Séries pra te salvar do carnaval!

Pleno carnaval e eu aqui falando de séries. Mas sou daquelas que odeia esses quatro piores dias do ano. Odeio carnaval na mesma intensidade que amo Natal: MUITO! Pode não ser assim em todas as cidades, mas no Rio de Janeiro fica um caos completo, você não consegue sair de casa direito porque tá tudo lotado, principalmente os meios de transporte – e cheios de pessoas bêbadas, que falam alto (ou gritam mesmo) e não respeitam ninguém por perto. Enfim, não vou ficar explicando por aqui o motivo de eu odiar carnaval, até porque deixei tudo muito claro nesse vídeo aqui:

Hoje estou aqui para dar algumas dicas para pessoas que, como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones preferem ficar em casa assistindo a inúmeros filmes e séries do que sair e ficar se esfregando com pessoas suadas e nojentas na rua. De filmes, indico todos os filmes indicados ao Oscar, que estou falando sobre nos últimos aqui do blog. Já séries, tem algumas muito boas no Netflix que são perfeitas para você fazer uma mega maratona nesses dias que é melhor nem pisar na rua. Dá pra ver uma série em cada dia (até porque, pelo menos no Rio, o carnaval vai até domingo da semana que vem, né).

  1. Brooklyn Nine-Nine

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Passei muuuuuuuuuuito tempo querendo assistir essa série, mas nunca sentava pra ver. O motivo (além de preguiça de baixar, antes de ter no netflix): eu achava que não seria lá tão boa. Sim, tem o Andy Samberg, que eu amo desde Saturday Night Live. Mas alguma coisa me dizia que não seria tão engraçada quanto eu esperava. Ledo engano. A série é hilária! É sobre uma delegacia de polícia com personagens super caricatos, mas não de uma maneira mega cliché, e mesmo assim você ri horrores. Talvez por ter atores tão bons interpretando, como o próprio Andy, Terry Crews (que 9 entre 9 homens adoram), Andre Braugher, e outros da nova safra de comediantes que eu, pelo menos, não conhecia e tô adorando, como a Stephanie Beatriz (que participou de Modern Family como a irmã da Gloria), o Jo Lo Truglio, e a hilária Chelsea Peretti (aliás, tem a apresentação de stand-up comedy dela no Netflix também, VEJAM!). A segunda temporada acabou de sair no netflix, mas dá pra ver tudo de uma tacada só porque os episódios são curtinhos (cada um tem, em média, 23 minutos).

2. Master of None

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Outra série de comédia, essa é original do Netflix. Criado, escrito e dirigido por Aziz Ansari, da série Parks and Recreation, e outro comediante dessa nova “safra” (é estranho falar sobre pessoas desse jeito, parecem comidas), é uma série sobre um ator com ascendência indiana (dã!), porém que nasceu nos Estados Unidos e vive como qualquer outro americano (vide que é americano), que tenta crescer na carreira, tentando fugir do esteriótipo do indiano e do único papel em que ficou marcado (em um comercial). Porém, é muito mais do que isso, porque o foco não está em sua carreira, e sim na sua vida. E sua vida, como eu já disse, é como a de qualquer outra pessoa. Como de qualquer outra pessoa comum, da vida real, e não como a de qualquer outro personagem de tv ou filme, ou seja, é super natural e gente como a gente. E esse é o verdadeiro chamariz da série, mostrar personagens que são verdadeiramente parecidos com a gente, que tem a vida como a nossa (apesar de morarem nos EUA), e que tem problemas e vivem situações como as nossas. E suas saídas de problemas são como as nossas, e não mirabolantes ou mega dramáticas como geralmente acontece em séries ou filmes. Nada é over the top ou exagerado, é como se estivéssemos realmente assistindo vida real na tv. Mas sem ser um reality show, graças a Deus. Por ser tão real que é tão engraçado, porque é a identificação que dá a graça. E é tanta identificação! Outra série rápida de se ver, porque são somente dez episódios (triste, queria que fossem mais) de trinta minutos de duração, então dá pra ver tudo em uma tarde.

3. The Bletchley Circle

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Descobri essa série inglesa super por acaso e amei! Uma das melhores descobertas ever! É sobre quatro mulheres que trabalhavam no setor de codificação na época da II Guerra Mundial (sabe, como mostra em O jogo da Imitação) e, anos depois, se juntam (com muita relutância de algumas) para desvendar crimes que estão acontecendo em Londres que a polícia local se recusa a acreditar que há ligação – ou seja, elas não tem ajuda da polícia. E elas são foda! Essa série tem muitas coisas em seu favor. Além de todo o envolvimento que você sente pelo mistério dos assassinatos e da tensão na busca pelo assassino, ela também aborda questões como feminismo e preconceito (óbvio, ambos tão interligados) e o papel da mulher na sociedade e a busca delas por algo maior e mais importante em suas vidas (do que apenas ser a esposa e a mãe de alguém).  A série se passa na década de 50, época em que ainda havia muito preconceito em relação às mulheres (até hoje existe, não é mesmo?), mas elas já estavam buscando se impôr numa sociedade predominantemente machista. As quatro personagens da série tem personalidades totalmente diferentes, assim como os homens (que vão do idiota totalmente machista ao que respeita e valoriza a mulher). Por ser inglesa, tem uma velocidade e um clima bem diferentes do que estamos acostumados a ver, mas é tudo feito de maneira tão envolvente que não tem como não gostar. No Netflix estão disponíveis duas temporadas, a primeira com três episódios (de um pouco menos de uma hora de duração cada) e a segunda com quatro episódios.

