Séries pra te salvar do carnaval!

Pleno carnaval e eu aqui falando de séries. Mas sou daquelas que odeia esses quatro piores dias do ano. Odeio carnaval na mesma intensidade que amo Natal: MUITO! Pode não ser assim em todas as cidades, mas no Rio de Janeiro fica um caos completo, você não consegue sair de casa direito porque tá tudo lotado, principalmente os meios de transporte – e cheios de pessoas bêbadas, que falam alto (ou gritam mesmo) e não respeitam ninguém por perto. Enfim, não vou ficar explicando por aqui o motivo de eu odiar carnaval, até porque deixei tudo muito claro nesse vídeo aqui:

Hoje estou aqui para dar algumas dicas para pessoas que, como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones preferem ficar em casa assistindo a inúmeros filmes e séries do que sair e ficar se esfregando com pessoas suadas e nojentas na rua. De filmes, indico todos os filmes indicados ao Oscar, que estou falando sobre nos últimos aqui do blog. Já séries, tem algumas muito boas no Netflix que são perfeitas para você fazer uma mega maratona nesses dias que é melhor nem pisar na rua. Dá pra ver uma série em cada dia (até porque, pelo menos no Rio, o carnaval vai até domingo da semana que vem, né).

  1. Brooklyn Nine-Nine

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Passei muuuuuuuuuuito tempo querendo assistir essa série, mas nunca sentava pra ver. O motivo (além de preguiça de baixar, antes de ter no netflix): eu achava que não seria lá tão boa. Sim, tem o Andy Samberg, que eu amo desde Saturday Night Live. Mas alguma coisa me dizia que não seria tão engraçada quanto eu esperava. Ledo engano. A série é hilária! É sobre uma delegacia de polícia com personagens super caricatos, mas não de uma maneira mega cliché, e mesmo assim você ri horrores. Talvez por ter atores tão bons interpretando, como o próprio Andy, Terry Crews (que 9 entre 9 homens adoram), Andre Braugher, e outros da nova safra de comediantes que eu, pelo menos, não conhecia e tô adorando, como a Stephanie Beatriz (que participou de Modern Family como a irmã da Gloria), o Jo Lo Truglio, e a hilária Chelsea Peretti (aliás, tem a apresentação de stand-up comedy dela no Netflix também, VEJAM!). A segunda temporada acabou de sair no netflix, mas dá pra ver tudo de uma tacada só porque os episódios são curtinhos (cada um tem, em média, 23 minutos).

2. Master of None

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Outra série de comédia, essa é original do Netflix. Criado, escrito e dirigido por Aziz Ansari, da série Parks and Recreation, e outro comediante dessa nova “safra” (é estranho falar sobre pessoas desse jeito, parecem comidas), é uma série sobre um ator com ascendência indiana (dã!), porém que nasceu nos Estados Unidos e vive como qualquer outro americano (vide que é americano), que tenta crescer na carreira, tentando fugir do esteriótipo do indiano e do único papel em que ficou marcado (em um comercial). Porém, é muito mais do que isso, porque o foco não está em sua carreira, e sim na sua vida. E sua vida, como eu já disse, é como a de qualquer outra pessoa. Como de qualquer outra pessoa comum, da vida real, e não como a de qualquer outro personagem de tv ou filme, ou seja, é super natural e gente como a gente. E esse é o verdadeiro chamariz da série, mostrar personagens que são verdadeiramente parecidos com a gente, que tem a vida como a nossa (apesar de morarem nos EUA), e que tem problemas e vivem situações como as nossas. E suas saídas de problemas são como as nossas, e não mirabolantes ou mega dramáticas como geralmente acontece em séries ou filmes. Nada é over the top ou exagerado, é como se estivéssemos realmente assistindo vida real na tv. Mas sem ser um reality show, graças a Deus. Por ser tão real que é tão engraçado, porque é a identificação que dá a graça. E é tanta identificação! Outra série rápida de se ver, porque são somente dez episódios (triste, queria que fossem mais) de trinta minutos de duração, então dá pra ver tudo em uma tarde.

