Projeto 5 em 52 – 7a Semana

Hello pessoas!

Depois de não sei quanto tempo sem fazer o Projeto 5 em 52, estou eu aqui de volta com ele. Mas também vim dizer que não continuar com o projeto. Pelo menos, não toda semana. Percebi que, às vezes, eu queria postar sobre alguma coisa que eu acho mais interessante, mas não o fazia porque tinha que colocar mais um dia do projeto aqui. E como não é uma coisa suuuuuuuuuuper importante, resolvi deixá-lo um pouco de lado, e colocar algo relacionado a ele só às vezes. Ok? Ok.

Dito isso, lá vamos nós para o tema da sétima semana, que é:

Eu sempre…

Obviamente há várias coisas que sempre faço, ou penso, ou quero, mas na hora de escrever aqui, me dá um branco total. Por isso colocarei aqui o que primeiro aparecer na minha cabeça. Espero que apareça algo!

1. Acho que não estou fazendo/sendo o suficiente

Sim, eu tenho complexo de inferioridade E mania de perfeição, por isso sempre acho que não estou fazendo o suficiente ou sendo o suficiente para alguém. Exemplo: no momento, estou em busca de emprego. E apesar de procurar emprego todo dia, eu ainda acho que poderia estar fazendo mais. E eu sempre acho que poderia fazer mais pelas pessoas da minha vida, como meus pais, meus gatos, meus amigos, meu marido. E isso em deixa totalmente louca!

2. Penso rápido demais, e por isso acabo falando embolado e escrevendo palavras errado

Meu pensamento é muito rápido, sério, MUITO rápido! O que significa que meu cérebro funciona mais rápido que minha boca eu acabo gaguejando ou falando palavras errado. O mesmo acontece quando vou escrever, e acabo juntando duas palavras porque enquanto estou escrevendo uma, já estou pensando na próxima. É uma loucura! E meu marido me zoa imensamente por casa disso. Mas pelo menos divirto as pessoas!

3. Quero tomar café

Não importa a hora do dia, eu sempre quero tomar café. Sim, é vício mesmo. And I’m not ashamed of it!

4. Paro na rua quando QUALQUER animal passa por mim – e sorrio para eles

Na verdade, não precisa nem passar por mim, pode estar super longe, mas eu tenho um faro especial para animais fofos e sempre os vejo. E paro, sorrio, falo que são lindos. E sempre faço barulhos agudos quando vejo qualquer foto de qualquer animal fofo. Ou vídeo. Pra resumir, eu fico maluca toda vez que vejo um animal fofo, seja onde for. E sempre esmago gatos e cachorros fofos de amigos. E os meus, claro (e meu rato também). Sim, totalmente Felícia.

Vocês não sabem quantas vezes eu dei gritinhos fazendo essa montagem.

Vocês não sabem quantas vezes eu dei gritinhos fazendo essa montagem.

5. Estrago surpresas

Fiquei sabendo dessa hoje, pelo meu marido. Mas pelo que parece, fico tão ansiosa que não consigo esperar e fico pedindo as coisas para as pessoas, deixando impossível que elas façam surpresas pra mim. Talvez seja por isso que nunca ganhei uma festa surpresa. Nossa, pareci totalmente loser depois dessa, né? Hahahahahaha But I don’t care!

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Projeto 5 em 52 – 6a Semana

Gente! Sabe que semanapassada esqueci de fazer o projeto 5 em 52? Isso significa o que? Que essa semana teremos duas vezes esse projeto (provavelmente na 6a feira, portanto, se você acha esse projeto um saco, não entre no blog nessa 6a. hahahahaha).

O tema de hoje é um que já passei horas e horas pensando sobre, principalmente quando eu assistia Charmed (sabe, aquele seriado das três irmãs que eram bruxas, e que tinham um gato lindo, e explodiam demônios e moravam numa casa linda?). Vocês viam Charmed? Vocês tinham idade pra assistir televisão quando passava Charmed? hahaaha É que sou velha, gente, amanhã faço 30 anos! Mas não quero falar sobre isso. #deprêModeOn Quero falar sobre minha primeira tatuagem, porém. Mas não falarei porque, né, não é o tema de hoje. Então vamos logo pro projeto, senão eu vou ficar blabbling aqui pra sempre!

Semana 6: Os super poderes que eu gostaria de ter se fosse um super-herói seriam:

1. Voar

Apesar de eu ter pânico de avião, eu queria muito muito muito saber voar. Assim, sozinha, sem nada para me fazer voar que pode quebrar ou parar de funcionar do nada eu não teria medo. E mais, me sentiria livre, voando, no céu. só eu e eu mesma – e vários pássaros. Seria o máximo! Desde que me entendo por gente tenho vontade de saber voar. E fico frustrada todo dia por saber que esse sonho nunca vai se realizar.

