Séries pra te salvar do carnaval!

Pleno carnaval e eu aqui falando de séries. Mas sou daquelas que odeia esses quatro piores dias do ano. Odeio carnaval na mesma intensidade que amo Natal: MUITO! Pode não ser assim em todas as cidades, mas no Rio de Janeiro fica um caos completo, você não consegue sair de casa direito porque tá tudo lotado, principalmente os meios de transporte – e cheios de pessoas bêbadas, que falam alto (ou gritam mesmo) e não respeitam ninguém por perto. Enfim, não vou ficar explicando por aqui o motivo de eu odiar carnaval, até porque deixei tudo muito claro nesse vídeo aqui:

Hoje estou aqui para dar algumas dicas para pessoas que, como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones preferem ficar em casa assistindo a inúmeros filmes e séries do que sair e ficar se esfregando com pessoas suadas e nojentas na rua. De filmes, indico todos os filmes indicados ao Oscar, que estou falando sobre nos últimos aqui do blog. Já séries, tem algumas muito boas no Netflix que são perfeitas para você fazer uma mega maratona nesses dias que é melhor nem pisar na rua. Dá pra ver uma série em cada dia (até porque, pelo menos no Rio, o carnaval vai até domingo da semana que vem, né).

  1. Brooklyn Nine-Nine

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Passei muuuuuuuuuuito tempo querendo assistir essa série, mas nunca sentava pra ver. O motivo (além de preguiça de baixar, antes de ter no netflix): eu achava que não seria lá tão boa. Sim, tem o Andy Samberg, que eu amo desde Saturday Night Live. Mas alguma coisa me dizia que não seria tão engraçada quanto eu esperava. Ledo engano. A série é hilária! É sobre uma delegacia de polícia com personagens super caricatos, mas não de uma maneira mega cliché, e mesmo assim você ri horrores. Talvez por ter atores tão bons interpretando, como o próprio Andy, Terry Crews (que 9 entre 9 homens adoram), Andre Braugher, e outros da nova safra de comediantes que eu, pelo menos, não conhecia e tô adorando, como a Stephanie Beatriz (que participou de Modern Family como a irmã da Gloria), o Jo Lo Truglio, e a hilária Chelsea Peretti (aliás, tem a apresentação de stand-up comedy dela no Netflix também, VEJAM!). A segunda temporada acabou de sair no netflix, mas dá pra ver tudo de uma tacada só porque os episódios são curtinhos (cada um tem, em média, 23 minutos).

2. Master of None

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Outra série de comédia, essa é original do Netflix. Criado, escrito e dirigido por Aziz Ansari, da série Parks and Recreation, e outro comediante dessa nova “safra” (é estranho falar sobre pessoas desse jeito, parecem comidas), é uma série sobre um ator com ascendência indiana (dã!), porém que nasceu nos Estados Unidos e vive como qualquer outro americano (vide que é americano), que tenta crescer na carreira, tentando fugir do esteriótipo do indiano e do único papel em que ficou marcado (em um comercial). Porém, é muito mais do que isso, porque o foco não está em sua carreira, e sim na sua vida. E sua vida, como eu já disse, é como a de qualquer outra pessoa. Como de qualquer outra pessoa comum, da vida real, e não como a de qualquer outro personagem de tv ou filme, ou seja, é super natural e gente como a gente. E esse é o verdadeiro chamariz da série, mostrar personagens que são verdadeiramente parecidos com a gente, que tem a vida como a nossa (apesar de morarem nos EUA), e que tem problemas e vivem situações como as nossas. E suas saídas de problemas são como as nossas, e não mirabolantes ou mega dramáticas como geralmente acontece em séries ou filmes. Nada é over the top ou exagerado, é como se estivéssemos realmente assistindo vida real na tv. Mas sem ser um reality show, graças a Deus. Por ser tão real que é tão engraçado, porque é a identificação que dá a graça. E é tanta identificação! Outra série rápida de se ver, porque são somente dez episódios (triste, queria que fossem mais) de trinta minutos de duração, então dá pra ver tudo em uma tarde.

