30 Livros em 1 Ano – Fangirl (Rainbow Rowell) – Livro 16

Percebi que meu blog está virando um blog cultural, and I like it! hahahaha E hoje falarei de mais um livro que li nesse meu projeto de 30 livros em 1 ano, que percebi, mais uma vez, que se não escrever logo por aqui sobre os livros o ano acabará e eu não vou ter falado de todos eles! (e nem lido todos, mas isso é outro assunto)

Vou falar de um livro hoje que é um sucesso, todo mundo adora, e eu achei bem chato e ruim. Aliás, é o segundo livro que leio da Rainbow Rowell (o primeiro foi Eleanor & Park e nem consegui acabar de ler de tão chatinho que achei) e não consigo entender todo o alvoroço que fazem quando mencionam seu nome. Mas ok, gosto é gosto e cada um tem o seu, né? Enfim, começarei contando a sinopse do livro.

The blurb: Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenada aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme. Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refúgio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou na vida real. Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto. Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências. Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias? (retirada do Skoob)

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Pode ser que eu esteja muito longe da minha adolescência (ai, como é triste isso, 10 anos se param a Livia adolescente da adulta, ai que velhice!), mas achei os dilemas e conflitos da Cath, personagem principal, insuportáveis. Toda hora eu falava alto, “ai garota, para de frescura e age logo”. Não adianta, não consegui me identificar em nada com ela. E olha que eu era uma adolescente tímida e que me sentia sozinha no mundo. Mas a Cath é tão parada e fora da realidade que não dá pra aguentar. Eu só conseguia pensar que os problemas dela eram muito idiotas se comparados aos problemas da vida real de adulto (falta de dinheiro pra pagar as contas, escassez de empregos, violência sem fim que encontramos aqui no Rio de Janeiro, etc etc etc). Aí não conseguia me comover com as questões dela. Aliás, achei todos os personagens meio chatinhos e sem graça. Ok, todos não, porque Levi é totalmente gostável (pra não dizer apaixonante). E eu queria um amigo como ele. E por que ele é mais legal? Porque ele é mais velho e não fica reclamando das besteiras que adolescentes reclamam como se fosse acabar o mundo e, na verdade, depois verão, quando crescerem mais um pouco, que aquele problema não era nada se comparado à vida real. E eu fui uma adolescente assim também, que reclamava das coisas sem saber que tudo ia piorar. Talvez por isso a Cath tenha me irritado tanto. Mas eu não era tão paralisada e chata quanto ela, não. E a fanfic que Cath escreve no livro era tão cópia de Harry Potter (provavelmente a autora é fã de HP e quis homenagear o livro, sei lá) que eu não conseguia ler. Pulava todas as partes que tinha a fanfic de Cath e, quando eu lia, achava beeeeeeeeeeeeem ruim.

Rainbow Rowell e seu livro.
Rainbow Rowell e seu livro.

Não vou dizer que não tenha nada de bom no livro, afinal, eu até já disse que Levi é um personagem foda. E o estilo de escrita da Rainbow é bem legal também, informal e com sacadas inteligentes. Mas a história não me cativou nem um pouco, por tudo que já falei acima. Pra mim, eram personagens fracos com problemas bobos (tirando o problema com a mãe), e até mal desenvolvidos (os problemas). Mas como eu disse, gosto é gosto e muita gente adorou esse livro, então vai que você gosta? Mas admito que agora tô com bastante medo de ler qualquer outra coisa da Rainbow, já que me decepcionei com dois livros dela até agora, e nem a indicação da minha prima de outra história dela está me animando a ler, e olha que confio bastante no gosto da minha prima.

Ah! Fangirl foi lançado por aqui pela editora Novo Século e custa, em média, R$30 (ainda bem que comprei a versão digital pela Amazon e não gastei essa grana toda no livro, senão eu teria ficado bem p da vida).

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Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

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30 LIVROS EM 1 ANO – Como eu era antes de você (Jojo Moyes) – LIVRO 15

Só digo uma coisa sobre esse livro: não leia se estiver passando por momentos difíceis na sua vida, emocionalmente falando. Porém, se mesmo depois dessa dica, você resolver ler, não esqueça de deixar a caixa de lenços do seu lado porque, olha, eita livro triste! E eita livro bom também!

