Projeto Esqueça um livro

Olá pessoas! Venho aqui hoje falar sobre um projeto literário super legal, que será colocado em prática amanhã! É o Esqueça um livro, criado pelo Felipe Brandão, que resolveu criar o projeto porque estava com a estante muito abarrotada de livros. Como diz o nome, a intenção é você “esquecer” um livro em um local público da sua cidade, seja ela qual for, para que outras pessoa possam lê-lo e, se puder, depois esquecê-lo em algum outro lugar pra que ele possa ser pego por outra pessoa e por aí vai. Eu já conhecia o projeto que originou essa ideia doo Felipe, chamado Book Crossing, que veio dos EUA e é todo organizadinho, cada livro tem uma ficha e você escreve quem pegou e pode procurar o livro num site e deixar até comentário sobre o livro e tal. E eu sempre achei o máximo porque é um modo de incentivar a leitura e talvez fazer com que alguém que não teria condição de comprar um livro possa ler um. Eu mesma já esqueci alguns livros em alguns lugares da cidade várias vezes. Mas como amanhã, dia 25 de janeiro, será o dia oficial de esquecer um livro, venho convidar todos vocês que façam o mesmo e esqueçam um livro pela cidade de vocês! Eu ainda vou procurar um por aqui pra esquecer, mas com certeza vou participar do projeto. E, ah! Esqueçam um livro que vocês tenham gostado, porque nada a ver passar pra frente um livro chato, não é mesmo?

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Foto retirada da página do projeto.

Se alguém quiser saber mais sobre o projeto, só ir na página do Facebook ou no blog do Esqueça o livro. E se alguém quiser saber mais sobre as coisas que o Felipe escreve, ele tem um blog muito interessante.

Beijocas!

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Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

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Espalhando livros, espalhando amor

Tem dois projetos relacionados a livros rolando aqui no Rio de Janeiro e ambos são muito legais. Eles são o Ninho de Livros e o Livros Livres.

O Ninho de Livros é um projeto que acontece em praças e comunidades do Rio de Janeiro. Se trata de casas de passarinhos – muitos lindas, por sinal -, onde você pode encontrar vários livros dentro para serem pegos. A intenção é haver uma troca de livros, ou seja, você pega um e deixa outro. Segundo a criadora do projeto, Renata Tasca, a ideia é promover a literatura e a cultura colaborativa, “transformar o que poderia virar lixo em algo útil”. Eu encontrei uma casinha dessas na praça Saens Peña , na Tijuca, e tinha uma senhorinha muito fofa pegando um livrinho e lendo ali mesmo. Adorei. Sem contar que dá um ar todo especial pra praça. As casas da pássaros podem ser encontrados em várias praças do Rio, como a Sarah Kubitschek, em Copacabana, o Parque Guinle, em Laranjeiras, e também no Morro do Cantagalo e no Vidigal.

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A ideia do Livros Livres é bem parecida. Você leva um livro pra deixar no lugar de outro que você pegar. A diferença é que há também um espaço pra você sentar e ler seu livrinho – um espaço muito agradável, por sinal. Achei esse projeto no shopping Boulevard Rio (antigo Iguatemi), em Vila Isabel, mas não sei se tem em outros lugares também (procurei pela internet e não encontrei essa informação). As poltronas coloridas são muito convidativas e parecem bastante confortáveis, dá vontade de ficar uma tarde inteira lá lendo várias histórias. Uma iniciativa parecida foi feita pelo café Café & Pauta, também no mesmo shopping, onde há uma estante cheia de livros pra você pegar – e deixar outro no lugar.

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Foto retirada da página do Facebook do Café e Pauta.
Foto retirada da página do Facebook do Café e Pauta.

Espero que cada vez mais inventem novas iniciativas para incentivo a leitura pelo país – e pelo mundo, na verdade. Sei que há alguns projetos pelo Brasil, como o que soube um tempo atrás de livros deixados (propositalmente, vale dizer) em vagões de metrô para serem pegos e lidos. Acho isso o máximo e vou torcer pra esses projetos continuarem sendo inventados! Se você conhecer outros projetos como esse, por favor, me conte aqui!