3. The Bletchley Circle

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Descobri essa série inglesa super por acaso e amei! Uma das melhores descobertas ever! É sobre quatro mulheres que trabalhavam no setor de codificação na época da II Guerra Mundial (sabe, como mostra em O jogo da Imitação) e, anos depois, se juntam (com muita relutância de algumas) para desvendar crimes que estão acontecendo em Londres que a polícia local se recusa a acreditar que há ligação – ou seja, elas não tem ajuda da polícia. E elas são foda! Essa série tem muitas coisas em seu favor. Além de todo o envolvimento que você sente pelo mistério dos assassinatos e da tensão na busca pelo assassino, ela também aborda questões como feminismo e preconceito (óbvio, ambos tão interligados) e o papel da mulher na sociedade e a busca delas por algo maior e mais importante em suas vidas (do que apenas ser a esposa e a mãe de alguém).  A série se passa na década de 50, época em que ainda havia muito preconceito em relação às mulheres (até hoje existe, não é mesmo?), mas elas já estavam buscando se impôr numa sociedade predominantemente machista. As quatro personagens da série tem personalidades totalmente diferentes, assim como os homens (que vão do idiota totalmente machista ao que respeita e valoriza a mulher). Por ser inglesa, tem uma velocidade e um clima bem diferentes do que estamos acostumados a ver, mas é tudo feito de maneira tão envolvente que não tem como não gostar. No Netflix estão disponíveis duas temporadas, a primeira com três episódios (de um pouco menos de uma hora de duração cada) e a segunda com quatro episódios.

4. Sherlock

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Tire um dia inteiro para ver Sherlock. Não é uma série fácil de ser assitistida por vários motivos: a) ela é longa (são uma hora e meia por episódio; mas são somente três episódios por temporada); b) ela é lenta, a velocidade é bem diferente das séries a que estamos acostumados (adivinhou, mais uma inglesa); c) ela é intensa e inteligente, ou seja, não é fácil de ser digerida, e com isso quero dizer que você precisa pensar, prestar atenção em cada detalhe, e não simplesmente deixar a mente vagar e relaxar, como fazemos muitas vezes com as séries. Acredite: se você deixar sua mente longe, você não vai entender nada. Eu sei, eu fiz isso. E depois tive que assistir tudo de novo. Mas todas as características que mencionei não fazem de Sherlock uma série chata. Muito pelo contrário, são elas que deixam ela tão incrível. Confesso que demorei para gostar de Sherlock. Como vejo muitos filmes que não americanos, estou acostumadas a produtos audiovisuais mais lentos. Mas achei Sherlock muuuuuuuuito lento. Mas, com o tempo, percebi que isso que dava o toque especial, e a última temporada me fez perceber, mais do que nas outras, o quanto a série é sensacional! É maravilhosa essa terceira temporada (no Netflix temos as três, inteiras)! Sherlock só tem um defeito: como é do mesmo roteirista de Doctor Who, é por causa dela que Doctor demora tanto pra sair às vezes! Bloody hell!

5. Chelsea Does…

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Mais uma original Netflix, essa é novíssima por lá. É uma série documental criada por Chelsea Handler, conhecidíssima comediante e apresentadora americana. Nesse documentário, Chelsea fala, em cada episódio (são quatro) sobre um tema diferente (Casamento, Tecnologia, Racismo e Drogas). E olha, é hilário. Eu só vi o primeiro episódio até agora, que é sobre casamento, mas tem cenas fantásticas. Essa acima, onde ela fala de igual pra igual, e como se falasse com pessoas da idade dela, com as crianças sobre casamento, sexo e relacionamento é de morrer de rir. Mas não é somente humorístico, acaba sendo engraçado porque é a essência de Chelsea (de quem eu sempre gostei, aliás). Fica claro que ela quer verdadeiramente entender sobre cada um dos assuntos e levantar discussões, teoricamente sem julgamentos (mas, às vezes, ela não consegue não julgar, como a própria assume). Gostei muito e te faz pensar em várias coisas. Mas provavelmente vou deixar esse episódio sobre tecnologia pro final, porque, pra mim, racismo e drogas são questões muito mais interessantes.

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Durante o carnaval vai rolar mais resenhas sobre os filmes indicados ao Oscar (já tem mais dois assistidos que ainda não escrevi sobre aqui, e em um desses quatro dias devo ver ainda mais um), então fica de olho se você tá super interessado no Oscar como eu!

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Mistério de Natal (Jostein Gaarder)

Dando uma pausa nos filmes indicados ao Oscar para falar um pouco sobre literatura porque acabei de ler o primeiro livro do ano, uhu! Ok, preciso dizer que comecei ele no finalzinho de 2015, então não sei se pode ser considerado livro de 2016. Ah, mas pode ser 2015/2016, vai? Enfim, o que importa é que li Mistério de Natal e vim aqui contar pra vocês.

