Café Sierra e Mar

Olá pessoas!

Desculpem-me a escassez de posts – depois de uma enxurrada na época do Oscar, é até estranho ficar três dias sem postar. Mas é que comecei um trabalho novo essa semana e ainda estou me acostumando com o horário. Aliás, falei um pouco sobre conhecer pessoas novas e entrar num lugar novo lá no meu canal.

Mas, sobre o assunto do post, falarei pra vocês hoje de um lugar maravilhoso que tomei café durante o carnaval, época em que eu estava cuidando da Judith, gata da minha amiga (lembram?). Não é um lugar de muito fácil acesso – na verdade, é bem complicadinho chegar até lá -, mas super vale a pena o perrengue! O café Sierra e Mar fica dentro do Parque da Cidade, em Niterói, muito frequentando por quem gosta de natureza e de fazer trilhas. Como ele fica lá no alto do parque, aconselho irem de carro (ônibus não entram no parque) ou ter muita disposição pra caminhar bastante!

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O buffet.

O esquema do café é buffet. Você paga um preço fixo (R$39,90) e pode comer e beber o quanto quiser. Pra quem come bem pouquinho, não vale muito a pena – a não ser que você seja uma louca do café da manhã, como eu. Eu como pouco, mas pago o que for em cafés da manhã porque é minha refeição preferida e sempre acabo comendo bastante, mais do que no almoço e no jantar, por exemplo. Mas eu acho que o valor é super válido porque tem muita diversidade de tudo: comidas e bebidas. Tem uma bancada imensa de pães e salgadinhos e também de doces. É tanta coisa que, quando você chega, fica meio tonto, sem saber o que colocar no prato. A solução é ir por partes e escolher bem suas preferências, porque de jeito nenhum você vai conseguir comer tudo que tem por lá! Então não vai colocar muito de uma coisa só, coloca pouquinho de cada pra conseguir comer o máximo de variedade possível – conselho de amiga!

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O balcão imenso de doces e salgados. É MUITA coisa!

Além disso, eles também fazem tapiocas na hora, com o recheio que você escolher (com os ingredientes que tem disponível, claro). E também tem salsicha, ovo mexido, vários frios, frutas, iogurtes e cereais. De bebida, tem café, chocolate, leite e alguns sucos (no dia que fomos, os sucos eram de laranja, melancia e mais um que não lembro agora). Porém, minha mãe não podia tomar nenhum desses sucos. O atendente, então, perguntou se ela queria que fizesse outro e ela disse que sim, então fizeram uma jarra de suco de abaxi pra ela. Aliás, o atendimento foi algo excepcional. Todo mundo lá é de uma simpatia ímpar e eles fazem de tudo pra você se sentir bem e satisfeito por lá – vide esse caso do suco.

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Outro diferencial de lá é a vista magnífica. Como eu disse, o café fica no alto do parque, o que significa que você consegue ver a cidade de Niterói (e acho que um pouco do Rio) inteira lá de cima. É lindo demais! E tomar café com aquela vista é algo surreal! Falando em vista, esse foi mais um ponto em que vimos a simpatia dos atendentes. Quando fomos tirar uma foto nossa, perguntamos para o garçom se ele poderia fazer esse favor pra gente. Ele não só aceitou como nos ajudou a nos arrumar da melhor forma para que a vista saísse na foto também – exatamente o que queríamos! E ele não sossegou até que saísse uma foto boa. Ele já deve estar super acostumado a tirar fotos das famílias que aprecem por lá, então sabia até o melhor lugar tirarmos a foto e nos posicionou direitinho lá – e olha que éramos oito e ele não perdeu a paciência com a gente nem um segundo!

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É com essa vista que você toma café!
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Foto da gente em evidência.
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Foto com a vista em evidência – muito melhor!