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The Blurb: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã que é mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Além disso, trabalha como garçonete num café, um emprego que ela adora e que, apesar de não pagar muito, ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou se vê obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, a ex-garçonete consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. (sinopse retirada do Skoob)

Você pode ler essa sinopse e pensar “ah, que coisa chata e melosa”, mas você se engana, amiguinho! A escrita de Jojo Moyes não tem nada de melosa e é bastante vivaz, cheia de referências (algumas bem inglesas, que talvez a gente não entenda direito) e muito identificável. Falando em referências, quase explodi de emoção quando ela citou um Dalek, inimigo número um do Doctor na série que eu sou completamente apaixonada, Doctor Who. Já ganhou um ponto (um não, mil) só aí. E os pontos só iam aumentando a medida que eu lia o livro. É uma história comumente vista por aí em livros de drama? Pode até ser. Mas o jeito que é desenvolvido faz toda a diferença.

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A personagem principal, Louisa, é tudo que algumas personagens de alguns livros ruins que li (e depois comentarei por aqui) também são, mas muito melhor descrita e escrita. Ela tem camadas, ela não é uma coisa só (só atrapalhada, ou só tímida, ou só loser). Ela sofreu um evento traumático (não vou dizer qual é, óbvio!), mas a vida dela não é guiada por isso (o que não significa que não a afeta), como acontece na vida real. Ela é uma boa pessoa, mas isso não significa que não deixa de se irritar com fatos de sua vida que não tem como não se irritar – ela não é uma Pollyanna, o que é maravilhoso! É uma personagem 100% real, que poderia estar aqui do nosso lado. E eu acho até que conheço pessoas bem parecidas com ela (eu sendo uma delas. hahahaha).

Yes, Lou, yes! Obrigada por não ser perfeita.
Yes, Lou, yes! Obrigada por não ser perfeita.

Já Will é um pouco mais caricato. Caricato nem seria a palavra correta, mas sim o que se espera de uma pessoa que era super ativa e, de repente, se vê preso a uma cadeira de rodas, sem poder fazer nada sozinho. Mas, pense bem, não tem nada muito diferente que se possa fazer com esse personagem. Se Jojo inventasse um personagem todo feliz, os leitores iam achá-lo falso, porque ninguém fica super feliz por estar tetraplégico. E para muitos (imagino que para a maioria) é bem difícil aceitar essa realidade, não importa quanto tempo se passe. Então o personagem é tudo que ele poderia ser. E com um ar de ironia que faz qualquer um se apaixonar (sim, eu adoro pessoas irônicas e sarcásticas). E caro que tem toda aquela coisa de salvadora da pátria que eu tenho que quer salvar todo mundo e me atrai pessoas que precisam ser “salvas”, mas isso vocês não precisam saber, não é mesmo?

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Os outros personagens também são muito bem trabalhados e descritos, desde o sobrinho de Lou, que é apenas uma criança, passando pelo avô dela, que nem interage direito, ao enfermeiro de Will e seus pais, e até sua irmã (de Will), Georgina, que aparece bem pouco no livro. É possível entender a motivação e os sentimentos de cada um deles, até dos bêbados que só aparecem em uma cena!

Esse livro também faz você pensar muito em diversos assuntos, inclusive em assuntos que você não gostaria de pensar. E quebra paradigmas e certezas que antes tínhamos e que depois de ler o livro começamos a nos questionar se aquilo é mesmo o certo. Aliás, faz muito pensar se existe mesmo um certo e um errado. Muito vago? Eu sei, mas não posso ser mais direta senão estragaria todo o livro pra vocês. E eu não quero fazer isso, porque foi exatamente o que mais me chocou – e tocou – no livro.

Jojo Moyes e sua cara da santinha, mas que na verdade fez um livro pra botar muito marmanjo pensando - e chorando - por aí.
Jojo Moyes e sua cara da santinha, mas que na verdade fez um livro pra botar muito marmanjo pensando – e chorando – por aí.

Como eu era antes de você é, de longe, um dos melhores livros que li nesse ano. Em questão de romance/drama, é O melhor. Porque, pra mim, livro bom é aquele que te deixa pensando por muito tempo sobre ele, e sobre as questões propostas por ele, e esse livro fez isso comigo. E como! Indico muito!!!!!!!