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Meus livros!

Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, publicado em 2013)

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30 Livros em 1 Ano – Se só me restasse uma hora de vida (Roger-Pol Droit) – Livro 9

Hey people!

Sabe quanto tempo faz que escrevi sobre um livro por aqui? Eu também não, mas faz muito tempo! Muito! Por isso tô aqui pra falar do nono livro que eu li, que foi um pequeno soquinho no estômago porque te faz pensar bastante, a lot, very very much. Durante e depois. Pero é muito bom livros que te fazem pensar, não é? Sobre a vida, sobre o universo, sobre tudo!

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Se só me restasse uma hora de vida é é escrito pelo filósofo francês Roger-Pol Droit e nele o autor discorre sobre várias possibilidades de o que faria se só restasse a ele uma hora de vida. Porém, é mais do que isso, porque ele acaba discorrendo sobre vários aspectos da vida, que nos servem mesmo quando não estamos a um passo da morte. São vários assuntos interessantes para pensarmos durante nossa vida, e na verdade é melhor pensarmos sobre esses assuntos ao longo da vida mesmo, para, no leito de morte, não termos arrependimentos.

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Eu realmente acho que não tem muito que posso falar sobre o livro porque um livro cheio de pensamentos, filosofias e maneiras de ver a vida não foi feito para e ficar aqui falando sozinha, e sim para ser discutidos com pessoas. Por isso peço para que todos leiam, para que eu não fique maluca sozinha aqui falando sobre ele, e sim para que possamos conversar e opinar sobre os aspectos que constituem uma vida plena, e o que cada um acha disso. E é por isso que deixarei mais fotos com fragmentos do livro aqui do que palavras minhas, porque são as frases do livro que realmente importam. E não sei vocês, mas eu adoro algo que nos faz parar e pensar.

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Tem mais algo muito legal nesse livro: sua estética. Como dá pra ver pelas fotos, ele não é escrito de maneira normal, suas frases não começam em letra maiúscula, não há ponto final no término de cada frase (e, ainda assim, entende-se sem dificuldade onde termina e onde começa uma ideia).  Essa maneira de se expôr as palavras no papel parece muito com o fluxo de pensamento, como se o autor estivesse pensando tudo isso nessa hora que tem antes de morrer, e isso, para mim, é muito interessante. Gosto quando os autores brincam com a formalidade do texto, com seu padrão, e quando fogem do que tem que ser, mas com um motivo. Quando fazem por fazer, só para mostrar que são diferentes, aí não tem graça e fica até ridículo. Mas aqui tem significado, aqui você entende a rapidez do pensamento de uma pessoa que está prestes a morrer, então não tem tempo de ficar escrevendo direitinho ou bonitinho, ele só quer dizer o que acha, só quer dar sua opinião, não importa como. E o pensamento flui assim, não é mesmo, solto, sem ponto final ou letra maiúscula.

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Mais outra coisa que achei legal nesse livro: o fato de Roger-Pol (olha minha intimidade!), apesar de filósofo, contradizer e duvidar de filósofos. Quer mais filósofo que isso? Porque, segundo o dicionário, o filósofo é aquele “que ou quem investiga os princípios, fundamentos ou essências da realidade circundante, seja numa perspectiva imanente, seja propugnando causas e explicações transcendentes, transcendentais ou metafísicas.” E quer maior investigação do que a não aceitação simples e clara do que a própria classe diz? Não não não, você tem que pensar por si próprio, investigar a fundo o que aquele pensamento quer dizer para, só então, aceitar ou não aquilo. E não é sempre que ele aceta. Ou seja, fantástico. Filósofo. Ou não-filósofo, já que ele contaria filósofos. Too much? (desculpem, a minha natureza é essa, de pensar sem parar e ir contra os pensamentos ditos padrões e comuns e normais)

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Anyway, já falei demais sobre esse livro que já havia mencionado ser impossível falar sobre porque é preciso lê-lo. Então tá esperando o que? E depois não esquece de vir aqui me falar o que achou pra gente poder discutir sobre esses assuntos da vida, universo e tudo mais (não em canso de fazer essa referência, apesar de nunca ter lido O Guia do Mochileiro das Galáxias). Ah! O livro foi lançado por aqui pela Bertrand (selo da Record) e custa uma média de R$17.