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Esse foi mais um livro lido de Jostein Gaarder e posso me sentir vitoriosa porque já é o terceiro, e eu que achava que nunca conseguiria ler nenhum dele (devido a complexidade de O mundo de Sofia, que ainda não li). Mas posso me considerar vitoriosa por ter chegado ao final desse livro também porque, bem, não gostei dele. Antes de Mistério de Natal , já havia lido O dia do curinga e A garota das laranjas e gostei bastante dos dois (principalmente do primeiro), e esse é parecido com os outros dois no que se diz às duas (bem, no caso, três) histórias presentes no livro. Jostein parece sempre escrever uma história principal e uma paralela, que o personagem principal do livro está lendo ao mesmo tempo que a gente, e que geralmente tem a ver com a história desse mesmo personagem, ou seja, as histórias estão ligadas de algum jeito. Em Mistério de Natal, a história principal é a de Joaquim, que vai numa livraria com seu pai e compra um calendário de Natal que parece bem velho e esquecido mas que, por algum motivo, chama a sua atenção. A segunda história é a que Joaquim encontra em cada papelzinho que cai das janelinhas do calendário, que ele abre a cada dia que passa.

Momento para explicação: lá nas zoropa (e talvez nos eua, não sei ao certo), eles tem algo chamado advent calendar, que é um calendário que faz uma contagem regressiva para os dias do Natal, do dia primeiro de dezembro até o dia 24 (aprendi isso com Tom Fletcher, da banda McFly, que é completamente viciado em Natal e todo ano compra um desses. Viu? McFly também é cultura). Esse calendário pode ser de várias maneiras: podem ser papeis que você vai arrancando, ou portinhas que você vai abrindo e cada dia sai uma coisa de lá, seja chocolate ou um papel contando um pedaço de uma história, como no da história.

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Advent Calendars. Vários.

Enfim, voltando à história do livro, há também uma terceira história, que é a de Elisabet Hansen, menininha presente na história do calendário, mas que também dá nome a uma criança que desapareceu na cidade em que Joaquim mora, muitos anos antes de Joaquim pensar em nascer. Pra mim, essa é a única história interessante do livro, a da Elisabet que sumiu na cidade. Tanto que eu só comecei a me interessar mais no livro e a ler com mais afinco (antes disso, eu lia cada capítulo com muita dificuldade, porque a história não me cativou) depois que começaram a focar mais no desaparecimento da garota (pode ser porque ando vendo muita série policial e minha cabeça anda pensando em desvendar crimes e mistérios o tempo todo). Isso porque, tirando essa história em particular, achei o livro bastante infantil, tanto por causa da linguagem, quanto pelas inúmeras repetições de situações. Parecia novela, que você tem que repetir inúmeras vezes uma situação que aconteceu pra que o povo lembre de tudo que já passou, algo que só é necessário quando o livro é dedicado ao público infantil. Não sei se esse era realmente o público alvo de Jostein e eu peguei o livro pra ler por engano, mas essa repetição excessiva me incomodou muito. Assim como o tema religioso. Ok que você tá contando a história de Jesus e tal (na história contada no calendário, mas não exatamente a história de Jesus, vocês entenderão se forem ler o livro), mas achei uma escrita muito evangelizadora, sabe? Como se aquilo fosse o certo e ponto final. Não gosto de livros que não são religiosos (ou não são pra ser) e acabam tendo um teor religioso muito forte como se o autor estivesse tentando passar para o leitor o que é certo acreditar. Acho que o tema pode até aparecer e ser tema de fundo, ou ser a característica de um personagem, mas quando percebo que um autor está tentando catequizar o leitor, isso me incomoda. E foi o que me pareceu no livro. E olha que eu nem sou uma pessoa que não acredita nas coisas, eu tenho minha religião, apesar de não ser super religiosa e achar que ser bom com os outros é mais importante do que ter uma religião. Enfim, isso me incomodou bastante, e tiveram partes que até passei batido exatamente por perceber esse teor catequizador.

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Jostein Gaarder, o autor.

Então não, eu não gostei do livro, achei fraco e chato, e até a solução do mistério foi insatisfatória. Mas não é por isso que deixarei de ler os outros livros do autor, afinal, a balança ainda está 2 por 1, então ainda tá ganhando. 😉

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30 Livros em 1 Ano – Dark Places (Gillian Flynn) – Livro 11

Gente, eu esqueço tanto de escrever de escrever sobre os livros que tô lendo esse ano por aqui, que daqui a pouco 2015 acaba e eu ainda não falei sobre nem metade dos livros! Mas também, vou ver se faço uma semana inteira só falando de livros pra ver se não me perco nesse meu projeto! hahahaha

Enfim, o livro de hoje é de uma autora que descobri esse ano ser espetacular e já falei sobre um livro dela por aqui. E sim, sei que ela tá famosinha por causa de Gone Girl, mas eu não ligo se falarem que eu gosto dela só por ser modinha, porque sei que não é! Eu nem li Garota Exemplar! Mas como fiquei absolutamente fascinada quando li Objetos Cortantes, saí correndo em busca de um próximo livro dela, ela sendo a Gillian Flynn, e encontrei Dark Places – sim, em inglês porque ainda não tinha sido lançado aqui no Brasil, então li na língua original mesmo que, como eu já disse aqui antes, acho bem melhor.

