Escolhi o Rock in Rio – mas bora falar de Emmy!

Se você, como eu, nem sabia que tinha Emmy ontem esqueceu de ver o Emmy Awards ontem por causa do Rock in Rio (aliás, o que foi dia 18? Melhor dia! Ontem também foi muito bom com Elton John querido!), fear not! Comentarei agora sobre os vencedores das principais categorias – e, obviamente, não posso deixar de falar quem eu gostaria que tivesse ganhado em cada uma.

(nas fotos, na esquerda sempre será quem ganhou e na direita quem eu queria que tivesse ganhado)

Melhor atriz convidada em série cômica

A vencedora foi a Joan Cusack que, apesar de eu adorá-la (somente por sr irmã do John Cusack, admito), não concordo com o resultado pelo simples fato de que não faço ideia de que série é essa pela qual ela ganhou (Sheila Jackson). Eu gostaria mesmo que a Christine Baranski tivesse ganhado porque ela é fantástica em Big Bang Theory toda vez em que participa (ela é a mãe do Leonard, pra quem não está ligando o nome à pessoa).

atriz convidadad serie comica

Melhor ator convidado em série cômica

Como não vi nenhuma outra série que estava indicada nessa categoria, eu voto em Jon Hamm, intérprete do criador da seita maluca de Unbreakable Kimmy Schmmit. Ele estava realmente ótimo, e mostrou sua versatilidade na série. Série que é original do Netflix, que só mostra a força que o Netflix tem e como o mundo do entretenimento está mudando, considerando séries que não são somente da televisão. Isso é o máximo!

Jon Hamm na série (esq.) e ganhando o prêmio (dir.)
Jon Hamm na série (esq.) e ganhando o prêmio (dir.)

Melhor atriz coadjuvante em série cômica

A vencedora dessa categoria foi a Allison Jenney, a mãe da personagem principal na série Mom. Eu acho ela boa atriz? Acho. Mas a Julie Bowen estava concorrendo, e não há melhor personagem e melhor atuação que a da Claire de Modern Family. Aliás, Modern Family, né gente? Não há série melhor no momento. Então, pra mim, acho que Julie deveria ter ganhado. E eu nem acho Mom muito boa, e ach bem difícil torcer por alguém de uma série que não acho legal.

coadjuvante serie comica

Melhor ator coadjuvante em série cômica

Outra categoria em que quem deveria ter ganhado era um ator de Modern Family. E ainda foi o ator (Ty Burrell) que interpreta o melhor personagem que foi indicado (já preferi Mitchell, mas Phill é Phill e não há mais cômico que ele). Porém, não fiquei tão devastada quanto na categoria anterior porque Tony Hale, o vencedor, também é muito bom. Seu personagem (Gary) é um dos melhores em Veep, que é uma série sensacional (porém, pouco conhecida por aqui). Então não foi uma escolha tão ruim assim, deu até pra não ficar triste.

ator coadjuvante serie comica

Melhor atriz em série cômica

Quem ganhou essa categoria foi a Julia Louis-Dreyfus e eu concordo plenamente que deveria ser ela! Eu tenho um pedaço do meu coraçãozinho reservado pra Julia porque ela fez Seinfeld, e a Elaine era uma personagem fantástica, obviamente que por causa dela. Depois assisti The new adventures of old Christine que, admito, não era a melhor coisa do mundo, mas ela fazia bem (e eu só assistia por causa dela). Quando achei Veep no Now da Net (HBO), e vi que Julia era a atriz principal da série, não hesitei em assistir. E assisti. É uma série fenomenal, crítica, irônica e com um humor diferente e certeiro, e a série não daria certo não fosse o timing para comédia de Julia, já que ela é a protagonista. Portanto, sim, o prêmio foi pras mãos de quem merecia ganhar!

Linda no Emmy, ridícula em Veep.
Linda no Emmy, ridícula em Veep.