Foi uma experiência incrível esse café e eu amei! Adoro ficar perto da natureza, então, pra mim, foi delicioso – em todos os sentidos! Mas não esqueçam de levar repelente! Eu não fui picada nem nada, mas com esse surto de dengue, zika e etc, nunca se sabe, né? Ah! No dia que fui, na hora em que cheguei, tinha bastante lugar livre. Mas um pouco depois encheu, então é melhor ligar e reservar antes (eu reservei). O telefone para reserva é 26192001, ou você pode reservar pela página do Facebook deles também (foi como eu fiz).

Endereço: Parque da Cidade, São Francisco, Niterói (não achei em nenhum lugar o endereço certinho do parque).

Horário de funcionamento: sábados, domingos e feriados, das 08:30 às 12:30.

Aceita todos os cartões.

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Ah! Pra quem pediu foto da Judith, aproveitando que hoje tô falando de um lugar que fui durante os dias que cuidei dela, aqui vai! Diz se ela não é uma fofurete?

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Por que acabou?????? – Seriados com uma temporada

Olá pessoas bonitas do meu coração. Como vocês estão?

Estava eu aqui, pensando sobre o que poderia escrever hoje, e como toda pessoa normal (espero eu), comecei a entrar em vários sites diferentes como forma de adiar o inevitável (eu sou a rainha do “deixa pra depois”). Mas, de repente, me vi procurando seriados que eu adorava, mas que eu não sabia como tinham acabado porque por aqui só tinha passado uma temporada e eu imaginava que era porque essas séries não tinham feito sucesso aqui no Brasil. Porém, todavia, contudo, pesquisando mais a fundo hoje, descobri que elas só tiveram uma temporada mesmo! O que só me frustrou mais porque não vou ter closure mesmo! Não é horrível quando você assiste uma série, você adora a série, você vicia na série, e ela acaba do nada, sem um final decente, que tenha um desfecho de verdade? Pois é, também acho isso péssimo! E hoje vou dizer pra vocês algumas dessas séries que me deixaram completamente frustrada.

*Os seriados não estão em nenhuma ordem específica.

1. Grosse Pointe

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Essa série era uma comédia daquelas bem bobas, mas eu adorava! Girava em torno do relacionamento entre um grupo de atores que fazia uma série de high school americano chamada Grosse Pointe. Era, na verdade, uma sátira aos seriados americanos para adolescentes que fizeram ou faziam sucesso na época (o seriado foi ao ar em 2000), principalmente Barrados no Baile (Beverlly Hills 90210), criado pelo mesmo produtor de Grosse Pointe. Esses aí da foto eram os personagens principais, e eram bem esteriótipos mesmo: a atriz patricinha e malvada, uma paródia da Shannen Doherty (a Brenda de Barrados no Baile), o ator bonitão, que fazia referência ao Jason Priestley, a menina boazinha (que era minha personagem favorita), referência à imagem que Tori Spelling (a Donna de Barrads no Baile) tinha na época, o cara bonzinho que era apaixonado pela menina boazinha, mas que ela só via como amigo (preciso nem pesquisar pra saber que era uma referência ao Brian Austin Green e seu personagem David Silver, meu personagem favorito em Barrados no Baile), e outros personagens caricatos do tipo.

Pra falar a verdade, eu nem lembro muito mais da série. Só sei que eu gostava, ria, mas o que me interessava mesmo era o relacionamento da Marcy (a menina boazinha) com o Dave (o que estava na friendzone). Como boa romântica e adoradora de personagens losers que sou, ficava lá, esperando o momento que ela finalmente veria que o Dave era o homem da vida dela e que era ele que realmente a amava e não o namorado babaca (e todo bonitão segundo os padrões da sociedade, porque eu era muito mais o Dave, interpretado pelo Kyle Howard, que eu ADORO) dela. E quando esse momento estava chegando, quando eles estavam prestes a ficar juntos, a série acabou. Bem, a temporada acabou e eu fiquei esperando a próxima pra ver o que ia acontecer entre os dois, mas esse momento nunca chegou. Que raiva que me deu.

