Bita e os animais

Vamos esquecer todo esse clima tenso que tomou conta do país, pelo menos por uns minutinhos? Vamos! E não tem nada melhor do que um programinha fofo pra se distrair, não é mesmo? Pois bem, por isso vou mostrar pra vocês um programa infantil que nem só criança vai gostar – prova disso é que estou viciada nele e fico cantando as musiquinhas sem parar por aí. E pra vocês comprovarem como é legal e não desistirem de ler o post só porque fala sobre um desenho infantil, vou deixar logo um videozinho pra que vocês se encantem – e também saiam cantarolando a musiquinha por aí!

Bita e os animais faz parte de um mundo maior, chamado O mundo de Bita. Quem é Bita? É esse senhor de bigode laranja aí. Dentro do mundo dele, temos também Bita e o nosso dia e Bita e as brincadeiras, mas como até hoje só vi Bita e os animais (que foi a primeira temporada no programa, que nasceu em 2013), falarei somente sobre esse mundo específico, ok?

bita

Todo esse mundo de Bita foi criado por uma produtora brasileira, a Mr. Plot, que fica lá em Recife (PE). Vocês não tem ideia do quanto fiquei feliz ao descobrir que esse desenho, de tanta qualidade e tão bem feito, é de criação brasileira. É pra jogar na cara das pessoas que ficam falando que a gente não sabe fazer nada bem (o que eu discordo totalmente). O programa é educativo, claro, feito para crianças pequenas,  no intuito de que as crianças se tornem crianças de bem, portanto as informações que elas acessam precisam ser muito construtivas e responsáveis. E muito divertidas também! E Bita é tudo isso. E, como eu disse antes, não é só porque foi feito para crianças que pessoas mais velhas não vão gostar, porque o programa é tão lindinho e as músicas são tão bem feitas que você acaba se apaixonando. E, claro, super indico a todos que tem filhos, porque, como dito acima, é um programa construtivo que não passa nada de ruim, só coisa linda e fofa!

Cada videozinho que coloquei aqui é um programa, ou seja, são programas curtos e rápidos, que não deixam a criança presa à televisão o dia inteiro. E as musiquinhas são fáceis de aprender e muito, muito bem feitas! Fiquei impressionada com a qualidade musical do programa e, antes de saber que era brasileiro, ou seja, são todas músicas originais mesmo, eu ficava pensando “cara, essa galera da dublagem fez um trabalho muito bom na tradução das músicas”. Hahahahahahahahaha Bita (olha a intimidade!) é super leve, com um astral lá pra cima que te deixa sorrindo e dançando a cada música. Eu abro um sorriso cada vez que vejo um programinha desses. E acho mesmo um programa super saudável pras crianças, e ainda ensina sobre os animaizinhos, além de ter um viés lúdico, principalmente nesse vídeo abaixo, sobre os animais que não existem. Ativa a imaginação, sabe?

Enfim, estou apaixonada pelo mundo mágico de Bita e acho que todo mundo que tem filhos deveria mostrar pras suas crianças. E todo adulto deveria assistir pra voltar um pouco àquele mundo que, muitas vezes, a gente tem dificuldade de acessar, o mundo da imaginação, ainda mais nesse mundo maluco que estamos vivendo hoje. É uma deliciosa válvula de escape!

Fonte para o post: Entrevista com um dos criadores do programa, feito pelo site Corujices.

Site do Mundo Bita

_________♥_____________♡________

Segue eu!

Facebook * Twitter * Instagram * YouTube

Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

para-o-blog

Fuller House

Boa segunda-feira, pessoal!

Vamos esquecer que hoje é um dos dias mais odiados da semana e falar de uma coisa que vem deixando malucas todas as pessoas que nasceram nos anos 80: Fuller House! Pra quem é muito novinho e não sabe do que estou falando (e o nome também não ativa a memória), Fuller House é a continuação da série Full House (conhecida aqui no Brasil como Três é demais), que lá nos EUA foi ao ar de 1987 a 1995, mas aqui no Brasil passou um pouquinho mais tarde – o que não fez a gente ficar menos viciado nas histórias da família Tanner. Full House foi a série onde as gêmeas Olsen começaram, elas interpretavam, as duas, pois eram muito pequetitas quando a série estreou, a filha mais nova da família, Michelle. Bem, pra resumir, Full House era sobre um homem que ficou e se via, de repente, com três meninas para criar sozinho. Seu melhor amigo, Joey, e o irmão de sua esposa, Jesse, se mudam para sua casa, então, para ajudá-lo. Além desses personagens, também tinha a melhor amiga da filha mais velha, Kimmy Gibbler, e depois uncle Jesse começou a namorar a Becky, que virou personagem fixa, assim como seus filhos gêmeos e o namorado de DJ (a filha mais velha), Steve. Ah! E claro, Comet Jr., o cachorro foférrimo da família.

Full-house_1987_cast

Da esquerda para direita: Uncle Jesse e Becky com seus filhos Alex e Nicky, Joey, Kimmy, Danny (o pai), Stephanie com Michelle na sua frente, DJ e Steve.

Eis que uns meses atrás, a Netflix anuncia que estão gravando uma continuação da série, intilulada Fuller House, com todos os atores originais (menos as irmãs Olsen). E eis que em fevereiro a série é colocada no ar. E eis que eu corro pra assistir, é óbvio, visto que eu era completamente viciada em Full House quando era mais nova. O primeiro episódio é a coisa mais linda do mundo, com todo mundo, todo mundo mesmo, até os gêmeos Niky e Alex (mas não Michelle), aparecendo. Os bordões da série original, a casa da série original, as pessoas, tá tudo ali. E no momento que toca a música tema, os olhinhos enchem de água, não tem como não encher! É muita emoção.

fuller-house-1024

Da esquerda para a direita: Kimmy e sua filha Ramona, Max, um dos filhos de DJ, Stephanie, Joey, Danny, Uncle Jesse (ainda lindo), Becky, DJ e Jackson, o filho mais velho de DJ. Tem ainda o bebê Tommy, filho caçula de DJ, que não está na foto.