I know the feeling...
I know the feeling…

Aaaaaaaaaaaaaah! E foi gravada a versão cinematográfica do livro, com Emilia Clarke (a Khalisi, de Game of Thrones) no papel principal, o delícia Sam Claflin (Finnick Odair, de Jogos Vorazes) como Will Traynor, e ainda Neville Longbottom Matthew Lewis como o chatérrimo namorado de Lou, Patrick. Se eu gostei da escalação? Em se tratando de Sam Claflin, hell yeah! Não importa o que ele faça, contanto que apareça na tela, eu já fico feliz. Já Lou, não sei se Emilia foi a escolha certa porque imaginava a personagem como alguém um pouco mais desengonçada, e Emilia é muito bonita para o papel. Mas vamos esperar pra ver, né? Vai que ela surpreende? O filme está marcado para estrear somente em 2016, então teremos que esperar bastante ainda pra chorar litros no cinema.

Emilia com Sam (à esquerda) e com um Matt todo malhadinho à direita. Pra mim, sempre será estranho ver Matthew Lewis crescido e com corpinho bonitinho desse jeito.
Emilia com Sam (à esquerda) e com um Matt todo malhadinho à direita. Pra mim, sempre será estranho ver Matthew Lewis crescido e com corpinho bonitinho desse jeito.

E vocês? Leram o livro? O que acharam? Estão ansiosos pra ver o livro no cinema? Me contem tudo!!!!!!! Os comentários estão aí pra isso, pra eu saber a opinião de vocês. Adoro saber o que pensam. 🙂

E até outro dia!

Muah!

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Bienal do Livro do Rio e Setembro Literário

Pessoas, você não curtiram o Louis Garrel?????? Ah, que maldade, deixaram o menino triste!

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Não sei como puderam ignorar a belezinha mór, maaaaas ok, entendo (na verdade, não, mas tudo bem).

Mas hoje não falarei de beldades masculinas, e sim de Bienal. Quem é do Rio sabe que tá rolando aqui a XVII Bienal do Livro. Começou no dia 03 de setembro e vai até o dia 13 desse mês. Terão inúmeros debates, manhãs/tardes/noites de autógrafos, presença de autores famosos, bate-papos e muitas, muitas editoras do Brasil inteiro vendendo seus livrinhos. Como eu não estava contando ir, eu não fiz minha listinha de livros que quero comprar, mas vi um livro que estará às vendas no estande da Senac que é a coisa mais linda do mundo e eu super quero ele pra mim agora. É o Caderno de receitas da Magali. Sim, a Magali da queridíssima Turma da Mônica. Olha que lindeza!

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Como não ter vontade de colocar dentro do carrinho pra levar? Não dá!!!!!! E como esse livro é lançamento, sabe quem vai estar na Bienal para assiná-lo? Maurício de Sousa!!!!!! Ah, que sonho ter uma foto com ele ou algo autografado por ele, o homem que fez mais feliz as minhas tardes de criança com seus gibis que eu devorava! Mas como todo mundo ama Maurício tanto quanto eu, é sempre impossível conseguir uma senha para pegar um autógrafo dele, então acho que esse sonho vai ficar pra uma próxima encarnação – ou pra um esbarrão casual no meio da rua que teremos um dia (o que? uma garota pode sonhar!). Mas pra quem quiser enfrentar uma filinha básica pra tentar um tet-a-têt com o criador da Mônica, ele estará na Bienal na próxima 2a feira (07/09), às 11h no Auditório Madureira (Pavilhão 4 – Verde) e a distribuição de senhas começa às 10h,  na Central de Distribuição de Senhas, localizada entre a Praça Copacabana e o Espaço Maracanã, ao lado da Praça Central, na área externa do pavilhão.

Estande da Argentina. Foto tirada da página da Bienal do Livro no Facebook.
Estande da Argentina. Foto tirada da página da Bienal do Livro no Facebook.

Outra coisa legal dessa Bienal é que o país homenageado é a Argentina e eu pago o maior pau sou apaixonada pelo país. Então, tem um estande especial do país (foto) e uma programação exclusiva com e sobre autores argentinos, o máximo!