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E eu nunca vou deixar de acreditar que, uma vez quando eu era pequena, eu pulei do sofá e voei. Consigo sentir a sensação até hoje!

2. Comer sem engordar

É um super poder fútil? É. Tem gente que nasceu assim e não é considerado super-herói (erroneamente)? Oh yeah. Hoje em dia eu já não engordo tanto quanto devia engordar comendo as coisas que como? Sim. Mas ainda assim eu queria que isso acontecesse comigo. Seria o máximo poder comer sem ter que me preocupar que, daqui ha uns anos, isso que estou comendo estará alojado nos meus culotes ou na minha pancinha. E se não afetasse a minha saúde seria melhor ainda!

Minha super-heroína!

Minha super-heroína!

3. Regeneração

Sabe, quebrar um osso e ele voltar ao normal sem precisar ir ao hospital? Ou estar num avião, ele cair e eu não morrer porque, bem, meu corpo regenera não importa a situação? Pois é, isso deixaria a vida bem mais fácil de se viver – e eu viveria muito menos preocupada. Ah! E óbvio que nisso aí tá incluso eu poder regenerar qualquer pessoa que eu quisesse também.

O Leo, de Charmed (olha aí!), regenerando o (lindo) Chris.

O Leo, de Charmed (olha aí!), regenerando o (lindo) Chris.

4. Habilidade de salvar todos os animais que precisam de ajuda

Seria a pessoa mais feliz do mundo se eu pudesse salvar todos os animais que estão sofrendo, ou abandonados nas ruas, ou sofrendo maus-tratos por parte de seus donos. Nossa, esse, na verdade, está no topo da minha lista de super poderes!

Imagina, poder salvar todas essas coisinhas lindas!

Imagina, poder salvar todas essas coisinhas lindas!

5. Não ser trouxa

Não preciso explicar mais nada e nem explicar o motivo, né?

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Projeto 5 em 52 – 5a Semana

Olá Enfermeira!

Como foi o final de semana de vocês? O meu foi cheio de dores porque recebi a visita daquele indigníssimo ser que vem todo mês para as mulheres e, não sei vocês, mas eu odeio. Dores, instabilidade de humor, não são coisas agradáveis de se sentir. Mas enfim, vamos falar de coisa boa, né?

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Essa semana, o tema do projeto 5 em 52 é whishlist. E como está perto do meu aniversário, até veio a calhar. 😉

1. Um emprego

Ok, sei que isso não é algo material, mas é o que mais quero no momento. O que mais queria, de verdade, era um emprego numa editora fodona (Intrínseca seria o sonho) ou numa produtora de cinema (ah, se um dia eu conseguisse trabalhar na O2, do fernando Meirelles…). Maaaaaas, como a coisa tá braba e difícil, aceito qualquer emprego que me pague o suficiente para eu conseguir me manter e ter uma vida social razoável. Não tô pedindo demais, né?

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2. Câmera semi-profissional

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Não sei modelo nem nada, mas só tô querendo uma câmera fotográfica semi-profissional. Eu já tenho uma profissional, mas não há como levá-la na mochila nas minhas saídas por aí porque Rio de Janeiro não tá fácil. Sem contar que aquilo ali pesa, minha gente! E também não posso entrar com ela em shows, é proibido (só pessoas da mídia podem entrar com câmeras profissionais em shows). Então eu queria muito uma semi pra poder levar pros lugares, pras viagens, pros shows, enfim, usá-la normalmente. Se você tá lendo e você me conhece, meu aniversário é dia 05 de maio. 😉

3. Livros

Sempre quero comprar livros, sempre! É incrível como, não importa a quantidade de livros que tenho em casa ainda sem ler, quero comprar mais. E mais. E mais. É impossível pra mim passar por livrarias sem entrar pra olhar, e sempre saio com mais livros na minha lista de livros para comprar. Sempre tiro fotos dos livros pra não esquecer qual eu quero – isso quando aguento esperar, senão acabo comprando no Kindle. Sabia que ia ser um perigo ganhar um kindle, o livro a um toque de distância!

Alguns dos livros que quero.

Alguns dos livros que quero.

4. Viagens

AMO viajar! Por enquanto tá meio impossível, mas é por isso que preciso logo do meu primeiro item da whishlist! hahahahaha Pra mim, não há coisa melhor que viajar. Eu poderia ficar sem comprar nada durante o ano todo se fosse pra guardar dinheiro pra viajar. É a experiência mais enriquecedora do mundo e um dos melhores jeitos de se gastar dinheiro porque você ganha algo realmente verdadeiro em troca, que nunca vai acabar ou quebrar, que é conhecimento. Alguns lugares que eu gostaria de ir:

-Londres (Inglaterra);

-Disney (Orlando, Flórida, EUA);

-NY (EUA);

-Praga (República Checa);

-Foz do Iguaçu (Brasil – porque tá todo mundo indo e tô achando lindo!);

-Montevidéu (Uruguai);

-Machu Picu (Peru);

-Santiago (Chile);

-Grécia.