O foco de Fuller House é DJ, a filha mais velha da família Tanner que, assim como aconteceu com seu pai no início da primeira série, está recém-viúva e com três filhos pra criar. Ela se muda para sua antiga casa para que seu pai a ajude no início dessa nova vida sem seu marido. E então, aparecem Stephanie (que sempre foi a minha personagem preferida) e Kimmy, com sua filha Ramona. Ambas se mudam para a casa de DJ para ajudá-la na tarefa de criar seus filhos, exatamente como aconteceu com Danny. As aparições de Danny, Joey, Jesse e Becky são eventuais, cada episódio um deles aparece. Só no primeiro que vemos todos eles mesmo. Portanto, a série fica exatamente como Full House, só que com mulheres: uma mãe viúva criando seus três filhos homens e tendo duas amigas para ajudar (no caso, uma irmã e uma amiga), e a amiga trazendo uma filha dessa vez.

fuller-house-01

Kimmy, Stephanie e DJ com o bebê Tommy (que, assim como Michelle em Full House, é interpretado por gêmeos), o filho que faltou na foto acima.

A série vai cativar, e muito, os fãs antigos, principalmente os que vivem de lembrar o passado, como eu (nossa, parece que sou uma pessoa amarga falando isso. hahahahaha). Porém, duvido que consiga fãs novos. Por que? Porque a série não é boa. Isso porque os produtores e roteiristas tentaram manter um humor de época, da época em que Full House passava, mas que, hoje em dia, não funciona mais. Sem contar nessa história de família perfeita, que resolve tudo com abraço, podia funcionar há vinte anos, mas agora… Fica irreal demais. Falso. E em uma época em que os seriados estão ficando o mais próximo da realidade possível (vide Love, que falarei por aqui em breve, Master of none, Girls, e até House of cards). Essa coisa muito inocente e com piadas prontas ficou no passado, por isso Fuller House não funciona e é sem graça. Eu só ri de algumas piadas que eram claras referências a série antiga, mas exatamente por isso, por ser referência e por eu amar a série antiga e me fazer lembrar ela. Acredito que só por causa dos fãs antigos que a série foi renovada e uma segunda temporada foi confirmada. Porque não acredito que pessoas que nunca assistiram Full House tenham gostado da série – ainda bem que ela foi uma série de MUITO sucesso e tem muitos fãs, senão Fuller House teria ido pro espaço.

fullerhouse0001

Fuller House

Bem, essa é a minha opinião, claro. Eu achei a série com uma história fraquíssima, com piadas ruins, e personagens que não cativam – além de ser cheia de esteriótipos e um pouco machista (mesmo sendo em torno de três mulheres fortes). Aí vemos como a sociedade era antigamente, e como, ainda bem, já avançamos um pouco nesse aspecto, apesar de não parecer e a luta continuar. Mas, obviamente, outras pessoas podem ter adorado a série e não concordarem comigo. Você, por exemplo, o que achou? Assistiu e gostou? Não gostou? Não gostou, mas tanto faz porque É FULL HOUSE! Me conta! E até o próximo post!

collage

Mas com o novo cachorro da família, e Andrea Barber como Kimmy.

Ah! Esqueci de dizer que agora minha personagem favorita é, de longe, a Kimmy. Apesar de Andrea Barber ter ficado longe das telinhas desde Full House praticamente, ela é a que tem o mais perfeito timing pra comédia até hoje. E claro, temos que agradecer também aos roteiristas, que construíram uma personagem muito engraçada! Das crianças, dessa vez meu “filho favorito” é o Max, o filho do meio que, assim como Stephanie, que também era a filha do meio, era, é o comic relief da série. É o que faz as tiradas mais engraçadinhas e o único realmente interessante das crianças. Mas vamos esperar a próxima temporada para ver se os outros personagens crescem, não é mesmo?

_________♥_____________♡________

Segue eu!

Facebook * Twitter * Instagram * YouTube

Snapchat: liviabrazil

Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

para o blog

 

Séries pra te salvar do carnaval!

Pleno carnaval e eu aqui falando de séries. Mas sou daquelas que odeia esses quatro piores dias do ano. Odeio carnaval na mesma intensidade que amo Natal: MUITO! Pode não ser assim em todas as cidades, mas no Rio de Janeiro fica um caos completo, você não consegue sair de casa direito porque tá tudo lotado, principalmente os meios de transporte – e cheios de pessoas bêbadas, que falam alto (ou gritam mesmo) e não respeitam ninguém por perto. Enfim, não vou ficar explicando por aqui o motivo de eu odiar carnaval, até porque deixei tudo muito claro nesse vídeo aqui:

Hoje estou aqui para dar algumas dicas para pessoas que, como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones preferem ficar em casa assistindo a inúmeros filmes e séries do que sair e ficar se esfregando com pessoas suadas e nojentas na rua. De filmes, indico todos os filmes indicados ao Oscar, que estou falando sobre nos últimos aqui do blog. Já séries, tem algumas muito boas no Netflix que são perfeitas para você fazer uma mega maratona nesses dias que é melhor nem pisar na rua. Dá pra ver uma série em cada dia (até porque, pelo menos no Rio, o carnaval vai até domingo da semana que vem, né).

  1. Brooklyn Nine-Nine

48113941.cached

Passei muuuuuuuuuuito tempo querendo assistir essa série, mas nunca sentava pra ver. O motivo (além de preguiça de baixar, antes de ter no netflix): eu achava que não seria lá tão boa. Sim, tem o Andy Samberg, que eu amo desde Saturday Night Live. Mas alguma coisa me dizia que não seria tão engraçada quanto eu esperava. Ledo engano. A série é hilária! É sobre uma delegacia de polícia com personagens super caricatos, mas não de uma maneira mega cliché, e mesmo assim você ri horrores. Talvez por ter atores tão bons interpretando, como o próprio Andy, Terry Crews (que 9 entre 9 homens adoram), Andre Braugher, e outros da nova safra de comediantes que eu, pelo menos, não conhecia e tô adorando, como a Stephanie Beatriz (que participou de Modern Family como a irmã da Gloria), o Jo Lo Truglio, e a hilária Chelsea Peretti (aliás, tem a apresentação de stand-up comedy dela no Netflix também, VEJAM!). A segunda temporada acabou de sair no netflix, mas dá pra ver tudo de uma tacada só porque os episódios são curtinhos (cada um tem, em média, 23 minutos).