Melhor ator em série cômica

Não vi nenhuma série dessa categoria além de House of Lies e acho que Don Cheadle, indicado por ela, está realmente muito bom no papel (apesar de eu não ter gostado tanto assim da série). Porém, em uma categoria que tem Matt Le Blanc como indicado (por Episodes), não consigo escolher outra pessoa se não ele. Mas quem ganhou foi Jeffrey Tambor, por Transparent. Nunca nem ouvi falar dessa série, mas lembro dele em Arrested Development e ele era muito bom, então não deve fazer feio em Transparent.

ator comedia

Melhor série de comédia

Só vou concordar com o vencedor dessa categoria porque Veep é realmente muito boa (como já falei anteriormente) e porque Modern Family já ganhou muitas vezes esse mesmo prêmio. Então vamos deixar outras pessoas vencerem também, né?

A vencedora da categoria, a série Veep.
A vencedora da categoria, a série Veep.

Atriz convidada em série de drama

Incrivelmente difícil escolher uma pessoa só que eu queria que tivesse ganhado nessa categoria, mas a Margo Martindale, que venceu por The Americans, não é uma delas pelo simples motivo de que nunca assisti essa série. Porém, fico na dúvida entre Diana Rigg, a Lady Ollena Tyrell, de Game of Thrones, e Rachel Brosnahan, a Rachel de House of Cards. Ambas fizeram trabalhos sensacionais no papel em que foram indicadas e suas personagens são muito importantes nas séries. Lady Tyrell é uma personagem que te deixa de queixo caído, mas a Rachel é uma personagem muito difícil de se fazer, a atriz tem que ser muito boa para interpretar na medida certa. Então não escolherei somente uma, mas deixarei as duas como minha escolha de vencedora.

Margo à esquerda, e à direita Rachel (cima) e Diana (baixo).
Margo à esquerda, e à direita Rachel (cima) e Diana (baixo).

Ator convidado em série de drama

Yes, yes, yes! 100% yes pro vencedor dessa categoria! Freddy, o personagem de Reg. E. Cathey em House of Cards é um personagem mega importante e Reg. o interpreta com maestria! Vibrei quando vi que ele havia sido o ganhador do prêmio! E mais uma categoria que o Netflix abocannha, já que House of Cards também é série exclusiva deles.

Reg. em House of Cards e com o Emmy ontem.
Reg. em House of Cards e com o Emmy ontem.

Melhor atriz coadjuvante em série de drama

Uzo Aduba. Tem outra escolha pra essa categoria? Não. Então tá, é isso. Sem comentários.

Uzo na Emmy e em Orange is the new black.
Uzo na Emmy e em Orange is the new black.

Melhor ator coadjuvante em série de drama

Outra categoria que não tem nem o que comentar. ÓBVIO que Peter Dinklage deveria ganhar. Óbvio! Acho ele ótimo ator desde quando o conheci, na série Nip/Tuck, e ele só vem melhorando. E ele é, de longe, o melhor personagem de Game of Thrones (apesar da história de Tyrion na última temporada ter sido bem chatinha, mas a temporada toda foi chata!), e tudo por causa de sua atuação incrível. Então não tem nem o que discutir, argumentar, nada. Não havia pessoa melhor pra levar essa estatueta pra casa.

ator coadjuvante drama

Melhor atriz em série de drama

Quero nem falar dessa categoria. Essa categoria é um tormento porque eu tenho certeza que quem deveria ganhar, e já deveria ter ganhado há alguns anos, nunca ganhará porque não é dos Estados Unidos. “Ah Livia, mas Game of Thrones também não é dos Estados Unidos e ganha.” Sim, mas Game of Thrones é um fenômeno mundial, é diferente. Agora, Orphan Black é uma série canadense, por isso tenho certeza de que Tatiana Maslany nunca ganhará um Emmy e, nossa, como ela devia ganhar! A mulher interpreta não uma, mas CINCO personagens diferentes, e não parece a mesma atriz atuando de tão fantástica que ela é! Então essa estatueta devia estar na casa dela! Mas não, eles entregaram pra Viola Davis (da série chatinha How to get away with murder), que sim, é boa atriz, mas né, ela não interpreta cinco personagens diferentes na mesma série e de maneiras totalmente diferentes. #Revoltada

Também tô chocada que você ganhou, Viola.
Também tô chocada que você ganhou, Viola.

