Fuller House

Boa segunda-feira, pessoal!

Vamos esquecer que hoje é um dos dias mais odiados da semana e falar de uma coisa que vem deixando malucas todas as pessoas que nasceram nos anos 80: Fuller House! Pra quem é muito novinho e não sabe do que estou falando (e o nome também não ativa a memória), Fuller House é a continuação da série Full House (conhecida aqui no Brasil como Três é demais), que lá nos EUA foi ao ar de 1987 a 1995, mas aqui no Brasil passou um pouquinho mais tarde – o que não fez a gente ficar menos viciado nas histórias da família Tanner. Full House foi a série onde as gêmeas Olsen começaram, elas interpretavam, as duas, pois eram muito pequetitas quando a série estreou, a filha mais nova da família, Michelle. Bem, pra resumir, Full House era sobre um homem que ficou e se via, de repente, com três meninas para criar sozinho. Seu melhor amigo, Joey, e o irmão de sua esposa, Jesse, se mudam para sua casa, então, para ajudá-lo. Além desses personagens, também tinha a melhor amiga da filha mais velha, Kimmy Gibbler, e depois uncle Jesse começou a namorar a Becky, que virou personagem fixa, assim como seus filhos gêmeos e o namorado de DJ (a filha mais velha), Steve. Ah! E claro, Comet Jr., o cachorro foférrimo da família.

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Da esquerda para direita: Uncle Jesse e Becky com seus filhos Alex e Nicky, Joey, Kimmy, Danny (o pai), Stephanie com Michelle na sua frente, DJ e Steve.

Eis que uns meses atrás, a Netflix anuncia que estão gravando uma continuação da série, intilulada Fuller House, com todos os atores originais (menos as irmãs Olsen). E eis que em fevereiro a série é colocada no ar. E eis que eu corro pra assistir, é óbvio, visto que eu era completamente viciada em Full House quando era mais nova. O primeiro episódio é a coisa mais linda do mundo, com todo mundo, todo mundo mesmo, até os gêmeos Niky e Alex (mas não Michelle), aparecendo. Os bordões da série original, a casa da série original, as pessoas, tá tudo ali. E no momento que toca a música tema, os olhinhos enchem de água, não tem como não encher! É muita emoção.

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Da esquerda para a direita: Kimmy e sua filha Ramona, Max, um dos filhos de DJ, Stephanie, Joey, Danny, Uncle Jesse (ainda lindo), Becky, DJ e Jackson, o filho mais velho de DJ. Tem ainda o bebê Tommy, filho caçula de DJ, que não está na foto.

O foco de Fuller House é DJ, a filha mais velha da família Tanner que, assim como aconteceu com seu pai no início da primeira série, está recém-viúva e com três filhos pra criar. Ela se muda para sua antiga casa para que seu pai a ajude no início dessa nova vida sem seu marido. E então, aparecem Stephanie (que sempre foi a minha personagem preferida) e Kimmy, com sua filha Ramona. Ambas se mudam para a casa de DJ para ajudá-la na tarefa de criar seus filhos, exatamente como aconteceu com Danny. As aparições de Danny, Joey, Jesse e Becky são eventuais, cada episódio um deles aparece. Só no primeiro que vemos todos eles mesmo. Portanto, a série fica exatamente como Full House, só que com mulheres: uma mãe viúva criando seus três filhos homens e tendo duas amigas para ajudar (no caso, uma irmã e uma amiga), e a amiga trazendo uma filha dessa vez.

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Kimmy, Stephanie e DJ com o bebê Tommy (que, assim como Michelle em Full House, é interpretado por gêmeos), o filho que faltou na foto acima.

A série vai cativar, e muito, os fãs antigos, principalmente os que vivem de lembrar o passado, como eu (nossa, parece que sou uma pessoa amarga falando isso. hahahahaha). Porém, duvido que consiga fãs novos. Por que? Porque a série não é boa. Isso porque os produtores e roteiristas tentaram manter um humor de época, da época em que Full House passava, mas que, hoje em dia, não funciona mais. Sem contar nessa história de família perfeita, que resolve tudo com abraço, podia funcionar há vinte anos, mas agora… Fica irreal demais. Falso. E em uma época em que os seriados estão ficando o mais próximo da realidade possível (vide Love, que falarei por aqui em breve, Master of none, Girls, e até House of cards). Essa coisa muito inocente e com piadas prontas ficou no passado, por isso Fuller House não funciona e é sem graça. Eu só ri de algumas piadas que eram claras referências a série antiga, mas exatamente por isso, por ser referência e por eu amar a série antiga e me fazer lembrar ela. Acredito que só por causa dos fãs antigos que a série foi renovada e uma segunda temporada foi confirmada. Porque não acredito que pessoas que nunca assistiram Full House tenham gostado da série – ainda bem que ela foi uma série de MUITO sucesso e tem muitos fãs, senão Fuller House teria ido pro espaço.

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Fuller House

Bem, essa é a minha opinião, claro. Eu achei a série com uma história fraquíssima, com piadas ruins, e personagens que não cativam – além de ser cheia de esteriótipos e um pouco machista (mesmo sendo em torno de três mulheres fortes). Aí vemos como a sociedade era antigamente, e como, ainda bem, já avançamos um pouco nesse aspecto, apesar de não parecer e a luta continuar. Mas, obviamente, outras pessoas podem ter adorado a série e não concordarem comigo. Você, por exemplo, o que achou? Assistiu e gostou? Não gostou? Não gostou, mas tanto faz porque É FULL HOUSE! Me conta! E até o próximo post!

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Mas com o novo cachorro da família, e Andrea Barber como Kimmy.

