Bebês!!!!! (ou o meu tipo favorito de bebês)

Pessoas gatas! Acabou o Festival do Rio e foram vários dias corridos (ou não tão corridos assim, mas foram vários dias nonetheless) de resenhas/críticas/sugestões de filmes. Portanto, imaginei que vocês estivessem um pouco cansados de indicações de filmes. Ou de livros. Ou de qualquer coisa relacionado a cultura. Ou não, né, já que esse é o assunto que mais falo na vida e vocês continuam entrando aqui. Ah, seus lindos!

Mas, mesmo assim, resolvi dar um descanso das atividades culturetes e colocar aqui pra vocês uma coisa – na verdade, várias coisinhas – que farão vocês dizerem “oooooooooown!”. Pelo menos é o que eu faço toda vez que olho essas fotos.

Dia 11 de outubro foi a festinha de aniversário de um dos meus sobrinhos e a comemoração foi num sítio delicioso aqui no Rio. A festa foi maravilhosa, as crianças se divertiram (tanto que nem consegui dar oi pro meu sobrinho aniversariante), a gente encheu a pança de comida gostosa, maaaaaas o que mais gostei foi dos bichinhos que tinham por lá! Pra quem não sabe, eu sou totalmente apaixonada por animais. Todos eles, dos menores ao maiores (menos insetos, e muito menos baratas). E quando tem um animal no recinto, não consigo fazer outra coisa que não querer agarrá-los. Nesse dia, infelizmente, não foi possível. O cachorrinho que tinha lá era muuuuuuuuito medroso e não chegou perto da gente nem quando oferecemos carne (ele pegava a carne da nossa mão e saía correndo). E os porquinhos da índia estavam todos dentro de uma gaiolinha, que eu quase abri pra entrar e abraçar cada um dos seis. Mas mesmo assim tirei inúmeras fotos que colocarei aqui pra vocês agora, pra vocês explodirem de tanta fofura!

Cachorro fofura-fura do sítio.
Cachorro fofura-fura do sítio.
Marido tentando se comunicar com ele, mas sem sucesso.
Marido tentando se comunicar com ele, mas sem sucesso.

A gente não conseguiu nem saber o nome dele porque os donos do sítio não estavam por perto. Mas eu queria, pelo menos, ter conseguido fazer um carinhozinho. Só que ele era medroso demais pra isso. 😦

Sempre lááááá longe.
Sempre lááááá longe.
Olha quantos porquinhos da índia! Tem um até olhando pra câmera!
Olha quantos porquinhos da índia! Tem um até olhando pra câmera!

Não me aguentei com essas gostosuras fofas e tirei muuuuuuuuuuitas fotos delas! Muitas mesmo. As que eu vou colocar aqui não são nem metade da quantidade de fotos que tirei.

Neném!
Neném!
Tava escondidinho.
Tava escondidinho.

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Lá também tinha alguns pássaros. Não tem tantas fotos deles porque 1. não me interesso tanto por pássaros e 2. é mais difícil tirar foto deles. Mas colocarei algumas aqui pra quem gosta.

Tô até agora tentando lembrar o nome desse pássaro.
Tô até agora tentando lembrar o nome desse pássaro.
Cacatuas!
Cacatuas!

Como eu disse, tem muuuuito mais foto! Mas fica pra uma próxima! Hahahahaha

Gostaram? Podem deixar que, com certeza, não será a última vez que colocarei fotos de animais por aqui. 🙂

Olha um Arry grande!
Olha um Arry grande!

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Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

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Micróbio & Gasolina| Festival do Rio

E foi dada a largada para os filmes do Festival do Rio! Ontem eu vi o primeiro filme – de muitos, se tudo der certo. E foi ótimo, lindo, gostoso, fofo, leve, e eu amei! (acho que já tinha dado pra perceber, né?) O filme escolhido foi Micróbio & Gasolina, um filme francês que eu nunca escolheria assistir lendo a sinopse (Micróbio recebeu este apelido por conta de seu tamanho, já Gasolina, por seu amor por tudo que é mecânico. Jovens e desajustados, os dois logo ficam amigos. A fim de fugir de seus problemas em casa, eles decidem construir um lar sobre rodas e seguir juntos para um acampamento onde Micróbio esteve quando era criança e que desde então tem papel fundamental em sua memória afetiva.). E de fato não fui eu quem escolheu o filme, e sim marido. Mas como Festival do Rio é Festival do Rio e topo qualquer filme, topei. E tive uma grata e deliciosa surpresa.