2. Master of None

151102_TV_master-of-none.jpg.CROP.promo-xlarge2

Outra série de comédia, essa é original do Netflix. Criado, escrito e dirigido por Aziz Ansari, da série Parks and Recreation, e outro comediante dessa nova “safra” (é estranho falar sobre pessoas desse jeito, parecem comidas), é uma série sobre um ator com ascendência indiana (dã!), porém que nasceu nos Estados Unidos e vive como qualquer outro americano (vide que é americano), que tenta crescer na carreira, tentando fugir do esteriótipo do indiano e do único papel em que ficou marcado (em um comercial). Porém, é muito mais do que isso, porque o foco não está em sua carreira, e sim na sua vida. E sua vida, como eu já disse, é como a de qualquer outra pessoa. Como de qualquer outra pessoa comum, da vida real, e não como a de qualquer outro personagem de tv ou filme, ou seja, é super natural e gente como a gente. E esse é o verdadeiro chamariz da série, mostrar personagens que são verdadeiramente parecidos com a gente, que tem a vida como a nossa (apesar de morarem nos EUA), e que tem problemas e vivem situações como as nossas. E suas saídas de problemas são como as nossas, e não mirabolantes ou mega dramáticas como geralmente acontece em séries ou filmes. Nada é over the top ou exagerado, é como se estivéssemos realmente assistindo vida real na tv. Mas sem ser um reality show, graças a Deus. Por ser tão real que é tão engraçado, porque é a identificação que dá a graça. E é tanta identificação! Outra série rápida de se ver, porque são somente dez episódios (triste, queria que fossem mais) de trinta minutos de duração, então dá pra ver tudo em uma tarde.

3. The Bletchley Circle

the-bletchley-circle-s1

Descobri essa série inglesa super por acaso e amei! Uma das melhores descobertas ever! É sobre quatro mulheres que trabalhavam no setor de codificação na época da II Guerra Mundial (sabe, como mostra em O jogo da Imitação) e, anos depois, se juntam (com muita relutância de algumas) para desvendar crimes que estão acontecendo em Londres que a polícia local se recusa a acreditar que há ligação – ou seja, elas não tem ajuda da polícia. E elas são foda! Essa série tem muitas coisas em seu favor. Além de todo o envolvimento que você sente pelo mistério dos assassinatos e da tensão na busca pelo assassino, ela também aborda questões como feminismo e preconceito (óbvio, ambos tão interligados) e o papel da mulher na sociedade e a busca delas por algo maior e mais importante em suas vidas (do que apenas ser a esposa e a mãe de alguém).  A série se passa na década de 50, época em que ainda havia muito preconceito em relação às mulheres (até hoje existe, não é mesmo?), mas elas já estavam buscando se impôr numa sociedade predominantemente machista. As quatro personagens da série tem personalidades totalmente diferentes, assim como os homens (que vão do idiota totalmente machista ao que respeita e valoriza a mulher). Por ser inglesa, tem uma velocidade e um clima bem diferentes do que estamos acostumados a ver, mas é tudo feito de maneira tão envolvente que não tem como não gostar. No Netflix estão disponíveis duas temporadas, a primeira com três episódios (de um pouco menos de uma hora de duração cada) e a segunda com quatro episódios.

4. Sherlock

mast-Sherlock-Benedict-Martin-COVE-hires

Tire um dia inteiro para ver Sherlock. Não é uma série fácil de ser assitistida por vários motivos: a) ela é longa (são uma hora e meia por episódio; mas são somente três episódios por temporada); b) ela é lenta, a velocidade é bem diferente das séries a que estamos acostumados (adivinhou, mais uma inglesa); c) ela é intensa e inteligente, ou seja, não é fácil de ser digerida, e com isso quero dizer que você precisa pensar, prestar atenção em cada detalhe, e não simplesmente deixar a mente vagar e relaxar, como fazemos muitas vezes com as séries. Acredite: se você deixar sua mente longe, você não vai entender nada. Eu sei, eu fiz isso. E depois tive que assistir tudo de novo. Mas todas as características que mencionei não fazem de Sherlock uma série chata. Muito pelo contrário, são elas que deixam ela tão incrível. Confesso que demorei para gostar de Sherlock. Como vejo muitos filmes que não americanos, estou acostumadas a produtos audiovisuais mais lentos. Mas achei Sherlock muuuuuuuuito lento. Mas, com o tempo, percebi que isso que dava o toque especial, e a última temporada me fez perceber, mais do que nas outras, o quanto a série é sensacional! É maravilhosa essa terceira temporada (no Netflix temos as três, inteiras)! Sherlock só tem um defeito: como é do mesmo roteirista de Doctor Who, é por causa dela que Doctor demora tanto pra sair às vezes! Bloody hell!

5. Chelsea Does…

la-et-st-chelsea-handler-does-sundance-film-fe-001

Mais uma original Netflix, essa é novíssima por lá. É uma série documental criada por Chelsea Handler, conhecidíssima comediante e apresentadora americana. Nesse documentário, Chelsea fala, em cada episódio (são quatro) sobre um tema diferente (Casamento, Tecnologia, Racismo e Drogas). E olha, é hilário. Eu só vi o primeiro episódio até agora, que é sobre casamento, mas tem cenas fantásticas. Essa acima, onde ela fala de igual pra igual, e como se falasse com pessoas da idade dela, com as crianças sobre casamento, sexo e relacionamento é de morrer de rir. Mas não é somente humorístico, acaba sendo engraçado porque é a essência de Chelsea (de quem eu sempre gostei, aliás). Fica claro que ela quer verdadeiramente entender sobre cada um dos assuntos e levantar discussões, teoricamente sem julgamentos (mas, às vezes, ela não consegue não julgar, como a própria assume). Gostei muito e te faz pensar em várias coisas. Mas provavelmente vou deixar esse episódio sobre tecnologia pro final, porque, pra mim, racismo e drogas são questões muito mais interessantes.

_________♥_____________♡________

Durante o carnaval vai rolar mais resenhas sobre os filmes indicados ao Oscar (já tem mais dois assistidos que ainda não escrevi sobre aqui, e em um desses quatro dias devo ver ainda mais um), então fica de olho se você tá super interessado no Oscar como eu!

_________♥_____________♡________

Segue eu!

