Meu pai faz arte!

Já falei por aqui que não sou muito fã de artes plásticas. Mas isso não se aplica quando a arte em questão é a arte do meu pai.

Sim, senhores, meu pai é um talentosíssimo pintor, e não, ele não faz isso profissionalmente, é somente um hobbie, mas ele super poderia, porque ele é muito bom! E não é só porque ele é meu pai que eu tô dizendo isso. Mas claro que vocês não vão acreditar até eu mostrar alguma coisa dele, não é? Então… mostrarei!

A atriz Mariana Ximenes, by meu pai.
A atriz Mariana Ximenes, by meu pai.
Carlos Gardel, by meu pai.
Carlos Gardel, by meu pai.
Título: Barcos descansando.
Título: Barcos descansando.

E sim, sei que vocês devem estar pensando: mas parecem fotos. Pois é, mas não são! A característica principal dos desenhos do meu pai é um detalhismo imenso, o que, na verdade, tá dificultando um pouco agora que ele tá fazendo curso de história em quadrinho (algo que ele sempre foi fã) e pintura. Mas ele tá aprendendo. Está desconstruindo seus desenhos e tentando levar menos tempo pra desenhar (ele ficava horas e horas, dias e dias, fazendo um único quadro), pra descobrir novos estilos. E tem gostado bastante dessa desconstrução toda e começando a perceber que consegue sim fazer coisas diferentes (eu nunca duvidei).

Um novo estilo que meu pai tá descobrindo, meio geométrico.
Um novo estilo que meu pai tá descobrindo, meio geométrico.
Esses ainda não tem títulos.
Esses ainda não tem títulos. A foto tá meio desfocada, sorry!

Incrível? Eu também acho. Assim como as inúmeras pessoas que vem aqui em casa e me perguntam se o quadro que tenho pendurado na sala é uma foto, no que sempre respondo, com muito orgulho: “Não, é um desenho do meu pai.”

O quadro que fica pendurado na minha sala, que meu pai intitulou de
O quadro que fica pendurado na minha sala, que meu pai intitulou de “Saudade”.

Mas erra quem pensa que ele não tem treino nenhum. Ok, obviamente meu pai nasceu com habilidade para desenhar – habilidade essa que não herdei nem um pouquinho! Mas se ele não treinasse constantemente, nunca melhoraria. E olha, é constantemente mesmo! Agora que está aposentado, meu pai desenha ou pinta todo santo dia! Além das aulas que ele faz em um lugar super legal que é de um amigo da nossa família. Marido costumava fazer aulas lá também, mas agora está sem tempo (*dinheiro*). O legal de lá é que eles incentivam muito os alunos, e sempre fazem exposições com seus trabalhos, que é um meio de divulgar o trabalho dos alunos e de elevar sua autoestima, porque todo mundo que vai às exposições fica super impressionado com todas as obras – eu sei que SEMPRE fico!

Papi e um de seus trabalhos.
Papi e um de seus trabalhos numa exposição.
Outros trabalhos de uma das exposições, intitulada
Outros trabalhos de uma das exposições, intitulada “Arte se ensina?”.
Família em peso na exposição. Na frente, o Cris, dono do estúdio.
Família em peso na exposição. Na frente, o Cris, dono do estúdio.

Há pouco tempo, teve outra exposição – que eu também fui, claro -, intitulada “Tondo Mondo”, que todos os trabalhos foram feitos em telas redondas. Achei muito diferente e todos os trabalhos ficaram espetaculares. Meu pai falou que foi difícil fazer a pintura para essa exposição porque teve que fazer em um tempo menor do que está acostumado, mas ainda assim seu quadro ficou ótimo. Duvida? Então veja:

Viu?
Viu?

Os outros trabalhos também estavam muito legais. Tirei foto dos meus preferidos e vou colocar aqui pra vocês.

Bichinhos fofos. O último da direita pode ser considerado um bichinho fofo, né?
Bichinhos fofos. O último da direita pode ser considerado um bichinho fofo, né?
Mais trabalhos.
Mais trabalhos.
Esse foi o meu favorito! Depois do quadro do meu pai, claro.
Esse foi o meu favorito! Depois do quadro do meu pai, claro.