Daniel, ou Micróbio (o loiro), e Gasolina, ou Theo (moreno).
Daniel, ou Micróbio (o loiro), e Gasolina, ou Theo (moreno).

Como disse pro marido ontem quando saímos do cinema, o filme é todo na medida certa. Ele é engraçado na medida certa, é fofo na medida certa, é delicado na medida certa. É um filme que você sai mais leve do cinema, mesmo se tiver entrado nele um pouco pra baixo, porque ele te põe pra cima. É a história de dois garotos de 14 anos que não parecem ter 14 anos pelas coisas que falam. Mas eles não são aqueles inteligentes chatos, porque tudo que eles falam vem com um tom de humor e você acaba rindo. E, ao mesmo tempo, trata de temas típicos da adolescência (amor, sexo, independência, identidade) de uma forma que não fica chata para não-adolescentes e de maneira, adivinha!, inteligente. Acreditem, não é um filme para adolescentes. Não é aquela coisa estereotipada com piadas bobas e momentos presentes em todo filme de adolescente que você já sabe o que vai acontecer. Não, é um filme que atinge a todos porque você se identifica com aqueles garotos, mesmo eles sendo anos mais novos que você. E você lembra de como era quando tinha aquela idade também, e eu era bem como eles, deslocada, diferente e me sentindo diferente, deixada de lado. A única coisa que me difere deles é que minha família é e sempre foi maravilhosa. Já a deles… Mas pinta direitinho o quadro das famílias de hoje em dia, principalmente as que tem filhos só para seguir um padrão social.

Microbio e gasolina

Eu me impressionei com a qualidade da atuação dos dois garotos (Ange Dargent e Théophile Baquet) também. Eles tem uma força muito grande em tão tenra idade (falei bonito agora, hein). E representam muito bem seus papéis que, vou dizer, não são tão fáceis assim não. Mas mesmo sem ser papéis super fáceis, eles conseguiram levar leveza e esperteza que o filme carrega. É um filme gostoso de assistir, sem aquele besterol todo que costumamos ver em filme americanos e que preza pela inteligência e criatividade – o que os dois fazem juntos é coisa de gênio (gênio maluco), e claro que não falar aqui o que é pra não dar spoiler! Ah! Vale (muito) dizer também que esse filme é do diretor Michel Gondry, que também dirigiu (e escreveu) o divertidíssimo filme Rebobine, por favor, o fofo A espuma dos dias e o maravilhoso Brilho eterno de uma mente sem lembranças (agora deu vontade de ver, né?).

O diretor (e também roteirista) Michel Gondry.
O diretor (e também roteirista) Michel Gondry.

Próximas sessões:

03/10 – 21h – Cinépolis Lagoon 5

08/10 – 17h – Estação NET Ipanema 1

14/10 – 16:14 – Cine Odeon

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Vocês devem perceber que não sou muito ligada no mundo da moda e da beleza, vide que não posto quase nada aqui sobre esse assunto. Porém, todo Festival do Rio eu coloco aqui as roupas que vou assistir os filmes (só que fazia isso no meu outro blog). Não sei o motivo de ter feito isso pela primeira vez, mas agora virou tradição. Acho que acabo fazendo isso pra mostrar pra galera que não existe uma moda só, um estilo só de roupa que você tem que usar, que você pode fazer seu próprio estilo do jeito que quiser – e é uma coisa que fica muito clara quando se vai nesses eventos de cinema, onde me sinto totalmente no meu mundo, com pessoas que se vestem e se portam de um jeito muito mais parecido com o meu. É o meu mundo, e nada mais perfeito do que você se sentir inserido em um lugar, e não um peixe fora d’água (como em sinto na maioria dos lugares). Porém, ontem eu coloquei uma roupa que nunca colocaria para assistir um filme, só que como estava comemorando um ano de casada, fui com esse vestido porque foi o que usei no dia do meu casamento. Cês gostaram?

Vestido comprado na C&A (no ano passado) e sapatilha da Pontapé (adquirido de minha amiga Marina).
Vestido comprado na C&A (no ano passado) e sapatilha da Pontapé (adquirido de minha amiga Marina).