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30 Livros em 1 Ano – A garota das laranjas (Jostein Gaarder) – Livro 8

Hoje é domingo, dia de que? De fazer nada. Ou de que? Ficar deitada na cama embaixo de um edredom bem quentinho (porque aqui no Rio tá bem frio, pelo menos pra nós, cariocas) lendo um livrinho. Então achei que era o dia perfeito pra falar de mais um livro que li no meu projeto de 30 livros em 1 ano – que estou com sério medo de não conseguir cumprir, mas não vamos pensar nisso agora, não é? (Negação forevah!) Esse foi um livro que li em um dia só (fazia tempo que não lia um livro inteiro num dia só) numa situação muito parecida com a de um domingo – embaixo de um edredom, deitada na cama. Mas a situação foi completamente diferente: eu estava doente. E já estava deitada fazia três dias, não aguentava mais! Como já tinha melhorado um pouco e já conseguia me concentrar em algo, catei um livro da biblioteca dos meus pais pra ler. Escolhi A garota das laranjas, do Jostein Gaarder, autor norueguês muito adorado pela minha prima Clarissa e pela minha amiga Priscila, e foi por isso que escolhi esse livro – ter boas referências sempre é bom, né? Por isso que dou indicações de livros aqui pra vocês!

Perdoem a qualidade ruim da foto, mas eu estava doente!
Perdoem a qualidade ruim da foto, mas eu estava doente!

O livro lançado em 2005 conta a história de uma carta escrita há muito tempo pelo pai do adolescente Georg Roed, que morreu há 11 anos (o pai, e o não Georg). A carta conta uma história muito interessante e romântica sobre uma garota que carregava laranjas e o pai dele se apaixonou perdidamente – mesmo sem saber como encontrá-la ou quem ela era. Além de conter essa história, a carta também é uma despedida do pai ao menino, que era bem pequeno quando o pai morreu. E é muito bonito, emocionante e sensível – ou seja, preparem os lencinhos.

Jostein escreve daquele jeito característico dele, que não é muito fácil de se ler. Se você não está acostumado, pode achar um pouco cansativo, porque suas descrições são longas, e há muitos trechos em que o personagem da carta filosofa sobre o mundo e afins, o que eu acho muito legal, mas tem gente que pode não gostar. Como eu já havia lido O dia do curinga (sensacional, leiam!), eu já estava acostumada com o estilo do autor – o que não impediu que eu me cansasse um pouco quando ele falava sobre planetas e satélites, mas isso é porque é um assunto que eu não me interesso muito. Mas depois que você se acostuma com o jeitinho particular de escrita de Jostein, que é, na verdade. até meio genial, a leitura flui muito bem. Até porque você fica muito curioso para saber o que vai acontecer na história da carta, isso porque, como bom escritor que é, Jostein deixa o leitor envolto em mistério todo tempo porque alterna durante todo o livro a história da carta e a vida em tempo real do menino que lê a carta. Então quando você tá lá, querendo saber qual vai ser o próximo passo do personagem da carta, vem Georg te contar o que tá achando daquilo tudo. Esperto esse Jostein…

Mas, pra resumir, é um livro que mexe muito com suas emoções, que te faz pensar na vida (como todos os livros do autor), e que você fecha, depois de ler a última frase, com um sorriso no rosto – e muitas lágrimas enxugadas em lencinhos.

O autor norueguês Jostein Garrder.
O autor norueguês Jostein Garrder.

Para quem não sabe, Jostein é o autor do famoso livro O mundo de Sofia. Ele dava aula de filosofia antes de se dedicar exclusivamente à leitura, por isso seus livros tem esse teor filosófico tão forte. A garota das laranjas foi lançado por aqui pela editora Companhia das Letras, e custa no site da editora, R$35 (R$24, se você preferir a versão em e-book).