Facebook * Twitter * Instagram * YouTube

Snapchat: liviabrazil

Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

para o blog

Obsessões

Queridos e queridas, não sei vocês, mas eu, volta e meio, fico obcecada com algumas coisas e só consigo ouvir/falar/pensar nessas coisas. Pois bem, hoje vou mostrar a vocês algumas das coisas que ando totalmente viciada nos últimos tempos. Me digam se vocês também gostam delas!

  1. Ed Sheeran

O garoto é inglês e é ruivo. Pronto, só por isso já é razão suficiente pra eu ter uma obsessão louca por ele – o que eu nem deveria ter porque ele é um pirralho de 24 anos. Mas, além disso, ele ainda faz músicas incríveis, não importa se são lentas ou mais agitadas, todas elas são sensacionais. E sim, eu só descobri ele agora porque antes eu não estava no clima de conhecer algo novo (isso acontece bastante quando ficamos velhos). Mas ainda bem que eu dei chance pra esse garoto fofo que canta para gatos e dança em seus clipes. Os clipes dele, aliás, são outras coisas fantásticas, porque todos eles são muito pensados e diferentes. A coreografia de Thinking out loud é linda demais e o clipe de Lego house, com Rupert Grint, preciso nem falar nada, né? Ed + Rupy = muito amor! Mas não é nenhum desses dois clipes que deixo aqui pra quem ainda não conhece Ed (existe alguém assim?), e sim o da música Don’t, uma das minhas preferidas do álbum X (que eu não consigo parar de ouvir) e que tem um clipe com um casal de dançarinos que, meu deus, me deixou boquiaberta!

 

2. O guia do mochileiro das galáxias

Pois é, parece que minhas obsessões andam um pouco desatualizadas, né? Afinal, esse é um livro (ou melhor, uma série de livros) de 1979 (quando o primeiro livro foi lançado) que tem uma legião imensa de fãs e tem até dia oficial para se comemorar sua existência (Towel Day, comemorado no dia 25 de maio). Porém, só fui ler o livro esse ano, e isso porque marido tinha ele no armário e não era um livro assim muito grande – e estou precisando de livros curtos pra conseguir terminar meu projeto de 30 livros em 1 ano. Se eu não tivesse casado com Raphael, um nerd com orgulho (e eu também tenho orgulho disso), acho que nunca teria lido esse livro. E eu não saberia, mas teria perdido uma das coisas mais fodas da vida! Vou falar mais sobre o livro por aqui, exatamente no projeto de 30 livros em 1 ano, mas posso dizer que viciei no tipo de humor de Douglas Adams (o autor do livro, que é inglês, e não tem como não amar o humor inglês) e quero devorar todos s livros da série, porque são sensacionais! Tô tão apaixonada que tô buscando várias informações sobre o livro, sobre o autor, sobre tudo, pra conhecer mais e mais sobre essa série fabulosa! Amei!

O-Guia-do-Mochileiro-das-Galáxias-Série

3. Meu celular novo

Ai gente, que coisa mais fútil, né? Mas é que depois de aturar um celular com a tela toda quebrada e que trava a cada coisa que você vai tentar fazer (até uma simples ligação) por quase um ano, não tinha como eu não ficar feliz com um celular novo. Ainda mais porque eu ganhei ele de mãe e pai, nem precisei gastar dinheiro (até porque não o tenho). E ele é a coisa mais linda do mundo pelo simples motivo de que ele funciona! E não trava! E é rápido! Mas o que mais gostei mesmo foi da resolução das fotos. A qualidade é ótima e eu, como fotógrafa frustrada, tô muito feliz em poder tirar fotos que não ficam embaçadas (porque, além de tudo, tinha entrado água no meu outro celular, e acabou embaçando a lente). Esse novo celular é da marca chinesa Mi, que é pouquíssima conhecida aqui no Brasil, está há pouco no mercado, e por isso mesmo acaba sendo mais barato para comprar. Mas a qualidade é tão boa quanto as outras marcas, até porque todos os aparelhos dessas outras marcas são feitos também na China, com tecnologia chinesa, então na verdade é a mesma coisa, porém como é uma marca menos conhecida, o preço é menor. Perfeito, né?

xiaomi-launches-redmi-2-smartphone-india

Redmi2, da marca chinesa Mi.

 

4. David Tennant e Louis Garrel no Brasil

Ha pouco tempo, descobri que esses dois atores que eu sou completamente apaixonada vem pro Brasil e eu estou totalmente obcecada em achar um jeito de vê-los por aqui! Pra quem não sabe quem são, David Tennant é somente o melhor Doctor que a série Doctor Who já viu, e Louis Garrel é um ator francês que, além de ótimo ator, é lindo e sensual demais!

collagedl

Louis Garrel (esq.) e David Tennant (dir.) como o vilão da série.

Louis virá ao Brasil para divulgar seu primeiro filme como diretor, Dois amigos, e irá primeiro à São Paulo e depois virá ao Rio para a pré-estreia do filme que, se tudo der certo, estarei presente. Já David virá a Comic Con Experience divulgar a série Jessica Jones, onde interpreta o Homem-Púrpura (ou Mr. Purple). Só que a Comic Con será em São Paulo (como todas as coisas realmente legais), e eu moro no Rio! Então estou desesperada tentando descobrir um jeito de vê-lo, de ir até lá, qualquer coisa! O que eu já sei com antecedência que vai ser bem difícil. Bem que o David podia vir ao Rio depois, né? Para a alegria de todos os fãs cariocas de Doctor Who!

E vocês? Qual as obsessões de vocês no momento? Me contem nos comentários! E me digam também se, assim como eu, você ficou nervoso por essa lista ter só 4 itens, e não 5! hahahahaha

Muah!

_________♥_____________♡________

Segue eu!

Facebook * Twitter * Instagram * YouTube

Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

1535031_10202135446521247_1053149576_n1

Escolhi o Rock in Rio – mas bora falar de Emmy!

Se você, como eu, nem sabia que tinha Emmy ontem esqueceu de ver o Emmy Awards ontem por causa do Rock in Rio (aliás, o que foi dia 18? Melhor dia! Ontem também foi muito bom com Elton John querido!), fear not! Comentarei agora sobre os vencedores das principais categorias – e, obviamente, não posso deixar de falar quem eu gostaria que tivesse ganhado em cada uma.