4. Sherlock

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Tire um dia inteiro para ver Sherlock. Não é uma série fácil de ser assitistida por vários motivos: a) ela é longa (são uma hora e meia por episódio; mas são somente três episódios por temporada); b) ela é lenta, a velocidade é bem diferente das séries a que estamos acostumados (adivinhou, mais uma inglesa); c) ela é intensa e inteligente, ou seja, não é fácil de ser digerida, e com isso quero dizer que você precisa pensar, prestar atenção em cada detalhe, e não simplesmente deixar a mente vagar e relaxar, como fazemos muitas vezes com as séries. Acredite: se você deixar sua mente longe, você não vai entender nada. Eu sei, eu fiz isso. E depois tive que assistir tudo de novo. Mas todas as características que mencionei não fazem de Sherlock uma série chata. Muito pelo contrário, são elas que deixam ela tão incrível. Confesso que demorei para gostar de Sherlock. Como vejo muitos filmes que não americanos, estou acostumadas a produtos audiovisuais mais lentos. Mas achei Sherlock muuuuuuuuito lento. Mas, com o tempo, percebi que isso que dava o toque especial, e a última temporada me fez perceber, mais do que nas outras, o quanto a série é sensacional! É maravilhosa essa terceira temporada (no Netflix temos as três, inteiras)! Sherlock só tem um defeito: como é do mesmo roteirista de Doctor Who, é por causa dela que Doctor demora tanto pra sair às vezes! Bloody hell!

5. Chelsea Does…

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Mais uma original Netflix, essa é novíssima por lá. É uma série documental criada por Chelsea Handler, conhecidíssima comediante e apresentadora americana. Nesse documentário, Chelsea fala, em cada episódio (são quatro) sobre um tema diferente (Casamento, Tecnologia, Racismo e Drogas). E olha, é hilário. Eu só vi o primeiro episódio até agora, que é sobre casamento, mas tem cenas fantásticas. Essa acima, onde ela fala de igual pra igual, e como se falasse com pessoas da idade dela, com as crianças sobre casamento, sexo e relacionamento é de morrer de rir. Mas não é somente humorístico, acaba sendo engraçado porque é a essência de Chelsea (de quem eu sempre gostei, aliás). Fica claro que ela quer verdadeiramente entender sobre cada um dos assuntos e levantar discussões, teoricamente sem julgamentos (mas, às vezes, ela não consegue não julgar, como a própria assume). Gostei muito e te faz pensar em várias coisas. Mas provavelmente vou deixar esse episódio sobre tecnologia pro final, porque, pra mim, racismo e drogas são questões muito mais interessantes.

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Durante o carnaval vai rolar mais resenhas sobre os filmes indicados ao Oscar (já tem mais dois assistidos que ainda não escrevi sobre aqui, e em um desses quatro dias devo ver ainda mais um), então fica de olho se você tá super interessado no Oscar como eu!

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Netflix me representa – Sense8

Um absurdo. Um absurdo eu ter falado que ia escrever sobre Sense8 aqui na 6a feira e ter me esquecido e só ter lembrado hoje de novo, ainda mais por ser uma das melhores séries do momento pra mim, se não A melhor! Mas cá estou hoje, pra contar pra vocês um pouquinho sobre essa série que acho que ainda não tem muita gente vendo, visto que estreou faz pouquinho tempo (mas eu sou uma tarada por séries e já terminei de ver).

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Então, eu tenho um problema. E o meu problema é que quando gosto muito de uma série, eu não consigo ver ela pingadinha, pelo menos não quando ela já está lá, inteirinha pra eu ver. Foi o que aconteceu com Sense8. Como ela é original do Netflix, quando foi disponibilizada, estava lá, toda a primeira temporada pra eu ver. E eu vi, tudinho, em uma semana. Porque a série é sensacional e totalmente viciante, mais ainda que Orphan Black. Quem soube de Sense8 primeiro foi marido, e quando ele me contou sobre ela eu não achei que fosse gostar tanto, porque ele disse que era meio ficção científica e tal, e eu nunca fui muito fã – mas, como já escrevi aqui antes, tenho percebido que ando gostando bastante desse estilo, vide as séries que estou fanática no momento (Sense8, Orphan Black, Doctor Who, pra citar algumas). Mas me interessou assistir porque os criadores dela são os irmãos Wachowskis, os mesmos que criaram Matrix, e Matrix é foda! Então, quando marido foi ver o primeiro episódio, vi com ele. E quando acabou, implorei: “Coloca logo o segundo, pelo amor de Deus!!!!!!!!!!!”

Lana e Andy Wachowskis, os criadores da série.
Lana e Andy Wachowskis, os criadores da série.