Ah! Esqueci de dizer que agora minha personagem favorita é, de longe, a Kimmy. Apesar de Andrea Barber ter ficado longe das telinhas desde Full House praticamente, ela é a que tem o mais perfeito timing pra comédia até hoje. E claro, temos que agradecer também aos roteiristas, que construíram uma personagem muito engraçada! Das crianças, dessa vez meu “filho favorito” é o Max, o filho do meio que, assim como Stephanie, que também era a filha do meio, era, é o comic relief da série. É o que faz as tiradas mais engraçadinhas e o único realmente interessante das crianças. Mas vamos esperar a próxima temporada para ver se os outros personagens crescem, não é mesmo?

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Le chocolatier

Bora começar essa segunda-feira chuvosa com um cafézinho?

Sim!

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Tá servido?

Fui no Le Chocolatier em novembro do ano passado, por isso ainda tinham chocolates como esses:

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As prateleiras também estavam todas enfeitadas pro Natal, o que me fez me sentir quentinha no coração, já que eu amo amo amo amo (já disse que amo?) Natal! Mas de que adianta ser tudo lindo e as gordices serem ruins, não é mesmo? Pois não é isso que acontece por lá. O que não comi os chocolates, mas a minha amiga que me levou lá já comeu e disse ser tudo delícia – e eu super confio no gosto dela, principalmente para doces!

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Mas não só de doces é feito um café – que na verdade é mais chocolateria (vide o nome) do que um café -, então falaremos também sobre as bebidinhas. Eu bebi um capuccino (sem canela!) e mãe e amiga tomaram um espressinho, porque aproveitaram a promoção espresso + pastel de Belém (que eu não pedi porque não gosto de pastel de belém). Achei meu capuccino bem delicinha e elas também gostaram de tudo que comeram e beberam. Aliás, acho que minha amiga não me levaria lá se tudo não fosse muito bom (porque ela conhece minha exigência em relação a cafés). E tudo super no preço também! O único ponto fraco de lá é que é pequenino, então só tem um balcão com banquinhos, não dá pra ter muita gente lá ao mesmo tempo. Sorte que fomos próximo da hora de fechar (como fica no Centro da cidade, e num local bem comercial mesmo, ele fecha cedo). E mesmo indo num horário meio ruim, fomos super bem atendidas pelo mocinho que tava lá, então nota dez pro atendimento (que, vamos ser honestos, é pelo menos 50% do motivo de gostarmos de um lugar).

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Espressos e pastéis de belém.

Portanto, sim sim sim! Esse amor é tão profundo. Le chocalatier tá super arovado e, se eu fosse você, aproveitava a hora do almoço e dava um pulinho lá pra tomar um cafézinho – e comprar uns chocolates pro lanche mais tarde. 😉

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Muitos chocolates!

Le Chocolatier

Av. Presidente Wilson, nº 165 – Loja A – Centro

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Felizes – e embaçadas – no café!

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Viagem: Picinguaba

Alô alô marciano!

Como vocês todos estão? Como foram de feriado, de final de semana, de vida, de loucuras? Meu final de semana foi no meio do mato e foi bem gostoso. Foi difícil de chegar? Foi. Mas o que importa é que foi um fim de semana família e cheio de natureza, quer coisa melhor?

Minha prima mais velha, depois de 10 anos de “namoro” (sendo alguns desses já morando junto e com um filho que agora tem 2 anos), resolveu se casar com o namorido e a cerimônia foi numa pousada onde eles sempre vão, e que é meeeeeeeeega difícil de chegar, mas é linda demais! Eu, sendo a entusiasta por fotografia que sou, tirei várias fotos. Várias. Muitas mesmo. Aí achei legal testar algo novo por aqui e colocar algumas das fotos que tirei pra ver se vocês gostariam. Depois vocês me dizem se vocês gostaram? Brigaduuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!!!!

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Eu e meu outfit emprestado.
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A dança dos noivos.
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Tá com foco ruim, mas não podia deixar de colocar a fruta que veio naturalmente com um bigode!

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Não coloquei fotos com rostos de propósito, porque as pessoas da minha família, principalmente os noivos, são muito discretos e na deles, e sei que não gostariam de ter as fotos deles estampadas aqui, principalmente em um momento tão pessoal. Mas dá pra sentir o clima do momento, né? Super paz! O casamento foi em uma pousada em Picinguaba, cidadezinha mínima do estado de São Paulo, acho que faz parte de Ubatuba, mas que fica bem pertinho de Paraty (4o minutos de carro), cidade do Rio de Janeiro. Como só tem ônibus para Paraty (em Picinguaba não tem rodoviária), tivemos que pegar um transporte entre as duas cidades e, no caminho, passamos pelo ponto exato que separa Rio de Janeiro de São Paulo. Super legal, né?

A lindeza que é a pousada.
A lindeza que é a pousada.
Cocoricó!
Cocoricó!
Eu e meu outfit jogador de futebol.
Eu e meu outfit jogador de futebol e meu sobrinho.

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Marido escondido.
Marido escondido.
Vista da janela do meu quarto.
Vista da janela do meu quarto.
Céu de Picinguaba.
Céu de Picinguaba.

E aí, galera, gostaram? Alguém por aí já conhecia Picinguaba?

Sei que minhas fotos são meio abstratas, gosto de coisas assim. Esse tipo de post vai ser mais um estilo que vou começar a colocar por aqui, já que sou completamente apaixonada por fotos. Espero que gostem.

Beijos e até amanhã (ou depois, ou depois)!

Eu e marido, que vai me odiar por colocar essa foto aqui.
Eu e marido, que vai me odiar por colocar essa foto aqui. Mas é só pra ter mais faces, além de fotos abstratas.

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