3. The Bletchley Circle

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Descobri essa série inglesa super por acaso e amei! Uma das melhores descobertas ever! É sobre quatro mulheres que trabalhavam no setor de codificação na época da II Guerra Mundial (sabe, como mostra em O jogo da Imitação) e, anos depois, se juntam (com muita relutância de algumas) para desvendar crimes que estão acontecendo em Londres que a polícia local se recusa a acreditar que há ligação – ou seja, elas não tem ajuda da polícia. E elas são foda! Essa série tem muitas coisas em seu favor. Além de todo o envolvimento que você sente pelo mistério dos assassinatos e da tensão na busca pelo assassino, ela também aborda questões como feminismo e preconceito (óbvio, ambos tão interligados) e o papel da mulher na sociedade e a busca delas por algo maior e mais importante em suas vidas (do que apenas ser a esposa e a mãe de alguém).  A série se passa na década de 50, época em que ainda havia muito preconceito em relação às mulheres (até hoje existe, não é mesmo?), mas elas já estavam buscando se impôr numa sociedade predominantemente machista. As quatro personagens da série tem personalidades totalmente diferentes, assim como os homens (que vão do idiota totalmente machista ao que respeita e valoriza a mulher). Por ser inglesa, tem uma velocidade e um clima bem diferentes do que estamos acostumados a ver, mas é tudo feito de maneira tão envolvente que não tem como não gostar. No Netflix estão disponíveis duas temporadas, a primeira com três episódios (de um pouco menos de uma hora de duração cada) e a segunda com quatro episódios.

4. Sherlock

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Tire um dia inteiro para ver Sherlock. Não é uma série fácil de ser assitistida por vários motivos: a) ela é longa (são uma hora e meia por episódio; mas são somente três episódios por temporada); b) ela é lenta, a velocidade é bem diferente das séries a que estamos acostumados (adivinhou, mais uma inglesa); c) ela é intensa e inteligente, ou seja, não é fácil de ser digerida, e com isso quero dizer que você precisa pensar, prestar atenção em cada detalhe, e não simplesmente deixar a mente vagar e relaxar, como fazemos muitas vezes com as séries. Acredite: se você deixar sua mente longe, você não vai entender nada. Eu sei, eu fiz isso. E depois tive que assistir tudo de novo. Mas todas as características que mencionei não fazem de Sherlock uma série chata. Muito pelo contrário, são elas que deixam ela tão incrível. Confesso que demorei para gostar de Sherlock. Como vejo muitos filmes que não americanos, estou acostumadas a produtos audiovisuais mais lentos. Mas achei Sherlock muuuuuuuuito lento. Mas, com o tempo, percebi que isso que dava o toque especial, e a última temporada me fez perceber, mais do que nas outras, o quanto a série é sensacional! É maravilhosa essa terceira temporada (no Netflix temos as três, inteiras)! Sherlock só tem um defeito: como é do mesmo roteirista de Doctor Who, é por causa dela que Doctor demora tanto pra sair às vezes! Bloody hell!

5. Chelsea Does…

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Mais uma original Netflix, essa é novíssima por lá. É uma série documental criada por Chelsea Handler, conhecidíssima comediante e apresentadora americana. Nesse documentário, Chelsea fala, em cada episódio (são quatro) sobre um tema diferente (Casamento, Tecnologia, Racismo e Drogas). E olha, é hilário. Eu só vi o primeiro episódio até agora, que é sobre casamento, mas tem cenas fantásticas. Essa acima, onde ela fala de igual pra igual, e como se falasse com pessoas da idade dela, com as crianças sobre casamento, sexo e relacionamento é de morrer de rir. Mas não é somente humorístico, acaba sendo engraçado porque é a essência de Chelsea (de quem eu sempre gostei, aliás). Fica claro que ela quer verdadeiramente entender sobre cada um dos assuntos e levantar discussões, teoricamente sem julgamentos (mas, às vezes, ela não consegue não julgar, como a própria assume). Gostei muito e te faz pensar em várias coisas. Mas provavelmente vou deixar esse episódio sobre tecnologia pro final, porque, pra mim, racismo e drogas são questões muito mais interessantes.

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Durante o carnaval vai rolar mais resenhas sobre os filmes indicados ao Oscar (já tem mais dois assistidos que ainda não escrevi sobre aqui, e em um desses quatro dias devo ver ainda mais um), então fica de olho se você tá super interessado no Oscar como eu!