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O único problema de viajar é que tem que pegar avião, e eu tenho pânico de avião – ainda mais depois de tantos acidentes!

5. Vender meus livros! E publicar outros.

Ok, isso não é bem um objeto e nem poderia considerar parte de uma whishlist típica, mas como whishlist significa lista de desejos, e vender meus livros é um desejo imenso meu, tem direito de estar na lista!

Eu não preciso ficar famosona como a Babi Dewet, mas queria que mais gente lesse meus livros, conhecesse a Alice Maria e a Lucie, e se emocionasse (e se divertisse) com minhas histórias. É uma sensação muito boa saber que existem pessoas por aí lendo palavras que eu escrevi – e gostando delas -, por isso queria que mais gente os lesse. E se alguém por aí já leu, me diga o que achou! E indique aos amigos! hehe

Eu no lançamento do Queria tanto (esquerda) e do Coisas não ditas (direita).

Eu no lançamento do Queria tanto (esquerda) e do Coisas não ditas (direita).

Aqui o link, caso vocês se interessem por ler meus livros: Meus livros na Saraiva (é só clica aí do lado)/ Meus livros na Amazon (só ignore o do meio)

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Projeto 5 em 52 – 4a Semana

Lá vamos nós de novo para mais uma semana do projeto 5 em 52. Não é que tô conseguindo manter firme e forte?

O tema dessa semana é Citações Preferidas e até agora foi o mais difícil pra mim (não que tenham sido muitos temas até agora). Eu nunca entendi como algumas pessoas conseguiam recitar poesias de cabeça ou guardar trechos inteiros de livros porque eu nunca consegui. O que significa que eu não tenho citações preferidas porque eu não tenho memória!

Então, decidi fazer o tema dessa semana com citações de músicas. Essas sim eu consigo decorar sem problema. 🙂 As listarei aqui, mas sem ordem de preferência específica, ok?

1. “Toda bossa é nova e você não liga se é usada.”

Acho esse verso da música Todo carnaval tem seu fim, dos Los Hermanos, simplesmente incrível! Na verdade, essa música tem vários versos incríveis (como “Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado”), mas acho esse o melhor de todos. Por que? Simplesmente porque é!

2. “The opposite of war isn’t peace, it’s creation!”

Outra música que é toda fantástica, cada verso. Mas essa frase… Ah, essa frase… Eu queria colocá-la pintada na minha parede porque é a ideia pela qual vivo! Ela é da música La vie bohéme, do musical Rent, que é meu musical favorito de todos os tempos (algum dia escrevo sobre ele aqui). E eu acho que se as artes, a cultura fossem mais valorizadas no mundo (e, principalmente, no Brasil) teríamos bem menos guerras e pessoas melhores desenvolvidas. Mas acho que isso é uma utopia e só verei a cultura ganhando valor daqui a muitos e muitos séculos… Infelizmente.

(me desculpem, mas só achei La vie bohéme com legenda em espanhol. E vocês poderão ver a maravilhosa Idina Menzel, muuuuuito antes de ela explodir por causa de Let it go, de Frozen. Ela é uma das atrizes que estava no elenco da primeira versão de Rent, na Broadway. Diva!)

3. “Os dias que me vejo só são os dias que me encontro mais.”

Mais uma dos Los Hermanos porque, bem, Los Hermanos são os Los Hermanos, somente a melhor banda do Brasil (ok, agora que também existe Móveis Coloniais de Acaju fico na dúvida). E as músicas deles são todas poesia pura, então não tinha como eu não escolher mais de uma para colocar aqui. E essa frase foi escolhida simplesmente porque ela me define. Eu não sou uma pessoa muito sociável. Eu até gosto de ficar entre pessoas, mas tudo tem seu limite. E eu preciso dos meus momentos sozinha. Não sei se isso é porque sou filha única e me acostumei a ficar sozinha, brincar sozinha (quando era criança), fazer coisas sozinha, não depender de ninguém. E quando dependo de alguém, meu Deus, como me agonia! Sem contar que quando estamos cheios de gente em volta fica impossível pensar, racionar, analisar, imaginar… Por isso os dias que me vejo só são dias que me encontro mais, porque é quando dá pra parar e pensar, e fazer e sentir e ser do jeito que eu sou, e não do que os outros querem.

Ah! A frase é da musica Condicional.

4. “Are we all lost stars trying to light up the dark?”