Melhor foto que ache do Dave e da Marcy juntos. Desculpem-me.
Melhor foto que ache do Dave e da Marcy juntos. Desculpem-me.

PS. Agora acabei de ficar em dúvida se era ele que amava ela e ela não percebia, ou se era ela que gostava dele e ele não percebia. Mas, de qualquer jeito, eu queria que eles ficassem juntos e eles estava, prestes a ficar quando a série foi cancelada.

2. Opposite Sex

Olha essas roupas!
Olha essas roupas!

Mais uma série com Kyle Howard, mas Opposite Sex é focada, na verdade, em Jed, interpretado pelo meu digníssimo Milo Ventimiglia (amo, amo, amo, amo, amo, já disse que amo?). A série conta a história de um garoto que se muda de cidade e vai estudar em um colégio que está só agora abrindo as portas para os meninos, o que faz com que ele seja uma das únicas três pessoas do sexo masculino a estudar lá: os outros dois são Kyle Howard e… Chris Evans! Sim, senhoras e senhores, o garoto magrelo e estranho do lado direito da foto é o Capitão América que todas vocês amam (ou a maioria, I know I don’t).

Porém, a série não fez sucesso lá fora e foi cancelada depois de somente oito episódios. E eu querendo saber como continuava. Mas de todas as séries que falarei aqui hoje, essa foi a que o final menos me perturbou. Até porque eu via a série mais por causa do Milo, e depois ele começou a fazer tanta coisa que nem deu tempo de sentir falta! (mas agora eu sinto, porque ele anda bem sumido. 😦  )

*Atualização: Milo está no elenco da série The Whispers, que estreou semana passada aqui no Brasil no canal AXN (e é bem boa, gostei bastante do primeiro episódio).

3. Pasadena

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Essa série eu adorava! Passou em 2001 e tinha alguns atores que eu gostava (Alan Simpson, Balthazar Getty, e o Chris Marquette, que eu só fui gostar mesmo em Joan of Arcadia – sim, sempre fui viciada em seriados), além de uma trama muito boa. Foi uma das primeiras séries de suspense que vi, antes eu só assistia drama (Dawson’s Creek, Party of Five) e comédia. A trama girava em torno de uma família rica de Pasadena (por isso o nome da série), região abastada da Califórnia, que, como toda família rica e poderosa, era cheia de problemas, mas todos disfarçados pelo dinheiro e fama. Só que acontece uma assassinato na mansão da família, e a filha do casal rico e poderoso começa a investigar por conta própria o que aconteceu. E, a partir daí, começa a descobrir vários segredos que a família escondia. Pode parecer até algo cliché agora, mas na época não tinha existido nenhuma série desse tipo ainda.

E, adivinha?! Claro que a série acabou antes da Lilly (a filha curiosa) descobrir o tal segredo mais importante da família. Why???????????????

4. Reunion

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Seguindo a linha de Pasadena, Reunion também gira em torno de um segredo. Eram seis personagens, alguns insuportáveis e outros adoráveis (foi aí que começou meu amor por Dave Annable, que continuou quando ele interpretou o Justin de Brothers and sisters, até hoje um dos meus personagens de série favoritos), que se conheceram no colégio. Cada episódio mostra flashbacks de um ano da vida dos personagens desde a formatura do colégio até os dias de hoje, enquanto vemos também a investigação da morte de um desses seis personagens, que aconteceu na festa em comemoração aos 20 anos de formatura do colégio. Obviamente, os outros cinco personagens são os suspeitos. E obviamente também, a série acabou antes de desvendarem que era o culpado (ou culpada). E esse mistério me atormenta até hoje!!!

5. Popular

Foto mais conhecida da série, não tinha como eu escolher outra.
Foto mais conhecida da série, não tinha como eu escolher outra.