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Schneider vs Bax| Festival do Rio

Esse, sem dúvida, foi o filme mais diferente que vi no Festival so far. O filme conta a história de um assassino de aluguel (Schneider) que recebe um telefonema  (de Mertens, seu cliente) com um novo trabalho. Ele recusa, pois é seu aniversário e ele havia prometido a Lucy, sua esposa, ajudar nos preparativos para a comemoração. Mertens insiste que essa é uma tarefa importante e diz a Schneider que o alvo é o escritor Ramon Bax, que vive em um local isolado e é infanticida. Schneider aceita a missão, acreditando que será fácil e que estará em casa por volta da hora do almoço. Mas, o que parecia simples, será bem mais do que ele esperava. Lendo assim, parece que será um filme tenso, cheio de ação e violência, não é mesmo? Pois você está redondamente enganado e acho que foi o filme mais engraçado que já no num festival.

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Esse não era o filme que eu tinha escolhido pra ver ontem (dia 12), mas foi um dos filmes que marquei pra assistir. Como fui com marido e um amigo nosso, escolhemos um filme que achamos que esse nosso amigo ia gostar (drama não é com ele, por exemplo, muito menos romance). E foi saldo positivo pra todo mundo, porque nós três adoramos! Com produção holandesa e belga, não sabíamos muito o que esperar do filme, porque como ele não é de um lugar que estamos acostumados de assistir filmes, não sabíamos o clima e estilo dos filmes holandeses/belga. E olha, me surpreendeu muito o humor deles. E me agradou demais! Lembra um pouco o humor inglês, mas mais contido um pouco. Porém, é sensacional! Você não espera a sequência de acontecimentos que vai sucedendo na sua frente, e cada coisa que acontece é uma surpresa. Não é nem um pouco previsível. Nem um pouco mesmo!

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Tem umas cenas que dão uma angustiazinha no coração, mas logo depois passa, até porque é bem merecido tudo o que acontece. E cada personagem que vai entrando na trama tem um impacto na história e um motivo para estar ali, nada é de graça, nada é não pensado – apesar de, às vezes, parecer que sim. Mas eu gostei mesmo por ter um clima totalmente diferente do que eu esperava, e bem diferente de tudo que vemos por aí. E por ser algo que não é costumeiro de assistirmos, nem nos cinemas mais cults. É uma pena que ontem tenha sido o último dia que ele passou no Festival. Mas, se conseguirem, procurem para ver, porque é muitíssimo interessante!

Amigo, marido e eu horrorosa na foto de má qualidade do celular. Adoro quando levo pessoas no festival e elas gostam do filme!
Amigo, marido e eu horrorosa na foto de má qualidade do celular. Adoro quando levo pessoas no festival e elas gostam do filme!

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Roupa de Festival:

Blusinha por dentro (da Marisa), blusinha por fora (da Opção), shortinho jeans (não faço ideia daonde) e sandália (da Pontapé). Look simples.
Blusinha por dentro (da Marisa), blusinha por fora (da Opção), shortinho jeans (não faço ideia daonde) e sandália (da Pontapé). Look simples.
Blusa de asas.
Blusa de asas.
Sandália com meu pé inchado de picada de formiga e a bolsa que minha prima que mora na Inglaterra mandou pra mim. Muito amor!
Sandália com meu pé inchado de picada de formiga e a bolsa que minha prima que mora na Inglaterra mandou pra mim. Muito amor!

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Micróbio & Gasolina| Festival do Rio

E foi dada a largada para os filmes do Festival do Rio! Ontem eu vi o primeiro filme – de muitos, se tudo der certo. E foi ótimo, lindo, gostoso, fofo, leve, e eu amei! (acho que já tinha dado pra perceber, né?) O filme escolhido foi Micróbio & Gasolina, um filme francês que eu nunca escolheria assistir lendo a sinopse (Micróbio recebeu este apelido por conta de seu tamanho, já Gasolina, por seu amor por tudo que é mecânico. Jovens e desajustados, os dois logo ficam amigos. A fim de fugir de seus problemas em casa, eles decidem construir um lar sobre rodas e seguir juntos para um acampamento onde Micróbio esteve quando era criança e que desde então tem papel fundamental em sua memória afetiva.). E de fato não fui eu quem escolheu o filme, e sim marido. Mas como Festival do Rio é Festival do Rio e topo qualquer filme, topei. E tive uma grata e deliciosa surpresa.

Daniel, ou Micróbio (o loiro), e Gasolina, ou Theo (moreno).
Daniel, ou Micróbio (o loiro), e Gasolina, ou Theo (moreno).