Vou tentar resumir a premissa do seriado sem dar muito spoiler, porque tem muita coisa na própria explicação do que é a série que pode tirar o impacto na hora de assistir. Então pra ser bem concisa, Sense8 é sobre um grupo de pessoas ao redor do mundo (são 8 pessoas) que, de repente, se vêem ligadas mentalmente. Se eu falar mais já vou dar spoiler e tirar a graça, então vou deixar só isso mesmo. Maaaaaaaaaaaaas, sendo algo vindo das mentes dos irmãos Wachowski, já dá pra saber que é uma parada complexa e que tem é preciso prestar atenção em cada detalhe para entender tudo, né? Tem algumas coisas que eu estou com dúvida, por exemplo, mas como conheço pouquíssimas pessoas que estão vendo a série e marido ainda não terminou a temporada (tô aqui de dedos cruzados pra ele assistir o último episódio, que é o único que falta pra ele, hoje), não tenho ninguém com quem comentar. Então espero conseguir fazer com que vocês se interessem pra poder conversar sobre a série com vocês! hahahahahaha O pior de tudo é que sou péssima falando de coisas que gosto muito, porque fico tão agitada e ansiosa que as palavras não me aparecem! Mas tenho dois pontos positivos para quem gostava de Lost e para quem gosta de Doctor Who: Sayid Naveen Andrews e Martha Jones Freema Agyeman! Fiquei tão feliz quando que os dois a série, vocês não tem noção!

Naveen Andrews como Jonas Maliki, e Freema Agyeman como Amanita.
Naveen Andrews como Jonas Maliki, e Freema Agyeman como Amanita.

Anyway, como tudo dos irmãos Wachowski (e com “tudo” quero dizer Matrix, porque foi a única coisa que vi deles), tudo em Sense8 tem um motivo. Tudo é ligado, tudo tem uma explicação, e todas as histórias, dos oito personagens principais, se interlaçam de maneira perfeita. O jeito como as coisas vão se revelando e vamos sabendo como tudo funciona é magistral. Cada pontinho vai se ligando a outro de maneira a criar uma imagem que conseguimos, depois, enxergar perfeitamente. É difícil explicar, é melhor assistir. Assistam! Tem cenas fantásticas, diálogos fantásticos, pensamentos dignos de serem seguidos pela população do mundo. Sério. E nossa, como eles trabalham bem a música! Acho que é de consenso geral entre as pessoas que já assistiram a primeira temporada da série que uma das melhores cenas (se não a melhor) se dá em torno de uma música (e que música!), e eles conseguem ligar todos os personagens só com essa música (sobre a qual falei um pouco nesse post), fazendo total sentido na história e ajudando a movimentar a história para frente, não é uma cena que está lá sem motivo, só para dar uma divertida na série, sabe? A cena final do episódio 10 também é sensacional, e também o é por causa de uma música. Eu fico assistindo a série e pensando como eles conseguem pensar em algo assim, porque é genial!

Como eu disse, são 8 personagens principais, e todos eles são desenvolvidos igualmente. E BEM desenvolvidos. Claro que eu tenho meus personagens favoritos (Wolfgang, Will), mas cada personagem é tão bem explicado e tem histórias tão bem desenvolvidas e reais, totalmente identificáveis, que você acaba gostando de todos, e entendendo o motivo para a ação de cada um. E você torce por todos, e ama cada um por sua particularidade. Tirando o Wolfgang e o Will, que estão lá no topo, cada dia me vejo gostando mais de um dos outros, mas, na verdade, amo todos, porque eles são todos fantásticos – e, o mais importante (pelo menos, pra mim), nenhum deles é perfeito!

Também gosto MUITO do jeito que as relações são mostradas na série. Todas as relações: pais e filhos, romances, de amizade. E o mais legal ainda é ter dois casais homossexuais, um composto por dois homens e outro por duas mulheres, sendo uma delas transsexual, o que, até hoje, é difícil de se ver em seriados, infelizmente. Então, além de tudo, Sense8 está quebrando barreiras.

Will (esquerda), Amanita e Nomi (centro), e Wolfgang. Não coloquei o casal de homens porque senão estaria dando spoiler.
Will (esquerda), Amanita e Nomi (centro), e Wolfgang. Não coloquei o casal de homens porque senão estaria dando spoiler.

Acredito que não tem muito mais que eu possa falar sem estragar as reviravoltas e surpresas do seriado pra vocês. Mas eu juro que é sensacional! Vejam e depois venham me contar que amaram!

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Netflix me representa – Orphan Black

Segunda parte da série sobre séries que comecei ontem, quando falei sobre Orange is the new black. Hoje falarei sobre a série que me está pirando o cabeção (porém não tanto quanto Sense8, sobre a qual falarei amanhã), Orphan Black.

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Cês tão achando que tem muita gente igual nesse pôster aí de cima? Pois é, mas é isso mesmo. Orphan Black fala sobre clones – e, mais especificamente, clonagem humana. #polêmica Mas vamos procurar uma sinopse melhor pra vocês terem uma ideia mais clara do seriado.

“Uma órfã britânica com um histórico de delitos criminais se depara com uma envolvente conspiração depois de presenciar o suicídio de mulher que é exatamente igual a ela” – Essa é a série nas palavras do Wikipedia e do IMDB. Porém, obviamente, é muito mais do que isso, só não falarei o quanto mais para não dar spoiler.