Essa é novíssima, da música Lost stars, do filme Begin Again (que eu escreverei sobre por aqui em breve), e inclusive foi indicada ao Oscar de Melhor Música esse ano, sendo interpretada no palco por nada mais, nada menos que o gatérrimo Adam Levine (que também atua no filme). Mais uma música que parecer exprimir o que sinto na vida. Sem mais comentários.

(cena do filme Begin Again)

5. “Mas o que eu não fui, o que eu não fiz, o que nem sequer sonhei;
O que só agora vejo que deveria ter feito,
O que só agora claramente vejo que deveria ter sido —
Isso é que é morto para além de todos os Deuses,
Isso — e foi afinal o melhor de mim — é que nem os Deuses fazem viver …

Se em certa altura
Tivesse voltado para a esquerda em vez de para a direita;
Se em certo momento
Tivesse dito sim em vez de não, ou não em vez de sim;
Se em certa conversa
Tivesse tido as frases que só agora, no meio-sono, elaboro —
Se tudo isso tivesse sido assim,
Seria outro hoje, e talvez o universo inteiro
Seria insensivelmente levado a ser outro também.”

Só pra não dizer que não escolhi nenhuma citação sem ser música. Esse trecho é do poema Na noite terrível, de Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa, amorzinho maior) e é simplesmente perfeito.

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Projeto 5 em 52 – 3a Semana

Faltam exatamente 29 dias pro meu aniversário de 30 anos, o que significa que estou:

1. No meu inferno astral;

2. Desesperada porque em 29 dias completo 30 anos;

3. No meu inferno astral;

4. Revendo, repensando, reconstruindo, e todos esses “res” que costumamos fazer perto de uma data significativa;

5. No meu inferno astral, já mencionei isso?

E, pensando nesse no item 4 dessa lista, decidi que não vou fazer mais o Projeto 5 em 52 todas as 2as feiras. Porque, às vezes, chega a 2a feira e eu não quero fazer uma lista de 5 coisas, quero escrever um texto corrido sobre a influência que o café tem na minha vida. Ou quero colocar fotos de caras que eu acho gatos só pra alegrar/embelezar um pouquinho esse blog. Ou quero reclamar de qualquer coisa, ou indicar um livro, ou surtar com um filme, ou, ou, ou… Portanto, sim, eu farei o projeto toda semana, mas não impreterivelmente nas 2as feiras.

Nina, porém, continuará dando o ar de sua graça todas as 5as feiras, não precisam se preocupar. (ela acabou de respirar aliviada aqui do meu lado)

Dito isso, pra me despedir das regras, hoje terá sim o projeto 5 em 52, porque mesmo depois de todo esse discurso eu continuo maluca e não faço o que falo que vou fazer quero dar um tempinho pra vocês se acostumarem com essa nova realidade (assim como tenho 29 dias pra me acostumar com minha nova realidade de mulher de 30). Tá bom? Tá bom. Então vamos lá!

Semana 3: Coisas para se fazer no calor.

Eu moro no Rio de Janeiro e, como vocês devem saber, morando aqui ou não, no Rio de Janeiro faz calor o ano inteiro! Aqui, as estações são demarcadas assim:

Verão: MUITO calor

Outono: um pouco menos de calor

Inverno: fica fresco, mas continua calor

Primavera: quase MUITO calor

Então, na verdade, o tema dessa semana, para mim, são “coisas para se fazer na vida”, praticamente, porque não há época específica para o calor por aqui. Mas, vou fingir que moro em um lugar com as estações bem demarcadinhas e falar o que eu faria caso só tivesse três meses de calor por ano. O que, graças a Deus, não é verdade (sim, eu não suporto frio e AMO calor, uma das poucas vantagens de se morar no Rio de Janeiro).

1. Ir à piscina

Não que eu vá. Eu quase não vou à piscina (no prédio que eu moro não tem piscina, no prédio dos meus pais tem muita criança na piscina, e eu não sou sócia de clube nenhum). Mas, se eu pudesse, se eu morasse em uma casa e tivesse uma piscina no meu quintal, provavelmente eu iria à piscina todos os dias! Eu AMO piscina. Eu amo MUITO piscina. E eu amo ficar dentro da piscina, e não ficar pegando sol na beira, como eu vejo muita gente fazendo (por que, gente, por que?????). Melhor coisa do mundo ficar dentro de uma piscina com a água morna, os pés na borda e o corpo meio que boiando, só relaxando… Piscina relaxa muito! Quando eu era criança e morava em outro prédio, ficava muito na piscina, exatamente do jeito que tô falando. Ah, como era bom… Meu plano para quando ficar rica é esse: ter uma casa com piscina. Serei a pessoa mais feliz do mundo!

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E antes que alguém pergunte: sim, eu prefiro piscina à praia. Só vou à praia em último caso. Ou então no caso a seguir.