Como disse pro marido ontem quando saímos do cinema, o filme é todo na medida certa. Ele é engraçado na medida certa, é fofo na medida certa, é delicado na medida certa. É um filme que você sai mais leve do cinema, mesmo se tiver entrado nele um pouco pra baixo, porque ele te põe pra cima. É a história de dois garotos de 14 anos que não parecem ter 14 anos pelas coisas que falam. Mas eles não são aqueles inteligentes chatos, porque tudo que eles falam vem com um tom de humor e você acaba rindo. E, ao mesmo tempo, trata de temas típicos da adolescência (amor, sexo, independência, identidade) de uma forma que não fica chata para não-adolescentes e de maneira, adivinha!, inteligente. Acreditem, não é um filme para adolescentes. Não é aquela coisa estereotipada com piadas bobas e momentos presentes em todo filme de adolescente que você já sabe o que vai acontecer. Não, é um filme que atinge a todos porque você se identifica com aqueles garotos, mesmo eles sendo anos mais novos que você. E você lembra de como era quando tinha aquela idade também, e eu era bem como eles, deslocada, diferente e me sentindo diferente, deixada de lado. A única coisa que me difere deles é que minha família é e sempre foi maravilhosa. Já a deles… Mas pinta direitinho o quadro das famílias de hoje em dia, principalmente as que tem filhos só para seguir um padrão social.

Microbio e gasolina

Eu me impressionei com a qualidade da atuação dos dois garotos (Ange Dargent e Théophile Baquet) também. Eles tem uma força muito grande em tão tenra idade (falei bonito agora, hein). E representam muito bem seus papéis que, vou dizer, não são tão fáceis assim não. Mas mesmo sem ser papéis super fáceis, eles conseguiram levar leveza e esperteza que o filme carrega. É um filme gostoso de assistir, sem aquele besterol todo que costumamos ver em filme americanos e que preza pela inteligência e criatividade – o que os dois fazem juntos é coisa de gênio (gênio maluco), e claro que não falar aqui o que é pra não dar spoiler! Ah! Vale (muito) dizer também que esse filme é do diretor Michel Gondry, que também dirigiu (e escreveu) o divertidíssimo filme Rebobine, por favor, o fofo A espuma dos dias e o maravilhoso Brilho eterno de uma mente sem lembranças (agora deu vontade de ver, né?).

O diretor (e também roteirista) Michel Gondry.
O diretor (e também roteirista) Michel Gondry.

Próximas sessões:

03/10 – 21h – Cinépolis Lagoon 5

08/10 – 17h – Estação NET Ipanema 1

14/10 – 16:14 – Cine Odeon

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Vocês devem perceber que não sou muito ligada no mundo da moda e da beleza, vide que não posto quase nada aqui sobre esse assunto. Porém, todo Festival do Rio eu coloco aqui as roupas que vou assistir os filmes (só que fazia isso no meu outro blog). Não sei o motivo de ter feito isso pela primeira vez, mas agora virou tradição. Acho que acabo fazendo isso pra mostrar pra galera que não existe uma moda só, um estilo só de roupa que você tem que usar, que você pode fazer seu próprio estilo do jeito que quiser – e é uma coisa que fica muito clara quando se vai nesses eventos de cinema, onde me sinto totalmente no meu mundo, com pessoas que se vestem e se portam de um jeito muito mais parecido com o meu. É o meu mundo, e nada mais perfeito do que você se sentir inserido em um lugar, e não um peixe fora d’água (como em sinto na maioria dos lugares). Porém, ontem eu coloquei uma roupa que nunca colocaria para assistir um filme, só que como estava comemorando um ano de casada, fui com esse vestido porque foi o que usei no dia do meu casamento. Cês gostaram?

Vestido comprado na C&A (no ano passado) e sapatilha da Pontapé (adquirido de minha amiga Marina).
Vestido comprado na C&A (no ano passado) e sapatilha da Pontapé (adquirido de minha amiga Marina).

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Escolhi o Rock in Rio – mas bora falar de Emmy!

Se você, como eu, nem sabia que tinha Emmy ontem esqueceu de ver o Emmy Awards ontem por causa do Rock in Rio (aliás, o que foi dia 18? Melhor dia! Ontem também foi muito bom com Elton John querido!), fear not! Comentarei agora sobre os vencedores das principais categorias – e, obviamente, não posso deixar de falar quem eu gostaria que tivesse ganhado em cada uma.

(nas fotos, na esquerda sempre será quem ganhou e na direita quem eu queria que tivesse ganhado)

Melhor atriz convidada em série cômica

A vencedora foi a Joan Cusack que, apesar de eu adorá-la (somente por sr irmã do John Cusack, admito), não concordo com o resultado pelo simples fato de que não faço ideia de que série é essa pela qual ela ganhou (Sheila Jackson). Eu gostaria mesmo que a Christine Baranski tivesse ganhado porque ela é fantástica em Big Bang Theory toda vez em que participa (ela é a mãe do Leonard, pra quem não está ligando o nome à pessoa).