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Projeto 5 em 52 – 7a Semana

Hello pessoas!

Depois de não sei quanto tempo sem fazer o Projeto 5 em 52, estou eu aqui de volta com ele. Mas também vim dizer que não continuar com o projeto. Pelo menos, não toda semana. Percebi que, às vezes, eu queria postar sobre alguma coisa que eu acho mais interessante, mas não o fazia porque tinha que colocar mais um dia do projeto aqui. E como não é uma coisa suuuuuuuuuuper importante, resolvi deixá-lo um pouco de lado, e colocar algo relacionado a ele só às vezes. Ok? Ok.

Dito isso, lá vamos nós para o tema da sétima semana, que é:

Eu sempre…

Obviamente há várias coisas que sempre faço, ou penso, ou quero, mas na hora de escrever aqui, me dá um branco total. Por isso colocarei aqui o que primeiro aparecer na minha cabeça. Espero que apareça algo!

1. Acho que não estou fazendo/sendo o suficiente

Sim, eu tenho complexo de inferioridade E mania de perfeição, por isso sempre acho que não estou fazendo o suficiente ou sendo o suficiente para alguém. Exemplo: no momento, estou em busca de emprego. E apesar de procurar emprego todo dia, eu ainda acho que poderia estar fazendo mais. E eu sempre acho que poderia fazer mais pelas pessoas da minha vida, como meus pais, meus gatos, meus amigos, meu marido. E isso em deixa totalmente louca!

2. Penso rápido demais, e por isso acabo falando embolado e escrevendo palavras errado

Meu pensamento é muito rápido, sério, MUITO rápido! O que significa que meu cérebro funciona mais rápido que minha boca eu acabo gaguejando ou falando palavras errado. O mesmo acontece quando vou escrever, e acabo juntando duas palavras porque enquanto estou escrevendo uma, já estou pensando na próxima. É uma loucura! E meu marido me zoa imensamente por casa disso. Mas pelo menos divirto as pessoas!

3. Quero tomar café

Não importa a hora do dia, eu sempre quero tomar café. Sim, é vício mesmo. And I’m not ashamed of it!

4. Paro na rua quando QUALQUER animal passa por mim – e sorrio para eles

Na verdade, não precisa nem passar por mim, pode estar super longe, mas eu tenho um faro especial para animais fofos e sempre os vejo. E paro, sorrio, falo que são lindos. E sempre faço barulhos agudos quando vejo qualquer foto de qualquer animal fofo. Ou vídeo. Pra resumir, eu fico maluca toda vez que vejo um animal fofo, seja onde for. E sempre esmago gatos e cachorros fofos de amigos. E os meus, claro (e meu rato também). Sim, totalmente Felícia.

Vocês não sabem quantas vezes eu dei gritinhos fazendo essa montagem.
Vocês não sabem quantas vezes eu dei gritinhos fazendo essa montagem.

5. Estrago surpresas

Fiquei sabendo dessa hoje, pelo meu marido. Mas pelo que parece, fico tão ansiosa que não consigo esperar e fico pedindo as coisas para as pessoas, deixando impossível que elas façam surpresas pra mim. Talvez seja por isso que nunca ganhei uma festa surpresa. Nossa, pareci totalmente loser depois dessa, né? Hahahahahaha But I don’t care!

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Projeto 5 em 52 – 3a Semana

Faltam exatamente 29 dias pro meu aniversário de 30 anos, o que significa que estou:

1. No meu inferno astral;

2. Desesperada porque em 29 dias completo 30 anos;

3. No meu inferno astral;

4. Revendo, repensando, reconstruindo, e todos esses “res” que costumamos fazer perto de uma data significativa;

5. No meu inferno astral, já mencionei isso?

E, pensando nesse no item 4 dessa lista, decidi que não vou fazer mais o Projeto 5 em 52 todas as 2as feiras. Porque, às vezes, chega a 2a feira e eu não quero fazer uma lista de 5 coisas, quero escrever um texto corrido sobre a influência que o café tem na minha vida. Ou quero colocar fotos de caras que eu acho gatos só pra alegrar/embelezar um pouquinho esse blog. Ou quero reclamar de qualquer coisa, ou indicar um livro, ou surtar com um filme, ou, ou, ou… Portanto, sim, eu farei o projeto toda semana, mas não impreterivelmente nas 2as feiras.