2. Ver o pôr do sol no Arpoador.

Eu nunca tinha ido ao Arpoador ver o pôr do sol. E isso, pra quem mora aqui no Rio de Janeiro, é quase uma ofensa. Só pra explicar pra quem não mora aqui na cidade ou quem nunca veio ao Rio ou que mesmo já vindo ao Rio nunca pisou no Arpoador (tadinho), o Arpoador é uma praia que consiste, basicamente, em um posto e uma pedra. Essa pedra se chama “Pedra do Arpoador” (pelo menos é o nome que todos chamam, não sei se tem um nome mais científico) e é muito famosa por aqui por ser a pedra onde locais e turistas se reúnem para assistir ao pôr do sol. E eu te digo: é como se fosse um evento mesmo. Várias pessoas chegam por lá um pouco antes do horário do sol se pôr, arranja, com dificuldade (porque tá sempre muito cheio, mas não cheio insuportável, e eu tenho fobia de multidões), um espacinho na pedra e fica lá, esperando o sol se pôr.

Foto que tirei nesse único dia que fui lá no Arpoador.

Foto que tirei nesse único dia que fui lá no Arpoador.

E eu vou te dizer: é um espetáculo maravilhoso! Como eu disse, eu nunca tinha ido ao Arpoador assistir o pôr do sol. Achava meio besta, e eu não sou muito fã de praia. Mas eis que a prima dos meus primos, que é de Salvador, quis ir lá e fui com elas. E ainda bem que fui. Porque é lindo demais. E é mais legal ainda o clima que fica lá. É uma sensação de paz, de alegria, de euforia. O sol começa a baixar e as pessoas começam a vibrar. E quando ele desaparece por trás do morro, todo mundo bate palma. É emocionante, de verdade. Se você mora aqui na cidade e nunca foi assistir o pôr do sol no Arpoador, vá. E se você, por acaso, vier ao Rio, não deixe de participar desse evento que, te prometo, é inesquecível. E claro, digo que é uma coisa a se fazer no calor (principalmente no verão) porque é quando o céu está claro e a temperatura mais amena, porque o tempinho na praia pode ficar bem frio por causa da proximidade do mar.

3. Tomar sorvete sem culpa

Se você for como eu, você toma um sorvete imenso e se sente imediatamente culpada depois pela quantidade imensa de calorias que você está ingerindo. Porém, isso não acontece no calor! Porque, apesar de no resto do ano eu pensar que não precisaria estar tomando aquela divindade num potinho, no verão eu penso: “eu posso porque preciso me refrescar”. E qual o melhor jeito de se refrescar do que tomando um belo sorvete? (Nem pense em responder “tomando um suco” porque esta resposta está errada!) Eu, que já amo um sorvete (é, de longe, meu doce favorito), fico muito feliz em poder tomar sorvete indiscriminadamente durante todo o verão. E sem sentir peso na consciência (ok, talvez só um pouquinho, mas depois eu suo e penso que estou perdendo toda a gordura no suor, o que sei que não é verdade, mas uma garota pode se enganar).

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4. Ficar no ar-condicionado, seja onde for

No calor, você tem desculpa pra ligar o ar-condicionado. “Ah Livia, mas ar-condicionado gasta muita energia e a conta de luz fica muito cara”. Sim, é verdade, eu mesma sofri com isso. Mas aí você pensa: “Se eu não ligar o ar-condicionado, vou ter que pagar mais com hospital depois, já que vou passar mal de calor” (aqui no Rio de janeiro, pelo menos, o calor é de exaurir e fazer passar mal mesmo). E aí você escolhe ligar o ar-condicionado e viver feliz para sempre.

Sem contar que é uma mega desculpa boa pra você fazer coisas que você quer fazer. Exemplo 1: você quer ir no shopping ver vitrines, mas se sente fútil fazendo isso. “Ah, mas lá tem ar-condicionado e indo pra lá, gasto menos energia em casa, pagando menos na conta de luz”. Exemplo 2: você tá muito a fim de ir no novo restaurante que abriu perto da sua casa, mas tá meio sem grana. “Ah, mas lá tem ar-condicionado, e a conta do restaurante vai ser mais barata do que a conta de luz se eu usar ar-condicionado em casa”. Exemplo 3: quer ir ao cinema e tá em dúvida se vai ou não? Primeiro que qualquer dúvida em relação a ir ao cinema é sempre sim, vá ao cinema (isso seria o número 1 dessa lista, inclusive, mas preferi colocar outras coisas pra ser menos óbvio, porque minhas respostas sempre serão “cinema, cinema, cinema, filme). E segundo que lá tem ar-condicionado, então… o resto vocês já sabem. Pronto, dilemas resolvidos!