Depois faço um post falando mais sobre essa escola de arte maravilhosa por aqui. Hoje eu queria só mostrar o talento espetacular do meu pai mesmo. Aproveitando que o dia dos pais tá chegando (e que o aniversário dele foi agorinha) queria dizer que tenho muito orgulho desse talento dele, e que foi todo esse amor dele por arte que me fez gostar tanto de cultura. E eu tenho tanto orgulho que até criei uma página no Facebook pra ele, pra ele divulgar seu trabalho, a Antonio Carlos Brazil Artista. Fica sendo um presente de dia dos pais adiantado, pai! 😉 E quero ver todo mundo por lá, curtindo a página, hein!

Família mais uma vez comparecendo a exposição e apoiando esse artista maravilhoso que é meu pai!
Família mais uma vez comparecendo à exposição e apoiando esse artista maravilhoso que é meu pai!

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E vocês, curtem arte? Tem alguém talentoso na família? Ou é você o talento? Manda link pra mim, quero ver os trabalhos de vocês!

Beijinhos e até a próxima!

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Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, baseado numa fanfic que escrevi de Mcfly, publicado em 2013)

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Gênios da música

Tem dois caras que eu adoro. Amo de paixão! São dois músicos que sinto que derramam a alma em suas composições e que nos fazem sentir como nenhum outro músico consegue. Claro que isso vai de pessoa pra pessoa e tem gente que sentir a mesma coisa com outros cantores, mas, no meu caso, sinto isso, essa sensação de extrapolamento de alma e identificação total com a música com Paulinho Moska e Zeca Baleiro. Gosto de pessoas que me fazem sentir intensamente, esses dois fazem isso.

Moska (à esq.) e Zeca (dir.).
Moska (à esq.) e Zeca (dir.).

Minha admiração por ambos começou na adolescência, quando conheci o trabalho dos dois. Minha paixão veio maior e mais arrebatadora por Zeca, e era tanta que eu dizia que queria casar com ele, mesmo sendo 19 anos mais nova e, bem, ele sendo ele e eu sendo eu (ou seja, ele sendo um cantor famoso e eu uma estudante adolescente). Imagina então o que senti quando fui num show super intimista dele e, no final, falei com ele! Ai, meu coração de menina!

Zeca tinha – e ainda tem – um jeito de fazer música que eu achava – e ainda acho – fantástico. Por ser do Maranhão, sempre teve contato com os ritmos tradicionais brasileiros, muito ouvidos no nordeste, como baião, frevo, forró, e o samba. Sua música é uma junção disso tudo, e ainda inserindo um pouco de rock pra melhorar ainda mais. Sempre achei muito diferente tudo que ele fazia, exatamente por essa mistura de ritmos brasileiros, usando também elementos de músicas lá de fora. Era algo que eu nunca tinha ouvido antes, não em pessoas da minha geração (a Tropicália fez uma mistureba só, mas eles tinham vindo antes de mim, não estavam ativos na minha época de adolescente, que é quando começamos a descobrir o que realmente gostamos). E aquilo me pegou de jeito. A música de Zeca me pegou de jeito. E me pegou mais ainda quando comecei a ir nos shows que ele fazia por aqui – e, graças a Deus, ele fazia bastante show por aqui na época. Eu ia sozinha, ia com amigas (na verdade, ia sempre com a mesma amiga, a Camila), não importava, eu só queria estar lá e sentir a emoção e a experiência de se ver Zeca ao vivo – que era totalmente diferente de ouvir os CDs, que viviam espalhados pelo chão do meu quarto (e uma das músicas que mais gostava de ver ao vivo era Heavy metal do senhor, do seu primeiro cd).

Zeca Baleiro me transformou como pessoa. Ele me mostrou que era possível inovar e fazer coisas loucas e diferentes, que não era preciso seguir um padrão e uma fórmula, como estava bem comum na época com as boybands e cantoras como Britney Spears e Christina Aguilera (que eu também adorava). Zeca me mostrou ritmos e letras e que a simplicidade também pode ser genial. E até hoje acredito não existir ninguém como Zeca por aí, apesar de não ouvir mais sua música como ouvia antigamente. Quer dizer, até semana passada, que deu um surto de vontade de ouvir Zeca e agora tô ouvindo quase todo dia de novo.