Essa é a série que mencionei ontem que não é original do Netflix, e sim uma parceria da BBC americana com o canal canadense Space (yep, Orphan Black é uma série do Canada, assim como Being Erica, que também contou com a participação da Tatiana Maslany, protagonista da série). Mas ela está presente no Netflix, só que, infelizmente, somente a primeira temporada (ela está na terceira temporada atualmente, mas já foi confirmada uma quarta temporada. yay!) Portanto, você vai ter que baixar o restante das temporadas porque, sim, você vai se viciar, assim como aconteceu comigo.

Atualização: A Netflix já disponibilizou a segunda temporada também agora. Yay!

Eu já ouvia alguma galera falando bem de Orphan Black e a curiosidade foi aparecendo. Uma vez, eu quase comecei a ver com o marido, mas aí foi lançada a terceira temporada de House of Cards (que um dia falarei por aqui) e a gente nunca troca o certo pelo duvidoso (e já era certo que amávamos HoC). Só que a terceira temporada acabou, e ficamos sem série pra vermos juntos. Daí, lancei novamente: “Bora ver Orphan Black?” (um “finalmente” escondido no final da pergunta). Ele aceitou e começamos a assistir e eu viciei. No primeiro episódio eu já sabia que ficaria viciada, não foi igual a OITNB ou Girls que demorou um pouco pra eu gostar. Não, com a orfã negra eu me apeguei de imediato. E no momento que você vir a série vai entender por quê. É tudo muito instigante. Uma cena te leva à outra que te leva à outra. “Mas Livia não é assim com todo seriado?” VOCÊ NÃO TÁ ENTENDENDO! Eu quero dizer que uma cena te deixa querendo ver a próxima, porque essa próxima vai te explicar algo da anterior, mas aí vai te deixar curioso para saber outra coisa que só a próxima cena vai te mostrar, e quando você percebe acabou o episódio e ele ainda deixou um gancho que faz você querer ver o próximo imediatamente! E quando você vai ver, you’re hooked. Porque é tudo absurdamente bom!

Helena também acha óbvio que você vai se viciar.

Sem contar que esse tema é um tema muito novo em séries, pelo menos para mim. Eu nunca fui muito de assistir ficção científica, mas de uns tempos pra cá, tenho assistido várias – e amado! Acho que é influência do marido em mim. E como eu não costumava ver esse tipo de audiovisual, não sei se clonagem humana já foi tema de algum seriado (só sei da *péssima* novela O Clone mesmo). Mas como pra mim é novidade, tô achando tudo fantástico e surpreendente. Sério, fico super alucinada com os episódios, tentando entender a parte científica e tentando ligar todos os pontos, sabe? E não fica nenhum fio solto, é incrível, eles pensam em tudo! Assim como é incrível a atriz principal da série, a Tatiana Maslany, que interpreta todos os clones. Imagina o quão cansativo deve ser pra ela! E imagina o quão boa atriz ela tem que ser pra fazer um clone totalmente diferente do outro! Parece várias atrizes interpretando, e não uma só. Sem contar que ela é linda, né, gente? Como eu disse ontem, todo episódio eu falo pro marido “Ela é muito linda, eu queria ser igual a ela”, porque eu queria mesmo. Ela é MUITO bonita!!!!!!

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Buuuuuuuuuuut, o meu personagem é, de longe, o Felix. Minha amiga que já está na terceira temporada (acabando, as a matter of fact), quando eu contei que tinha começado a assistir Orphan Black, perguntou logo: “Você gosta do Felix, né?” Ela me conhece! Mas ele é o mais estiloso, mais inteligente, mais protetor, mais fala-as-melhores-coisas-nas-melhores-horas do mundo! Ameeeeeeeeeeeeei!!!!!!!!!! E é melhor ainda ele falar todas as coisas maravilhosas que ele fala com sotaque inglês. E ainda mais incrível foi descobrir que o ator Jordan Gavaris NÃO É INGLÊS!!!!!! Porque o sotaque dele é perfeito! O sotaque da Tatiana quando ela interpreta a Sarah não é tão bom assim, mas o do Jordan é sem defeito! Impossível dizer que ele é canadense, e não britânico. Mas o que importa é que na série Felix é britânico e diz as melhores coisas ever com aquele sotaque que é o melhor ever.

Divo!

Ok, que outros motivos além de personagens foda, atriz linda e muito boa, história sensacional e instigante vocês podem querer pra começar a assistir a série? Ok, para as meninas, tem mais um motivo: Paul. Eu não acho ele nada demais, mas tem gente que fica babando por aquele corpitcho (exemplo: minha amiga que sabia que eu gostaria do Felix). E, se você continuar e for até a segunda temporada (o que é óbvio que vai acontecer porque uma vez assistido um episódio, impossível não querer ver tudo), também vai se deparar com Cal, esse sim gato de verdade – e que, acabei de descobrir, faz o Daario Naharis em Game of Thrones, quem diria, nem reconheci. Tá bom ou quer mais?

Paul (Dylan Bruce) à esquerda e Cal (Michiel Huisman) à direita. Qual você prefere?
Paul (Dylan Bruce) à esquerda e Cal (Michiel Huisman) à direita. Qual você prefere?
Qual deles, Alison?