Com ar-condicionado, você nem precisa fazer isso.

5. Viajar

Sim, viajar. Mas não é qualquer viagem, e sim para lugares onde esteja calor! O que quero dizer com isso? Quero dizer que nunca iria pra Europa quando lá estivesse frio pelo simples fato de que não lido bem com frio e não consigo fazer nada quando a temperatura está abaixo de 20 graus (sério, o frio me paralisa). Então, pra eu viajar pra um lugar que faz muito frio no inverno, eu tenho que ir quando está calor.

Na verdade, é melhor ir pra qualquer lugar quando se está calor (nem só para lugares que fazem muito frio) porque você pode levar roupas mais leves, o que diminui consideravelmente o peso da sua mala, o que facilita na hora de carregá-la (e na hora de comprar coisas também, porque com a mala mais leve, mais coisas você pode comprar). Então, apesar de ser bom viajar em qualquer época do ano, a melhor é sempre quando está calor no local para onde você vai.

Olha que lindeza Londres no verão! Um dia...

Olha que lindeza Londres no verão! Um dia…

É isso, gente. Espero que tenham gostado da listinha de hoje. E me digam se concordam comigo e escrevam nos comentários o que vocês gostam de fazer no calor. E, se gostarem do projeto e forem fazer, não esqueçam de me avisar, fico curiosa! 🙂

Ah! Olha minhas redes sociais! Segue eu lá! 😉

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Projeto 5 em 52 – 2a Semana

Pessoas bonitas! Nina deu as caras por aqui no dia do Projeto 5 em 52, mas aqui está o projeto hoje! Estou curiosa e ansiosa pra ver qual será o tema de hoje. Não, ainda não vi o assunto, deixei pra descobrir quando fosse escrever, fica mais interessante! hehehe Let’s find out then. Ok, já vi! E o tema dessa semana vai dar pano pra manga, porque tem taaaaaaaaaaaaaaanta coisa que eu nunca fiz! Eu sou uma pessoa muito medrosa, que odeia errar e fracassar, o que significa que eu tendo a não fazer algo se eu tenho dúvidas de que pode dar certo. O que significa que eu deixo de fazer várias coisas que eu queria fazer por falta de coragem e me culpo amargamente depois por isso. Ou seja, não recomendo esse comportamento!

Semana 2: Eu nunca…

1. Eu nunca fui à Disney

Ok, muitas pessoas nunca foram à Disney. Mas é que conheço tanta gente que foi pra Disney quando fez 15 anos, ou no ano passado (gente, ano passado todo mundo foi pra Disney!), e ainda outras pessoas que já foram à Disney mais de uma vez, que achei que devia colocar nessa lista. Há um tempo atrás, eu poderia dizer também que eu nunca quis ir pra Disney, mas eles construíram Hogwarts e todo um mundo de Harry Potter lá e aí tudo mudou dentro de mim…

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2. Eu nunca usei gesso em nenhuma parte do corpo

O que também pode ser lido como eu nunca quebrei nenhum osso. Nunca quebrei meu braço, nem nenhum dedinho, nem a perna, nem o pé. E nem é porque eu era uma criança quieta, porque eu vivia me mexendo e dançando e pulando por aí, tanto que eu já caí de cara no chão e abri a boca, quebrei o dente, entortei o nariz, mas nunca osso nem nada que precisasse de um gesso. O que me deixava extremamente irritada quando eu era mais nova. Eu sonhava em poder usar gesso, em ter ele todo desenhado e cheio de mensagens legais pra mim (tipo uma camisa de colégio no último dia do ano letivo), as pessoas me ajudando a fazer as coisas. Ou seja, eu queria ser paparicada. Mas isso nunca aconteceu. Agora, eu espero que nunca aconteça. (não seria irônico se semana que vem eu colocasse aqui uma foto com um gesso?)

Meu Deus, uma Tardis desenhada no gesso! Eu quero!!!!!!!

Meu Deus, uma Tardis desenhada no gesso! Eu quero!!!!!!!

3. Eu nunca usei drogas, nem mesmo maconha

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Estudando em um colégio mega liberal e politizado (de esquerda) como o meu, isso era praticamente impossível. Veja bem, era estritamente proibido fumar no colégio ou usar drogas de qualquer tipo, mas os alunos eram grandes partidários do cigarro (tabaco e maconha) e burlavam bastante as leis. E, cara, era muita gente fumando. Depois, fui estudar produção cultural em uma campus onde também havia cinema e comunicação, ou seja, pessoas com cabeça aberta (como eu, thank God) e também abertas a experimentações. Minha vida toda foi em meio a cigarros, bebidas e maconha, e eu consegui não usar nada. Ok, depois de anos sem beber nem uma gota de cerveja, eu provei álcool. Não gosto muito, bebo muito raramente (e só uns goles quando faço). Mas os outros… never! Não tenho nada contra maconha (mas tenho muito contra cigarro), mas nunca tive vontade nem de experimentar, assim como demorei pra ter vontade de experimentar bebida alcoólica. E as outras drogas tenho menos vontade ainda. Pra que? Pra me viciar e acabar minha vida por causa delas? No, thanks.