Melhor ator em série de drama

Ai gente, chega de Mad Men, né? Primeiro porque não vejo graça nessa série. Segundo porque né, já passou do tempo dela. Agora estamos no momento de House of Cards, e Kevin Spacey deveria ter ganhado esse prêmio simplesmente porque interpreta com excelência o papel do odioso Frank Underwood, com tanta excelência que não tem como não odiá-lo. Pra mim, o Emmy vai pra ele, e não pra Jon Hamm (que já ganhou ator convidado em comédia, pra que outra estatuazinha?).

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Melhor série dramática

Game of Thrones ganhou. E, na verdade, não tem pra ninguém, né? Porque apesar da última temporada ter sido chata (e de terem matado a única personagem que ainda estava com uma história interessante), continua sendo uma mega produção super bem feita e com atuações primorosas. Então realmente não tinha como escolher outra série. Thumbs up pra eles.

A galera toda - ok, não toda, mas uma parte - no palco.
A galera toda – ok, não toda, mas uma parte – no palco pra receber o prêmio.

Outras categorias não serão comentadas por mim aqui, senão ficaria um post imenso (não que já não esteja). Mas essas são as principais e as que posso dar minha opinião, porque assisti a maioria das séries. E vocês, concordam com os vencedores? Concordam comigo sobre quem deveria ter ganhado? Contem para mim nos comentários! E me digam também se foram no Rock in Rio pra eu morrer de inveja, principalmente se estavam lá no dia do Queen! 😉

Beijos e até a próxima!

Muah!!!

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Netflix me representa – OITNB

Ok, nem todas as séries que vou falar aqui hoje são originais do Netflix. Mas eu comecei a assistir porque achei lá, então ele é o responsável pelo meu vício. Porque eu sou daquelas pessoas velhas que não sabem baixar série e, quando tenta, infesta o computador de vírus. Pra vocês terem ideia, fui baixar o Popcorn Time no meu computador e agora meu computador abre pop-up de 5 em 5 segundos (o que está me fazendo levar o dobro do tempo escrevendo esse post, porque de tempos em tempos tenho que fechar uma série de abas)! Por isso, pra mim, Netflix é salvação, senão ficaria dependendo do marido pra tudo! E foi lá que achei as 3 séries que estou viciada no momento: Sense8, Orphan Black e Orange is the new black, que falarei ao longo dessa semana porque o post acabou ficando muito grande e se eu fosse falar sobre as três hoje vocês iam desistir de ler rapidinho! 😉

Orange is the new black

Já começo falando que eu só vi TRÊS episódios da terceira temporada então, pelo amor, NÃO COMENTEM SOBRE O RESTANTE DOS EPISÓDIOS!!!!!!!!!!! Obrigada, de nada.

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Acho que, a essa altura, todo mundo já sabe sobre o que é o seriado, né? Mulher de elite e prestes a se casar é condenada a prisão por causa de um esquema de drogas que participou há anos atrás com uma ex-namorada e tem que aprender a lidar com essa nova vida, com pessoas e situações que não está acostumada a conviver – e totalmente trancafiada, o que é muito pior. Não sei é se todos sabem que a série é baseada no livro de Piper Kerman, que por sua vez é baseado em sua própria vida! É, senhoras e senhores, Piper Chapman é real – e Alex Vause também (mas, no caso, se chama Catherine Wolters e não é, nem de longe, tão bonita quanto a Laura Prepon).

Taylor Schilling, a intérprete de Piper Chapman, e a Piper real (acima), e Laura Prepon no papel de Alex Vause, e a Alex da vida real.
Taylor Schilling, a intérprete de Piper Chapman, e a Piper real (acima), e Laura Prepon no papel de Alex Vause, e a Alex da vida real.