Nina, porém, continuará dando o ar de sua graça todas as 5as feiras, não precisam se preocupar. (ela acabou de respirar aliviada aqui do meu lado)

Dito isso, pra me despedir das regras, hoje terá sim o projeto 5 em 52, porque mesmo depois de todo esse discurso eu continuo maluca e não faço o que falo que vou fazer quero dar um tempinho pra vocês se acostumarem com essa nova realidade (assim como tenho 29 dias pra me acostumar com minha nova realidade de mulher de 30). Tá bom? Tá bom. Então vamos lá!

Semana 3: Coisas para se fazer no calor.

Eu moro no Rio de Janeiro e, como vocês devem saber, morando aqui ou não, no Rio de Janeiro faz calor o ano inteiro! Aqui, as estações são demarcadas assim:

Verão: MUITO calor

Outono: um pouco menos de calor

Inverno: fica fresco, mas continua calor

Primavera: quase MUITO calor

Então, na verdade, o tema dessa semana, para mim, são “coisas para se fazer na vida”, praticamente, porque não há época específica para o calor por aqui. Mas, vou fingir que moro em um lugar com as estações bem demarcadinhas e falar o que eu faria caso só tivesse três meses de calor por ano. O que, graças a Deus, não é verdade (sim, eu não suporto frio e AMO calor, uma das poucas vantagens de se morar no Rio de Janeiro).

1. Ir à piscina

Não que eu vá. Eu quase não vou à piscina (no prédio que eu moro não tem piscina, no prédio dos meus pais tem muita criança na piscina, e eu não sou sócia de clube nenhum). Mas, se eu pudesse, se eu morasse em uma casa e tivesse uma piscina no meu quintal, provavelmente eu iria à piscina todos os dias! Eu AMO piscina. Eu amo MUITO piscina. E eu amo ficar dentro da piscina, e não ficar pegando sol na beira, como eu vejo muita gente fazendo (por que, gente, por que?????). Melhor coisa do mundo ficar dentro de uma piscina com a água morna, os pés na borda e o corpo meio que boiando, só relaxando… Piscina relaxa muito! Quando eu era criança e morava em outro prédio, ficava muito na piscina, exatamente do jeito que tô falando. Ah, como era bom… Meu plano para quando ficar rica é esse: ter uma casa com piscina. Serei a pessoa mais feliz do mundo!

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E antes que alguém pergunte: sim, eu prefiro piscina à praia. Só vou à praia em último caso. Ou então no caso a seguir.

2. Ver o pôr do sol no Arpoador.

Eu nunca tinha ido ao Arpoador ver o pôr do sol. E isso, pra quem mora aqui no Rio de Janeiro, é quase uma ofensa. Só pra explicar pra quem não mora aqui na cidade ou quem nunca veio ao Rio ou que mesmo já vindo ao Rio nunca pisou no Arpoador (tadinho), o Arpoador é uma praia que consiste, basicamente, em um posto e uma pedra. Essa pedra se chama “Pedra do Arpoador” (pelo menos é o nome que todos chamam, não sei se tem um nome mais científico) e é muito famosa por aqui por ser a pedra onde locais e turistas se reúnem para assistir ao pôr do sol. E eu te digo: é como se fosse um evento mesmo. Várias pessoas chegam por lá um pouco antes do horário do sol se pôr, arranja, com dificuldade (porque tá sempre muito cheio, mas não cheio insuportável, e eu tenho fobia de multidões), um espacinho na pedra e fica lá, esperando o sol se pôr.