Ok, ok, essa série não teve só uma temporada, então não tinha nada que estar aqui nessa lista. Mas é que o final foi tão tosco e tão aberto que merecia um lugar e uma menção por aqui.

Popular era a típica série passada em high school americana que mostrava os populares de um lado e os losers de outro, aquela coisa que já estamos bem acostumados a ver. Mas como houve uma junção forçada das “líderes” de cada grupo com o casamento do pai da líder das populares com a mãe de uma das meninas que não fazia sucesso nenhum na escola e era vista como esquisita (apesar de inteligente e muito mais interessante que a outra), esses paradigmas e limites vão sendo quebrados dentro e fora da escola. Apesar de ter bastante coisa bem cliché e comum, também fugiu um pouco do lugar comum e fez pensar – e rir, claro.

Mas isso não importa (importa sim, mas não pro tema do post), o que importa é que a série terminou na segunda temporada da maneira mais escrota (desculpem a palavra) que podia ter terminado. Estava lá Brooke, a popular, em um jantar com Harrison, que era do grupo dos nerds (e eu amava, claro, já que era o bonzinho incompreendido), por quem ela estava finalmente apaixonada, depois de anos de Harrison babar por ela. Porém, agora, Harrison estava em dúvida se queria ficar com ela ou com Sam, a step-sister de Brooke e também inteligente (a que eu citei lá no começo). Não me lembro muito bem o que aconteceu, só sei que Brooke saiu do restaurante com raiva, sem Harrison escolher com quem queria ficar, e foi atropelada. Brooke foi atropelada! E acabou a série!!!!!!!!!!!! Sim, a série terminou sem sabermos:

a) O que de fato aconteceu com Brooke. Ela morreu? Ela perdeu a memória? Ela ficou paralítica? O que aconteceu??????

b) Lily e Josh (dois personagens bem importantes de série) vão conseguir viver bem casados?

E o mais importante:

c) Harrison escolheu Brooke ou Sam??????????

A série ia ter mais uma temporada, por isso o final tão aberto. Mas foi cancelada antes da terceira temporada sequer ser gravada. Deixando centenas de fãs desesperados pra saber o que aconteceu!!!!!

Sam e Brooke, a
Sam e Brooke, a “nerd” e a popular. Dá pra perceber que Brooke ficou tão chocada quanto eu com esse final tosco.

E vocês? tem algum seriado que vocês ficaram muito pê da vida de ter tido só uma temporada? Ou então que teve um final tão ridículo, como o de Popular, que você teve vontade de se matar? Diz pra mim!!!!!!

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Netflix me representa – Sense8

Um absurdo. Um absurdo eu ter falado que ia escrever sobre Sense8 aqui na 6a feira e ter me esquecido e só ter lembrado hoje de novo, ainda mais por ser uma das melhores séries do momento pra mim, se não A melhor! Mas cá estou hoje, pra contar pra vocês um pouquinho sobre essa série que acho que ainda não tem muita gente vendo, visto que estreou faz pouquinho tempo (mas eu sou uma tarada por séries e já terminei de ver).

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Então, eu tenho um problema. E o meu problema é que quando gosto muito de uma série, eu não consigo ver ela pingadinha, pelo menos não quando ela já está lá, inteirinha pra eu ver. Foi o que aconteceu com Sense8. Como ela é original do Netflix, quando foi disponibilizada, estava lá, toda a primeira temporada pra eu ver. E eu vi, tudinho, em uma semana. Porque a série é sensacional e totalmente viciante, mais ainda que Orphan Black. Quem soube de Sense8 primeiro foi marido, e quando ele me contou sobre ela eu não achei que fosse gostar tanto, porque ele disse que era meio ficção científica e tal, e eu nunca fui muito fã – mas, como já escrevi aqui antes, tenho percebido que ando gostando bastante desse estilo, vide as séries que estou fanática no momento (Sense8, Orphan Black, Doctor Who, pra citar algumas). Mas me interessou assistir porque os criadores dela são os irmãos Wachowskis, os mesmos que criaram Matrix, e Matrix é foda! Então, quando marido foi ver o primeiro episódio, vi com ele. E quando acabou, implorei: “Coloca logo o segundo, pelo amor de Deus!!!!!!!!!!!”