OITNB (geralmente, odeio siglas para séries, mas é que essa tem o nome tãããããããão grande!) é mais uma série que não me disse nada quando comecei a assistir. Como o buzz tava imenso, fui procurar e vi 3 ou 4 episódios da primeira temporada (na época, acho que só tinha a primeira mesmo). Não achei nada demais e não continuei. Não que eu não tenha gostado, achei legal, mas não me prendeu, sabe? Mas aí saí do meu emprego, passei a ficar muito tempo em casa, todas as séries que eu via acabaram as temporadas (Once upon a time, Modern family), Game of Thrones eu só tinha como ver aos domingos, portanto me encontrei em busca de uma série para assistir pra passar o tempo ocioso. Então pensei: “É, acho que vou dar uma segunda chance pra Piper e cia.” E não sei se foi porque eu não tinha mais nada pra ver ou se a série realmente é muito boa, mas eu me viciei. Vi, em uma semana (ok, uma semana e meia), TODOS os episódios restantes da primeira temporada E a segunda temporada inteira (que, a essa altura, já tinha sido lançada e tava até velha para os espectadores assíduos da série). E comecei a contagem dos dias para a terceira temporada, que foi lançada agorinha, dia 12 de junho – e eu só assisti TRÊS EPISÓDIOS, lembrando, então NADA DE SPOILERS!

E eu vou dizer o motivo principal de eu ter gostado da série: Alex Vause. E um segundo motivo: Poussey Washington (interpretada pela atriz Samira Wiley). Pra mim, são as melhores personagens. A Alex é muito melhor desenvolvida (como personagem) do que a Poussey, mas todos sabemos o motivo disso – e se você não sabe é porque ainda não viu o seriado, então não vou te spoilar. Mas a Poussey é o máximo e tem uma voz tremenda! Adoro ela e o jeito inocente e ao mesmo tempo defensor e cheia das manhas que ela tem.

Mas, falando sério, todas as personagens são muito bem desenvolvidas. Fica muito claro quem é cada uma, e por causa dos flashbacks, você entende de onde cada uma vem e o motivo de serem como são. Nenhuma ação é inconsistente, nenhuma personalidade é mal feita, daquele jeito que você pensa “essa personagem nunca faria isso”. E as histórias são muito boas, o jeito que eles (eles sendo os roteiristas, que na verdade acho que são mulheres, em sua maioria, então seria “elas”, e não “eles”) conseguem ligar o passado com o presente e até as histórias paralelas é muito fantástico. Super bem feito. E só de conseguirem fazer com que quem está assistindo se relacione com os dramas e situações de pessoas que estão presas, ou seja, pessoas que os espectadores achavam que nunca iriam se relacionar é sensacional. É ótimo para as pessoas perceberem que por trás de “bandidos” também há vidas, há motivos, e, muitas vezes, você percebe que faria o mesmo se estivesse na mesma situação.

E uma coisa que não posso deixar de mencionar: puta que pariu, como a Laura Prepon é bonita! Eu já achava a atriz bonita em That 70’s Show (não sei se todo mundo que vai ler conhece essa série porque ela passou por aqui no final dos anos 90, início dos anos 2000, e sei que tem uma galera bem novinha por aqui, mas a série era sensacionalmente engraçada! procurem-na! a série foi, inclusive, o primeiro trabalho de Mila Kunis e Ashton Kutcher), quando ela era ruiva e tinha 18 anos (!!!!!!!!), mas ela parecia tão imensa ao lado do Topher Grace (que fazia seu par romântico, Eric) que acho que isso me fez não perceber o tanto de beleza que ela tem. Mas agora tô achando ela linda – e acho que o cabelo preto caiu muito bem nela! Não tem um episódio que eu veja que eu não repita pra mim mesma, “Nossa, ela é muito linda”, a mesma coisa que acontece toda vez que assisto Orphan Black e vejo a Tatiana Maslany (ou seja, a série inteira). Mas com a Tatiana eu sempre penso: “Eu queria ser igual a ela”, porque ela é menorzinha, mais mignon, como eu, e eu nunca na minha vida quis ser mais alta (talvez só durante shows, quando não consigo enxergar o palco direito). Mas a Tatiana e Orphan Black são assuntos para o próximo post!

Ah! Eu fiz lá no canal uma homenagem, pra não dizer que paguei mico, muito engraçada a Orange is the new black. Olha só! E aproveita e se inscreve no canal porque coloco muita coisa legal por lá e não é sempre que divulgo o vídeo por aqui. 😉

Beijocas!

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