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Melhor ator convidado em série cômica

Como não vi nenhuma outra série que estava indicada nessa categoria, eu voto em Jon Hamm, intérprete do criador da seita maluca de Unbreakable Kimmy Schmmit. Ele estava realmente ótimo, e mostrou sua versatilidade na série. Série que é original do Netflix, que só mostra a força que o Netflix tem e como o mundo do entretenimento está mudando, considerando séries que não são somente da televisão. Isso é o máximo!

Jon Hamm na série (esq.) e ganhando o prêmio (dir.)
Jon Hamm na série (esq.) e ganhando o prêmio (dir.)

Melhor atriz coadjuvante em série cômica

A vencedora dessa categoria foi a Allison Jenney, a mãe da personagem principal na série Mom. Eu acho ela boa atriz? Acho. Mas a Julie Bowen estava concorrendo, e não há melhor personagem e melhor atuação que a da Claire de Modern Family. Aliás, Modern Family, né gente? Não há série melhor no momento. Então, pra mim, acho que Julie deveria ter ganhado. E eu nem acho Mom muito boa, e ach bem difícil torcer por alguém de uma série que não acho legal.

coadjuvante serie comica

Melhor ator coadjuvante em série cômica

Outra categoria em que quem deveria ter ganhado era um ator de Modern Family. E ainda foi o ator (Ty Burrell) que interpreta o melhor personagem que foi indicado (já preferi Mitchell, mas Phill é Phill e não há mais cômico que ele). Porém, não fiquei tão devastada quanto na categoria anterior porque Tony Hale, o vencedor, também é muito bom. Seu personagem (Gary) é um dos melhores em Veep, que é uma série sensacional (porém, pouco conhecida por aqui). Então não foi uma escolha tão ruim assim, deu até pra não ficar triste.

ator coadjuvante serie comica

Melhor atriz em série cômica

Quem ganhou essa categoria foi a Julia Louis-Dreyfus e eu concordo plenamente que deveria ser ela! Eu tenho um pedaço do meu coraçãozinho reservado pra Julia porque ela fez Seinfeld, e a Elaine era uma personagem fantástica, obviamente que por causa dela. Depois assisti The new adventures of old Christine que, admito, não era a melhor coisa do mundo, mas ela fazia bem (e eu só assistia por causa dela). Quando achei Veep no Now da Net (HBO), e vi que Julia era a atriz principal da série, não hesitei em assistir. E assisti. É uma série fenomenal, crítica, irônica e com um humor diferente e certeiro, e a série não daria certo não fosse o timing para comédia de Julia, já que ela é a protagonista. Portanto, sim, o prêmio foi pras mãos de quem merecia ganhar!

Linda no Emmy, ridícula em Veep.
Linda no Emmy, ridícula em Veep.

Melhor ator em série cômica

Não vi nenhuma série dessa categoria além de House of Lies e acho que Don Cheadle, indicado por ela, está realmente muito bom no papel (apesar de eu não ter gostado tanto assim da série). Porém, em uma categoria que tem Matt Le Blanc como indicado (por Episodes), não consigo escolher outra pessoa se não ele. Mas quem ganhou foi Jeffrey Tambor, por Transparent. Nunca nem ouvi falar dessa série, mas lembro dele em Arrested Development e ele era muito bom, então não deve fazer feio em Transparent.

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Melhor série de comédia

Só vou concordar com o vencedor dessa categoria porque Veep é realmente muito boa (como já falei anteriormente) e porque Modern Family já ganhou muitas vezes esse mesmo prêmio. Então vamos deixar outras pessoas vencerem também, né?

A vencedora da categoria, a série Veep.
A vencedora da categoria, a série Veep.

Atriz convidada em série de drama

Incrivelmente difícil escolher uma pessoa só que eu queria que tivesse ganhado nessa categoria, mas a Margo Martindale, que venceu por The Americans, não é uma delas pelo simples motivo de que nunca assisti essa série. Porém, fico na dúvida entre Diana Rigg, a Lady Ollena Tyrell, de Game of Thrones, e Rachel Brosnahan, a Rachel de House of Cards. Ambas fizeram trabalhos sensacionais no papel em que foram indicadas e suas personagens são muito importantes nas séries. Lady Tyrell é uma personagem que te deixa de queixo caído, mas a Rachel é uma personagem muito difícil de se fazer, a atriz tem que ser muito boa para interpretar na medida certa. Então não escolherei somente uma, mas deixarei as duas como minha escolha de vencedora.