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Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

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2 em 1: Loja e Café “Zuper Cool”

Hoje vou falar de algo que, geralmente, não falo por aqui: roupa (o post sobre fantasias não conta, vai). Tudo porque estava dando uma volta por Botafogo, um bairro aqui do Rio, e dei de cara com uma loja que eu não conhecia e adorei! Não, eu não levei nada. Não, eu não experimentei. Não, as fotos não estão sensacionais (sorry). Mas achei muito digno falar da loja aqui pra vocês porque tem muita coisa legal – e diferente, e é exatamente isso que me chama a atenção.

Fachada da loja em Botafogo.
Fachada da loja em Botafogo.

A Raury Beury (que, pelo que encontrei ao pesquisar, é o nome da dona da loja e estilista – Beury) tem dois tipos de roupas: um alternativo (e meio nerd) e outro não. Claro que entrei e fui direto para o lado alternativo. Afinal, já do lado de fora tinha visto as camisas do Bob (do Fantástico Mundo de Bob, que eu AMAVA quando era criança) e do Mestre dos Magos (de Caverna do Dragão, outro desenho que eu era viciada) e queria procurar mais blusas com esse tipo de estampa. E encontrei: tinha Luluzinha, Mafalda, além de estampas fofas como corujinhas, gatos e a minha preferida: a de sorvetes.

A blusinha linda que fiquei apaixonada. Olha o detalhe da manga!
A blusinha linda que fiquei apaixonada. Olha o detalhe da manga!

Se eu não estivesse totalmente sem poder gastar, teria comprado fácil pelo menos três blusinhas. E isso porque nem olhei o outro lado, que parecia ter roupas bem bonitas também.

Lado A, lado B: camisetas estampadas alternativas de um lado, vestidinhos e blusinhas mais tradicionais, e ainda assim lindos, do outro.
Lado A, lado B: camisetas estampadas alternativas de um lado, vestidinhos e blusinhas mais tradicionais, e ainda assim lindos, do outro.

Os valores não eram muito baixos, mas também não muito caros. As blusas estampadas custavam R$49,90 que, apesar de eu achar caro, infelizmente não encontramos preços muito diferentes nas lojas por aí. Não fui para o outro lado da loja para checar os valores, mas imagino que não deve ser lá muito mais caro. Temos que lembrar que lojas de estilistas independentes sempre terão um valor um pouco mais alto porque é bem difícil manter todos os custos (material, aluguel da loja, funcionários, etc etc etc), mas não achei assim tão caro para ter uma roupa mais diferentezinha. Eu, pelo menos, adoro coisas assim.

Algumas das blusinhas que encontrei por lá.
Algumas das blusinhas que encontrei por lá.

Eu com certeza quero voltar lá com amigas que tenho certeza que amarão a loja, mas só quando a situação ($$) estiver melhor. Espero que até lá essa promoção de 50% e de “leve 3 blusas e pague menos” que tava rolando continue!

Bob e Mestre dos Magos: muito amor!
Bob e Mestre dos Magos: muito amor!

Agora, mudando um pouco de assunto, dando mais uma andada por Botafogo, no mesmo dia, visitei um café que marido há muito tinha recomendado. E se tratando de café, sempre quero conhecer mais e mais. Da última vez que dei uma passada no bairro, não tinha achado, visto que marido não lembrava o nome nem a localização certa, o que deixava tudo mais difícil. Mas dessa vez fui determinada e achei – e ele é uma gracinha, por fora e por dentro!

Exterior do Café e Prosa Bistrô.
Exterior do Café e Prosa Bistrô.

Ok, só tomei um cappuccino porque tinha acabado de almoçar, então não deu pra avaliar as comidinhas do local, mas uma coisa eu amei: o atendimento. Desde o momento em que entrei até o momento que saí fui bem atendida. Como o Café e Prosa Bistrô é pequenininho (único ponto negativo), não tem muitos funcionários. Pelo que percebi, tem alguém na cozinha (não sei quantas pessoas, não dava pra ver), um atendente de balcão, que é quem faz os cafés, uma pessoa no caixa (que acho que era a dona ou gerente) e um garçom, este último foi o único com quem interagi de verdade. E ele era muito simpático e engraçado. Como pedi cappuccino sem canela (como sempre), ficou repetindo sem parar isso pro menino que fez o café e depois brincou comigo sobre esse fato também. Ri muito. Adoro pessoas divertidas. Pena que não soube o nome dele (fico com vergonha de perguntar) nem tirei nenhuma foto dele para vocês pedirem para serem atendidos por ele. hehehehe

Já que não tem foto do atendente simpático, tem do mocinho do que fez meu café. E da parte interna (e fofa) do café/bistrô.
Já que não tem foto do atendente simpático, tem do mocinho do que fez meu café. E da parte interna (e fofa) do café/bistrô.