Lana e Andy Wachowskis, os criadores da série.
Lana e Andy Wachowskis, os criadores da série.

Vou tentar resumir a premissa do seriado sem dar muito spoiler, porque tem muita coisa na própria explicação do que é a série que pode tirar o impacto na hora de assistir. Então pra ser bem concisa, Sense8 é sobre um grupo de pessoas ao redor do mundo (são 8 pessoas) que, de repente, se vêem ligadas mentalmente. Se eu falar mais já vou dar spoiler e tirar a graça, então vou deixar só isso mesmo. Maaaaaaaaaaaaas, sendo algo vindo das mentes dos irmãos Wachowski, já dá pra saber que é uma parada complexa e que tem é preciso prestar atenção em cada detalhe para entender tudo, né? Tem algumas coisas que eu estou com dúvida, por exemplo, mas como conheço pouquíssimas pessoas que estão vendo a série e marido ainda não terminou a temporada (tô aqui de dedos cruzados pra ele assistir o último episódio, que é o único que falta pra ele, hoje), não tenho ninguém com quem comentar. Então espero conseguir fazer com que vocês se interessem pra poder conversar sobre a série com vocês! hahahahahaha O pior de tudo é que sou péssima falando de coisas que gosto muito, porque fico tão agitada e ansiosa que as palavras não me aparecem! Mas tenho dois pontos positivos para quem gostava de Lost e para quem gosta de Doctor Who: Sayid Naveen Andrews e Martha Jones Freema Agyeman! Fiquei tão feliz quando que os dois a série, vocês não tem noção!

Naveen Andrews como Jonas Maliki, e Freema Agyeman como Amanita.
Naveen Andrews como Jonas Maliki, e Freema Agyeman como Amanita.

Anyway, como tudo dos irmãos Wachowski (e com “tudo” quero dizer Matrix, porque foi a única coisa que vi deles), tudo em Sense8 tem um motivo. Tudo é ligado, tudo tem uma explicação, e todas as histórias, dos oito personagens principais, se interlaçam de maneira perfeita. O jeito como as coisas vão se revelando e vamos sabendo como tudo funciona é magistral. Cada pontinho vai se ligando a outro de maneira a criar uma imagem que conseguimos, depois, enxergar perfeitamente. É difícil explicar, é melhor assistir. Assistam! Tem cenas fantásticas, diálogos fantásticos, pensamentos dignos de serem seguidos pela população do mundo. Sério. E nossa, como eles trabalham bem a música! Acho que é de consenso geral entre as pessoas que já assistiram a primeira temporada da série que uma das melhores cenas (se não a melhor) se dá em torno de uma música (e que música!), e eles conseguem ligar todos os personagens só com essa música (sobre a qual falei um pouco nesse post), fazendo total sentido na história e ajudando a movimentar a história para frente, não é uma cena que está lá sem motivo, só para dar uma divertida na série, sabe? A cena final do episódio 10 também é sensacional, e também o é por causa de uma música. Eu fico assistindo a série e pensando como eles conseguem pensar em algo assim, porque é genial!

Como eu disse, são 8 personagens principais, e todos eles são desenvolvidos igualmente. E BEM desenvolvidos. Claro que eu tenho meus personagens favoritos (Wolfgang, Will), mas cada personagem é tão bem explicado e tem histórias tão bem desenvolvidas e reais, totalmente identificáveis, que você acaba gostando de todos, e entendendo o motivo para a ação de cada um. E você torce por todos, e ama cada um por sua particularidade. Tirando o Wolfgang e o Will, que estão lá no topo, cada dia me vejo gostando mais de um dos outros, mas, na verdade, amo todos, porque eles são todos fantásticos – e, o mais importante (pelo menos, pra mim), nenhum deles é perfeito!