Gente, chega de falar de Orphan Black porque não é possível que até agora vocês ainda não correram pro Netflix pra assistir a primeira temporada? Sério, o que vocês estão esperando? É uma das melhores séries que já vi nos últimos tempos e vocês não sabem o que estão perdendo caso ainda não vejam! Ah! Pra quem gosta dessas besteirinhas (eu adoro!), achei um teste pra descobrir qual clone do seriado você é. Eu sou a Sarah – minha clone preferida (mas também amo a Cosima)! Yay!

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Netflix me representa – OITNB

Ok, nem todas as séries que vou falar aqui hoje são originais do Netflix. Mas eu comecei a assistir porque achei lá, então ele é o responsável pelo meu vício. Porque eu sou daquelas pessoas velhas que não sabem baixar série e, quando tenta, infesta o computador de vírus. Pra vocês terem ideia, fui baixar o Popcorn Time no meu computador e agora meu computador abre pop-up de 5 em 5 segundos (o que está me fazendo levar o dobro do tempo escrevendo esse post, porque de tempos em tempos tenho que fechar uma série de abas)! Por isso, pra mim, Netflix é salvação, senão ficaria dependendo do marido pra tudo! E foi lá que achei as 3 séries que estou viciada no momento: Sense8, Orphan Black e Orange is the new black, que falarei ao longo dessa semana porque o post acabou ficando muito grande e se eu fosse falar sobre as três hoje vocês iam desistir de ler rapidinho! 😉

Orange is the new black

Já começo falando que eu só vi TRÊS episódios da terceira temporada então, pelo amor, NÃO COMENTEM SOBRE O RESTANTE DOS EPISÓDIOS!!!!!!!!!!! Obrigada, de nada.

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Acho que, a essa altura, todo mundo já sabe sobre o que é o seriado, né? Mulher de elite e prestes a se casar é condenada a prisão por causa de um esquema de drogas que participou há anos atrás com uma ex-namorada e tem que aprender a lidar com essa nova vida, com pessoas e situações que não está acostumada a conviver – e totalmente trancafiada, o que é muito pior. Não sei é se todos sabem que a série é baseada no livro de Piper Kerman, que por sua vez é baseado em sua própria vida! É, senhoras e senhores, Piper Chapman é real – e Alex Vause também (mas, no caso, se chama Catherine Wolters e não é, nem de longe, tão bonita quanto a Laura Prepon).

Taylor Schilling, a intérprete de Piper Chapman, e a Piper real (acima), e Laura Prepon no papel de Alex Vause, e a Alex da vida real.
Taylor Schilling, a intérprete de Piper Chapman, e a Piper real (acima), e Laura Prepon no papel de Alex Vause, e a Alex da vida real.

OITNB (geralmente, odeio siglas para séries, mas é que essa tem o nome tãããããããão grande!) é mais uma série que não me disse nada quando comecei a assistir. Como o buzz tava imenso, fui procurar e vi 3 ou 4 episódios da primeira temporada (na época, acho que só tinha a primeira mesmo). Não achei nada demais e não continuei. Não que eu não tenha gostado, achei legal, mas não me prendeu, sabe? Mas aí saí do meu emprego, passei a ficar muito tempo em casa, todas as séries que eu via acabaram as temporadas (Once upon a time, Modern family), Game of Thrones eu só tinha como ver aos domingos, portanto me encontrei em busca de uma série para assistir pra passar o tempo ocioso. Então pensei: “É, acho que vou dar uma segunda chance pra Piper e cia.” E não sei se foi porque eu não tinha mais nada pra ver ou se a série realmente é muito boa, mas eu me viciei. Vi, em uma semana (ok, uma semana e meia), TODOS os episódios restantes da primeira temporada E a segunda temporada inteira (que, a essa altura, já tinha sido lançada e tava até velha para os espectadores assíduos da série). E comecei a contagem dos dias para a terceira temporada, que foi lançada agorinha, dia 12 de junho – e eu só assisti TRÊS EPISÓDIOS, lembrando, então NADA DE SPOILERS!

E eu vou dizer o motivo principal de eu ter gostado da série: Alex Vause. E um segundo motivo: Poussey Washington (interpretada pela atriz Samira Wiley). Pra mim, são as melhores personagens. A Alex é muito melhor desenvolvida (como personagem) do que a Poussey, mas todos sabemos o motivo disso – e se você não sabe é porque ainda não viu o seriado, então não vou te spoilar. Mas a Poussey é o máximo e tem uma voz tremenda! Adoro ela e o jeito inocente e ao mesmo tempo defensor e cheia das manhas que ela tem.

Mas, falando sério, todas as personagens são muito bem desenvolvidas. Fica muito claro quem é cada uma, e por causa dos flashbacks, você entende de onde cada uma vem e o motivo de serem como são. Nenhuma ação é inconsistente, nenhuma personalidade é mal feita, daquele jeito que você pensa “essa personagem nunca faria isso”. E as histórias são muito boas, o jeito que eles (eles sendo os roteiristas, que na verdade acho que são mulheres, em sua maioria, então seria “elas”, e não “eles”) conseguem ligar o passado com o presente e até as histórias paralelas é muito fantástico. Super bem feito. E só de conseguirem fazer com que quem está assistindo se relacione com os dramas e situações de pessoas que estão presas, ou seja, pessoas que os espectadores achavam que nunca iriam se relacionar é sensacional. É ótimo para as pessoas perceberem que por trás de “bandidos” também há vidas, há motivos, e, muitas vezes, você percebe que faria o mesmo se estivesse na mesma situação.