E, como homenagem à Bienal e porque percebi que sou uma escritora que fala muito pouco sobre livro, esse mês inteirinho, lá no meu canal no You Tube, falarei sobre livros e o mundo literário. Ou seja, setembro será um mês literário lá no canal. Quarta-feira passada já coloquei um vídeo falando um pouquinho sobre a Bienal e toda quarta-feira desse mês terá um vídeo novo sobre esse universo dos livros. Se você ainda não está inscrito no canal, dá um pulinho lá e se inscreva pra saber sempre que eu postar um vídeo novo. Ah! E também se tiver alguma dúvida (ou alguma sugestão de assunto) sobre livros, vida de escritor, vida de editora ou qualquer coisa relacionada ao tema, deixa nos comentários que respondo e um vídeo, ok? Espero que tenham gostado dessa novidade do canal! E preparem-se para encontrarem mais posts sobre literatura por aqui também este mês. 😉

E que, quem for à Bienal, se divirta muito e volte carregado de livros!

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30 Livros em 1 Ano – A garota das laranjas (Jostein Gaarder) – Livro 8

Hoje é domingo, dia de que? De fazer nada. Ou de que? Ficar deitada na cama embaixo de um edredom bem quentinho (porque aqui no Rio tá bem frio, pelo menos pra nós, cariocas) lendo um livrinho. Então achei que era o dia perfeito pra falar de mais um livro que li no meu projeto de 30 livros em 1 ano – que estou com sério medo de não conseguir cumprir, mas não vamos pensar nisso agora, não é? (Negação forevah!) Esse foi um livro que li em um dia só (fazia tempo que não lia um livro inteiro num dia só) numa situação muito parecida com a de um domingo – embaixo de um edredom, deitada na cama. Mas a situação foi completamente diferente: eu estava doente. E já estava deitada fazia três dias, não aguentava mais! Como já tinha melhorado um pouco e já conseguia me concentrar em algo, catei um livro da biblioteca dos meus pais pra ler. Escolhi A garota das laranjas, do Jostein Gaarder, autor norueguês muito adorado pela minha prima Clarissa e pela minha amiga Priscila, e foi por isso que escolhi esse livro – ter boas referências sempre é bom, né? Por isso que dou indicações de livros aqui pra vocês!

Perdoem a qualidade ruim da foto, mas eu estava doente!
Perdoem a qualidade ruim da foto, mas eu estava doente!

O livro lançado em 2005 conta a história de uma carta escrita há muito tempo pelo pai do adolescente Georg Roed, que morreu há 11 anos (o pai, e o não Georg). A carta conta uma história muito interessante e romântica sobre uma garota que carregava laranjas e o pai dele se apaixonou perdidamente – mesmo sem saber como encontrá-la ou quem ela era. Além de conter essa história, a carta também é uma despedida do pai ao menino, que era bem pequeno quando o pai morreu. E é muito bonito, emocionante e sensível – ou seja, preparem os lencinhos.

Jostein escreve daquele jeito característico dele, que não é muito fácil de se ler. Se você não está acostumado, pode achar um pouco cansativo, porque suas descrições são longas, e há muitos trechos em que o personagem da carta filosofa sobre o mundo e afins, o que eu acho muito legal, mas tem gente que pode não gostar. Como eu já havia lido O dia do curinga (sensacional, leiam!), eu já estava acostumada com o estilo do autor – o que não impediu que eu me cansasse um pouco quando ele falava sobre planetas e satélites, mas isso é porque é um assunto que eu não me interesso muito. Mas depois que você se acostuma com o jeitinho particular de escrita de Jostein, que é, na verdade. até meio genial, a leitura flui muito bem. Até porque você fica muito curioso para saber o que vai acontecer na história da carta, isso porque, como bom escritor que é, Jostein deixa o leitor envolto em mistério todo tempo porque alterna durante todo o livro a história da carta e a vida em tempo real do menino que lê a carta. Então quando você tá lá, querendo saber qual vai ser o próximo passo do personagem da carta, vem Georg te contar o que tá achando daquilo tudo. Esperto esse Jostein…

Mas, pra resumir, é um livro que mexe muito com suas emoções, que te faz pensar na vida (como todos os livros do autor), e que você fecha, depois de ler a última frase, com um sorriso no rosto – e muitas lágrimas enxugadas em lencinhos.

O autor norueguês Jostein Garrder.
O autor norueguês Jostein Garrder.

Para quem não sabe, Jostein é o autor do famoso livro O mundo de Sofia. Ele dava aula de filosofia antes de se dedicar exclusivamente à leitura, por isso seus livros tem esse teor filosófico tão forte. A garota das laranjas foi lançado por aqui pela editora Companhia das Letras, e custa no site da editora, R$35 (R$24, se você preferir a versão em e-book).

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