Steve Jobs

Indicações: Melhor ator (Michael Fassbender) e Melhor atriz coadjuvante (Kate Winslet).

Sinopse: Três momentos importantes da vida do inventor, empresário e magnata Steve Jobs: os bastidores do lançamento do computador Macintosh, em 1984; da empresa NeXT, doze anos depois e do iPod, no ano de 2001.  (Sinopse retirada do site Adorocinema)

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Achei o filme Steve Jobs uma coisa: cansativo. Achei chato, achei repetitivo. Não gostei da escolha das cenas e toda ação se passar sempre pré-palestras do Steve. Não gostei de sempre antes dessas palestras importantes alguém aparecer para limpar roupa suja com Steve – fato que foi até brincado no filme, talvez porque perceberam o quão inverossímil isso é. Não gostei, não gostei, simples assim. Não achei que Fassbender, apesar de sempre ótimo (em todos os outros filmes que já vi dele), convenceu como Jobs. Simplesmente não consegui engolir. Talvez por ser uma personagem a qual todos nós estamos acostumados, que sabemos como é fisicamente, o fato do ator não estar nada parecido com ele me “soou” estranho durante todo o filme, eu conseguia perceber que era um filme, e não é legal quando a gente não consegue entrar no filme a ponto de saber que tudo aquilo é uma interpretação, é falso, não é real. Porque pra mim o principal feito de um filme é te convencer que aquilo que você está vendo é real, apesar de saber que não é, e te convencer a tal ponto que você se envolve emocionalmente. E pra mim houve envolvimento zero.

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Michael Fassbender como Steve Jobs e Seth Rogen como Steve Wozniak.

Mas não posso dizer que tudo foi ruim no filme. Houve alguns pontos positivos, e um deles foi Kate Winslet. E ah, como eu adoro essa mulher! Como ela é boa atriz! Ela conseguiu me envolver, ela conseguiu me convencer que a vida dela era cuidar daquele homem que não era Steve Jobs, mas Michael Fassbender, mas ainda assim fazia aquilo bem. Ela é incrível e merece cada pedacinho de sua indicação (porém, não tem como ganhar de Alicia Vikander porque Alicia Vikander está incrível demais em A garota dinamarquesa, um dos melhores filmes, se não o melhor, que está concorrendo a algum prêmio nesse Oscar maluco desse ano – mas isso é outra história e já tá na hora de fechar parênteses).

personagem de Kate W arrasando no penteado desalinhado nos anos 90
Personagem de Kate Winslet arrasando no corte não-linear décadas antes de virar moda.

Gostei também da história do Fassbender, que dizer, Steve Jobs com a filha, Lisa (aliás, coitada dessa garota, com uma mãe maluca e um pai narcisista), mas acho que se eles queriam focar nisso, tinham que ter focado nisso e pronto. Porque, pra mim, pareceu que era a parte mais importante da história, mas ficou tão no meio de todo o resto que não foi trabalhado e aprofundado o tanto quanto deveria ter sido. Teria sido um filme muito mais interessante se eles tivessem focado em pelo um aspecto da vida do Jobs, e não feito uma salada de fruta que ficou confusa e cansativa como eles fizeram. Ainda não vi o filme com Ashton Kutcher, mas por mais mal que tenham falado, acho que vou gostar bem mais do que desse.

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Jobs e a filha, Lisa.

E como de praxe, aqui vai o trailer do filme.

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Lá no meu canal do Youtube falei sobre quem eu quero que ganhe as categorias do Oscar. Dá uma olhadinha lá! E aproveita e segue o canal, pra você receber notificação dos vídeos, porque nem sempre coloco eles aqui. 😉

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Perdido em Marte

Perdido em Marte (The martian)

Indicações: Melhor filme, Melhor ator (Matt Damon), Melhor roteiro adaptado (Drew Goddard), Melhor edição de som (Oliver Tarney), Melhor mixagem de som (Paul Massey, Mark Taylor, Mac Ruth), Melhor design de produção (Arthur Max, Celia Bobak), Melhor efeitos visuais (Richard Stammers, Anders Langlands, Chris Lawrence, Steven Warner).

Sinopse: O astronauta Mark Watney é enviado a uma missão em Marte. Após uma severa tempestade ele é dado como morto, abandonado pelos colegas e acorda sozinho no misterioso planeta com escassos suprimentos, sem saber como reencontrar os companheiros ou retornar à Terra. (sinopse do site AdoroCinema)

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Taí um filme que eu pensei: não vou gostar. Aí ouvi amigos falando sobre ele e pensei: ah, vai que eu gosto, pode até ser. Aí eu vi e pensei: é, eu estava certa desde o começo. Eu tenho me interessado mais pelo espaço e tal, coisa que eu nunca havia gostado, mas desde Doctor Who tenho dado mais chances, visto que amo o seriado e amei também a série de livros O guia do mochileiro das galáxias. Mas Perdido em Marte realmente não é pra mim. Achei o filme um saco. Eu estava com esperança de, pelo menos, dar umas risadas, afinal, meus amigos falaram que era engraçado, tinhas umas tiradas ótimas. Eu não abri nem mesmo um sorriso durante as excruciantes duas horas e vinte e quatro minutos de filme. Pra não dizer que não teve nenhum momento bom, eu gostei do final. Achei emocionantezinho (percebam o “zinho”) e até me tocou um pouquinho (novamente, percebam o “inho”). Mas, além disso, a única coisa impressionante do filme são os efeitos especiais (que são REALMENTE impressionantes).

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Pode-se perceber por que Matt Damon foi indicado ao prêmio de melhor filme, porém. Ele emagreceu, ele fica a maior parte do tempo sozinho, ou seja, contracenou sozinho, o que é bem difícil, porque não há ninguém para quem se reagir, ele faz um personagem que, apesar de não real, é um “herói” americano, e todos sabemos que americanos adoram heróis americanos e adoram exaltar que americanos são foda (vide o chatérrimo Sniper americano, sobre um cara que é herói porque matou milhões de pessoas, uhu, que super legal – só que não). Porém, não consigo entender como foi indicado a melhor filme, porque não tem as características necessárias para um filme dessa categoria. Ele não tem nada demais, nem mesmo o modo de filmar, nem a história. A única coisa interessante, como eu disse, são os efeitos especiais, e não acho que são motivo suficiente para uma indicação de melhor filme, porque nem inovador é nesse quesito (temos visto bastante filmes com efeitos especiais muito bons). Só consigo imaginar que foi indicado a melhor filme pelo mesmo motivo que dei acima do herói americano. Só pode ser.

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Pra resumir, é um filme blé com uma história até interessante, mas que não empolga e nem emociona. Mas, ainda assim, quero ler o livro. Deve ser mais interessante do que o filme e quero saber se realmente é bom como falam.

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A equipe de Matt Damon no espaço.

Ah! Todo mundo já deve ter visto o trailer, já que é um filme que estreou por aqui no ano passado, mas como é de praxe, segue o trailer para vocês, caso ainda não tenham assistido e queiram saber um pouquinho mais sobre esse (mediano) filme.

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