E uma coisa que não posso deixar de mencionar: puta que pariu, como a Laura Prepon é bonita! Eu já achava a atriz bonita em That 70’s Show (não sei se todo mundo que vai ler conhece essa série porque ela passou por aqui no final dos anos 90, início dos anos 2000, e sei que tem uma galera bem novinha por aqui, mas a série era sensacionalmente engraçada! procurem-na! a série foi, inclusive, o primeiro trabalho de Mila Kunis e Ashton Kutcher), quando ela era ruiva e tinha 18 anos (!!!!!!!!), mas ela parecia tão imensa ao lado do Topher Grace (que fazia seu par romântico, Eric) que acho que isso me fez não perceber o tanto de beleza que ela tem. Mas agora tô achando ela linda – e acho que o cabelo preto caiu muito bem nela! Não tem um episódio que eu veja que eu não repita pra mim mesma, “Nossa, ela é muito linda”, a mesma coisa que acontece toda vez que assisto Orphan Black e vejo a Tatiana Maslany (ou seja, a série inteira). Mas com a Tatiana eu sempre penso: “Eu queria ser igual a ela”, porque ela é menorzinha, mais mignon, como eu, e eu nunca na minha vida quis ser mais alta (talvez só durante shows, quando não consigo enxergar o palco direito). Mas a Tatiana e Orphan Black são assuntos para o próximo post!

Ah! Eu fiz lá no canal uma homenagem, pra não dizer que paguei mico, muito engraçada a Orange is the new black. Olha só! E aproveita e se inscreve no canal porque coloco muita coisa legal por lá e não é sempre que divulgo o vídeo por aqui. 😉

Beijocas!

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A força de uma música

Não sei quem por aí tá vendo Sense8, ótima nova série origina do Netflix, mas tem uma cena especial que a música What’s Up, da extinta banda 4 Non Blonds tem toda uma imensa relevância (sem mais pra não dar spoilers). Essa cena em particular não seria a mesma e não seria tão forte sem essa música, assim como a minha adolescência não seria a mesma sem essa música.

O lançamento de What’s up foi em 1993 (mais especificamente no dia 23 de junho de 1993), o que significa que eu só tinha 8 aninhos. Mas, naquela época, os produtos lá de fora demoram mais tempo pra chegar por aqui, e elas acabavam durando um pouco mais também, pela falta de diversidade. Mas essa música em especial virou meio que um clássico, todo mundo conhecia, e eu lembro de o clipe ainda passar na MTV (quando ela era boa) quando eu comecei a assistir o canal, lá com meus 12 anos (ou seja, em 1997). Não sei exatamente quando essa música grudou em mim – com certeza não foi quando eu tinha 12 anos, porque eu ainda não tinha crises existenciais com essa idade -, mas no momento em que grudou, não foi embora nunca mais.

Eu sempre fui uma adolescente meio revoltada. Quem me conhecesse na época nunca ia imaginar isso, porque eu era aquela menina tímida que não abria a boca e nunca era reparada em lugar nenhum. Mas na minha cabeça havia milhares de questões e eu me perguntava por que as coisas no mundo são como são – algo que me pergunto até hoje, na verdade. Me revoltava com injustiças, me revoltava por pessoas consideradas bonitas pela sociedade terem muito mais facilidade no mundo (eu via as menininhas bonitas conseguirem tudo – o que significa todos os garotos que ela queriam – e eu não conseguia nada), me revoltada contra as regras da sociedade e não entendia porque as coisas tinham que ser daquele jeito quando claramente aquele jeito estava errado. Ou seja, eu era uma revolucionária dentro da minha cabeça, só não agia como tal. Por isso essa música me tocou tão forte, porque cada palavra dela fazia um sentido imenso pra mim. E eu a ouvia trancada no meu quarto e gritava junto com a música, sentindo todo sentimento que ela passa fluir no meu corpo. Era bem catártico.

"E eu tento, oh meu deus, eu tento, eu tento o tempo todo nessa instituição. E eu rezo, oh meu deus, eu rezo, eu rezo todo dia por uma revolução!"
“E eu tento, oh meu deus, eu tento, eu tento o tempo todo nessa instituição. E eu rezo, oh meu deus, eu rezo, eu rezo todo dia por uma revolução!”

E ainda hoje essa música tem esse poder em mim, de invocar todas as sensações que eu tinha quando eu era adolescente, e a eu-revolucionária, que, na verdade, nunca saiu de dentro de mim, vem a tona novamente. Porque a música tem isso, ela mexe com seus sentimentos, com suas sensações, e é por isso que música é tão sensacional. Por isso que eu acredito que música tem sim o poder de mudar pensamentos e fazer as pessoas pensarem. O movimento hippie tá aí pra provar isso, né? Quer música que mais mexeu com as pessoas e fez pessoas modificarem seus pensamentos quanto as da geração flower-power? Tem o punk também como exemplo. Porque, na verdade, uma coisa leva à outra. São pessoas que pensam certo tipo de coisa que escrevem músicas de um certo jeito, e atingem pessoas com o mesmo tipo de pensamento, ou influenciam outras pessoas que talvez nunca tinham pensado assim antes, mas que enxergaram as coisas de outro jeito por causa da música, e aí agem de acordo com o novo pensamento, e por aí vai. E assim se cria um movimento. Aqui no Brasil temos a Tropicália como exemplo, né? E eu fico tão emocionada quando falo sobre isso porque acho que a cultura como um todo tem uma potência tão grande para modificar ações e pensamentos e vidas. É só ser bem utilizada. Cultura como forma de educação. Mas isso é outra história e eu tô fugindo do assunto.

