muito. Espero que vocês se interessem e gostem também.

1. Os nomes do amor

Esse foi o filme que assisti hoje e que eu não tinha ideia de que era francês quando li a sinopse no Netflix. Aliás, a sinopse lá tá bem tosca e não representa o filme em nada! Na verdade, Le nom des gens (no original) conta a história de um homem (Arthur Martin), o mais francês dos franceses, que conhece uma mulher (Bahia  Benmahmoud), que tem descendência argelina (pois é, esse Bahia do nome dela não tem nada a ver com o Brasil) e é radicalmente contra tudo que vem da direita política, tão contra que dorme com homens de direita com o intuito de transformá-los em esquerdistas. Sensacional, né? Quem é a pessoa que tem a ideia de fazer um filme com uma personagem assim? Achei fantástico! Arthur, apesar de não ser de direita, é o oposto de Bahia, que é super extrovertida e nada conservadora. Lembrei muito da briga PT x PSDB que tá enchendo o saco acontecendo aqui no Brasil e em como ficar com essa briga interminável é uma tremenda besteira. Perfeito para se assistir nos dias atuais.

Sara Forestier como Bahia (achei ela linda!) e Jacques Gamblin como Athur, em cena do filme.

Sara Forestier como Bahia (achei ela linda!) e Jacques Gamblin como Athur, em cena do filme.

2. Les Adoptés

Cena do filme Les Adoptés.

Mélanie Laurent e Marie Denarnaud, as irmãs de Les Adoptés.

Esse filme é pra ser visto com uma caixa imensa de lenço de papel do lado. Dirigido (e roteirizado e atuado) pela belíssima Mélanie Laurent (as francesas são lindas! os homens, charmosos), foca na história de duas irmãs, Marine e Lisa que, apesar de irmãs adotivas (Marine foi adotada pela família de Lisa quando criança), são como uma pessoa só. Vivem juntas, se ajudam (Lisa é mãe solteira de um filho pequeno que Marine ajuda a criar) e se falam todos os dias, mesmo tendo personalidades completamente diferentes (mas nada de irmã boa e irmã má, como Ruth e Raquel). Porém, Marine se apaixona por Alex, modificando a dinâmica entre as duas. E depois algo mais acontece (claaaaaaro que não vou contar o que) pra modificar ainda mais. É um filme sensível, diferente, bonito, delicado, simples, leve, e muito, muito triste. E um dos melhores, se não o melhor, dos que já vi no Netflix.

3. Até a eternidade

Personagens verdadeiros e reconhecíveis (e totalmente críveis), é o que você vai encontrar em Le petit mouchoirs (no original). E olha, são muuuuuuuuitos personagens, todos amigos de muitos anos que costumam fazer uma viagem anual para uma cidade de praia, para a casa de um deles. Porém, nesse ano, um deles sofreu um acidente e está internado em estado grave em um hospital em Paris, e sua ausência altera a dinâmica e a relação entre os amigos restantes.

Os personagens amigos de Até a eternidade.

Os personagens amigos de Até a eternidade.

O filme é longo, mas é muito bom e vale a pena ver todas as suas duas horas e trinta minutos. A forma como cada relação é retratada e vai sendo dissecada ao longo do filme é emocionante, e te faz pensar muito em tudo que não está sendo dito entre seu grupo de amigos. E pra completar, tem a Marion Cotillard, que é uma puta atriz!

4. Piaf

Marion Cotillard, irreconhecível como Édith Piaf.

Marion Cotillard, irreconhecível como Édith Piaf.

Falando em Marion Cotillard, lá vem o filme que fez a atriz ganhar o Oscar de melhor atriz em 2008, e olha que atriz não-americana ganhar Oscar é algo muito raro de acontecer. Francesa então! É porque ela arrasou muito, muito mesmo! Marion ficou incrivelmente, assustadoramente, parecida com a famosa e sofrida cantora francesa (louros para a equipe de maquiagem) e arrasou na performance. É um filme imperdível, tanto para se conhecer a vida de Édith Piaf (conhecida, principalmente, pelas músicas La vie en rose e Non, je ne regrette rien), que era fenomenal, quanto para ver a tremenda atuação de Marion, e também porque o filme é fantástico e ponto final.

5. Qual é o nome do bebê?

A premissa de Le prénom (no original) é uma das mais diferentes que já vi: o caos se instala numa família quando o nome do primeiro filho de um deles é revelado. Sério, alguém já viu um filme com uma ideia inicial tão diferente? Claro que tudo vai além de somente o nome da criança. Claro que existe um motivo real para acontecer uma confusão tão grande somente por causa do nome de uma criança, e logo no início se entende o motivo. Mas como qualquer reunião em família, esse fato é só o estopim inicial para uma jogação sem fim de merda no ventilador. É hilário, é metafórico, é super francês. E super bom.

Cartaz do filme.

Cartaz do filme.

Filme Extra

Eu não podia falar de filme francês, sem falar de:

O Fabuloso Destino de Amélia Poulain!

O Fabuloso Destino de Amélíe Poulaín!

Um dos filmes mais citados, mais referenciados, mais amado por culturetes e não culturetes do mundo inteiro – bem, pelo menos do Brasil. E com razão, porque ele é incrível. É um filme que mostrou uma história e um estilo de filmagem diferente do que existia no momento (o antigo ano de 2002) e impulsionou o cinema francês pelo mundo afora. Admito que não gostei da primeira vez que vi, mas eu era uma pessoa que não entendia de cinema e muito do contra, ou seja, não gostava do que todo mundo gostava e gostava do que ninguém gostava – ou pelo menos falava isso. Mas quando revi o filme, percebi, enfim, o motivo de ser tão adorado: é porque é muito bom. As cores, a delicadeza, a narrativa, as atuações, é tudo na medida certa e sensacional. Não podia de jeito nenhum ficar de fora dessa lista deliciosa! E tá lá, no Netflix, prontinho pra ser visto!

"São tempos difíceis para os sonhadores."

“São tempos difíceis para os sonhadores.”

E vocês? Costumam ver filmes franceses? Se sim, quais seus filmes favoritos? Se não, gostam de filmes de qual país? Contem-me! E até o próximo post!

Muah! (isso foi um beijo)

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