Também gosto MUITO do jeito que as relações são mostradas na série. Todas as relações: pais e filhos, romances, de amizade. E o mais legal ainda é ter dois casais homossexuais, um composto por dois homens e outro por duas mulheres, sendo uma delas transsexual, o que, até hoje, é difícil de se ver em seriados, infelizmente. Então, além de tudo, Sense8 está quebrando barreiras.

Will (esquerda), Amanita e Nomi (centro), e Wolfgang. Não coloquei o casal de homens porque senão estaria dando spoiler.
Will (esquerda), Amanita e Nomi (centro), e Wolfgang. Não coloquei o casal de homens porque senão estaria dando spoiler.

Acredito que não tem muito mais que eu possa falar sem estragar as reviravoltas e surpresas do seriado pra vocês. Mas eu juro que é sensacional! Vejam e depois venham me contar que amaram!

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Netflix me representa – Orphan Black

Segunda parte da série sobre séries que comecei ontem, quando falei sobre Orange is the new black. Hoje falarei sobre a série que me está pirando o cabeção (porém não tanto quanto Sense8, sobre a qual falarei amanhã), Orphan Black.

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Cês tão achando que tem muita gente igual nesse pôster aí de cima? Pois é, mas é isso mesmo. Orphan Black fala sobre clones – e, mais especificamente, clonagem humana. #polêmica Mas vamos procurar uma sinopse melhor pra vocês terem uma ideia mais clara do seriado.

“Uma órfã britânica com um histórico de delitos criminais se depara com uma envolvente conspiração depois de presenciar o suicídio de mulher que é exatamente igual a ela” – Essa é a série nas palavras do Wikipedia e do IMDB. Porém, obviamente, é muito mais do que isso, só não falarei o quanto mais para não dar spoiler.

Essa é a série que mencionei ontem que não é original do Netflix, e sim uma parceria da BBC americana com o canal canadense Space (yep, Orphan Black é uma série do Canada, assim como Being Erica, que também contou com a participação da Tatiana Maslany, protagonista da série). Mas ela está presente no Netflix, só que, infelizmente, somente a primeira temporada (ela está na terceira temporada atualmente, mas já foi confirmada uma quarta temporada. yay!) Portanto, você vai ter que baixar o restante das temporadas porque, sim, você vai se viciar, assim como aconteceu comigo.

Atualização: A Netflix já disponibilizou a segunda temporada também agora. Yay!

Eu já ouvia alguma galera falando bem de Orphan Black e a curiosidade foi aparecendo. Uma vez, eu quase comecei a ver com o marido, mas aí foi lançada a terceira temporada de House of Cards (que um dia falarei por aqui) e a gente nunca troca o certo pelo duvidoso (e já era certo que amávamos HoC). Só que a terceira temporada acabou, e ficamos sem série pra vermos juntos. Daí, lancei novamente: “Bora ver Orphan Black?” (um “finalmente” escondido no final da pergunta). Ele aceitou e começamos a assistir e eu viciei. No primeiro episódio eu já sabia que ficaria viciada, não foi igual a OITNB ou Girls que demorou um pouco pra eu gostar. Não, com a orfã negra eu me apeguei de imediato. E no momento que você vir a série vai entender por quê. É tudo muito instigante. Uma cena te leva à outra que te leva à outra. “Mas Livia não é assim com todo seriado?” VOCÊ NÃO TÁ ENTENDENDO! Eu quero dizer que uma cena te deixa querendo ver a próxima, porque essa próxima vai te explicar algo da anterior, mas aí vai te deixar curioso para saber outra coisa que só a próxima cena vai te mostrar, e quando você percebe acabou o episódio e ele ainda deixou um gancho que faz você querer ver o próximo imediatamente! E quando você vai ver, you’re hooked. Porque é tudo absurdamente bom!