4. Eu nunca tive carro

Meus pais nunca tiveram carro e agora eu não tenho um carro. Na verdade, eu nunca quis, nunca tive vontade de ter e não tenho vontade nenhuma de dirigir. Pra que? Pra ficar preso no trânsito caótico que se tornou o do Rio de Janeiro? No, thanks. Ok que isso significa que fico presa em ônibus (porque não pego metrô), mas pelo menos no ônibus não estou dirigindo, o que significa menos estresse. Certo? Além do mais, tenho amiguinhos que tem carro, e nada melhor que uma caroninha. 😉 E assim ainda ajudo o meio ambiente, menos um carro pra poluir!

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5. Eu nunca tive um cachorro

Minha maior tristeza. Como eu já disse aqui no blog antes, eu sou maluca por animais. Hoje em dia, tenho 3 gatos na casa dos meus pais e um ratinho (lindo) aqui em casa. Porém, antes de eu ser maníaca por gatos, o meu vício eram os cachorros. Eu queria cachorros. Eu pedia cachorros para minha mãe desde que me entendo por gente. Eu choramingava quando passávamos por uma loja que vendia animais (hoje, abominadas por mim) pedindo um cãozinho. Eu não cansava de encher o saco da minha mãe dizendo que precisava de um cachorro. E alguma dessas vezes minha mãe me ouviu? Não. Ela simplesmente deixou a chata filha dela falando sozinha. Ou então dizia um singelo “não”. Porque não tínhamos condições financeiras ou espaço para ter um cachorrinho (“mas como não temos espaço pra ter um cachorro se a Talita e a Juliana moram no apartamento de cima que é do mesmo tamanho do nosso e tem um cachorrinho????????”, era meu contra-argumento). Então eu nunca tive um cachorro. Depois eu fui levando gatos para casa (sim, levando, sem perguntar para minha mãe porque eu sabia a resposta) porque gatos eram mais calmos, mais fáceis de cuidar e se gastava menos com eles (claro que não pensei em nada disso quando levei, só sabia que queria um animal e gato era mais fácil de carregar) e aí não deu mais pra ter cachorro. Não que eu ficasse triste, porque eu me tornei a maluca dos gatos e só queria gatos e gatos e mais gatos e viveria feliz com milhões deles.

Porém, o destino é cruel e me arranjou um marido que tem alergia a gatos e não pude trazê-los pra morar comigo. E nem posso trazer nenhum gato novo, a não ser que esteja com raiva do meu marido e queira matá-lo. Portanto, o que me voltou como um pum que não aguenta ser segurado nem na sala lotada de gente? A vontade de ter cachorros. Eu já tenho algum? Não, ainda não, porque meu marido é chato e não quer nesse momento ainda não dá pra tê-los. Mas, ah cachorros, me aguardem, porque um dia eu vou tê-los, ah se vou!

Ai meu Deus, olha esse olhar!

Ai meu Deus, olha esse olhar!

E essas coisas minúsculas!!!!!!!

E essas coisinhas minúsculas!!!!!!!

Gente, vou dizer, foi bem mais difícil fazer esse tema do que eu imaginava. Mas eu consegui! E agora já tô aqui ansiosa querendo saber o da semana que vem!

E esse!

Eu quero agora!!!!!!!!!!!!!!!!

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Projeto 5 em 52

Eu amo listas. Tudo começou quando assisti ao filme Alta Fidelidade, baseado no livro Nick Hornby, e fiquei viciada em fazer Top 5 de tudo, como o personagem principal. De Top 5 música favorita pra dormir a Top 5 coisas que eu mais quero ver mudar no mundo. Eu fazia Top 5 de tudo. Tudo! O que me lembra que, logo logo, haverá alo por aqui relativo a isso. Aguardem… (Oh, o suspense!)

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Lista principal do filme Alta Fidelidade.

Antes disso, eu já era a louca do caderno de perguntas, como já disse aqui uma vez, e acabei tendo cadernos de perguntas até uma idade que não era muito mais aceitável fazer esse tipo de coisa. Eu também sou daquelas que quer responder todos os questionários possíveis, até aqueles “avalie nosso estabelecimento”. Sim, adoro responder perguntas (que não valham notas, claro), me julguem! Por isso, quando vi o Projeto 5 em 52 no blog da Alessandra Rocha, logo quis participar também.

“Mas Livia, o que é esse projeto?” Fique tranquila, pequena gafanhoto, explicarei.

