Mistério de Natal (Jostein Gaarder)

Dando uma pausa nos filmes indicados ao Oscar para falar um pouco sobre literatura porque acabei de ler o primeiro livro do ano, uhu! Ok, preciso dizer que comecei ele no finalzinho de 2015, então não sei se pode ser considerado livro de 2016. Ah, mas pode ser 2015/2016, vai? Enfim, o que importa é que li Mistério de Natal e vim aqui contar pra vocês.

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Esse foi mais um livro lido de Jostein Gaarder e posso me sentir vitoriosa porque já é o terceiro, e eu que achava que nunca conseguiria ler nenhum dele (devido a complexidade de O mundo de Sofia, que ainda não li). Mas posso me considerar vitoriosa por ter chegado ao final desse livro também porque, bem, não gostei dele. Antes de Mistério de Natal , já havia lido O dia do curinga e A garota das laranjas e gostei bastante dos dois (principalmente do primeiro), e esse é parecido com os outros dois no que se diz às duas (bem, no caso, três) histórias presentes no livro. Jostein parece sempre escrever uma história principal e uma paralela, que o personagem principal do livro está lendo ao mesmo tempo que a gente, e que geralmente tem a ver com a história desse mesmo personagem, ou seja, as histórias estão ligadas de algum jeito. Em Mistério de Natal, a história principal é a de Joaquim, que vai numa livraria com seu pai e compra um calendário de Natal que parece bem velho e esquecido mas que, por algum motivo, chama a sua atenção. A segunda história é a que Joaquim encontra em cada papelzinho que cai das janelinhas do calendário, que ele abre a cada dia que passa.

Momento para explicação: lá nas zoropa (e talvez nos eua, não sei ao certo), eles tem algo chamado advent calendar, que é um calendário que faz uma contagem regressiva para os dias do Natal, do dia primeiro de dezembro até o dia 24 (aprendi isso com Tom Fletcher, da banda McFly, que é completamente viciado em Natal e todo ano compra um desses. Viu? McFly também é cultura). Esse calendário pode ser de várias maneiras: podem ser papeis que você vai arrancando, ou portinhas que você vai abrindo e cada dia sai uma coisa de lá, seja chocolate ou um papel contando um pedaço de uma história, como no da história.

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Advent Calendars. Vários.

Enfim, voltando à história do livro, há também uma terceira história, que é a de Elisabet Hansen, menininha presente na história do calendário, mas que também dá nome a uma criança que desapareceu na cidade em que Joaquim mora, muitos anos antes de Joaquim pensar em nascer. Pra mim, essa é a única história interessante do livro, a da Elisabet que sumiu na cidade. Tanto que eu só comecei a me interessar mais no livro e a ler com mais afinco (antes disso, eu lia cada capítulo com muita dificuldade, porque a história não me cativou) depois que começaram a focar mais no desaparecimento da garota (pode ser porque ando vendo muita série policial e minha cabeça anda pensando em desvendar crimes e mistérios o tempo todo). Isso porque, tirando essa história em particular, achei o livro bastante infantil, tanto por causa da linguagem, quanto pelas inúmeras repetições de situações. Parecia novela, que você tem que repetir inúmeras vezes uma situação que aconteceu pra que o povo lembre de tudo que já passou, algo que só é necessário quando o livro é dedicado ao público infantil. Não sei se esse era realmente o público alvo de Jostein e eu peguei o livro pra ler por engano, mas essa repetição excessiva me incomodou muito. Assim como o tema religioso. Ok que você tá contando a história de Jesus e tal (na história contada no calendário, mas não exatamente a história de Jesus, vocês entenderão se forem ler o livro), mas achei uma escrita muito evangelizadora, sabe? Como se aquilo fosse o certo e ponto final. Não gosto de livros que não são religiosos (ou não são pra ser) e acabam tendo um teor religioso muito forte como se o autor estivesse tentando passar para o leitor o que é certo acreditar. Acho que o tema pode até aparecer e ser tema de fundo, ou ser a característica de um personagem, mas quando percebo que um autor está tentando catequizar o leitor, isso me incomoda. E foi o que me pareceu no livro. E olha que eu nem sou uma pessoa que não acredita nas coisas, eu tenho minha religião, apesar de não ser super religiosa e achar que ser bom com os outros é mais importante do que ter uma religião. Enfim, isso me incomodou bastante, e tiveram partes que até passei batido exatamente por perceber esse teor catequizador.