Helena também acha óbvio que você vai se viciar.

Sem contar que esse tema é um tema muito novo em séries, pelo menos para mim. Eu nunca fui muito de assistir ficção científica, mas de uns tempos pra cá, tenho assistido várias – e amado! Acho que é influência do marido em mim. E como eu não costumava ver esse tipo de audiovisual, não sei se clonagem humana já foi tema de algum seriado (só sei da *péssima* novela O Clone mesmo). Mas como pra mim é novidade, tô achando tudo fantástico e surpreendente. Sério, fico super alucinada com os episódios, tentando entender a parte científica e tentando ligar todos os pontos, sabe? E não fica nenhum fio solto, é incrível, eles pensam em tudo! Assim como é incrível a atriz principal da série, a Tatiana Maslany, que interpreta todos os clones. Imagina o quão cansativo deve ser pra ela! E imagina o quão boa atriz ela tem que ser pra fazer um clone totalmente diferente do outro! Parece várias atrizes interpretando, e não uma só. Sem contar que ela é linda, né, gente? Como eu disse ontem, todo episódio eu falo pro marido “Ela é muito linda, eu queria ser igual a ela”, porque eu queria mesmo. Ela é MUITO bonita!!!!!!

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Buuuuuuuuuuut, o meu personagem é, de longe, o Felix. Minha amiga que já está na terceira temporada (acabando, as a matter of fact), quando eu contei que tinha começado a assistir Orphan Black, perguntou logo: “Você gosta do Felix, né?” Ela me conhece! Mas ele é o mais estiloso, mais inteligente, mais protetor, mais fala-as-melhores-coisas-nas-melhores-horas do mundo! Ameeeeeeeeeeeeei!!!!!!!!!! E é melhor ainda ele falar todas as coisas maravilhosas que ele fala com sotaque inglês. E ainda mais incrível foi descobrir que o ator Jordan Gavaris NÃO É INGLÊS!!!!!! Porque o sotaque dele é perfeito! O sotaque da Tatiana quando ela interpreta a Sarah não é tão bom assim, mas o do Jordan é sem defeito! Impossível dizer que ele é canadense, e não britânico. Mas o que importa é que na série Felix é britânico e diz as melhores coisas ever com aquele sotaque que é o melhor ever.

Divo!

Ok, que outros motivos além de personagens foda, atriz linda e muito boa, história sensacional e instigante vocês podem querer pra começar a assistir a série? Ok, para as meninas, tem mais um motivo: Paul. Eu não acho ele nada demais, mas tem gente que fica babando por aquele corpitcho (exemplo: minha amiga que sabia que eu gostaria do Felix). E, se você continuar e for até a segunda temporada (o que é óbvio que vai acontecer porque uma vez assistido um episódio, impossível não querer ver tudo), também vai se deparar com Cal, esse sim gato de verdade – e que, acabei de descobrir, faz o Daario Naharis em Game of Thrones, quem diria, nem reconheci. Tá bom ou quer mais?

Paul (Dylan Bruce) à esquerda e Cal (Michiel Huisman) à direita. Qual você prefere?
Paul (Dylan Bruce) à esquerda e Cal (Michiel Huisman) à direita. Qual você prefere?
Qual deles, Alison?

Gente, chega de falar de Orphan Black porque não é possível que até agora vocês ainda não correram pro Netflix pra assistir a primeira temporada? Sério, o que vocês estão esperando? É uma das melhores séries que já vi nos últimos tempos e vocês não sabem o que estão perdendo caso ainda não vejam! Ah! Pra quem gosta dessas besteirinhas (eu adoro!), achei um teste pra descobrir qual clone do seriado você é. Eu sou a Sarah – minha clone preferida (mas também amo a Cosima)! Yay!

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