Uma das minhas músicas preferidas e uma fofa, depois de uma mais “heavy metal” (trocadilho!):

Paulinho Moska e eu num show que fui dele em Niterói, há muito tempo, vide minhas bochechas redondas. Preciso de uma foto com ele mais recente!
Paulinho Moska e eu num show que fui dele em Niterói, há muito tempo, vide minhas bochechas redondas. Preciso de uma foto com ele mais recente!

Já Moska, ah, o Moska… Meu amor por ele começou mais tarde, mas nunca, NUNCA, parou de crescer. Moska é aquele cantor que só de pensar meu coração derrete, e eu não ligo de estar sendo totalmente brega ao escrever isso. Mas Moska é o mais genial de todos. Sem comparação. É maravilhoso, fantástico, sensacional. Moska é tudo isso porque é completo. Ele é cantor, compositor, fotógrafo, artista, simpático (Zeca também é), e ainda tem um amor imenso pela Argentina como eu tenho! hahahaha

O show do Moska é um espetáculo a parte. Todos os que já fui (tive a sorte imensa de conseguir assistir mais de um show dele, e ainda vi um aqui do lado da minha casa, super intimista, super maravilhoso) tem algo especial, ele pensa em tudo. O último que fui, ele conseguia ligar de forma perfeita a música que estava cantando com a imagem, foto tirada por ele, que passava no telão que ficava atrás dele. Sensacional! Genial!

Eu não tenho palavras pra explicar o que Moska é pra mim. Ele é muso, é modelo, é um poço de sensibilidade, suas letras batem tão fundo na alma que só de procurar vídeos dele pra colocar nesse post eu já tô chorando loucamente porque é tudo tão maravilhoso, o que deixa muito difícil a tarefa de escolher uma música pra colocar aqui, porque parece que ao colocar uma, estou deixando de fora tantas tão maravilhosas… Enquanto no Zeca o que me fascina é o ritmo, em Moska são as letras. As letras são lindas, sensíveis, são poesias em forma de música que exprimem tudo, TUDO  que eu penso. Olha A seta e o alvo, gente, A seta e o alvo é objetivo de vida, é poesia, é respiração, é inspiração mais profunda, é tudo, tudo, tudo! E Lágrimas de diamante? E a versão dele de A idade do céu (ok que é uma tradução quase literal da música do Kevin Johansen, aliás, as parceiras dele também são divinas!)? É tudo tão, tão, tão profundo, intenso, tão… ah! Desculpa pela explosão de sentimento, mas é que estou ouvindo Paulinho nesse exato momento e é isso que ele me faz, sentir, ao máximo, ao extremo. E isso é maravilhoso. A arte não foi feita pra te mover?

É isso. Coloquei minha alma aqui nesse pedaço de tela. Espero que tenha dado pra entender o quanto esses dois homens são importantes na minha vida. O quanto eles são maravilhosos. E espero que tenha conseguido ter dado um pingo que seja de vontade em você pra ouvi-los. Por favor, ouça-os. Sua vida vai mudar.

Ah! E olha a preciosidade que achei aqui! Meus dois divos juntos!

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Pra saber um pouco mais sobre meu gosto musical, fiz uma tag exatamente com esse nome no meu canal! E aproveita pra se inscrever no meu canal e assistir vários vídeos diferentes e engraçados!

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Eu escrevo!

Ok, esse post talvez seja visto meio de nariz torcido por algumas pessoas, mas é algo que preciso gritar pro mundo: EU ESCREVO!!!!!!! Na verdade, sou escritora, e tenho dois livros publicados pela editora Benvirá: Queria tanto e Coisas não ditas. Por que estou dizendo isso agora? Porque eu acho só agora, finalmente, eu me aceitei como escritora. Como escritora do tipo de livros que escrevo. Confuso? Explico.