Foto que tirei nesse único dia que fui lá no Arpoador.
Foto que tirei nesse único dia que fui lá no Arpoador.

E eu vou te dizer: é um espetáculo maravilhoso! Como eu disse, eu nunca tinha ido ao Arpoador assistir o pôr do sol. Achava meio besta, e eu não sou muito fã de praia. Mas eis que a prima dos meus primos, que é de Salvador, quis ir lá e fui com elas. E ainda bem que fui. Porque é lindo demais. E é mais legal ainda o clima que fica lá. É uma sensação de paz, de alegria, de euforia. O sol começa a baixar e as pessoas começam a vibrar. E quando ele desaparece por trás do morro, todo mundo bate palma. É emocionante, de verdade. Se você mora aqui na cidade e nunca foi assistir o pôr do sol no Arpoador, vá. E se você, por acaso, vier ao Rio, não deixe de participar desse evento que, te prometo, é inesquecível. E claro, digo que é uma coisa a se fazer no calor (principalmente no verão) porque é quando o céu está claro e a temperatura mais amena, porque o tempinho na praia pode ficar bem frio por causa da proximidade do mar.

3. Tomar sorvete sem culpa

Se você for como eu, você toma um sorvete imenso e se sente imediatamente culpada depois pela quantidade imensa de calorias que você está ingerindo. Porém, isso não acontece no calor! Porque, apesar de no resto do ano eu pensar que não precisaria estar tomando aquela divindade num potinho, no verão eu penso: “eu posso porque preciso me refrescar”. E qual o melhor jeito de se refrescar do que tomando um belo sorvete? (Nem pense em responder “tomando um suco” porque esta resposta está errada!) Eu, que já amo um sorvete (é, de longe, meu doce favorito), fico muito feliz em poder tomar sorvete indiscriminadamente durante todo o verão. E sem sentir peso na consciência (ok, talvez só um pouquinho, mas depois eu suo e penso que estou perdendo toda a gordura no suor, o que sei que não é verdade, mas uma garota pode se enganar).

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4. Ficar no ar-condicionado, seja onde for

No calor, você tem desculpa pra ligar o ar-condicionado. “Ah Livia, mas ar-condicionado gasta muita energia e a conta de luz fica muito cara”. Sim, é verdade, eu mesma sofri com isso. Mas aí você pensa: “Se eu não ligar o ar-condicionado, vou ter que pagar mais com hospital depois, já que vou passar mal de calor” (aqui no Rio de janeiro, pelo menos, o calor é de exaurir e fazer passar mal mesmo). E aí você escolhe ligar o ar-condicionado e viver feliz para sempre.

Sem contar que é uma mega desculpa boa pra você fazer coisas que você quer fazer. Exemplo 1: você quer ir no shopping ver vitrines, mas se sente fútil fazendo isso. “Ah, mas lá tem ar-condicionado e indo pra lá, gasto menos energia em casa, pagando menos na conta de luz”. Exemplo 2: você tá muito a fim de ir no novo restaurante que abriu perto da sua casa, mas tá meio sem grana. “Ah, mas lá tem ar-condicionado, e a conta do restaurante vai ser mais barata do que a conta de luz se eu usar ar-condicionado em casa”. Exemplo 3: quer ir ao cinema e tá em dúvida se vai ou não? Primeiro que qualquer dúvida em relação a ir ao cinema é sempre sim, vá ao cinema (isso seria o número 1 dessa lista, inclusive, mas preferi colocar outras coisas pra ser menos óbvio, porque minhas respostas sempre serão “cinema, cinema, cinema, filme). E segundo que lá tem ar-condicionado, então… o resto vocês já sabem. Pronto, dilemas resolvidos!

Com ar-condicionado, você nem precisa fazer isso.

5. Viajar

Sim, viajar. Mas não é qualquer viagem, e sim para lugares onde esteja calor! O que quero dizer com isso? Quero dizer que nunca iria pra Europa quando lá estivesse frio pelo simples fato de que não lido bem com frio e não consigo fazer nada quando a temperatura está abaixo de 20 graus (sério, o frio me paralisa). Então, pra eu viajar pra um lugar que faz muito frio no inverno, eu tenho que ir quando está calor.