(nas fotos, na esquerda sempre será quem ganhou e na direita quem eu queria que tivesse ganhado)

Melhor atriz convidada em série cômica

A vencedora foi a Joan Cusack que, apesar de eu adorá-la (somente por sr irmã do John Cusack, admito), não concordo com o resultado pelo simples fato de que não faço ideia de que série é essa pela qual ela ganhou (Sheila Jackson). Eu gostaria mesmo que a Christine Baranski tivesse ganhado porque ela é fantástica em Big Bang Theory toda vez em que participa (ela é a mãe do Leonard, pra quem não está ligando o nome à pessoa).

atriz convidadad serie comica

Melhor ator convidado em série cômica

Como não vi nenhuma outra série que estava indicada nessa categoria, eu voto em Jon Hamm, intérprete do criador da seita maluca de Unbreakable Kimmy Schmmit. Ele estava realmente ótimo, e mostrou sua versatilidade na série. Série que é original do Netflix, que só mostra a força que o Netflix tem e como o mundo do entretenimento está mudando, considerando séries que não são somente da televisão. Isso é o máximo!

Jon Hamm na série (esq.) e ganhando o prêmio (dir.)

Jon Hamm na série (esq.) e ganhando o prêmio (dir.)

Melhor atriz coadjuvante em série cômica

A vencedora dessa categoria foi a Allison Jenney, a mãe da personagem principal na série Mom. Eu acho ela boa atriz? Acho. Mas a Julie Bowen estava concorrendo, e não há melhor personagem e melhor atuação que a da Claire de Modern Family. Aliás, Modern Family, né gente? Não há série melhor no momento. Então, pra mim, acho que Julie deveria ter ganhado. E eu nem acho Mom muito boa, e ach bem difícil torcer por alguém de uma série que não acho legal.

coadjuvante serie comica

Melhor ator coadjuvante em série cômica

Outra categoria em que quem deveria ter ganhado era um ator de Modern Family. E ainda foi o ator (Ty Burrell) que interpreta o melhor personagem que foi indicado (já preferi Mitchell, mas Phill é Phill e não há mais cômico que ele). Porém, não fiquei tão devastada quanto na categoria anterior porque Tony Hale, o vencedor, também é muito bom. Seu personagem (Gary) é um dos melhores em Veep, que é uma série sensacional (porém, pouco conhecida por aqui). Então não foi uma escolha tão ruim assim, deu até pra não ficar triste.

ator coadjuvante serie comica

Melhor atriz em série cômica

Quem ganhou essa categoria foi a Julia Louis-Dreyfus e eu concordo plenamente que deveria ser ela! Eu tenho um pedaço do meu coraçãozinho reservado pra Julia porque ela fez Seinfeld, e a Elaine era uma personagem fantástica, obviamente que por causa dela. Depois assisti The new adventures of old Christine que, admito, não era a melhor coisa do mundo, mas ela fazia bem (e eu só assistia por causa dela). Quando achei Veep no Now da Net (HBO), e vi que Julia era a atriz principal da série, não hesitei em assistir. E assisti. É uma série fenomenal, crítica, irônica e com um humor diferente e certeiro, e a série não daria certo não fosse o timing para comédia de Julia, já que ela é a protagonista. Portanto, sim, o prêmio foi pras mãos de quem merecia ganhar!

Linda no Emmy, ridícula em Veep.

Linda no Emmy, ridícula em Veep.

Melhor ator em série cômica

Não vi nenhuma série dessa categoria além de House of Lies e acho que Don Cheadle, indicado por ela, está realmente muito bom no papel (apesar de eu não ter gostado tanto assim da série). Porém, em uma categoria que tem Matt Le Blanc como indicado (por Episodes), não consigo escolher outra pessoa se não ele. Mas quem ganhou foi Jeffrey Tambor, por Transparent. Nunca nem ouvi falar dessa série, mas lembro dele em Arrested Development e ele era muito bom, então não deve fazer feio em Transparent.

ator comedia

Melhor série de comédia

Só vou concordar com o vencedor dessa categoria porque Veep é realmente muito boa (como já falei anteriormente) e porque Modern Family já ganhou muitas vezes esse mesmo prêmio. Então vamos deixar outras pessoas vencerem também, né?

A vencedora da categoria, a série Veep.

A vencedora da categoria, a série Veep.

Atriz convidada em série de drama

Incrivelmente difícil escolher uma pessoa só que eu queria que tivesse ganhado nessa categoria, mas a Margo Martindale, que venceu por The Americans, não é uma delas pelo simples motivo de que nunca assisti essa série. Porém, fico na dúvida entre Diana Rigg, a Lady Ollena Tyrell, de Game of Thrones, e Rachel Brosnahan, a Rachel de House of Cards. Ambas fizeram trabalhos sensacionais no papel em que foram indicadas e suas personagens são muito importantes nas séries. Lady Tyrell é uma personagem que te deixa de queixo caído, mas a Rachel é uma personagem muito difícil de se fazer, a atriz tem que ser muito boa para interpretar na medida certa. Então não escolherei somente uma, mas deixarei as duas como minha escolha de vencedora.

Margo à esquerda, e à direita Rachel (cima) e Diana (baixo).

Margo à esquerda, e à direita Rachel (cima) e Diana (baixo).

Ator convidado em série de drama

Yes, yes, yes! 100% yes pro vencedor dessa categoria! Freddy, o personagem de Reg. E. Cathey em House of Cards é um personagem mega importante e Reg. o interpreta com maestria! Vibrei quando vi que ele havia sido o ganhador do prêmio! E mais uma categoria que o Netflix abocannha, já que House of Cards também é série exclusiva deles.

Reg. em House of Cards e com o Emmy ontem.

Reg. em House of Cards e com o Emmy ontem.

Melhor atriz coadjuvante em série de drama

Uzo Aduba. Tem outra escolha pra essa categoria? Não. Então tá, é isso. Sem comentários.

Uzo na Emmy e em Orange is the new black.

Uzo na Emmy e em Orange is the new black.