"A música me mantém viva" (imagem retirada de http://m-u-s-i-c-a-s.tumblr.com/)
“A música me mantém viva” (imagem retirada de http://m-u-s-i-c-a-s.tumblr.com/)

O que eu quero dizer é que música pode modificar tudo. Uma música pode mudar seu humor em segundos. Uma música pode te fazer lembrar de momentos maravilhosos, te dar força, te relembrar quem você é de verdade. E foi isso que essa música fez pra mim. E eu agradeço cinquenta milhões de vezes à Linda Perry, autora de What’s up, por ter escrito essa música tão maravilhosa que me energiza de um jeito que talvez nenhuma outra consiga fazer. E obrigada aos irmãos Wachowski por inserirem essa música numa série igualmente maravilhosa e me darem um pouco mais de força pra enfrentar esse mundo maluco.

E viva a música!

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Série do dia: Once Upon a Time

*pode conter spoilers*

Hoje vi a season finale da temporada 4 de Once upon a time. Houve gritos, houve lágrimas, houve torcida (Regina! Hook!), houve sorriso, houve aflição, houve eu falando “ai meu deus, agora vou ter que esperar não sei quanto tempo até a próxima temporada!”.

Minha relação com Once upon a time já passou por vários estágios. Logo de cara eu amei. Vi a primeira temporada todinha em dois dias, mais ou menos (e eu nem tinha Netflix na época). A segunda demorei um pouco mais, tinha mais afazeres, infelizmente não dava pra passar o dia todo vendo seriado. (por que a gente vira adulto mesmo?) Demorei pra ver a terceira temporada (não conseguia mais ver nesses sites onde dava pra baixar seriado e eu não sei usar torrent até hoje!) e só quando foi disponibilizado no Netflix que voltei a assistir. E não gostei. Pensei como diabos uma série tão legal tinha ficado tão ruim. Parei no segundo episódio da terceira temporada e fiquei sem assistir por muuuuuuuuuito tempo. Aquele spin-off que não fez sucesso nenhum foi criado (Once upon a time in Wonderland), fiquei sabendo que as irmãs de Frozen apareceram na quarta temporada da série (wth??), achei que devia estar pior ainda do que na terceira temporada, mas aí, por algum motivo que agora não me lembro mais porque sou uma velha e não tenho memória, resolvi dar uma segunda chance pro seriado. E agora estou aqui, emocionalmente abalada com o último episódio da última temporada.

Mas pra vocês aí que viveram numa caverna nos últimos anos e não sabem sobre o que é Once upon a time, farei um pequeno resumo da série. Há uma pequena cidade escondida do mundo chamada Storybrooke onde os personagens dos contos de fada moram, e ela existe no nosso mundo. Mas ela só existe porque a Rainha Má, a (salve-salve diva) Regina lançou um feitiço para se vingar da Branca de Neve. Na cidade, ninguém (tirando a regina) se lembra quem é de verdade (que são príncipes, princesas, anões, etc), e vivem num mundo onde o tempo nunca passa. Porém, o filho adotivo da Regina, que vem do nosso mundo “real”, percebe que tem algo muito estranho com a cidade e aí… Bem, você tem que ver pra saber o que acontece.

Parece bobo? Parece. Mas não é. O que me chamou mais atenção no começo da série foi que ela mostrava a vida de cada personagem lá na Floresta Encantada, ou seja, a vida deles como personagens. E apesar de os autores manterem a essência da história de cada personagem, eles também criaram várias narrativas novas pra eles que fazem a série ficar muito mais interessante. E vou te falar, uma vez conhecida essas histórias secretas dos personagens, é impossível tirá-las da cabeça e, pra mim, agora todas elas aconteceram, são as verdadeiras vidas dos personagens. Que, pra dizer a verdade, são muito melhores que as versões que a Disney conta pra gente.

Branca de Neve e Chapéuzinho Vermelho sendo gente como a gente.
Chapeuzinho Vermelho e Branca de Neve sendo gente como a gente.

Agora que vocês já sabem como é a série, vou dar meu relato pessoal sobre ela. Como geralmente acontece, eu não gostei dos personagens principais. No caso, Branca de Neve e o “Prince Charming”. Eles são bonzinhos demais, me irrita. Porém, no início eu não gostava da Evil Queen (Regina) também. Simplesmente porque ela era má demais! Sim, ela tem seus motivos pra ser assim, o que é uma coisa super legal da série, mostrar o motivo de cada personagem ser como é, bom ou mau. Mas mesmo com motivos, eu tinha um ódio tremendo da Regina. Nessa época, eu adorava o Henry (mas quem não adora o Henry?), o caçador (que eu esqueci o nome, mas nunca esquecerei de sua hotness), o Rumpelstiltskin (personagem que eu não conhecia até a série e que, mesmo sendo mau, eu entendia seus motivos e gostava).