Na verdade, é melhor ir pra qualquer lugar quando se está calor (nem só para lugares que fazem muito frio) porque você pode levar roupas mais leves, o que diminui consideravelmente o peso da sua mala, o que facilita na hora de carregá-la (e na hora de comprar coisas também, porque com a mala mais leve, mais coisas você pode comprar). Então, apesar de ser bom viajar em qualquer época do ano, a melhor é sempre quando está calor no local para onde você vai.

Olha que lindeza Londres no verão! Um dia...
Olha que lindeza Londres no verão! Um dia…

É isso, gente. Espero que tenham gostado da listinha de hoje. E me digam se concordam comigo e escrevam nos comentários o que vocês gostam de fazer no calor. E, se gostarem do projeto e forem fazer, não esqueçam de me avisar, fico curiosa! 🙂

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Projeto 5 em 52 – 2a Semana

Pessoas bonitas! Nina deu as caras por aqui no dia do Projeto 5 em 52, mas aqui está o projeto hoje! Estou curiosa e ansiosa pra ver qual será o tema de hoje. Não, ainda não vi o assunto, deixei pra descobrir quando fosse escrever, fica mais interessante! hehehe Let’s find out then. Ok, já vi! E o tema dessa semana vai dar pano pra manga, porque tem taaaaaaaaaaaaaaanta coisa que eu nunca fiz! Eu sou uma pessoa muito medrosa, que odeia errar e fracassar, o que significa que eu tendo a não fazer algo se eu tenho dúvidas de que pode dar certo. O que significa que eu deixo de fazer várias coisas que eu queria fazer por falta de coragem e me culpo amargamente depois por isso. Ou seja, não recomendo esse comportamento!

Semana 2: Eu nunca…

1. Eu nunca fui à Disney

Ok, muitas pessoas nunca foram à Disney. Mas é que conheço tanta gente que foi pra Disney quando fez 15 anos, ou no ano passado (gente, ano passado todo mundo foi pra Disney!), e ainda outras pessoas que já foram à Disney mais de uma vez, que achei que devia colocar nessa lista. Há um tempo atrás, eu poderia dizer também que eu nunca quis ir pra Disney, mas eles construíram Hogwarts e todo um mundo de Harry Potter lá e aí tudo mudou dentro de mim…

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2. Eu nunca usei gesso em nenhuma parte do corpo

O que também pode ser lido como eu nunca quebrei nenhum osso. Nunca quebrei meu braço, nem nenhum dedinho, nem a perna, nem o pé. E nem é porque eu era uma criança quieta, porque eu vivia me mexendo e dançando e pulando por aí, tanto que eu já caí de cara no chão e abri a boca, quebrei o dente, entortei o nariz, mas nunca osso nem nada que precisasse de um gesso. O que me deixava extremamente irritada quando eu era mais nova. Eu sonhava em poder usar gesso, em ter ele todo desenhado e cheio de mensagens legais pra mim (tipo uma camisa de colégio no último dia do ano letivo), as pessoas me ajudando a fazer as coisas. Ou seja, eu queria ser paparicada. Mas isso nunca aconteceu. Agora, eu espero que nunca aconteça. (não seria irônico se semana que vem eu colocasse aqui uma foto com um gesso?)

Meu Deus, uma Tardis desenhada no gesso! Eu quero!!!!!!!
Meu Deus, uma Tardis desenhada no gesso! Eu quero!!!!!!!