Melhor ator coadjuvante em série de drama

Outra categoria que não tem nem o que comentar. ÓBVIO que Peter Dinklage deveria ganhar. Óbvio! Acho ele ótimo ator desde quando o conheci, na série Nip/Tuck, e ele só vem melhorando. E ele é, de longe, o melhor personagem de Game of Thrones (apesar da história de Tyrion na última temporada ter sido bem chatinha, mas a temporada toda foi chata!), e tudo por causa de sua atuação incrível. Então não tem nem o que discutir, argumentar, nada. Não havia pessoa melhor pra levar essa estatueta pra casa.

ator coadjuvante drama

Melhor atriz em série de drama

Quero nem falar dessa categoria. Essa categoria é um tormento porque eu tenho certeza que quem deveria ganhar, e já deveria ter ganhado há alguns anos, nunca ganhará porque não é dos Estados Unidos. “Ah Livia, mas Game of Thrones também não é dos Estados Unidos e ganha.” Sim, mas Game of Thrones é um fenômeno mundial, é diferente. Agora, Orphan Black é uma série canadense, por isso tenho certeza de que Tatiana Maslany nunca ganhará um Emmy e, nossa, como ela devia ganhar! A mulher interpreta não uma, mas CINCO personagens diferentes, e não parece a mesma atriz atuando de tão fantástica que ela é! Então essa estatueta devia estar na casa dela! Mas não, eles entregaram pra Viola Davis (da série chatinha How to get away with murder), que sim, é boa atriz, mas né, ela não interpreta cinco personagens diferentes na mesma série e de maneiras totalmente diferentes. #Revoltada

Também tô chocada que você ganhou, Viola.

Também tô chocada que você ganhou, Viola.

Melhor ator em série de drama

Ai gente, chega de Mad Men, né? Primeiro porque não vejo graça nessa série. Segundo porque né, já passou do tempo dela. Agora estamos no momento de House of Cards, e Kevin Spacey deveria ter ganhado esse prêmio simplesmente porque interpreta com excelência o papel do odioso Frank Underwood, com tanta excelência que não tem como não odiá-lo. Pra mim, o Emmy vai pra ele, e não pra Jon Hamm (que já ganhou ator convidado em comédia, pra que outra estatuazinha?).

ator drama

Melhor série dramática

Game of Thrones ganhou. E, na verdade, não tem pra ninguém, né? Porque apesar da última temporada ter sido chata (e de terem matado a única personagem que ainda estava com uma história interessante), continua sendo uma mega produção super bem feita e com atuações primorosas. Então realmente não tinha como escolher outra série. Thumbs up pra eles.

A galera toda - ok, não toda, mas uma parte - no palco.

A galera toda – ok, não toda, mas uma parte – no palco pra receber o prêmio.

Outras categorias não serão comentadas por mim aqui, senão ficaria um post imenso (não que já não esteja). Mas essas são as principais e as que posso dar minha opinião, porque assisti a maioria das séries. E vocês, concordam com os vencedores? Concordam comigo sobre quem deveria ter ganhado? Contem para mim nos comentários! E me digam também se foram no Rock in Rio pra eu morrer de inveja, principalmente se estavam lá no dia do Queen! 😉

Beijos e até a próxima!

Muah!!!

_________♥_____________♡________

Segue eu!

Facebook * Twitter * Instagram * YouTube

Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

1535031_10202135446521247_1053149576_n1

Por que acabou?????? – Seriados com uma temporada

Olá pessoas bonitas do meu coração. Como vocês estão?

Estava eu aqui, pensando sobre o que poderia escrever hoje, e como toda pessoa normal (espero eu), comecei a entrar em vários sites diferentes como forma de adiar o inevitável (eu sou a rainha do “deixa pra depois”). Mas, de repente, me vi procurando seriados que eu adorava, mas que eu não sabia como tinham acabado porque por aqui só tinha passado uma temporada e eu imaginava que era porque essas séries não tinham feito sucesso aqui no Brasil. Porém, todavia, contudo, pesquisando mais a fundo hoje, descobri que elas só tiveram uma temporada mesmo! O que só me frustrou mais porque não vou ter closure mesmo! Não é horrível quando você assiste uma série, você adora a série, você vicia na série, e ela acaba do nada, sem um final decente, que tenha um desfecho de verdade? Pois é, também acho isso péssimo! E hoje vou dizer pra vocês algumas dessas séries que me deixaram completamente frustrada.

*Os seriados não estão em nenhuma ordem específica.

1. Grosse Pointe

grosse-pointe

Essa série era uma comédia daquelas bem bobas, mas eu adorava! Girava em torno do relacionamento entre um grupo de atores que fazia uma série de high school americano chamada Grosse Pointe. Era, na verdade, uma sátira aos seriados americanos para adolescentes que fizeram ou faziam sucesso na época (o seriado foi ao ar em 2000), principalmente Barrados no Baile (Beverlly Hills 90210), criado pelo mesmo produtor de Grosse Pointe. Esses aí da foto eram os personagens principais, e eram bem esteriótipos mesmo: a atriz patricinha e malvada, uma paródia da Shannen Doherty (a Brenda de Barrados no Baile), o ator bonitão, que fazia referência ao Jason Priestley, a menina boazinha (que era minha personagem favorita), referência à imagem que Tori Spelling (a Donna de Barrads no Baile) tinha na época, o cara bonzinho que era apaixonado pela menina boazinha, mas que ela só via como amigo (preciso nem pesquisar pra saber que era uma referência ao Brian Austin Green e seu personagem David Silver, meu personagem favorito em Barrados no Baile), e outros personagens caricatos do tipo.

Pra falar a verdade, eu nem lembro muito mais da série. Só sei que eu gostava, ria, mas o que me interessava mesmo era o relacionamento da Marcy (a menina boazinha) com o Dave (o que estava na friendzone). Como boa romântica e adoradora de personagens losers que sou, ficava lá, esperando o momento que ela finalmente veria que o Dave era o homem da vida dela e que era ele que realmente a amava e não o namorado babaca (e todo bonitão segundo os padrões da sociedade, porque eu era muito mais o Dave, interpretado pelo Kyle Howard, que eu ADORO) dela. E quando esse momento estava chegando, quando eles estavam prestes a ficar juntos, a série acabou. Bem, a temporada acabou e eu fiquei esperando a próxima pra ver o que ia acontecer entre os dois, mas esse momento nunca chegou. Que raiva que me deu.

Melhor foto que ache do Dave e da Marcy juntos. Desculpem-me.

Melhor foto que ache do Dave e da Marcy juntos. Desculpem-me.

PS. Agora acabei de ficar em dúvida se era ele que amava ela e ela não percebia, ou se era ela que gostava dele e ele não percebia. Mas, de qualquer jeito, eu queria que eles ficassem juntos e eles estava, prestes a ficar quando a série foi cancelada.