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Percebam como meu kindle está sujinho. Isso significa muito uso! 😉

Antes de qualquer opinião da minha parte, vamos ao blurb do livro, tirada do SkoobLibby tinha sete anos quando a mãe e as duas irmãs foram assassinadas pelo irmão mais velho, Ben. Passados vinte e cinco anos, Ben encontra-se na prisão e Libby vive com o pouco dinheiro de um fundo criado por pessoas caridosas que há muito se esqueceram dela. Localizada pelo Kill Club, uma sociedade secreta obcecada por crimes extraordinários, o grupo tenta sacar os pormenores do crime (provas que esperam vir a libertar Ben), e Libby engendra um plano para lucrar com a sua história trágica. Por uma determinada quantia, estabelecerá contato com os envolvidos naquela noite e contará as suas descobertas ao clube… e talvez venha a admitir que afinal o seu testemunho não era assim tão sólido.

Algumas capas do livro Dark Places, inclusive a da versão espanhola.
Algumas capas do livro Dark Places, inclusive a da versão espanhola.

Dark Places foi lançado nos Estados Unidos no dia 05 de maio de 2009 (no dia do meu aniversário!), mas aqui a editora Intrínseca só o publicou esse ano, talvez pelo sucesso que Garota exemplar fez e pelo filme já lançado, com Charlize Theron interpretando a personagem principal Libby. E olha, esse é um filme que vou ter que assistir com alguém do meu lado porque eu tenho certeza absoluta que vou morrer de medo! Sério, eu me cagava (desculpe a palavra) lendo o livro. Não tive problema nenhum lendo Objetos cortantes, mas enquanto eu lia esse livro, e muitas vezes eu lia com marido dormindo ao meu lado porque eu simplesmente não conseguia parar de ler, eu tive que deixar pelo menos a televisão ligada quando finalmente decidia largar o livro de lado e dormir porque eu ficava com muuuuuuuuuuuito medo!

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O livro conta a história de uma chacina, o que já te faz ficar pensando que aquilo podia acontecer com você – uma pessoa entrar na sua casa e te matar com um machado. E eu, que sou uma pessoa muito impressionável, e já fico achando que tudo que vejo e leio pode acontecer comigo, imagina ler sobre um assassinato tão brutal como é o do livro? Foram noites e noites sem conseguir dormir direito! Mas sabe por que isso aconteceu? Porque o livro é muito bem escrito! Se não fosse, não daria pra pensar que tudo aquilo é real e que pode mesmo acontecer. E é totalmente intrigante, você fica querendo saber o que vai acontecer, qual será  novo mistério que será desvendado – e que vai levar pra várias outras perguntas e criação de novos mistérios.

Nicholas Hault, que interpreta Lyle, o líder do grupo do Kill Club que
Nicholas Hault, que interpreta Lyle, o líder do grupo do Kill Club que “estuda” o caso da chacina da família de Libby, e Charlize Theron, a Libby.

Dark Places se diferencia de Objetos Cortantes por ter algumas características de terror também, enquanto Objetos cortantes é muito mais mistério com muita ênfase na personalidade e relacionamento entre as pessoas. Apesar de Lugares escuros (como ficou traduzido por aqui) também mostrar a personalidade forte e introvertida (e, muitas vezes, super egoísta) de Libby, o foco se deu mais mesmo em desvendar o mistério que circundava o assassinato, principalmente em saber se Ben é ou não o verdadeiro culpado (o que, obviamente, não falarei pra vocês e deixarei vocês descobrirem lendo o livro).

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Uma coisa que gostei muito do livro é o fato de ter três narradores: Libby, Ben e Patty, a mãe de Libby (e de Ben, e das outras duas meninas assassinadas). Cada um tem seu estilo próprio de contar a história e a junção de todas elas é o que vai fazer o leitor conhecer a verdade sobre aquele fato chocante que aconteceu 25 anos atrás. É bem interessante, mas isso também deixa você em duvida o tempo todo de quem é o verdadeiro culpado. É bem estressante – não leia se tiver o coração fraco.

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Mas o estilo de escrita de Gillian Flynn já me cativou, não tem jeito, principalmente por sempre criar personagens fora do lugar comum e problemáticos, com sua carga de bagagem emocional ferrada e psicologicamente mexidos. Adoro! Amo! E já quero ler o próximo livro de personagem com probleminhas na cabeça dela! Me identifico tanto! hahahahaha (agora vocês estão todos com medo de mim) Mas admito que com a Libby não me identifiquei muito, não. Já com o Ben… (risada de psicopata)

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Queria Tanto (primeiro livro, publicado em 2011)

Coisas não ditas (segundo livro, baseado numa fanfic que escrevi de Mcfly, publicado em 2013)

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