3. Eu nunca usei drogas, nem mesmo maconha

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Estudando em um colégio mega liberal e politizado (de esquerda) como o meu, isso era praticamente impossível. Veja bem, era estritamente proibido fumar no colégio ou usar drogas de qualquer tipo, mas os alunos eram grandes partidários do cigarro (tabaco e maconha) e burlavam bastante as leis. E, cara, era muita gente fumando. Depois, fui estudar produção cultural em uma campus onde também havia cinema e comunicação, ou seja, pessoas com cabeça aberta (como eu, thank God) e também abertas a experimentações. Minha vida toda foi em meio a cigarros, bebidas e maconha, e eu consegui não usar nada. Ok, depois de anos sem beber nem uma gota de cerveja, eu provei álcool. Não gosto muito, bebo muito raramente (e só uns goles quando faço). Mas os outros… never! Não tenho nada contra maconha (mas tenho muito contra cigarro), mas nunca tive vontade nem de experimentar, assim como demorei pra ter vontade de experimentar bebida alcoólica. E as outras drogas tenho menos vontade ainda. Pra que? Pra me viciar e acabar minha vida por causa delas? No, thanks.

4. Eu nunca tive carro

Meus pais nunca tiveram carro e agora eu não tenho um carro. Na verdade, eu nunca quis, nunca tive vontade de ter e não tenho vontade nenhuma de dirigir. Pra que? Pra ficar preso no trânsito caótico que se tornou o do Rio de Janeiro? No, thanks. Ok que isso significa que fico presa em ônibus (porque não pego metrô), mas pelo menos no ônibus não estou dirigindo, o que significa menos estresse. Certo? Além do mais, tenho amiguinhos que tem carro, e nada melhor que uma caroninha. 😉 E assim ainda ajudo o meio ambiente, menos um carro pra poluir!

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5. Eu nunca tive um cachorro

Minha maior tristeza. Como eu já disse aqui no blog antes, eu sou maluca por animais. Hoje em dia, tenho 3 gatos na casa dos meus pais e um ratinho (lindo) aqui em casa. Porém, antes de eu ser maníaca por gatos, o meu vício eram os cachorros. Eu queria cachorros. Eu pedia cachorros para minha mãe desde que me entendo por gente. Eu choramingava quando passávamos por uma loja que vendia animais (hoje, abominadas por mim) pedindo um cãozinho. Eu não cansava de encher o saco da minha mãe dizendo que precisava de um cachorro. E alguma dessas vezes minha mãe me ouviu? Não. Ela simplesmente deixou a chata filha dela falando sozinha. Ou então dizia um singelo “não”. Porque não tínhamos condições financeiras ou espaço para ter um cachorrinho (“mas como não temos espaço pra ter um cachorro se a Talita e a Juliana moram no apartamento de cima que é do mesmo tamanho do nosso e tem um cachorrinho????????”, era meu contra-argumento). Então eu nunca tive um cachorro. Depois eu fui levando gatos para casa (sim, levando, sem perguntar para minha mãe porque eu sabia a resposta) porque gatos eram mais calmos, mais fáceis de cuidar e se gastava menos com eles (claro que não pensei em nada disso quando levei, só sabia que queria um animal e gato era mais fácil de carregar) e aí não deu mais pra ter cachorro. Não que eu ficasse triste, porque eu me tornei a maluca dos gatos e só queria gatos e gatos e mais gatos e viveria feliz com milhões deles.

Porém, o destino é cruel e me arranjou um marido que tem alergia a gatos e não pude trazê-los pra morar comigo. E nem posso trazer nenhum gato novo, a não ser que esteja com raiva do meu marido e queira matá-lo. Portanto, o que me voltou como um pum que não aguenta ser segurado nem na sala lotada de gente? A vontade de ter cachorros. Eu já tenho algum? Não, ainda não, porque meu marido é chato e não quer nesse momento ainda não dá pra tê-los. Mas, ah cachorros, me aguardem, porque um dia eu vou tê-los, ah se vou!

Ai meu Deus, olha esse olhar!
Ai meu Deus, olha esse olhar!
E essas coisas minúsculas!!!!!!!
E essas coisinhas minúsculas!!!!!!!

Gente, vou dizer, foi bem mais difícil fazer esse tema do que eu imaginava. Mas eu consegui! E agora já tô aqui ansiosa querendo saber o da semana que vem!

E esse!
Eu quero agora!!!!!!!!!!!!!!!!

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