Nesse projeto, cada semana do ano ganha um tema diferente, e você tem que responder 5 coisas relativas ao tema. “E por que 52?” Simples, padawan! Porque o ano tem 52 semanas. Porém, como não comecei no início do ano, não terminarei no final de 2015, e sim em março de 2016. Só espero ter força de vontade – e tempo – pra manter o projeto até o fim!

Bem, enough chitchat, vamos ao primeiro tema!

Semana 1: Coisas que me fazem feliz.

1. Animais

Meus bebês.

Meus bebês.

É fato: eu gosto mais de animais do que de gente. Sou completamente apaixonada por animais. Do tipo que para na rua pra falar com um cachorro ou um gato, para na frente de uma petshop quando tem um bichinho sendo tosado ou simplesmente abre um sorriso quando vê QUALQUER animal. Meu marido vive me zoando porque eu vejo um cachorro parado, fazendo nada, só sendo ele, e falo “Olha o cachorro!” e ele responde “Nossa, olha o cachorro parado.” Mas ele já se acostumou e sabe que vamos demorar vários minutos a mais em qualquer caminho porque vou parar toda vez que eu avistar qualquer animal. Eu posso estar no dia mais merda da minha vida, mas vou abrir um sorriso quando um animal passar por mim. E claro, os meus gatos e meu rato são os animais que mais me fazem feliz na vida!

2. Música

Ontem mesmo eu me vi sorrindo bobamente na frente da tela do computador só porque tava vendo um vídeo de uma galera fantástica que tem um canal no Youtube e faz versões geniais de músicas conhecidas (o nome deles é Walk of the Earth, se alguém ficar curioso pra conhecer). E eu sinto isso o tempo todo com música. Pode parecer brega, mas acho que a música tem um poder transformador enorme! Desde pequena, sinto uma conexão imensa com música, sou completamente apaixonada. Hoje em dia até que não é tanto assim, mas sempre tive músicas específicas pra cada momento. A música anima de um jeito que mais nada consegue me animar. É incrível. Acho que a música consegue tocar lá no fundo da alma, sabe? Claro que não são todas pra mim. Tem estilos específicos, vozes específicas, porque, obviamente, cada um tem um jeito diferente. Mas quando gosto muito da música e a ouço, eu até ajo diferente. Ando pelas ruas ouvindo música e meio que dançando, sabe? É isso que a música faz comigo, ela me eleva!

3. Filmes

Eu sou apaixonada por filmes. Um filme bom me deixa tão animada quanto ouvir uma música sensacional. Eu fico pensando quão genial aquele diretor foi pra usar tal movimento de câmera que ninguém usa, ou fico impressionada com um diálogo fantástico que o roteirista escreveu, ou abismada com a trilha sonora sensacional que transforma o filme. Como estudo filmes ha um tempinho, consigo enxergar os filmes de outro jeito, e quando vejo algo inovador, nossa!, isso me deixa muito feliz e animada! Muito!

4. Dança

Era mais fácil eu ter escrito “arte” ou “cultura”, né? Mas aí a lista ia acabar muito rápido! E também não são todas as artes que me deixa feliz. Por exemplo, amo livros, mas um livro não me deixa feliz como um filme ou uma música ou ver uma apresentação de dança ou mesmo uma coreografia bonita. Eu consigo ver coreografias até onde supostamente não existe, tipo uma cena de luta no filme Matrix 2. Mas, se você prestar bem atenção, vai ver que aquilo foi super bem coreografado e que é lindo demais! E uma dança bonita, um movimento lindo do corpo, ah, pode me deixar muito, muito feliz mesmo! Mas, assim como a música, não é qualquer dança que me anima, claro. Não gosto de ballet ou dança contemporânea, por exemplo. Mas me coloca um sapateado, uma coreografia de hip hop (sem muita sensualidade, senão acho vulgar), ou até um simples flashmob que meu sorriso vai de orelha a orelha! Aliás, participar de flashmob é um dos meus maiores sonhos!

5. Marido e Família

Sim, eles também sabem ser irritantes. Mas quando estou me sentindo super pra baixo, com vontade de desaparecer, não tem nada melhor do que um colo de mãe ou de marido pra fazer tudo melhor. Eu, felizmente, tenho uma família maravilhosa (e isso se estende aos tios e primos) que sempre me coloca pra cima e me faz me sentir bem, E tenho o melhor marido do mundo, que pressente quando não tô bem e me dá colo, beijos, abraços, me enche de elogios e palavras animadoras – sério, ele é o melhor! Então, sim, minha família é uma das coisas que mais me deixa feliz na vida!

Minha família no dia do meu casamento.

Minha família no dia do meu casamento. Estão faltando duas primas e dois tios na foto!

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