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Jostein Gaarder, o autor.

Então não, eu não gostei do livro, achei fraco e chato, e até a solução do mistério foi insatisfatória. Mas não é por isso que deixarei de ler os outros livros do autor, afinal, a balança ainda está 2 por 1, então ainda tá ganhando. 😉

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30 Livros em 1 Ano – Dark Places (Gillian Flynn) – Livro 11

Gente, eu esqueço tanto de escrever de escrever sobre os livros que tô lendo esse ano por aqui, que daqui a pouco 2015 acaba e eu ainda não falei sobre nem metade dos livros! Mas também, vou ver se faço uma semana inteira só falando de livros pra ver se não me perco nesse meu projeto! hahahaha

Enfim, o livro de hoje é de uma autora que descobri esse ano ser espetacular e já falei sobre um livro dela por aqui. E sim, sei que ela tá famosinha por causa de Gone Girl, mas eu não ligo se falarem que eu gosto dela só por ser modinha, porque sei que não é! Eu nem li Garota Exemplar! Mas como fiquei absolutamente fascinada quando li Objetos Cortantes, saí correndo em busca de um próximo livro dela, ela sendo a Gillian Flynn, e encontrei Dark Places – sim, em inglês porque ainda não tinha sido lançado aqui no Brasil, então li na língua original mesmo que, como eu já disse aqui antes, acho bem melhor.

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Percebam como meu kindle está sujinho. Isso significa muito uso! 😉

Antes de qualquer opinião da minha parte, vamos ao blurb do livro, tirada do SkoobLibby tinha sete anos quando a mãe e as duas irmãs foram assassinadas pelo irmão mais velho, Ben. Passados vinte e cinco anos, Ben encontra-se na prisão e Libby vive com o pouco dinheiro de um fundo criado por pessoas caridosas que há muito se esqueceram dela. Localizada pelo Kill Club, uma sociedade secreta obcecada por crimes extraordinários, o grupo tenta sacar os pormenores do crime (provas que esperam vir a libertar Ben), e Libby engendra um plano para lucrar com a sua história trágica. Por uma determinada quantia, estabelecerá contato com os envolvidos naquela noite e contará as suas descobertas ao clube… e talvez venha a admitir que afinal o seu testemunho não era assim tão sólido.

Algumas capas do livro Dark Places, inclusive a da versão espanhola.
Algumas capas do livro Dark Places, inclusive a da versão espanhola.

Dark Places foi lançado nos Estados Unidos no dia 05 de maio de 2009 (no dia do meu aniversário!), mas aqui a editora Intrínseca só o publicou esse ano, talvez pelo sucesso que Garota exemplar fez e pelo filme já lançado, com Charlize Theron interpretando a personagem principal Libby. E olha, esse é um filme que vou ter que assistir com alguém do meu lado porque eu tenho certeza absoluta que vou morrer de medo! Sério, eu me cagava (desculpe a palavra) lendo o livro. Não tive problema nenhum lendo Objetos cortantes, mas enquanto eu lia esse livro, e muitas vezes eu lia com marido dormindo ao meu lado porque eu simplesmente não conseguia parar de ler, eu tive que deixar pelo menos a televisão ligada quando finalmente decidia largar o livro de lado e dormir porque eu ficava com muuuuuuuuuuuito medo!