Aiai, Caçador, me caça! Quer dizer...
Aiai, Caçador, me caça! Quer dizer…

Na verdade, já tive vários favoritos com o passar da série. Além desses que já falei, já gostei do Chapeleiro, do August, do Neal. Mas acho que nunca gostei de personagens com tanta intensidade quanto dos meus favoritos de agora: Regina e Hook. Sim, queridos amigos, a Regina, aquela que falei que eu não conseguia suportar nas primeiras temporadas. Mas ela é simplesmente fantástica! Ela é A melhor personagem da série, sem sombra de dúvidas. Por isso que faz tanto sucesso, se você procurar por Once upon a time, a maioria das fotos, montagens, artigos sobre que vai encontrar serão sobre ela.

Lana Parrilla como Evil Queen e como Regina.
Lana Parrilla como Evil Queen e como Regina.

Claro que ajuda a sua intérprete, Lana Parrilla, ser super simpática, linda (sério, queria ser igual a ela!) e boa atriz. Mas a personagem é muito bem escrita e desenvolvida (you go, writers!), e sua linha de evolução é empolgante. Sem contar que as falas dela e do Hook são sempre as melhores. E o Hook… Ah, o Hook… Além de Colin O’Donoghue (seu intérprete) ser absolutamente gostoso lindo, o personagem é viciante da melhor maneira possível. Sexy, habilidoso, mau na medida certa, sexy (ah, eu já tinha dito isso, né?). Quero ver alguém assistir o seriado e não se apaixonar pelo Hook. Impossível!

Ah, isso não fez efeito em você? Que tal isso?

Talvez isso?

I rest my case.

Enfim, voltando à série, como eu disse lá no princípio, eu gostei das duas primeiras temporadas, e depois não gostei muito da terceira. Isso no começo, porque quando voltei e dei a segunda chance pra série, achei a terceira temporada uma das melhores temporadas ever! Eles colocaram o Peter Pan, e o Peter Pan era mau! Achei essa a maior sacada da face da terra, e super original! Sério, eu amei o twist dessa temporada e achei incrível como eles puderam ter a ideia que tiveram pro final (ainda tentando não dar muitos spoilers). Conheço gente que não gostou muito dessa terceira temporada, mas eu definitivamente não sou uma delas.

Não se deixe levar por essa cara fofa do Peter Pan...
Não se deixe levar por essa cara fofa do Peter Pan…

Na quarta temporada, eles resolveram enfiar inserir as irmãs de Frozen na série. Entendemos que isso aconteceu porque o canal que exibe OUAT nos EUA foi comprado pela Disney e aí, já sabe, tem que fazer o que a Disney manda. E apesar de eu ter amado ver o Scott Michael Foster novamente na TV (ele andava sumido desde Greek), na pele do Kristoff, eu achei totalmente nada a ver e deu uma quebra desnecessária no desenvolvimento da história. Se formos parar pra analisar, a presença de Elsa e Anna na série não adicionou em nada pro enredo, foi somente um meio da Disney divulgar mais ainda a já tão explorada animação (que eu amo, mas tudo tem limite), e tentar acarretar mais espectadores. Desnecessário, né? E nem colocaram o Olaf! Mas depois que todo mundo relacionado à rainha que solta gelinho pelas mãos vai embora (sim, eu não gosto da Elsa, gosto da Anna), tudo volta ao normal e fica legal de novo.

Scott Michael Foster, única coisa boa da aparição de Frozen em OUAT.
Scott Michael Foster, única coisa boa da aparição de Frozen em OUAT.

Ah! Claro que tem aquilo tudo de figurino fantástico, paisagens maravilhosas (muitas delas feitas pelo computador), efeitos especiais toscos, etc etc etc. Mas é que eu foco mais na história e nos diálogos, e esses são muito bons. E os personagens são muito bem desenvolvidos, mas confesso que acho que os vilões são muito melhor desenvolvidos que os heróis. Os heróis, em sua maioria, são só bonzinhos e meio chatos (tirando a Emma e o Henry que, bem, eles são do mundo real, isso já diz muita coisa, no mundo real não existe vilão e herói), não tem muito conteúdo. Já os vilões… Eles tem várias camadas e a cada episódio vai se descobrindo um pouco mais sobre eles e sempre é uma surpresa e um choque. Os vilões são fantásticos!

Não sei como eles conseguem lembrar de tanta história que se cruza e como conseguem relacionar fatos que eu nunca conseguiria relacionar. Mas quem sou eu, né? Sou uma mera espectadora, não sou roteirista! Meu trabalho é ficar fascinada com o seriado e pedir pro tempo passar rápido pra eu poder ver logo a quinta temporada – que, aliás, já foi confirmada!  olha, ela promete!

todos
Heróis e vilões.

E vocês? Assistem Once upon a time? Gostam? Qual personagem favorito de vocês? Me contem! Ah! E provavelmente vai ter mais post sobre série por aqui, já que sou meio viciada nelas. Me digam se vocês são série maníacos também! E agora deixa eu ir lá fechar a janela do meu quarto antes que entre barata! Tchau!

 desculpa gente, mas ela é diva demais, precisava de mais algo dela por aqui.

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