2. Opposite Sex

Olha essas roupas!

Olha essas roupas!

Mais uma série com Kyle Howard, mas Opposite Sex é focada, na verdade, em Jed, interpretado pelo meu digníssimo Milo Ventimiglia (amo, amo, amo, amo, amo, já disse que amo?). A série conta a história de um garoto que se muda de cidade e vai estudar em um colégio que está só agora abrindo as portas para os meninos, o que faz com que ele seja uma das únicas três pessoas do sexo masculino a estudar lá: os outros dois são Kyle Howard e… Chris Evans! Sim, senhoras e senhores, o garoto magrelo e estranho do lado direito da foto é o Capitão América que todas vocês amam (ou a maioria, I know I don’t).

Porém, a série não fez sucesso lá fora e foi cancelada depois de somente oito episódios. E eu querendo saber como continuava. Mas de todas as séries que falarei aqui hoje, essa foi a que o final menos me perturbou. Até porque eu via a série mais por causa do Milo, e depois ele começou a fazer tanta coisa que nem deu tempo de sentir falta! (mas agora eu sinto, porque ele anda bem sumido. 😦  )

*Atualização: Milo está no elenco da série The Whispers, que estreou semana passada aqui no Brasil no canal AXN (e é bem boa, gostei bastante do primeiro episódio).

3. Pasadena

pasadena_

Essa série eu adorava! Passou em 2001 e tinha alguns atores que eu gostava (Alan Simpson, Balthazar Getty, e o Chris Marquette, que eu só fui gostar mesmo em Joan of Arcadia – sim, sempre fui viciada em seriados), além de uma trama muito boa. Foi uma das primeiras séries de suspense que vi, antes eu só assistia drama (Dawson’s Creek, Party of Five) e comédia. A trama girava em torno de uma família rica de Pasadena (por isso o nome da série), região abastada da Califórnia, que, como toda família rica e poderosa, era cheia de problemas, mas todos disfarçados pelo dinheiro e fama. Só que acontece uma assassinato na mansão da família, e a filha do casal rico e poderoso começa a investigar por conta própria o que aconteceu. E, a partir daí, começa a descobrir vários segredos que a família escondia. Pode parecer até algo cliché agora, mas na época não tinha existido nenhuma série desse tipo ainda.

E, adivinha?! Claro que a série acabou antes da Lilly (a filha curiosa) descobrir o tal segredo mais importante da família. Why???????????????

4. Reunion

Reunion2

Seguindo a linha de Pasadena, Reunion também gira em torno de um segredo. Eram seis personagens, alguns insuportáveis e outros adoráveis (foi aí que começou meu amor por Dave Annable, que continuou quando ele interpretou o Justin de Brothers and sisters, até hoje um dos meus personagens de série favoritos), que se conheceram no colégio. Cada episódio mostra flashbacks de um ano da vida dos personagens desde a formatura do colégio até os dias de hoje, enquanto vemos também a investigação da morte de um desses seis personagens, que aconteceu na festa em comemoração aos 20 anos de formatura do colégio. Obviamente, os outros cinco personagens são os suspeitos. E obviamente também, a série acabou antes de desvendarem que era o culpado (ou culpada). E esse mistério me atormenta até hoje!!!

5. Popular

Foto mais conhecida da série, não tinha como eu escolher outra.

Foto mais conhecida da série, não tinha como eu escolher outra.

Ok, ok, essa série não teve só uma temporada, então não tinha nada que estar aqui nessa lista. Mas é que o final foi tão tosco e tão aberto que merecia um lugar e uma menção por aqui.

Popular era a típica série passada em high school americana que mostrava os populares de um lado e os losers de outro, aquela coisa que já estamos bem acostumados a ver. Mas como houve uma junção forçada das “líderes” de cada grupo com o casamento do pai da líder das populares com a mãe de uma das meninas que não fazia sucesso nenhum na escola e era vista como esquisita (apesar de inteligente e muito mais interessante que a outra), esses paradigmas e limites vão sendo quebrados dentro e fora da escola. Apesar de ter bastante coisa bem cliché e comum, também fugiu um pouco do lugar comum e fez pensar – e rir, claro.

Mas isso não importa (importa sim, mas não pro tema do post), o que importa é que a série terminou na segunda temporada da maneira mais escrota (desculpem a palavra) que podia ter terminado. Estava lá Brooke, a popular, em um jantar com Harrison, que era do grupo dos nerds (e eu amava, claro, já que era o bonzinho incompreendido), por quem ela estava finalmente apaixonada, depois de anos de Harrison babar por ela. Porém, agora, Harrison estava em dúvida se queria ficar com ela ou com Sam, a step-sister de Brooke e também inteligente (a que eu citei lá no começo). Não me lembro muito bem o que aconteceu, só sei que Brooke saiu do restaurante com raiva, sem Harrison escolher com quem queria ficar, e foi atropelada. Brooke foi atropelada! E acabou a série!!!!!!!!!!!! Sim, a série terminou sem sabermos:

a) O que de fato aconteceu com Brooke. Ela morreu? Ela perdeu a memória? Ela ficou paralítica? O que aconteceu??????

b) Lily e Josh (dois personagens bem importantes de série) vão conseguir viver bem casados?

E o mais importante:

c) Harrison escolheu Brooke ou Sam??????????

A série ia ter mais uma temporada, por isso o final tão aberto. Mas foi cancelada antes da terceira temporada sequer ser gravada. Deixando centenas de fãs desesperados pra saber o que aconteceu!!!!!

Sam e Brooke, a

Sam e Brooke, a “nerd” e a popular. Dá pra perceber que Brooke ficou tão chocada quanto eu com esse final tosco.

E vocês? tem algum seriado que vocês ficaram muito pê da vida de ter tido só uma temporada? Ou então que teve um final tão ridículo, como o de Popular, que você teve vontade de se matar? Diz pra mim!!!!!!

_________♥_____________♡________

Segue eu!