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O livro conta a história de uma chacina, o que já te faz ficar pensando que aquilo podia acontecer com você – uma pessoa entrar na sua casa e te matar com um machado. E eu, que sou uma pessoa muito impressionável, e já fico achando que tudo que vejo e leio pode acontecer comigo, imagina ler sobre um assassinato tão brutal como é o do livro? Foram noites e noites sem conseguir dormir direito! Mas sabe por que isso aconteceu? Porque o livro é muito bem escrito! Se não fosse, não daria pra pensar que tudo aquilo é real e que pode mesmo acontecer. E é totalmente intrigante, você fica querendo saber o que vai acontecer, qual será  novo mistério que será desvendado – e que vai levar pra várias outras perguntas e criação de novos mistérios.

Nicholas Hault, que interpreta Lyle, o líder do grupo do Kill Club que
Nicholas Hault, que interpreta Lyle, o líder do grupo do Kill Club que “estuda” o caso da chacina da família de Libby, e Charlize Theron, a Libby.

Dark Places se diferencia de Objetos Cortantes por ter algumas características de terror também, enquanto Objetos cortantes é muito mais mistério com muita ênfase na personalidade e relacionamento entre as pessoas. Apesar de Lugares escuros (como ficou traduzido por aqui) também mostrar a personalidade forte e introvertida (e, muitas vezes, super egoísta) de Libby, o foco se deu mais mesmo em desvendar o mistério que circundava o assassinato, principalmente em saber se Ben é ou não o verdadeiro culpado (o que, obviamente, não falarei pra vocês e deixarei vocês descobrirem lendo o livro).

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Uma coisa que gostei muito do livro é o fato de ter três narradores: Libby, Ben e Patty, a mãe de Libby (e de Ben, e das outras duas meninas assassinadas). Cada um tem seu estilo próprio de contar a história e a junção de todas elas é o que vai fazer o leitor conhecer a verdade sobre aquele fato chocante que aconteceu 25 anos atrás. É bem interessante, mas isso também deixa você em duvida o tempo todo de quem é o verdadeiro culpado. É bem estressante – não leia se tiver o coração fraco.

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Mas o estilo de escrita de Gillian Flynn já me cativou, não tem jeito, principalmente por sempre criar personagens fora do lugar comum e problemáticos, com sua carga de bagagem emocional ferrada e psicologicamente mexidos. Adoro! Amo! E já quero ler o próximo livro de personagem com probleminhas na cabeça dela! Me identifico tanto! hahahahaha (agora vocês estão todos com medo de mim) Mas admito que com a Libby não me identifiquei muito, não. Já com o Ben… (risada de psicopata)

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Por que acabou?????? – Seriados com uma temporada

Olá pessoas bonitas do meu coração. Como vocês estão?

Estava eu aqui, pensando sobre o que poderia escrever hoje, e como toda pessoa normal (espero eu), comecei a entrar em vários sites diferentes como forma de adiar o inevitável (eu sou a rainha do “deixa pra depois”). Mas, de repente, me vi procurando seriados que eu adorava, mas que eu não sabia como tinham acabado porque por aqui só tinha passado uma temporada e eu imaginava que era porque essas séries não tinham feito sucesso aqui no Brasil. Porém, todavia, contudo, pesquisando mais a fundo hoje, descobri que elas só tiveram uma temporada mesmo! O que só me frustrou mais porque não vou ter closure mesmo! Não é horrível quando você assiste uma série, você adora a série, você vicia na série, e ela acaba do nada, sem um final decente, que tenha um desfecho de verdade? Pois é, também acho isso péssimo! E hoje vou dizer pra vocês algumas dessas séries que me deixaram completamente frustrada.

*Os seriados não estão em nenhuma ordem específica.