Meus dois livros lindos, lado a lado, em um dos book signings que fiz, na livraria Eldorado.
Meus dois livros lindos, lado a lado, em um dos book signings que fiz, na livraria Eldorado.

Eu sempre escrevi romance, o que muita gente chama de chicklit. E eu nunca aceitei muito bem isso. Eu queria ser aquela escritora que escreve coisas profundas, filosóficas, que “fazem pensar”. Escrever livros com tramas complexas e que fossem bem faladas pela crítica. Mas a crítica não vê com bons olhos os livros de romance. E por isso eu também não via. Mas depois de muito tempo percebi que isso era uma grande besteira. Eu via autores brasileiros como a Babi Dewet e a Iris Figueiredo, que também escrevem o mesmo tipo de literatura que escrevo (só que o público delas é um pouco mais novo), super orgulhosas de seus livros e eu pensava por que também não podia ter orgulho dos meus livros. Afinal, eu me matei de escrever durante meses seguidos, trabalhando com muita dedicação nas minhas histórias, meus personagens, e não vou ter orgulho disso? E não é que eu não gostasse dos meus livros, eu era (e sou) apaixonada por cada personagem meu, mas eu achava que tinha que escrever coisas que tinham um peso maior, sabe? Porque os outros diziam que o que eu escrevia não era importante. Mas quem são os outros pra dizer o que é ou não importante? E quem são os outros pra dizer que o que escrevo não pode tocar as vidas de outras pessoas e ter um impacto positivo?

Meus amigos lindos, sempre presentes nos lançamentos, sempre me dando apoio - mesmo quando eu não me dava.
Meus amigos lindos, sempre presentes nos lançamentos, sempre me dando apoio – mesmo quando eu não me dava.

E pode! Quando comecei a receber mensagens na minha página de pessoas que tinham lido meus livros e que tinham adorado, e que me disseram que meus livros tinham deixado suas vidas mais felizes, eu comecei a perceber que meu pensamento anterior era uma imensa besteira. E fiquei mais feliz ainda quando recebi a mensagem de uma menina dizendo que meu livro Coisas não ditas deu à ela a força para continuar escrevendo suas próprias histórias. E aí eu percebi que tava fazendo a coisa certa. Que era por isso que escrevi, e que eu não tinha que ter vergonha ou menos orgulho dos meus livros, porque eu estava conseguindo o meu objetivo: tocando vidas de pessoas. E eu sigo até hoje querendo saber da história dessa menina, que até decidiu fazer faculdade de letras por causa do meu livro, e fico torcendo muito por ela. E por todo mundo que quer ser escritor, principalmente aqui no Brasil, um país que a cultura é tão desvalorizada e é muito difícil viver de livros. Mas vale muito à pena quando você ouve histórias como a dessa menina (não citarei nomes por questão de privacidade mesmo).

Minha família maravilhosa - esses então, totalmente sem palavras pro nível de apoio e animação.
Minha família maravilhosa – esses então, totalmente sem palavras pro nível de apoio e animação.

Por isso, hoje eu vim aqui dizer que sou escritora, que escrevo romances, e que tenho muito orgulho deles! Dos dois já publicados e dos que ainda estão guardados, esperando uma avaliação ou serem mandados para editoras. E eu ficaria imensamente feliz se vocês lessem eles também – e depois viessem me contar o que acharam, mesmo se não gostarem tanto.

Beijocas!

Eu no lançamento de Queria tanto na Bienal do Rio em setembro de 2011, e assinando o Coisas não ditas no evento da Eldorado, em setembro de 2013.
Eu no lançamento de Queria tanto na Bienal do Rio em setembro de 2011, e assinando o Coisas não ditas no evento da Eldorado, em setembro de 2013.

Onde vocês podem encontrar meus livros, caso interesse: nas livrarias físicas e virtuais. Pra facilitar, deixo aqui alguns links pra vocês, só clicar nos nomes dos livros.

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, baseado numa fanfic que escrevi de Mcfly, publicado em 2013)

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Tem dois vídeos no meu canal falando um pouco sobre cada um dos meus livros, se interessar vocês. E se gostarem, se inscrevam no canal! 🙂

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