Meu cappuccino, aliás, estava muito gostoso. Nenhum açúcar foi adicionado a ele e, ainda assim, estava delicinha. Bem delicinha. Valeu totalmente os R$7 que paguei por ele (muito mais do que os R$8 que paguei outro dia no Otto Café, onde eles me trouxeram cappuccino com cappucino com canela uma vez, apesar de eu ter dito desde o começo que queria sem canela, e depois que pedi para trocarem, me trouxeram com canela de novo!).

Meu cappuccino. E um livro muito bom.
Meu cappuccino. E um livro muito bom.

E se tem uma coisa que adoro são os detalhes e quando as pessoas prestam atenção e cuidam deles. Lá eles fazem exatamente isso. Primeiro: toda vez que alguém chegava, o atendente simpático levava um livro para a pessoa ler enquanto esperava. Quase ninguém aceitava, mas só de ter essa opção já é fantástico. O porta-guardanapo também era uma gracinha e deixa o ambiente com uma cara mais bonitinha, assim como os quadros pendurados na parede, lindos, e todos do Jasmim Manga, que eu já conhecia, porém, só os cadernos que eu sempre quis comprar. E só de ser um café que divulga arte já ganhou meu coração! Então aconselho imensamente a todos que deem uma passadinha por lá, nem que seja pra tomar só um cafézinho, como fiz. E ainda bem que fiz. Foi uma tarde muito proveitosa!

Os quadros do Jasmim Manga (acima), o regador porta-guardanapo fofo e os livros que são oferecidos aos clientes. Detalhes que fazem a diferença.
Os quadros do Jasmim Manga (acima), o regador porta-guardanapo fofo e os livros que são oferecidos aos clientes. Detalhes que fazem a diferença.

Endereços:

Raury Beury: Rua Camuirano , 142 Loja A (esquina com Voluntários da Pátria).

Café e Prosa Bistrô: R. Voluntários da Pátria, 340.

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Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

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Presentinhos de Novembro

Aproveitando que o mês de novembro foi cheio de presentinhos fofos, que ganhei principalmente devido ao fato de que saí do lugar em que eu trabalhava, resolvi mostrá-los para vocês. Porque eles são todos muito fofos mesmo! Bazar 1. Livro fantástico do seriado Doctor Who, Treasures from the first 50 years – Doctor Who, the Values, que minha cunhada Claudia trouxe pra mim de Nova York. Se vocês quiserem conhecer o blog dela, onde ela fala sobre suas viagens, é só clicar aqui. 2. Presentinhos fofos peruanos que uma amiga trouxe de lá. Caneta de lhama, porta níquel que demorei a entender como funcionava (mas é lindo e eu tô apaixonada) e imã de geladeira pra minha coleção! 3. Plaquinha da loja Sensi que mamis me deu. Se não der pra ler direito, tá escrito: “Não é o amor que sustenta um relacionamento. É o modo de se relacionar que sustenta o amor.” Perfeito, né? DSC_0316 4. Bloquinho de gatinho para escrever “ideias, inspirações, sonhos e desejos” que a Clarissa do blog Uma garota carioca me deu. Tinha um gatinho amarelinho que parecia o meu Leo na frente, mas eu arranquei sem querer no dia que eu ganhei o presente! Sorry! #LiviaDesastrada Bazar2 5. Cordão de borboletas super delicado da Josefina. Presentinho de mamis também. 6 e 7. Brinquinho de coração e vestidinho que me foram dados pela minha amiga Letícia. Ambos eram dela e ela me deu porque eu disse que gostei. Não é uma amiga linda? Tenho muita sorte de ter amigos como ela (missing you aready, Lelê!). 20141201_115125 8. Cartinhas que guardarei pra sempre. Amo receber cartinhas e recadinhos, guardo todas e fico toda boba e emocionada. Obrigada, meninas! Bem, esses foram meus presentinhos de novembro. Tudo lindo, tudo a minha cara. As pessoas me conhecem mesmo! E vocês, o que acharam? Se gostaram do blog (e das fotos), me sigam também no instagram (@livgbrazil), no Twitter (@LiviaGBrazil) e se inscrevam no meu canal no Youtube (\Livia Brazil). Beijos!