1. Grosse Pointe

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Essa série era uma comédia daquelas bem bobas, mas eu adorava! Girava em torno do relacionamento entre um grupo de atores que fazia uma série de high school americano chamada Grosse Pointe. Era, na verdade, uma sátira aos seriados americanos para adolescentes que fizeram ou faziam sucesso na época (o seriado foi ao ar em 2000), principalmente Barrados no Baile (Beverlly Hills 90210), criado pelo mesmo produtor de Grosse Pointe. Esses aí da foto eram os personagens principais, e eram bem esteriótipos mesmo: a atriz patricinha e malvada, uma paródia da Shannen Doherty (a Brenda de Barrados no Baile), o ator bonitão, que fazia referência ao Jason Priestley, a menina boazinha (que era minha personagem favorita), referência à imagem que Tori Spelling (a Donna de Barrads no Baile) tinha na época, o cara bonzinho que era apaixonado pela menina boazinha, mas que ela só via como amigo (preciso nem pesquisar pra saber que era uma referência ao Brian Austin Green e seu personagem David Silver, meu personagem favorito em Barrados no Baile), e outros personagens caricatos do tipo.

Pra falar a verdade, eu nem lembro muito mais da série. Só sei que eu gostava, ria, mas o que me interessava mesmo era o relacionamento da Marcy (a menina boazinha) com o Dave (o que estava na friendzone). Como boa romântica e adoradora de personagens losers que sou, ficava lá, esperando o momento que ela finalmente veria que o Dave era o homem da vida dela e que era ele que realmente a amava e não o namorado babaca (e todo bonitão segundo os padrões da sociedade, porque eu era muito mais o Dave, interpretado pelo Kyle Howard, que eu ADORO) dela. E quando esse momento estava chegando, quando eles estavam prestes a ficar juntos, a série acabou. Bem, a temporada acabou e eu fiquei esperando a próxima pra ver o que ia acontecer entre os dois, mas esse momento nunca chegou. Que raiva que me deu.

Melhor foto que ache do Dave e da Marcy juntos. Desculpem-me.
Melhor foto que ache do Dave e da Marcy juntos. Desculpem-me.

PS. Agora acabei de ficar em dúvida se era ele que amava ela e ela não percebia, ou se era ela que gostava dele e ele não percebia. Mas, de qualquer jeito, eu queria que eles ficassem juntos e eles estava, prestes a ficar quando a série foi cancelada.

2. Opposite Sex

Olha essas roupas!
Olha essas roupas!

Mais uma série com Kyle Howard, mas Opposite Sex é focada, na verdade, em Jed, interpretado pelo meu digníssimo Milo Ventimiglia (amo, amo, amo, amo, amo, já disse que amo?). A série conta a história de um garoto que se muda de cidade e vai estudar em um colégio que está só agora abrindo as portas para os meninos, o que faz com que ele seja uma das únicas três pessoas do sexo masculino a estudar lá: os outros dois são Kyle Howard e… Chris Evans! Sim, senhoras e senhores, o garoto magrelo e estranho do lado direito da foto é o Capitão América que todas vocês amam (ou a maioria, I know I don’t).

Porém, a série não fez sucesso lá fora e foi cancelada depois de somente oito episódios. E eu querendo saber como continuava. Mas de todas as séries que falarei aqui hoje, essa foi a que o final menos me perturbou. Até porque eu via a série mais por causa do Milo, e depois ele começou a fazer tanta coisa que nem deu tempo de sentir falta! (mas agora eu sinto, porque ele anda bem sumido. 😦  )

*Atualização: Milo está no elenco da série The Whispers, que estreou semana passada aqui no Brasil no canal AXN (e é bem boa, gostei bastante do primeiro episódio).

3. Pasadena

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Essa série eu adorava! Passou em 2001 e tinha alguns atores que eu gostava (Alan Simpson, Balthazar Getty, e o Chris Marquette, que eu só fui gostar mesmo em Joan of Arcadia – sim, sempre fui viciada em seriados), além de uma trama muito boa. Foi uma das primeiras séries de suspense que vi, antes eu só assistia drama (Dawson’s Creek, Party of Five) e comédia. A trama girava em torno de uma família rica de Pasadena (por isso o nome da série), região abastada da Califórnia, que, como toda família rica e poderosa, era cheia de problemas, mas todos disfarçados pelo dinheiro e fama. Só que acontece uma assassinato na mansão da família, e a filha do casal rico e poderoso começa a investigar por conta própria o que aconteceu. E, a partir daí, começa a descobrir vários segredos que a família escondia. Pode parecer até algo cliché agora, mas na época não tinha existido nenhuma série desse tipo ainda.