Facebook * Twitter * Instagram * YouTube

Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, baseado numa fanfic que escrevi de Mcfly, publicado em 2013)

1535031_10202135446521247_1053149576_n1

Netflix me representa – Sense8

Um absurdo. Um absurdo eu ter falado que ia escrever sobre Sense8 aqui na 6a feira e ter me esquecido e só ter lembrado hoje de novo, ainda mais por ser uma das melhores séries do momento pra mim, se não A melhor! Mas cá estou hoje, pra contar pra vocês um pouquinho sobre essa série que acho que ainda não tem muita gente vendo, visto que estreou faz pouquinho tempo (mas eu sou uma tarada por séries e já terminei de ver).

sense8-netflix-promo

Então, eu tenho um problema. E o meu problema é que quando gosto muito de uma série, eu não consigo ver ela pingadinha, pelo menos não quando ela já está lá, inteirinha pra eu ver. Foi o que aconteceu com Sense8. Como ela é original do Netflix, quando foi disponibilizada, estava lá, toda a primeira temporada pra eu ver. E eu vi, tudinho, em uma semana. Porque a série é sensacional e totalmente viciante, mais ainda que Orphan Black. Quem soube de Sense8 primeiro foi marido, e quando ele me contou sobre ela eu não achei que fosse gostar tanto, porque ele disse que era meio ficção científica e tal, e eu nunca fui muito fã – mas, como já escrevi aqui antes, tenho percebido que ando gostando bastante desse estilo, vide as séries que estou fanática no momento (Sense8, Orphan Black, Doctor Who, pra citar algumas). Mas me interessou assistir porque os criadores dela são os irmãos Wachowskis, os mesmos que criaram Matrix, e Matrix é foda! Então, quando marido foi ver o primeiro episódio, vi com ele. E quando acabou, implorei: “Coloca logo o segundo, pelo amor de Deus!!!!!!!!!!!”

Lana e Andy Wachowskis, os criadores da série.

Lana e Andy Wachowskis, os criadores da série.

Vou tentar resumir a premissa do seriado sem dar muito spoiler, porque tem muita coisa na própria explicação do que é a série que pode tirar o impacto na hora de assistir. Então pra ser bem concisa, Sense8 é sobre um grupo de pessoas ao redor do mundo (são 8 pessoas) que, de repente, se vêem ligadas mentalmente. Se eu falar mais já vou dar spoiler e tirar a graça, então vou deixar só isso mesmo. Maaaaaaaaaaaaas, sendo algo vindo das mentes dos irmãos Wachowski, já dá pra saber que é uma parada complexa e que tem é preciso prestar atenção em cada detalhe para entender tudo, né? Tem algumas coisas que eu estou com dúvida, por exemplo, mas como conheço pouquíssimas pessoas que estão vendo a série e marido ainda não terminou a temporada (tô aqui de dedos cruzados pra ele assistir o último episódio, que é o único que falta pra ele, hoje), não tenho ninguém com quem comentar. Então espero conseguir fazer com que vocês se interessem pra poder conversar sobre a série com vocês! hahahahahaha O pior de tudo é que sou péssima falando de coisas que gosto muito, porque fico tão agitada e ansiosa que as palavras não me aparecem! Mas tenho dois pontos positivos para quem gostava de Lost e para quem gosta de Doctor Who: Sayid Naveen Andrews e Martha Jones Freema Agyeman! Fiquei tão feliz quando que os dois a série, vocês não tem noção!

Naveen Andrews como Jonas Maliki, e Freema Agyeman como Amanita.

Naveen Andrews como Jonas Maliki, e Freema Agyeman como Amanita.

Anyway, como tudo dos irmãos Wachowski (e com “tudo” quero dizer Matrix, porque foi a única coisa que vi deles), tudo em Sense8 tem um motivo. Tudo é ligado, tudo tem uma explicação, e todas as histórias, dos oito personagens principais, se interlaçam de maneira perfeita. O jeito como as coisas vão se revelando e vamos sabendo como tudo funciona é magistral. Cada pontinho vai se ligando a outro de maneira a criar uma imagem que conseguimos, depois, enxergar perfeitamente. É difícil explicar, é melhor assistir. Assistam! Tem cenas fantásticas, diálogos fantásticos, pensamentos dignos de serem seguidos pela população do mundo. Sério. E nossa, como eles trabalham bem a música! Acho que é de consenso geral entre as pessoas que já assistiram a primeira temporada da série que uma das melhores cenas (se não a melhor) se dá em torno de uma música (e que música!), e eles conseguem ligar todos os personagens só com essa música (sobre a qual falei um pouco nesse post), fazendo total sentido na história e ajudando a movimentar a história para frente, não é uma cena que está lá sem motivo, só para dar uma divertida na série, sabe? A cena final do episódio 10 também é sensacional, e também o é por causa de uma música. Eu fico assistindo a série e pensando como eles conseguem pensar em algo assim, porque é genial!

Como eu disse, são 8 personagens principais, e todos eles são desenvolvidos igualmente. E BEM desenvolvidos. Claro que eu tenho meus personagens favoritos (Wolfgang, Will), mas cada personagem é tão bem explicado e tem histórias tão bem desenvolvidas e reais, totalmente identificáveis, que você acaba gostando de todos, e entendendo o motivo para a ação de cada um. E você torce por todos, e ama cada um por sua particularidade. Tirando o Wolfgang e o Will, que estão lá no topo, cada dia me vejo gostando mais de um dos outros, mas, na verdade, amo todos, porque eles são todos fantásticos – e, o mais importante (pelo menos, pra mim), nenhum deles é perfeito!

Também gosto MUITO do jeito que as relações são mostradas na série. Todas as relações: pais e filhos, romances, de amizade. E o mais legal ainda é ter dois casais homossexuais, um composto por dois homens e outro por duas mulheres, sendo uma delas transsexual, o que, até hoje, é difícil de se ver em seriados, infelizmente. Então, além de tudo, Sense8 está quebrando barreiras.

Will (esquerda), Amanita e Nomi (centro), e Wolfgang. Não coloquei o casal de homens porque senão estaria dando spoiler.

Will (esquerda), Amanita e Nomi (centro), e Wolfgang. Não coloquei o casal de homens porque senão estaria dando spoiler.

Acredito que não tem muito mais que eu possa falar sem estragar as reviravoltas e surpresas do seriado pra vocês. Mas eu juro que é sensacional! Vejam e depois venham me contar que amaram!

CEwmQhWWEAATG24

Segue eu!

Facebook * Twitter * Instagram * YouTube

1535031_10202135446521247_1053149576_n