Margo à esquerda, e à direita Rachel (cima) e Diana (baixo).
Margo à esquerda, e à direita Rachel (cima) e Diana (baixo).

Ator convidado em série de drama

Yes, yes, yes! 100% yes pro vencedor dessa categoria! Freddy, o personagem de Reg. E. Cathey em House of Cards é um personagem mega importante e Reg. o interpreta com maestria! Vibrei quando vi que ele havia sido o ganhador do prêmio! E mais uma categoria que o Netflix abocannha, já que House of Cards também é série exclusiva deles.

Reg. em House of Cards e com o Emmy ontem.
Reg. em House of Cards e com o Emmy ontem.

Melhor atriz coadjuvante em série de drama

Uzo Aduba. Tem outra escolha pra essa categoria? Não. Então tá, é isso. Sem comentários.

Uzo na Emmy e em Orange is the new black.
Uzo na Emmy e em Orange is the new black.

Melhor ator coadjuvante em série de drama

Outra categoria que não tem nem o que comentar. ÓBVIO que Peter Dinklage deveria ganhar. Óbvio! Acho ele ótimo ator desde quando o conheci, na série Nip/Tuck, e ele só vem melhorando. E ele é, de longe, o melhor personagem de Game of Thrones (apesar da história de Tyrion na última temporada ter sido bem chatinha, mas a temporada toda foi chata!), e tudo por causa de sua atuação incrível. Então não tem nem o que discutir, argumentar, nada. Não havia pessoa melhor pra levar essa estatueta pra casa.

ator coadjuvante drama

Melhor atriz em série de drama

Quero nem falar dessa categoria. Essa categoria é um tormento porque eu tenho certeza que quem deveria ganhar, e já deveria ter ganhado há alguns anos, nunca ganhará porque não é dos Estados Unidos. “Ah Livia, mas Game of Thrones também não é dos Estados Unidos e ganha.” Sim, mas Game of Thrones é um fenômeno mundial, é diferente. Agora, Orphan Black é uma série canadense, por isso tenho certeza de que Tatiana Maslany nunca ganhará um Emmy e, nossa, como ela devia ganhar! A mulher interpreta não uma, mas CINCO personagens diferentes, e não parece a mesma atriz atuando de tão fantástica que ela é! Então essa estatueta devia estar na casa dela! Mas não, eles entregaram pra Viola Davis (da série chatinha How to get away with murder), que sim, é boa atriz, mas né, ela não interpreta cinco personagens diferentes na mesma série e de maneiras totalmente diferentes. #Revoltada

Também tô chocada que você ganhou, Viola.
Também tô chocada que você ganhou, Viola.

Melhor ator em série de drama

Ai gente, chega de Mad Men, né? Primeiro porque não vejo graça nessa série. Segundo porque né, já passou do tempo dela. Agora estamos no momento de House of Cards, e Kevin Spacey deveria ter ganhado esse prêmio simplesmente porque interpreta com excelência o papel do odioso Frank Underwood, com tanta excelência que não tem como não odiá-lo. Pra mim, o Emmy vai pra ele, e não pra Jon Hamm (que já ganhou ator convidado em comédia, pra que outra estatuazinha?).

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Melhor série dramática

Game of Thrones ganhou. E, na verdade, não tem pra ninguém, né? Porque apesar da última temporada ter sido chata (e de terem matado a única personagem que ainda estava com uma história interessante), continua sendo uma mega produção super bem feita e com atuações primorosas. Então realmente não tinha como escolher outra série. Thumbs up pra eles.

A galera toda - ok, não toda, mas uma parte - no palco.
A galera toda – ok, não toda, mas uma parte – no palco pra receber o prêmio.

Outras categorias não serão comentadas por mim aqui, senão ficaria um post imenso (não que já não esteja). Mas essas são as principais e as que posso dar minha opinião, porque assisti a maioria das séries. E vocês, concordam com os vencedores? Concordam comigo sobre quem deveria ter ganhado? Contem para mim nos comentários! E me digam também se foram no Rock in Rio pra eu morrer de inveja, principalmente se estavam lá no dia do Queen! 😉

Beijos e até a próxima!

Muah!!!

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