E, adivinha?! Claro que a série acabou antes da Lilly (a filha curiosa) descobrir o tal segredo mais importante da família. Why???????????????

4. Reunion

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Seguindo a linha de Pasadena, Reunion também gira em torno de um segredo. Eram seis personagens, alguns insuportáveis e outros adoráveis (foi aí que começou meu amor por Dave Annable, que continuou quando ele interpretou o Justin de Brothers and sisters, até hoje um dos meus personagens de série favoritos), que se conheceram no colégio. Cada episódio mostra flashbacks de um ano da vida dos personagens desde a formatura do colégio até os dias de hoje, enquanto vemos também a investigação da morte de um desses seis personagens, que aconteceu na festa em comemoração aos 20 anos de formatura do colégio. Obviamente, os outros cinco personagens são os suspeitos. E obviamente também, a série acabou antes de desvendarem que era o culpado (ou culpada). E esse mistério me atormenta até hoje!!!

5. Popular

Foto mais conhecida da série, não tinha como eu escolher outra.
Foto mais conhecida da série, não tinha como eu escolher outra.

Ok, ok, essa série não teve só uma temporada, então não tinha nada que estar aqui nessa lista. Mas é que o final foi tão tosco e tão aberto que merecia um lugar e uma menção por aqui.

Popular era a típica série passada em high school americana que mostrava os populares de um lado e os losers de outro, aquela coisa que já estamos bem acostumados a ver. Mas como houve uma junção forçada das “líderes” de cada grupo com o casamento do pai da líder das populares com a mãe de uma das meninas que não fazia sucesso nenhum na escola e era vista como esquisita (apesar de inteligente e muito mais interessante que a outra), esses paradigmas e limites vão sendo quebrados dentro e fora da escola. Apesar de ter bastante coisa bem cliché e comum, também fugiu um pouco do lugar comum e fez pensar – e rir, claro.

Mas isso não importa (importa sim, mas não pro tema do post), o que importa é que a série terminou na segunda temporada da maneira mais escrota (desculpem a palavra) que podia ter terminado. Estava lá Brooke, a popular, em um jantar com Harrison, que era do grupo dos nerds (e eu amava, claro, já que era o bonzinho incompreendido), por quem ela estava finalmente apaixonada, depois de anos de Harrison babar por ela. Porém, agora, Harrison estava em dúvida se queria ficar com ela ou com Sam, a step-sister de Brooke e também inteligente (a que eu citei lá no começo). Não me lembro muito bem o que aconteceu, só sei que Brooke saiu do restaurante com raiva, sem Harrison escolher com quem queria ficar, e foi atropelada. Brooke foi atropelada! E acabou a série!!!!!!!!!!!! Sim, a série terminou sem sabermos:

a) O que de fato aconteceu com Brooke. Ela morreu? Ela perdeu a memória? Ela ficou paralítica? O que aconteceu??????

b) Lily e Josh (dois personagens bem importantes de série) vão conseguir viver bem casados?

E o mais importante:

c) Harrison escolheu Brooke ou Sam??????????

A série ia ter mais uma temporada, por isso o final tão aberto. Mas foi cancelada antes da terceira temporada sequer ser gravada. Deixando centenas de fãs desesperados pra saber o que aconteceu!!!!!

Sam e Brooke, a
Sam e Brooke, a “nerd” e a popular. Dá pra perceber que Brooke ficou tão chocada quanto eu com esse final tosco.

E vocês? tem algum seriado que vocês ficaram muito pê da vida de ter tido só uma temporada? Ou então que teve um final tão ridículo, como o de Popular, que você teve vontade de se matar? Diz pra mim!!!!!!

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